VAMPIROS SULINOS – 7° LIVRO – ALL TOGETHER DEAD

DE: CHARLAINE HARRIS

     “…- Aqui vêm problemas,” – Barry me advertiu.

   Dava meia volta para ver um vampiro aproximando-se de mim de modo ameaçador com uma expressão não muito agradável em sua cara. Ela tinha olhos cor avelã quentes e cabelo diretamente café claro, e era baixo e término médio.

     – Finalmente, uma do grupo da Louisiana. O resto de vocês estão escondidos? Conte a sua puta cadela de amante que jogarei seu couro na parede! Ela não sairá com a sua assassinando meu rei! A verei estaqueada e exposta ao sol no teto deste hotel!

     Falei a primeira coisa que entrou em minha cabeça, infelizmente. – Guarda o drama para sua mãe , –  disse a ela, como uma menina de onze anos de idade.  – E além disso, quem diabos é você?

     É obvio, esta tinha que ser Jennifer Cater. Começaria a dizer a ela que o caráter de seu rei tinha sido realmente de baixo nível, mas eu gostava que minha cabeça estivesse bem assentada sobre meus ombros, e não requereria muito para empurrar a esta garota sobre o bordo. De bom resplendor, falei para ela.

     – Te Drenarei até que te seque, –  ela disse, severamente. Atraíamos uma certa quantidade de atenção para então.

     – Ooooo, –  falei, exasperada além da sabedoria.  – Estou tão assustada. O tribunal não gostaria
de lhe ouvir dizer isso? Corrige-me se eu estou equivocada, mas não são os vampiros advertidos por – OH, sim – a lei de ameaçar aos humanos com a morte, ou justamente li isso equivocadamente?

     – Como se desse um estalo de meus dedos para a lei humana, –  Jennifer Cater disse, mas o fogo foi morrendo em seus olhos quando ela se deu conta de que o vestíbulo inteiro estava escutando nosso intercâmbio, incluindo muitos humanos e possivelmente alguns vampiros que amariam vê-la fora do caminho.

      Sophie Anne Leclerq será julgada pelas leis de nossa gente, –  Jennifer disse como um disparo.  – E ela será culpada. Terei Arkansas, e a farei grande.

    – Esse será um princípio, – disse com alguma justificação.

     Arkansas, Louisiana, e Mississippi eram três estados pobres amontoados conjuntamente, para nossa mútua mortificação. Estamos agradecidos uns com outros, porque conseguimos tomar turnos estando no fundo de quase cada lista nos Estados Unidos: nível de pobreza, gravidez na adolescência, morte de câncer, analfabetismo… Nos rodamos honra. Jennifer partiu, não querendo provar uma volta.
Ela estava resolvida, e era cruel, mas pensei que Sophie Anne podia dominar com astúcia a Jennifer qualquer dia. Se fosse uma mulher apostadora, teria apostado dinheiro a pônei francesa. Barry e eu nos demos um encolhimento de ombros. Incidente terminado. Unimos nossas mãos outra vez.

     ” –  Mais problemas,” – Barry disse soando resignado.

     Enfoquei meu cérebro para onde o dele ia. Ouvi um meta-tigre dirigindo-se a nós a uma grande, grande rapidez deixei cair a mão do Barry e girei, esticando meus braços preparados e minha cara inteira sorrindo.

     – Quinn! –  Falei.

     E depois de um momento onde ele se viu muito incerto, Quinn me balançou em seus braços. Abracei-o tão forte como pude e ele devolveu o abraço tão enfaticamente que minhas costelas chiaram. Logo ele me beijou, e requereu toda minha força de caráter para manter o beijo dentro dos limites sociais. Quando nos apartamos para respirar, me precavi que Barry aguardava alguns pés longe, não muito claro do que fazer.

     – Quinn, este é Barry Bellboy, –  falei, tentando não me sentir envergonhada.  – Ele é o único telepata que conheço. Trabalha para o Stan Davis, o Rei do Texas.

     Quinn estendeu uma mão para o Barry, quem agora me precavi estava de pé por uma razão. Tínhamos irradiado um pouco graficamente.
Senti uma maré vermelha sobre minhas bochechas. O melhor era pretender que não o tinha notado, é obvio, e isso é o que fiz. Mas podia sentir um pequeno sorriso saindo bruscamente das esquinas de minha boca, e Barry se viu mais divertido que zangado.

     – Prazer em conhecê-lo, Barry, –  Quinn retumbou.

     – Você que se encarrega dos acertos da cerimônia? –  Barry perguntou.

     – Sim, esse sou eu.

     – Escutei a respeito de ti, –  Barry disse.  – O grande lutador. Tem realmente a um representante
entre os vampiros, homem. –  Ergui a cabeça. Algo que não entendia aqui.

     – O grande lutador? –  Falei.

     – Contarei sobre isso mais tarde, –  Quinn disse, e sua boca se apertou em uma linha.

     Barry olhou de mim para o Quinn. Sua própria cara fez algum endurecimento, e estava surpreendida de ver tanta dureza no Barry.

     – Ele não te disse? – Perguntou, e logo leu a resposta de minha cabeça.

     – Ei, homem, isso é não correto, –  ele disse ao Quinn.  – Ela deveria saber. –  Quinn quase grunhiu.

     – Contarei a ela sobre isso logo.

     – Logo? –  Os pensamentos do Quinn estavam cheios de revôo e violência. – Como agora?

     Exceto nesse momento, uma mulher caminhou a grandes passos através do vestíbulo para nós. Era uma das mulheres mais atemorizantes que alguma vez tinha visto, e já vi algumas mulheres horripilantes. Era provavelmente cinco pés oito, com cachos negros pintados que lhe envolviam a cabeça, e segurava um capacete sob seu braço. A jogo com sua armadura. A armadura em si mesmo, preto e sem brilho, era como o traje de um receptor de beisebol: um protetor de peito, de coxa, e de canela, com a adição de braçadeiras grosas de couro que enfaixavam os antebraços. Levava postas botas pesadas, também, e uma espada, uma arma, e uma mola de suspensão pequena pendurada. Só pude ficar de queixo caído.

     – Você é a quem chamam de Quinn? –  Ela perguntou, detendo-se uma jarda.

     Tinha um forte acento, um que não pude rastrear.

     – Sou,-  disse Quinn.

     Notei que Quinn não pareceu estar tão assombrado como eu pela aparência deste letal ser.

     – Sou Batanya. Você se encarrega de acontecimentos especiais. Inclui isso a segurança? Tenho o desejo de discutir as necessidades especiais de meu cliente.

     – Pensei que a segurança era seu trabalho, –  disse Quinn.

    Batanya sorriu, e realmente isso faria gelar seu sangue.

     – OH, sim, esse é meu trabalho. Mas lhe proteger seria mais fácil se…

      – Não me encarrego da segurança, –  ele disse.  – Estou encarregado só dos rituais e
procedimentos.

     – Bem, –  ela disse, seu acento convertendo a locução casual em algo sério. – Então com quem falo?

     – Um tipo chamado Todd Donati. Seu escritório está na área de planta atrás do escritório de
inscrição. Um dos recepcionistas pode lhe mostrar.

     – Com licença, –  falei.

     – Sim? –  Ela olhou por debaixo de um nariz reto para mim. Mas ela não se viu hostil ou
esnobe, justamente preocupada.

     – Sou Sookie Stackhouse,-  falei.  – Para quem você trabalha, Srta. Batanya?

     – O Rei de Kentucky, –  ela disse.  – Ele nos trouxe aqui com grande gasto. Assim que é uma pena que não acha nada que possa fazer para liberá-lo de ser morto, tal como estão as coisas agora.

     – O que quer dizer? – Estava grandemente assombrada e alarmada A guarda-costas parecia
disposta a me dar uma resposta completa, mas fomos interrompidos.

     – Batanya! –  Um jovem vampiro se apressava através do vestíbulo, seu corte de cabelo curto e
todo o conjunto preto gótico o faziam ver-se até mais frívolo quando permaneceu parado ao lado da mulher formidável.

     – O amo diz que ele a necessita a seu lado.

     – Estou indo,-  Batanya disse. – Sei qual é meu lugar. Mas tenho que protestar pela forma em que o hotel faz meu trabalho muito mais difícil do que precisa ser.

     – Queixe por sua maldita conta, –  o menor disse acidamente. Batanya lhe deu uma olhar que eu não teria querido merecer. Logo ela se inclinou ante nós, e cada um a ela.

     – Srta. Stack-House, – ela disse, estendendo sua mão para mim. Eu não imaginei que as mãos poderiam ser caracterizadas como musculosas. – Sr. Quinn. – Quinn obteve sua sacudida, também, enquanto Barry obteve uma inclinação de cabeça, desde que ele não apresentou-se. – Chamarei a este Todd Donati. Lamento se enchi seus ouvidos, quando esta não é sua responsabilidade.

     – Wow, –  falei, observando as pernadas da Batanya saindo. Ela levava posto calças como couro líquido, e você poderia ver cada flexão e relaxação do glúteo com seu movimento. Foi como uma lição de anatomia. Tinha músculos em seu traseiro.

     – De que galáxia veio? –  perguntou Barry soando deslumbrado.

     Quinn disse,  – Não galáxia. Dimensão. Ela é um Britlingen .-  Esperamos por mais iluminação. – Ela é um guarda-costas, uma super guarda-costas, –  explicou.  – Os Britlingens são os melhores. Tem que ser realmente rico para contratar a uma bruxa que possa trazer um,…”

(Traduzido por fãs) *Traduzido e revisado por Aninha Lizaso

ALL TOGETTHER DEAD – Ou,  Todos Juntos Mortos. – Sookie Stackhouse é “convidada” por Andre, o guarda-costas pessoal de Sophie Anne Leclerq, a rainha da Louisiana  para participar de uma convenção onde estaria a maioria dos líderes vampiros. Aonde entre outras coisas iriam  fazer o julgamento da rainha, que estava sendo processada por ter matado  seu marido, o rei de Arkansas, Peter Threadgill.  Sendo Sookie a única testemunha da morte do rei, fora o Andre e a própria rainha Sophie Anne, é claro! Além disso, Sookie iria trabalhar para eles, com seu Don telepático para saber quem de seus aliados estaria sendo sincero ou não.  Uma arma  secreta em defesa contra os  seus inimigos.

 O meta-tigre Quinn, o atual namorado de Sookie, fora quem organizará os vários eventos acorridos durante a convenção dos vampiros. E dentro do hotel “Pirâmide de Gizeh”, fervilhava com as pessoas correndo a toda pressa através do vestíbulo – criadas, guarda-costas, ajudantes,  camareiras, garçons todos corriam preparando coisas para os convencionais não mortos.  Do lado de fora, manifestantes da Irmandade do sol.

Durante os eventos Sookie sentia que alguma coisa estava errada. Ela e Barry, único outro  telepata que ela conhecia, juntos eles desvendaram uma grande conspiração.  Que nem toda  a segurança do hotel nem a segurança particular dos vampiros poderiam prever.  Mas, teria sido em tempo suficiente para salvar a todos? E afinal de contas, quem era o culpado?

QUER SABER MAIS? ACESSE:   www.charlaineharris.com

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

 jugloxinia@uol.com.br

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