VAMPIROS DE CHICAGOLAND – 2° LIVRO – FRIDAY NIGHT BITES

DE: CHLOE NEILL

     “…Morgan suspirou feliz, esvaziando a última gota de sua taça de vinho. — Isto é bom. — disse ele. — Isto é realmente útil. O que mais eu deveria saber?

     — Ah. Ela tem toneladas de segredos. — confidenciou Mallory com um sorriso para mim. — E eu sei de todos eles.

    Morgan, com um braço pendurado na parte de trás do assento, acenou com a mão livre. — Vamos lá. Deixe-os sair.

     — Mallory. — eu avisei, mas ela apenas riu.

     — Bem, vamos ver. Aposto que você não contou sobre a sua gaveta secreta na cozinha. Você deve limpar isso enquanto está aqui.

     Morgan endireitou-se e olhou para trás, para a porta da cozinha. — Gaveta secreta na cozinha? — então me olhou de novo, moveu-me as sobrancelhas.

     Minha resposta foi rápida e enérgica. — Não.

    Deslizou sua cadeira para trás.

    — Morgan, não. Ele estava a caminho da cozinha antes de eu sair da minha cadeira, rindo quando corri atrás dele. — Morgan! Diabos! Pare! Ela estava brincando. Não existe tal coisa. No momento em que cheguei à cozinha, ele estava abrindo as gavetas para a direita e esquerda. Pulei em suas costas, com meus braços ao redor de seus ombros. — Ela estava brincando, eu juro! Esperei até que ele me puxasse, mas riu, puxou minhas pernas em volta de sua cintura, e continuou procurando.

     — Merit, Merit, Merit. Você é muito quieta. Tantos segredos…

     — Ela estava brincando, Morgan. — em uma tentativa desesperada de manter a minha gaveta secreta, assim, secretamente, beijei a curva superior de sua orelha.

    Fez uma pausa e inclinou a cabeça para me dar melhor acesso. Mas depois colocou o queixo no topo de minha cabeça e disse. — Obrigado. — começou a procurar de novo.

     — Ei, pensei que isso ia parar você!

     — Então, você é ingênua. — ele abriu outra gaveta e congelou. — Puta merda! Eu suspirei e escorreguei de suas costas.

    — Eu posso explicar isso. Ele puxou a gaveta, um longo, plano compartimento, destinado a guardar o troféu, tanto quanto o permita, e ficou olhando atentamente para dentro. Engasgou, espantado com o conteúdo na sua frente antes de virar a cabeça para me encarar.

     — Algo que queira me dizer? Eu mordi meu lábio.

    — Meus pais não me deixavam comer doces?

     Morgan enfiou a mão e pegou um punhado do conteúdo da gaveta: barras de chocolate Sul-americano, sacos de cerejas secas cobertas com chocolate; balas de chocolate, moedas de chocolate, estrelas de chocolate, pirulitos de chocolate, raspas de chocolate, biscoitos em formato de árvores de Natal de gengibre com cobertura de chocolate, Twinkies cobertos de chocolate branco, caramelos de chocolate, cacau vindo de uma pequena barra de chocolate e uma barra de Toblerone com um pé de comprimento. Ele me olhou, tentou não rir, e, por todo esse esforço, fez um som estrangulado como um soluço.

   — E então está compensando com isso? Eu cruzei meus braços.

     — Você tem algum problema com minha reserva secreta?

      Fez o som novamente. — Não?

    — Pare de rir de mim. — eu pedi, mas estava sorrindo quando disse isso.

     Morgan depositou a mão de chocolate, fechou a gaveta, pegou meus quadris e acomodou meu corpo entre o seu e a bancada da cozinha. Olhou para mim com um ar de gravidade simulada.

     — Eu não estou rindo de você, Mer. Divertindo-me, talvez, mas não rindo.

     — Ha! — dei-lhe um olhar venenoso que nem eu sabia que era convincente.

    — Hum, não para nos deixar íntimos, mas vi que essa sobremesa que você trouxe. Estava planejando compartilhar disso, ou era apenas para você?

     — HA! — repeti.

     — É bom que não seja uma obsessiva. Ah, espere. — disse secamente. — Sim você é.

     — Algumas pessoas gostam de vinho. Alguns de carros. Para alguns. — eu disse, puxando a bainha de sua, sem dúvida camisa de marca. — Gostam de roupas incrivelmente caras. Eu gosto de chocolate.

     — Sheee, Mer Posso ver isso. Mas a verdadeira questão é, aplica essa paixão em outras áreas da sua vida?

    — Eu não tenho idéia do que está falando.

   — Mentirosa. — disse ele, fechando os olhos e baixando seus lábios até os meus. Nossos lábios apenas se tocaram quando o silêncio se rompeu.

     Ethan, em calças pretas e uma camisa preta justa, estava no limiar da cozinha da Mallory, mãos nos bolsos. Seu cabelo estava amarrado, a descontração do conjunto indicando que ele tinha planos que não envolviam negociações ou diplomacia. Mallory e Catcher estavam bem atrás dele. Os olhos de Morgan se abriram rapidamente, emoção apertando suas feições, por uma fração de segundo, deixando seus olhos prata. Eu só estava meio pasma. Por que Ethan estava aqui?

    – Se você quer que eu a corteje apropriadamente, Sullivan, você precisará nos dar algum tempo sozinhos. – As palavras e o tom eram para Ethan, mas seu olhar estava em mim.

    – Minhas desculpas pela… interrupção, – ele disse, mas ele não podia ter soado mais sarcástico. Na verdade, ele soava bem feliz em interromper.

     Foi um momento bem longo, quieto e estranho antes de Morgan finalmente olhar para ele. Eles trocaram acenos masculinos, esses dois Mestres, esses dois homens que juntos controlavam os destinos de dois terços de vampiros em Chicago. Dois homens que clamavam quase muita autoridade sobre meu tempo.

    – Desculpe por roubá-la, – Ethan disse, – mas nós temos assuntos da Casa Cadogan.

    – É claro. – Morgan se virou de volta para mim, e bem na frente de Deus e convidados sortidos, me beijou suavemente. – Pelo menos nós jantamos.

     Eu olhei nos olhos tristes. – Sinto muito.

   – Claro. Silêncio desconfortável caiu de novo até Morgan oferecer. – Eu acho que devo ir e deixar vocês dois para seus… negócios…”

(Traduzido por fãs) Pesquisa e disponibilização: Fabianne Paixão. Tradução / Revisão / formatação: Tasha. Edição de imagens: Fênix

FRIDAY NIGHT BITES – Ou, “Mordidas de Sexta a Noite” –  Merit a vampira Sentinela, da Casa Cadogan. Terá que levantar sua Katana mais uma vez em defesa aos vampiros que jurou defender. Mas ela guarda um segredo até de sua melhor amiga, que pode provocar desconfianças na sua capacidade em defender a Casa

Depois de dez meses dos vampiros revelarem sua existência aos mortais de Chicago, estão sendo tratados como celebridades. Desfrutando de um status normalmente reservado para a elite de Hollywood.

 Mas atividades noturnas de alguns sanguessugas imprudentes, como as festas Raves, que são alimentação em massa, onde os vampiros arrendam os seres humanos como gado. Podem vir a ser denunciado  na mídia, tornando a vida dos populares vampiros limitada as suas casas, no melhor da hipótese.

Então, Merit se conecta com sua família da alta classe para atuar como elo, de ligação, entre os seres humanos e vampiros, para manter uma boa imagem dos vampiros na sociedade.

Porém uma despeitada vampira vingativa com um rancor antigo ira usar do beneficio desses segredos para trazer discórdia à paz existente entre os vampiros, metamorfos e humanos. Provocando desconfiança entre os aliados, levantando suspeitas de mais um traidor na Casa Cadogan e bagunçando a estabilidade de Merit.  Ela quer a destruição  da Casa Cadogan ou a de Merit? E Ethan se aproveitara da insegurança no relacionamento de Merit com Morgan? Ira expulsá-la da Casa ou ajudá-la com seu segredo?…

QUER SABER MAIS? ACESSE: http://www.chloeneill.com/

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

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