LANÇAMENTO

“JOVENS ESCRITORES BRASILEIROS”

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Jovens Escritores Brasileiros”.

Mais uma obra literária oganizada pela escritora Jana Lauxen. Onde reunem vários textos de jovens escritores, alunos da Escola Amélia Lenzi Raymundi, de Sananduva/RS. Foi lançada pela Editora Os Dez Melhores através do Selo Nascedouro.

O evento aconteceu dia 28 de novembro de 2014 na Casa da Cultura Prefeito Hilário Copatti

 

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https://www.facebook.com/media/set/?set=a.755484124507109.1073741842.549306155124908&type=3

 

QUER SABER MAIS? ACESSE

!https://www.facebook.com/editoraosdezmelhores?fref=ts

PROJETO NASCEDOURO

O  Projeto literário Nascedouro, desperta nos alunos gaúchos a leitura como também a elaboração de textos,  através de palestras e oficinas destinadas a crianças e adolescentes de escolas públicas e municipais. Incentivando o interesse em escrever oportunizou o nascimento de uma nova galera de novos autores, mas revelando os grandes escritores escondidos nessas pequenas pérolas.

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No comando desse incrível movimento literário, está a editora e organizadora Jana Lauxen e o Editor Alexandre Durigon. Que tiveram como resultado o primeiro livro lançado: Conte um conto I.

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Depois do grande sucesso que foi o lançamento do primeiro livro, a editora Os Dez Melhores lançará o  livro: Conte um Conto II, com mais de 60 autores mirins. No dia 5 de abril, em Sananduva. E, desde já, um grande sucesso.  Confira o convite!

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Maiores informações, com: Alessandra Carvalho.

http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2014/03/projeto-incentiva-estudantes-gauchos.html

ENTREVISTA DE JUSSARA PIRES – ANTOLOGIA – O MISTÉRIO DAS SOMBRAS

Entrevista Antologia — O Mistério Das Sombras – Jussara Pires dos Santos, brasileira, natural de Salvador/BA. Nascida em vinte e três de junho de mil novecentos e sessenta e um, casada, dois filhos, formada no curso técnico de Instrumentação Industrial. Já participou de alguns concursos literários, tendo seu primeiro conto publicado na Antologia THE KING (lançada esse ano). Desde menina gosta de contar estórias e mesmo que elas nunca sejam publicadas, nunca pensou em parar de contá-las. Contato com o autor (jugloxinia@uol.com.br).
1. Jussara, como você e a literatura se conheceram?
Através de meu pai, ele gostava de ler. Foi a herança que ele me deixou, muitos livros. Mas as minhas primeiras leituras foram os gibis, adorava o “Tio Patinhas”. Até hoje eu gosto. Depois os romances apaixonados, os de suspense, mistério, terror… Passei a apreciar vários gêneros.

2. Por que a profissão de escritor lhe interessou?
Eu nunca vi como profissão o meu gosto de escrever. Simplesmente escrevo, sem compromisso, daí surgem minhas estórias. Simples assim!

3. Por que participar de uma antologia?
Surgiu uma oportunidade de mostrar o que escrevo. Acho que todo mundo que escreve sente essa necessidade de ter quem queira ler suas estórias. Então, arisquei… E aqui estou eu!

4. Fale um pouco sobre O Mistério Das Sombras?
O Mistério Das Sombras é uma antologia interessante, com vários contos carregados de terror psicológico. Bem a cara dos contos de Allan Poe.

5. Como você define o processo que envolve a compilação de uma antologia?
Complicado. São muitos dias de espera para arrumar os textos: revisão, diagramação, confecção da capa… E dessa vez nem abusei do editor, Kkkkk… Mas no final fica tudo muito lindo! Vale a pena esperar.

6. Como você vê o mercado editorial brasileiro para os novos autores?
Olha, estou vendo muitos escritores novos no mercado, mas só escrever não faz ninguém escritor. É preciso talento, profissionalismo e muito empenho para lançar seu livro nas mãos certas… O leitor. E é preciso divulgar.

7. Em sua opinião, é possível viver de literatura no Brasil?
Viver de literatura pra mim é sonho. Bem verdade que muita gente sobrevive dela, mas são poucos os que conseguem viver bem. Porque é preciso ser bom no que você faz para conseguir ter sucesso.

8. De que maneira a internet atua em sua vida de escritor?
Conheci muita gente através da internet que me deu força para ariscar e mandar meu trabalho para uma editora. Conheci alguns editores e escritores que me orientaram. Mas eu não sou escritora… Mas um dia eu chego lá.

9. Qual a influência de Edgar Allan Poe em sua literatura?
As estórias aterrorizantes de Poe lembram muito os pesadelos que temos quando criança, e isso me deu a ideia, de que também poderia externar os meus.

10. Para encerrar: quais seus planos daqui pra frente? Já tem um livro na manga, projetos, publicações?
O destino me pregou uma peça, arisquei participar de vários concursos, na esperança de conseguir ser selecionada em pelo menos um deles. Daí, consegui cinco, mais duas antologias da Multifoco: “The King” e a “Sinistro”; e pela Aped: “Sonhos & Pesadelos” e “Contos Eróticos”. Isso me animou a tentar um livro solo. Mas ainda é muito cedo para falar… Quem sabe um dia…

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QUER SABER MAIS? ACESSE:  (jugloxinia@uol.com.br).

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

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AOS NOVOS AUTORES, COMO EU…

  DE: jUSSARA PIRES.

Me perguntaram um dia:

       “Você acha que vale a pena ser escritor?”

     Bem! Ser escritor não tem por que valer a pena, ou você é ou não é escritor.

      O escritor não escolhe ser escritor, ele simplesmente é. Tá no sangue…

     Mas se o que estava preocupando-o, era saber se dava para sobreviver sendo escritor? Bem, então a resposta seria diferente!

     Escrever é sem dúvida a parte mais fácil do escritor. Todo escritor se delicia em contar sua estória, todo escritor gosta de ver suas estórias sendo lidas e comentadas. Afinal de contas, porque escrever se ninguém vai ler, não é?  O escritor deseja não só escrever, mas sim, ter sua obra lançada e vendida. E isso, só começa quando o escritor termina de escrever sua estória. Aí sim, começa a nossa tormenta.

        “Por que tormenta?”

       Por que tudo é novidade e tudo é difícil. Ter que sair da sua zona de conforto para trabalhar.

        “Trabalhar? Mas o escritor já não fez seu trabalho?”

      Não. O trabalho do escritor não é escrever. Escrever é a parte fácil, todo escritor sente prazer em escrever. Esse é seu dom! Mas para ver a sua obra publicada ele tem que se mexer um pouco. Terá de ir além do seu teclado, terá que entrar em contato com gente, porque são as pessoas que compram seus livros.  E como as pessoas vão comprar um livro de quem elas nunca ouviram falar?

      Primeiro temos que revisar. E revisar o que já escrevemos, muitas vezes até parecer reescrever a mesma estória milhões de vezes. Rever cada trechinho. Mudar a sequência das frases para dar melhor sentido. Acrescentar uma ou duas palavras para melhor explicar o que parecia já ter sido explicado. Cortar e cortar o que não presta.

      Revisar é sem dúvidas a parte mais traumática do escritor. Muitas vezes me vi com vontade de deletar toda a estória, pois estava cansada de revisar e nunca, nunca ela estava suficientemente revisada. Sempre encontramos erros que ninguém mais vê. Mas uma hora os olhos se acostumam aos erros, aos acertos e daí só passando para outros olhos. Olhos mais experientes para finalizar o nosso trabalho. O revisor profissional.

       Bem… O escritor tem que coçar o bolso. Para ver seu trabalho bem feito tem que pagar.

          Vocês me perguntam: “Sim… Mas então, ser escritor vale a pena?”

Eu não tenho resposta para isso ainda, ainda estou revisando… Mas, minha esperança é que o meu livro seja lido, nem que seja por uma única pessoa e eu estarei roendo as unhas à espera do que ela vai dizer a minha pergunta: Gostou?

       Mas isso ainda vai demorar uma cara, porque depois de todo o processo de revisão eu vou ter que correr atrás de uma editora e esperar que alguma delas queira me publicar. O que não é fácil. Pois terei que ver as propostas de cada uma delas e ver na qual delas posso me encaixar.

          Após escolher a editora começa o outro processo: Escolher o material de fabricação, ver prazo de entrega, custo de produção. Porque tudo isso custa dinheiro. Não se iluda achando que seu livro vai ser custeado pela editora. Nenhuma editora custeia as despesas de um livro de um novo autor. Só se ele for bom. E quando eu digo bom, é bom mesmo. Por um livro que a editora consiga vender bem, ela paga pelos direitos autorais, mas isso acontece muito pouco, quase nunca com um novo autor. O novo autor tem que ralar para ter seu livro publicado.

       Aha… Mas, eu já tenho o meu livro pronto, então meu trabalho acabou. Vou só me preparar para dar os autógrafos e viver um novo momento: EU SOU UM ESCRITOR!!

      Ahahahaha… Tá louco! Agora sim o trabalho começa. Temos de divulgar o livro e a nós mesmos. Precisamos levar a nossa estória ao público e descobrir os nossos leitores.

        Por quê?

Ninguém conhece você, não é mesmo? Quem vai comprar um livro de um autor desconhecido?

     “Aha… Mas eu compro o livro que está na livraria, e a editora irá divulgar meu livro.”

        Ahahahahaha…

       Outro erro! As editoras não divulgam (com uma exceção). Esse não é o trabalho dela. Quem faz a divulgação é o próprio autor. Se o autor quiser ganhar dinheiro com seus livros ele terá que vender seus livros.

     “Mas eu não sou vendedor, eu sou escritor, por isso eu procurei uma editora para me promover.”

       Ahahahahaha…

      Editoras promovem livros que elas vendem. E elas ficam com o dinheiro do que vendeu (Poucas fogem a regra e até agora só conheço uma.). Se o escritor quiser ganhar terá que trabalhar. Porque o trabalho do escritor não é escrever. Esse é seu dom. O trabalho do escritor é se promover, é levar ao conhecimento do público o seu livro, a sua obra. Ganha a editora e ganha o escritor. Qual o interesse da editora em fazer um livro que não lhe produzirá lucros? Nenhum!

      Fabricar livros custa dinheiro para a editora e para o escritor, e se não tiver a quem vender, a coisa piora, e muito.

    É preciso arregaçar as mangas e ir para a batalha, conseguir leitores para seus livros e disputar no mercado, o seu lugar ao sol. Quando for conhecido e tiver seus fãs, será mais fácil vender o segundo, o terceiro… Mas, até lá, terá de malhar.

     Tem de divulgar seu livro, através da internet, rádio, ou qualquer meio de comunicação. Levar para as escolas, promover oficinas literárias, andar com o livro debaixo do braço e a qualquer oportunidade, mostrá-lo. Participar de eventos literários e estar disposto a conhecer novas formas de divulgar seu livro. O livro do novo autor não vai para as livrarias, a não ser que o novo autor tenha muito dinheiro e banque sua divulgação nas livrarias. Pois elas cobram muito caro.

     Então, agora você está pronto para começar sua nova vida de escritor, ou vai ficar só contando estórias?

   Faça como eu, e venha trabalhar. Tente, pelo menos tente ser um profissional, em vez de ficar lamentando por nunca te darem oportunidade. Faça você mesmo a sua oportunidade. Mostre-se, e veja se consegue seu público.

          Então, venha ser uma escritora, ou um escritor. Faça como eu…

Pelo menos eu estou tentando!

            VEM!