VAMPIROS SULINOS 6° LIVRO – DEFINITELY DEAD

DE: CHARLAINE HARRIS

     “Nunca abra sua porta sem inspecionar. Nunca assuma que você sabe quem está do outro lado. Por isso é que tinha posto os olhos mágicos! Estúpida de mim. Eric devia ter voado, porque não podia ver seu carro em qualquer lugar.

     -Posso entrar?- Eric perguntou atentamente. Ele me olhou completa. Depois de apreciar a vista, ele se precaveu que não tinha sido desenhada com ele em mente. Ele não estava contente. – Suponho que está esperando companhia?

     – De fato sim, e realmente, preferiria que ficasse desse lado da soleira – falei. Dava um passo atrás assim ele não me poderia alcançar.

     -Disse a Pam que não queria ir a Shreveport,- ele disse. OH sim, ele estava zangado. -Então aqui estou, para saber por que não responde minhas ligações.

     Usualmente, seu acento era muito leve, mas esta noite notei que era pronunciado.

     – Não tinha tempo,- falei. -Saio fora esta noite.

    – Já vejo,- ele disse, mais quedamente. – Com quem sairá?

  – É realmente de seu interesse? – Choquei com seus olhos, desafiantemente.

     – É obvio que é,- ele disse.

    Estava desconcertado. – E isso por que? – Refiz – me um pouco.

     – Você deveria ser minha. Deitei-me contigo, cuidei que ti, e te… assisti financeiramente.

   -Você me pagou dinheiro que me devias, por serviços prestados, – respondi. – Você pode ter deitado comigo, mas não recentemente, e não deu sinais de querer fazê-lo outra vez. Se você se preocupa por mim, mostra em uma forma muito estranha. Nunca ouvi que ‘o impedimento total além das ordens provindo de outros lacaios’ fosse uma forma válida para mostrar que te importa alguém. – Esta foi uma frase desordenadamente misturada, bem, mas soube que ele teve o ponto.

     -Chama a Pam de lacaio?” – Ele teve um fantasma de sorriso em seus lábios. Logo ele retornou ao mau humor. Podia dizê-lo porque ele começou a descartar suas contrações.

     -Não tenho que andar te rondando para lhe demonstrar isso. Sou xerife. Você… está em minha área.

     Soube que minha boca se pendurou aberta, mas não podia evitar. “apanhando moscas,” minha avó tinha chamado essa expressão, e senti como apanhava a umas quantas.

    -Sua área? – Consegui balbuciar. – Pois bem, vai para o inferno você e sua área. Você não me diz o que fazer!

     -Está comprometida para ir comigo à convenção,- Eric disse, sua boca tensa e seus olhos resplandecentes. – Isso foi por que te chamei a Shreveport, para falar contigo sobre a viagem e todos os acertos.

   -Não estou obrigada a ir a nenhum lugar contigo. Está se excedendo, amigo.

     – Amigo? Amigo!

   E tudo teria se degenerado, se Quinn não tivesse se detido no caminho. No lugar de chegar em sua camionete, Quinn estava em um Lincoln Continental. Senti um momento de prazer perpendicularmente esnobe ao pensar em andar nele. Tinha selecionado o traje de calças pelo menos em parte porque pensei que teria que subir em uma caminhonete, mas estava contente de me deslizar em um carro luxuoso. Quinn veio através da grama e encarapitou-se no alpendre com uma velocidade subestimada. Ele não se via como se estivesse com pressa, mas repentinamente estava ali, e eu sorria, e ele se via maravilhoso. Ele tinha posto um traje cinza escuro, uma camisa roxa, e uma gravata de duas cores misturadas. Tinha posto um brinco simples de ouro. Eric estava mostrando as presas.

   -Olá, Eric,- Quinn disse serenamente. Sua voz profunda retumbou ao longo de minha coluna vertebral. – Sookie, você está deliciosa, como para te comer. – Ele me sorriu, e os pequenos tremores ao longo de minha coluna vertebral se propagaram inteiramente para outra área.

   Nunca teria acreditado que na presença do Eric poderia pensar que outro homem fosse atrativo. Teria estado errada de acreditar que sim.

     -Você está muito bem, também,- falei, fazer uma tentativa para não resplandecer como uma idiota. Não estaria bem babar incontroladamente.

     -O que estiveste dizendo a Sookie, Quinn?- Eric disse

    Os dois homens altos se olharam. Não acreditei que eu fosse a fonte de sua animosidade. Era um sintoma, não a enfermidade. Algo jazia debaixo disto.

     -Estive dizendo a Sookie que a rainha requer a presença de Sookie na convenção como parte de seu grupo, e que a chamada da rainha ultrapassa a tua – Quinn disse rotundamente.

     -Desde quando a rainha dá ordens através de um meta?- Eric disse, desprezo suavizando sua voz.

     -Desde que este meta realizou um serviço valioso para ela na linha do negócio,- Quinn respondeu, sem vacilação. -O Sr. Cataliades sugeriu a Sua Majestade que eu poderia ser de grande ajuda em uma aptidão diplomática, e meus sócios tiveram gosto em me dar tempo extra para realizar qualquer dever que ela pudesse me encomendar.

   Não estava completamente claro de seguir isto, mas compreendi a essência.

   Eric se indignou, por usar uma boa entrada de meu calendário “Palavra do Dia”. De fato, seus olhos quase atiravam faíscas, ele estava muito zangado. – Esta mulher foi minha, e será minha,- ele disse, nos tons tão definitivos que pensei a respeito de comprovar se tinha uma selo em meu traseiro.

    Quinn intercambiou seu olhar fixo para mim. “Bebê, é dele, ou não? – Ele perguntou.

     -Não,- falei.

   -Então vamos desfrutar da função,- Quinn disse. Ele não pareceu assustado, ou preocupado.

     Era uma reação verdadeira, ou uma mascara? Qualquer das duas opções, era impressionante.

     Tive que passar ao lado do Eric em meu caminho ao carro do Quinn. Contemplei-lhe, porque não pude evitar. Estar próxima a ele enquanto estava zangado não era uma coisa segura, e precisei estar em guarda. Eric eram raras vez cruzado em assuntos sérios, e minha anexação pela Rainha da Louisiana – sua rainha – era um assunto sério. Minha saída com o Quinn estava obstruída em sua garganta, também. Eric ia justamente ter que engolir. Logo fomos ambos no carro, com os cintos postos, e Quinn fez uma manobra para pôr o Lincoln de volta à Estrada Hummingbird. Exalei, lenta e cuidadosamente. Tomou alguns momentos para sentir calma outra vez. Gradualmente minhas mãos se relaxaram. Me dei conta do silêncio que estava se construindo. Dei uma sacudida mental. -Vai ao teatro freqüentemente, já que viaja tanto?- Perguntei socialmente.

     Ele riu, e o som profundo, rico encheu o carro. -Sim,- ele disse. -Vou ao cinema e ao teatro e a qualquer evento esportivo que esteja ocorrendo. Eu gosto de ver que as pessoas fazem coisas. Não vejo muita televisão. Eu gosto de sair de meu quarto de hotel ou meu apartamento e ver coisas acontecerem ou fazer que aconteçam por mim mesmo.

     -Então dança?

     Ele me deu um olhar rápido. – Faço.

    Sorri. – Eu gosto de dançar. – E era realmente boa dançando, não que tinha muitas ocasiões para praticar. – Não sou boa cantando,- admiti, – Mas realmente adoro dançar.

     -Isso soa prometer…”

(Traduzido por fãs) *Revisado e Traduzido por Aninha Lizaso

DEFINITELY DEAD – Ou, Definitivamente morto – A garçonete Soockie do bar Merlotte, é convidada para ir em  Nova Orleans  para esvaziar o apartamento de sua prima, a vampira Hadley, e a ex-amante da Rainha Sophie Anne, da Louisiana,  e que fora assassinada. Morta definitivamente. Mas a mensageira Glandiola, um meio demônio e sobrinha do advogado, o conselheiro da Rainha, Mr. Cataliade nunca chegou com o convite.  Foi morta em seu quintal.

    Sookie começa a namorar Quimm, o meta-tigre, que  foi o  professor de  cerimônia em um concurso para packmaster para a liderança do novo lobisomem da manada Shreveport.  Mas  os Ex de Sookie,  não gostam da interferência dele.

     Um  lobisomem é encontrado por Sookie no apartamento de Hadley, ele fora  transformado em vampiro e por muito pouco ela não foi morta. E uma bruxa, a Amélia, fez uma reconstrução ectoplásmica no apartamento de Hadley, para descobrir quem fora o responsável pela transformação do lobisomem em vampiro.

    No final de tudo Sookie se vê em outra grande enrascada.  Mas, descobre o segredo que levou Bill a conhecê-la em Bomtemp. O que não a deixou nada satisfeita. Desvendou o mistério da morte de sua prima. O que não passou de uma armadilha para derrubar a rainha.  Acabou de vez com todo o mal entendido entre ela e os Peltys. Que trouxe louca, a irmã de  Debbie, Sandra. Que desconfiava que ela soubesse mais do que dizia sobre sua morte. Não é que era verdade? E acaba no meio de uma guerra sangrenta entre vampiros. Mas qual é a novidade?  Será se Sookie acerta dessa vez no namorado?

QUER SABER MAIS? ACESSE:   www.charlaineharris.com

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

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