A HOSPEDEIRA

DE:  STEPHENIE MEYER.

“Coloquei  a água  na bolsa, uma garrafa  de cada vez, meus gestos desnecessáriamente deliberados: acrescentei as barras restantes de granola com a mesma lentidão. O tempo todo Melanie desejou  ansiosamente que eu me apressasse. A impaciência dela tornava difícil pensar, concentrar-se no que quer que fosse. Como no que iria acontecer conosco.

Vamos embora, vamos embora, vamos embora, entoou ela monotonamente até eu sair dura e desajeitada do carro. Minhas costas pulsaram quando me estiquei. Estavam doendo por eu ter dormido tão retorcida na noite anterior, não pelo peso do fardo: o pacote não era tão pesado quando usei meus ombros para levantá-lo.

Agora cubra o carro, intruiu ela, imaginando-me cortando galhos espinhosos dos arbustos de creosotos e palos verdes próximos e asrranjando-os sobrea carroceria prateada do automóvel.

     – Por quê?

     O tom dela deixou implícito que eu era completamente estúpida por não entender. Para ninguém nós achar.

     Mas e se eu quiser ser achada? E se não houver nada aqui além de calor e terra? A gente não tem jeito nenhum de voltar para casa!

     Para casa?,  questionou ela, jogando imagens desoladas na minha cara:  o apartamento vazio em San Diego, a mais detestável expressão da Buscadora, o ponto que marca Tucson no mapa… um rápido e mais feliz flash do cânion  vermelho que escorregou por acidente. Onde seria?

Dei as costas para o carro,  ignorando o conselho dela. Eu já tinha ido longe demais.  Não ia abrir mão de toda esperança de voltar. Talvez alguém achasse o carro e então me encontrasse. Eu poderia fácil e honestamente explicar o que estava fazendo aqui  para qualquer um que me resgatasse: eu estava perdida. Tinha perdido o caminho… perdido o controle… perdido a cabeça.

     Eu segui o leito seco no início, deixando o meu corpo entrar em seu ritmo natural de longas passadas. Não era o jeito que eu andava nas calçadas para ir e voltar da universidade – não era absolutamente o meu andar. Mas era apropriado ao terreno irregular aqui e fazia  eu progredir suavemente, numa velocidade que me surpreendeu até eume habituar a ela.

     – E se eu não tivesse tomado esse caminho? – perguntei a mim mesma enquanto avançava na imensidão do deserto. –  E se o Curandeiro Ford ainda estivesse em Chicago? E se meu caminho não tivesse  nos trazido para tão perto deles?

      Foi essa urgência, essa atração – a idéia de que Jared e Jamie pudessem estar bem aqui, em algum lugar desse vazio – que havia tornado impossível  resistir ao plano insensato.

     Não tenho certeza, admitiu Melanie. Acho que ainda assim eu talvez tivesse tentado, mas estava com medo enquanto as outras almas estavam por perto. Ainda estou. Confiar em você poderia matá-los.

     Nós nos encolhemos juntas ao pensamento…”

THE HOST –   Ou, A Hospedeira – Peregrina é uma alma alienígena de uma raça  pacifica, mas que conquista mundos. Depois de ter vivido em sete mundos anteriores já conquistados por sua raça, finalmente ela chega a Terra, onde, o nosso mundo já esta totalmente dominado. Sua função, pelo menos é o que espera a Buscadora, é que ela descubra através das  memórias de sua hospedeira, Melanie, os esconderijos dos últimos remanescentes humanos selvagens, que não se deixaram pegar. Peregrina desperta em um corpo humano e se vê confusa quando percebe, desde o começo, que sua hospedeira a qual ela foi designada, ainda está lá. Peregrina receosa de que descubram que ela não está conseguindo dominar o corpo ao qual foi designada, esconde sua descoberta de sua gente.  Mas com o passar do tempo ela começa a conhecer melhor a sua  hospedeira, entra em contato com ela através de seus pensamentos e se apaixona por suas lembranças. Por sua vida, por seu irmão e por seu…  Amante.

     Peregrina trava a maior luta que jamais pensou em travar em toda sua existência. A de ser leal ao seu povo ou, se entregar a  seus inimigos. O povo da Terra.

VIDEOhttp://www.intrinseca.com.br/blogdasseries/2013/02/video-de-a-hospedeira-apresenta-ian-oshea/

QUER SABER MAIS?ACESSE:   www.stepheniemeyer.com/

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

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