IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 9° LIVRO – LOVER UNLEASHED

DE: J. R. WARD

 

     “…Manny se obrigou a abrir as pálpebras.  Sua visão era inconstante como o inferno, mas era incrível o que podia fazer se tinha que fazê-lo, enquanto enfocava a cara que havia frente a ele, se encontrou olhando o filho da puta com baraba de cabrito que havia…  Em uma onda de dor,  os olhos  dele reviraram nas órbitas e ele quase vomitou.

    – Você tem que liberar as memórias, – ele ouviu Jane dizer.

   Houve alguma conversa nesse momento, a voz de seu ex-colega se mesclava com os tons profundos do cara com as tatuagens da têmpora.

     – Está matando-o…

     – Há muito risco…

     – Como diabos vai operar assim?

     Houve um longo silêncio. Então, de repente, a dor se ergueu como um véu  puxado para trás, e as lembranças inundaram a mente dele.

     O paciente de Jane, de volta a St francis. O homem da barba de cabrito e… o coração de seis válvulas.

     Manny abriu bem os olhos e encarou aquele rosto cruel.

    – Eu te conheço.

   –  Tire-o do carro, – foi a única resposta do homem de calvanhaque. – Eu não confio a mim mesmo para tocá-lo.

     Um inferno de boas-vindas.

     E havia alguém por trás do grande bastardo. Um homem que Manny tinha cem por cento de certeza que tinha visto antes… Deve ter sido apenas de passagem, embora, porque ele não poderia  lembrar de um nome ou lembrar de onde se conheceram?

     – Vamos, – disse Jane.

     Yeah. Grande idéia.  Nesse ponto,  ele precisava de algo para ele se concentrar em vez dessa coisa toda de dizer o que?

   Enquanto o cerebro de Manny lutava para  acompanhar tudo, pelo menos os pés e as pernas pareciam funcionar bem. E depois que Jane o ajudou a ficar na vertical ele a seguiu e o homem de cavanhaque em uma instalação que era tão insípita e limpa quanto qualquer hospital. Os corredores estavam limpos havia luzes fluorescentes com painéis no teto e tudo cheirava lysol.

   Havia também câmaras de segurança se movendo em intervalos regulares como se o predio fosse um monstro com muitos olhos.

    Enquanto eles caminhavam, ele sabia melhor que perguntar melhor dúvida. Bem, isso e sua cabeça tinha sido tão mexida, ele estava fodidamente certo que andar era a única extensão de suas habilidades nesse momento. E então havia o Calvanhaque e seuolhar mortal, não era exatamente uma abertura para papo.

    Portas. Passaram muitas portas. Todas foram fechadas, e sem dúvida, trancadas.

    Felizes palavrinhas como local não revelado e segurança nacional brincaram através de seu parque de crânio, e isso ajudou muito, fazendo-o pensar que talvez ele poderia perdoar Jane porter bancado a fantasma com ele, eventualmente.

     Quando ela parou diante de uma porta dupla volta e volta, as mãos nervosamente na gola do casaco branco e em seguida, no estetoscópio em seu bolso. E não é que isso o fez se sentir como se tivesse uma arma apontada em sua csbeça: Na sala de cirurgia, em bagunça de traumas incontavéis, ela sempre manteve a calma. Era sua marca registrada.

     Isso era pessoal, entretanto, ele pensou.  De alguma forma, o que estava do outro lado dessas portas atingiam bem perto de casa para ela.

     – Tenho boas instalações aqui – disse ela, – mas não tudo. Não há ressonância magnética. Só tomografia computadorizada e raio X. Mas a sala de cirurgia deveria ser adequada e, não só eu posso ajudar, tenho uma exelente enfermeira.

   Manny respirou profundamente, até o fundo. Se recompondo. Por força de vontade, ele trancou todas as perguntas e o fluxo persistentes de ow-ow-ow na cabeça e a estranheza desta descida a terra do 007.

    O primeiro da lista de coisa para fazer dele? Enraivecer o rei do galinheiro.

     Olhou por cima do ombro ao cara do Cavanhaque.

    – Tem que dar uma macha ré, meu homem. Quero quevocê fique aqui no corredor.

     A resposta que ele teve em retorno…  só uma grande presa. O filho da puta deixou descoberta um par de presas terrivelmente largas e grunhiu, como um cão.

     – Muito bem – disse Jane,  metendo-se entre eles. -Iisto está genial. Vishous esperará aqui.

Vishous? Tinha ouvido bem?

     Então, novamente, mãe do menino devia ser louca de pedra, considerando o pequeno show dental. Tanto faz. Eletinha trabalho a fazer e, talvez, o filho da puta poderia ir mastigar couro duro ou algo assim.

     Entrando na sala de exames ele…

    Ah… querido Deus.

    Ah… Deus do céu.

    A paciente estava na mesa tão quieta como a água…  e era provavelmente a coisa mais linda que ele já havia visto. O cabelo era negro azevichee o tinha entrelaçado em uma grossa trança que pendurava do lado livre de sua cabeça. A pele era de um ouro marrom, como se fosse de origem italiana ou tivesse estado recentemente ao sol. Seus olhos…  seus olhos eram como diamantes, o que devia dizer que eram um tanto incolores e brilhantes, com nada mais que um bordo escuro ao redor da iris.

     – Manny?

    A voz de Jane estava atrás dele, mas, ele sentia como se ela estivesse a quilometros de distância.  De fato, todo mundo estava em outra parte, nada existia exceto  o olhar de sua paciente quando ela o olhou da mesa.

    Finalmente havia acontecido, ele pensou. Durante toda a vida ele havia se perguntado por que nunca havia se apaixonado e agora ele sabia a resposta. Ele estava esperando por esse momento, por essa mulher por essa hora.

       Essa mulher é minha, ele pensou.

     – É você o curador? –  disse ela em uma voz baixa que lhe deteve o coração, suas palavras magnificamente pronunciadas e, também, um pouco surpreendidas.

   – Sim. – ele tirou a jaqueta e a atirou  a um canto, importou-lhe ua merda a onde foi parar. – Para isso estou aqui.

    Enquanto Manny se aproximava, esses impressionantes olhos de gelo se alargaram com lagrimas.

     – Minhas pernas… sinto como se estivessem se movendo, mas não o fazem.

    – Elas doem?

    – Sim.

    A dor fantasma.  Não era uma surpresa.

   Many parou ao seu lado e olhou seu corpo,  que estava coberto com um lençol. Era alta.

    Devia medir pelo menos um metro e oitenta. E etava moldada com um porte elegante.

    Era um soldado, pensou ele, olhando a força dos seus braços. Era uma lutadora.

    Deus, a perda de mobilidade em alguém como ela lhe tirava o folego. Por outra parte, inclusive se foi um teleadicto, uma vida em uma cadeira de rodas era uma cadela e meia.

    Aproximou-se e tomou a mão, e no instante que fez contato, todo o seu corpo se sacudiu, como se ela fosse conectada a seu interior.

     – Vou cuidar de você – disse enquanto a olhava fixamente aos olhos. – Quero que confie em mim.

   Ela tragou saliva enquanto uma lagrima de cristal se deslizava para baixo por  sua têmpora. Por instinto, ele se adiantou com a mão livre e tomou…

    O grunhido que se filtrou da porta rompeu o feitiço que o tinha preso e o converteu em uma  especié de presa. Quando olhou para o Barba de Cabrito, sentiu como se  devolvia os grunhidos ao filho da puta. O que, é obvio, não tinha sentido.

     Sem soltar a mão do seu paciente, falou a Jane:

     – Tira esse bastardo miserável de minha sala de operação. Eu quero ver os condenados raios-x.  Agora.

       Inclusive se o matavam, ele ia salvar essa mulher.

     E, enquanto os olhos do Calvanhaque brilhavam com puro ódio, ele pensou, bem, merda, ele só podia chegar a esse ponto…”

(Traduzido por fãs) Equipe de tradução e revisão TWKliek.

LOVER UNLEASHED – Ou “Amante Curador. –  Payne, a irmã gêmea de Vishous, fora esculpida no mesmo sombrio e sedutor padrão que seu irmão. Ela fora aprisionada por sua mãe, a Virgem Escriba, por um crime que ela cometeu contra seu pai em nome de uma vingança pelo que ele fez a seu irmão. Mas, enfim, conseguiu a liberdade. Apesar de ser uma das escolhidas Payne não sentia encaixar nas expectativas das características exigidas de suas irmãs. Tão doces, suaves, belas “Barbies”. Ela não era assim. Ela era uma guerreira. Ansiosa, queria mais, queria lutar, queria conhecer o mundo do que ficar aguardando ser solicitada. E foi quando sentiu a primeira emoção da liberdade ao conhecer Wrath. O rei cego da Irmandade. E virou vicio combaterem juntos, tanto para ela como para ele. Mas acabou sofrendo um terrível acidente…

O doutor Manuel, “Manny” Manello é chamado pela Irmandade como sendo a única esperança para que ela pudesse voltar a andar. Mas quando o cirurgião humano conhece a guerreira vampira é amor a primeira vista, e uma inevitável paixão surgiu entre eles. E Manny utiliza de recursos nada convencionais para o tratamento de sua paciente… Vishous  vai quer matá-lo…

Mas existem muitas coisas contra esse relacionamento. Ele é humano, ela uma vampira…   Poderá ser o amor mais forte que as diferenças biológicas que os separam?

Paralelo a história de Payne,  Quinn sofre secretamente de amores por Blay e Vishous rompe barreiras do relacionamento entre ele sua shellan e seu amigo Butch.  E um grupo de poderosos guerreiros chega a Caldwell  com a única intenção de destronar Wrath. Nada é monótono na mansão da Irmandade…

QUER SABER MAIS? ACESSE:   www.jrward.com

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

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