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 Manual de Instruções

Como impedir uma invasão

alienígena?

Caso os ETs lá fora sejam malvadões e venham até a Terra, talvez tenhamos de proteger nosso planeta contra uma civilização vastamente superior. Saiba como

 Se viajar entre as estrelas está entre as possibilidades para o futuro da humanidade e há pelo menos algumas outras civilizações avançadas lá fora, o dois mais dois leva a uma inevitável conclusão: certamente há ETs por aí que já adquiriram a capacidade para nos visitar. E, como aquele nosso tio chato sempre gosta de lembrar, nem sempre uma visita é um troço agradável. Quem disse que os ETs não virão até aqui para acabar com a gente, à la Independence Day?

Os entusiastas da busca por vida extraterrestre (conhecida pela sigla Seti) sempre dizem que isso não faria sentido para uma civilização – ir até um planeta vizinho simplesmente para brigar. Mas nem todo mundo pensa assim. O astrônomo Travis Taylor e o químico aeroespacial Bob Boan ousaram dar o primeiro passo na direção contrária ao escrever o livro An Introduction to Planetary Defense (“Uma Introdução à Defesa Planetária”). Trata-se de um esboço de manual de instruções para repelir uma eventual invasão alienígena.

“Por alguma razão estranha, a maior parte da comunidade Seti acredita que qualquer civilização suficientemente avançada para fazer viagens interestelares estaria além de coisas como guerra ou más intenções”, afirma Taylor. “Essa premissa não faz sentido nenhum, pelo fato de que guerra ou más intenções podem não ter nada a ver com as motivações alienígenas. Quando construímos estradas para viajar de uma cidade a outra, nos incomodamos tremendamente sobre quantas civilizações de insetos precisamos destruir no processo?”

Especulando que os recursos da Terra poderiam ser valiosos a uma outra civilização, e apostando que há pelo menos algumas civilizações na Via Láctea mais avançadas que nós, a dupla sugere que nos preparemos – e para já – contra uma potencial invasão. Portanto, saiba aqui como devemos fazer para nos defender dessa improvável, mas assustadora, possibilidade.

 

1. Seja discreto

Para evitar uma invasão, o primeiro passo é evitar ser descoberto. Com esse fim, deveríamos parar de transmitir sinais para o espaço a torto e a direito (abdicando das comunicações por satélite) e focarmos nossas telecomunicações em cabeamento físico. Transmissões capazes de ser detectadas por ETs já são feitas desde os anos 30.

 

2. Resposta à altura

No caso de uma hipotética invasão, estaremos enfrentando uma força superior, vinda de fora. Mas seremos mais numerosos. Para fazer uso disso, entretanto, precisaremos unir forças e ter um plano de reação elaborado antes mesmo que a invasão ocorra. Essa estratégia deve ser projetada contemplando coordenação de tantos países quanto for possível.

 

3. Confie e desconfie

Um ET desce em Nova York e decide bater um papo com o pessoal da ONU. E aí? Recebemos o homenzinho verde de braços abertos? Nã-nã-ni-nã-não. Não podemos ouvir tudo que ele tem a dizer sem desconfiar de intenções ocultas. Mesmo que ele ofereça a cura para o câncer ou alguma outra coisa muito valiosa. Para Taylor e Boan, há 4 tipos possíveis de civilizações, e não há razão lógica, no momento, para acreditar que algum desses tipos exista em maior número que os demais. Segundo a dupla, é fundamental que prestemos atenção a todos os movimentos do recém-chegado ET, a fim de categorizá-lo o mais rápido possível e preparar a resposta apropriada. E tomar cuidado com os que se venderem, de cara, como bonzinhos – pode ser um truque para nos pegar com as calças arriadas.

Traços mais comuns em extraterrestres

Benevolente:
Os bonzinhos que viriam para nos ensinar a curar o câncer.

Neutro:
Eles vêm, observam, interagem, mas não interferem conosco.

Pesquisador:
Eles vêm saber em que pé nós estamos. No fim, podem se converter em alguma das outras 3 categorias.

Hostil:
Eles vêm para o pau mesmo, e a gente que se lasque.

 

 4. Tenha bombas atômicas sempre à mão

Caso tenhamos mesmo que ir para o pau com um ET, das armas de destruição em massa conhecidas, as biológicas e químicas seriam de pouco uso; nós sabemos o estrago que elas fazem em humanos, mas será que fariam algum mal a uma criatura de outro planeta? Provavelmente, a única arma realmente potente que teremos diante dos alienígenas será a boa e velha bomba atômica. Por isso, nada de desarmamento! Temos é de fabricar mais e mais bombas.

 

5. Aprenda com os terroristas

Humanos atacando alienígenas com tecnologia vastamente mais poderosa terão de agir de forma não muito diferente da usada pelos terroristas dos tempos atuais. Se a trupe de Osama bin Laden tentasse confrontar o Exército americano, por exemplo, tomaria uma surra. Mas, travando pequenos conflitos de surpresa, com táticas de guerrilha, o estrago passa a ser muito maior. Taylor e Boan acreditam que não haverá estratégia melhor para tentar repelir os ETs, ou, no mínimo, transformar a vida de nossos conquistadores num verdadeiro inferno na Terra.

QUER SABER MAIS? ACESSE:  http://super.abril.com.br

J. P. Santos. https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

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