SÉRIE DOCE – 5° LIVRO – DOCE POSSESSÃO

DE: MAYA BANKS

SWEET SURENDER

     “… Quando ele finalmente ergueu o olhar para pegar o dela, viu os olhos azuis de cristal olhando-o com o mesmo desinteresse que sabia que tinha que estar refletido em seu olhar. Ela adotou um olhar aborrecido com seus dois gorilas que continuavam ao seu lado.

    Seu olhar mudou-se propositadamente para o cabelo. Fios negros atirados em diferentes direções, uma faixa de neon rosa fugia do topo do seu couro cabeludo para o lado da cabeça do lado esquerdo.

      – Cabelo legal, –  disse ele.

     A diversão brilhou por um momento nos olhos dela antes de olhar incisivamente em Phillip e Barry.

    Phillip deu um passo adiante, um sorriso, largo indulgente em seu rosto, e por que deveria ser outra coisa, quando essa garota iria provavelmente dar-lhe milhões?

     – Lyric, gostaria que você conhecesse Connor Malone. Ele está aqui pela Malone e Filhos Security. Estamos falando com ele sobre a sua próxima parada, em Houston.

     Ela piscou um olhar desafiador e não estendeu a mão, mas depois, nem ele tinha feito. Finalmente ela quebrou e olhou para Phillip.

     – Você conhece meus sentimentos sobre este assunto. Por que ele está aqui?

     Connor quase sorriu. Aparentemente, ela não estava mais feliz sobre a coisa toda do que ele. Ela cruzou os braços sobre o peito, o que só serviu para aumentar seus pequenos seios para cima. As ondas espiaram por cima do seu espartilho e a pele pálida brilhava na luz. Suave. Um contraste direto com seu comportamento.

     Barry franziu a testa e deu um passo adiante.

   – Agora, Lyric, nós discutimos isso. Malone e Filhos é altamente recomendado. Você não tem segurança suficiente, há meses, depois dos últimas pessoas que deveria olhar você,  precisa mais.

     Ela estendeu a mão para empurrar um dos guarda-costas, que estava aninhado em seu pescoço. Em vez de ser rejeitado, ele se recostou, com um sorriso preguiçoso no rosto que sugeria que estaria satisfeito depois.

     Se estes eram os idiotas encarregados de sua segurança, não era de admirar que sua gravadora estivesse gritando por mais. Sua única preocupação parecia ser a rapidez com que eles pudessem entrar em suas calças.

     Seu olhar encontrou o seu de novo, e seus olhos se estreitaram. Ele olhou calmamente para ela, recusando-se a ser o único que recuava. Não teve muito cuidado se ela pudesse ler o seu desgosto. Era duvidoso que pudesse escondê-lo de qualquer maneira. Ninguém era tão bom ator.

     Sua pele começou a formigar na consciência peculiar. A parte de trás do pescoço coçava algo feroz, mas não quis dar uma polegada neste silencioso cabo de guerra.

     – Não gosto de você, –  ela finalmente disse.

     Para seu horror absoluto, ele ficou rígido.

     Ele sorriu. Um preguiçoso sorriso – Eu não dou à mínima. –  Era isso ou gemer de seu desconforto crescente, e comeria as unhas antes de permitir que soubesse como foi afetado por ela.

     – O sentimento, Sra. Jones, é totalmente mútuo.

     Ela franziu a testa, em seguida, passou o braço em torno de um dos gigantes ao lado dela, que imediatamente se inclinou para beijar seu rosto. O outro amontoado estreitou em seu outro lado, ela inclinou um sorriso malicioso para ele.

     Ela pode muito bem ter usado uma placa que dizia “eu sou fodida por ambos” para toda a discrição, que exercia.

     – Convido a se juntar a nós, Sr. Malone, mas de alguma forma você parece muito tenso.

     Ele riu e orou que ela não conseguisse ver sua ereção, por que…             Maldita.

     – Receio que eu seja um pouco mais exigente quando se trata de meus parceiros de cama do que você.

     A cor tingiu suas bochechas e então ela se virou, ambos os guardas imediatamente a circundaram, enquanto caminhou para a porta.

     Phillip limpou a garganta ao lado de Connor. Connor olhou para cima.

     – Lyric é…  uhm…  digamos um pouco difícil? –  Phillip começou.

    Connor estava começando a pensar que era sua descrição padrão. Ele ergueu a mão.

     – Salve isto. Você não tem suficiente dinheiro para fazer-me tomar este trabalho. Eu teria que ser um fodido louco…”

(Traduzido por fãs) DDisp. e Tradução: Rachael, RRevisora Inicial: Tina, RRevisora Final: Dyllan, FFormatação: Dyllan, LLogo/Arte: Dyllan

DOCE POSSESSÃO – Connor Malone é solicitado como guarda-costas de uma cantora, de rock, famosa. Mas não há nada que ele queira fazer menos do que ser babá de uma celebridade enquanto ela está em férias. Mas Pop, o seu pai e patrão, não lhe dá escolhas.

Lyric Jones é uma estrela pop mimada que vive para brilhar. Está acostumada a conseguir tudo o que quer e ter todos, a todo o momento, em suas mãos. Parte dele não quer assumir esse trabalho, ela é arrogante,  tão volúpia… mas a outra parte aprecia poder domesticá-la.

Ela é difícil de lidar e fora de controle. E a ideia de ter outro guarda costas a agrada tanto quanto ao próprio Connor. Mas seu passado a assombra, por isso não pode ficar sozinha. E o seu maior problema, é não saber que esta correndo um verdadeiro perigo.

À medida que Connor a conhece mais, apesar de suas loucuras, ele se sente atraído por ela. Ele a vê tão vulnerável… E seus segredos…  poderiam destruí-la.

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SÉRIE DOCE – 4° LIVRO – DOCE TENTAÇÃO

DE: MAYA BANKS

 

    ” …Micah agarrou os ombros de Angelina e a puxou para perto dele tentando protegê-la da visão dos outros, mas isso era quase impossível com uma sala cheia de pessoas e ela revelando sua bunda, nua.

     Ele virou sua cabeça ao redor, procurando alguma coisa — qualquer coisa — para cobri-la.

     – Maldição, onde estão suas roupas?

     – Micah pare, –  protestou ela.

    O choque de ouvi-la falar momentaneamente o deteve. A fala acentuada lembrava muito a David. Sua voz era mais rouca do que quando era mais jovem. Mais sexy. Foda!

    Ele balançou a cabeça e recomeçou sua busca, seu olhar fixou sobre um lençol descartado de uma das camas. Daria.

     Arrastando-a com ele, caminhou até arrancar o lençol do chão. Colocou sobre os ombros e, em seguida envolveu por completo ao seu redor, segurando as pontas enquanto olhava para uma rota de fuga.

     – Micah, pare! O que você está fazendo?

     Havia uma centelha de raiva em seus olhos castanhos, mas ignorou isso. Poderia estar chateada tudo o que queria, mas estava levando-a fora daqui.

    Agora que ela estava pelo menos coberta, ele a carregava ao longo da extremidade da sala em direção à porta. Entraram no corredor que levava à escada, e ele continuava a arrastá-la escada abaixo e no corredor que conduzia à entrada principal.

     – Onde você está me levando? – Perguntou ela.

    Existia confiança em seu tom de voz, e isso o irritou mais do que encontrá-la aqui. Tinha acabado de açoitá-la, visto-a nua, desejado… possuí-la. Pelo amor de Deus. Isso nunca deveria ter acontecido. Odiava a si mesmo, mas estava furioso com ela. Não deveria estar aqui. Não deveria nem conhecer lugares como este.

     – Fora daqui, – disse rispidamente. – Nem mais uma palavra até que eu te leve para casa. Juro Angelina, não sei o que diabos você pensou que estava fazendo, mas acaba aqui, agora.

     Um dos homens de segurança forte de Damon ficou na frente da porta e cruzou os braços sobre o peito musculoso, enquanto olhava agressivamente em Micah.

      – Porra, Mav, saia do caminho, –  Micah jurou.

      – Micah, o que diabos você está fazendo?

   Micah se virou para ver seu bom amigo e dono da “A Casa”, Damon Roche, caminhando pelo corredor de seu escritório. Ele suspirou, irritado com a interrupção. Manteve um aperto firme no braço de Angelina enquanto esperava por Damon dizer o seu discurso.

     – Bem? – Damon perguntou quando parou a poucos metros de distância. Seus olhos estavam apertados, a expressão de Damon era de aborrecimento clássico, mas não disse mais nada. Simplesmente alfinetou a Micah com um olhar expectante e esperou.

     – Bem, foda o quê?

    Damon fez um movimento em direção a Angelina, e Micah puxou de volta. O lençol deslizou sobre seus ombros, mas ela segurou as pontas firmemente em torno de seus seios. Seu cabelo estava puxado para baixo e caía de um lado, e Micah pôde ver as marcas — suas marcas — em suas costas, e o nó foi crescendo em seu intestino.

     Ele puxou o lençol para cima, cobrindo a extensão nua de sua pele como se isso fosse de alguma forma apagar o que tinha acontecido minutos atrás.

     – Você quer me dizer o que diabos você está fazendo? – Damon perguntou – Jesus Cristo, Micah, você perdeu sua mente? Solte-a. Agora.

     Micah fez uma careta ao desafio na voz de Damon. Mav deu um passo à frente e estendeu a mão para Angelina. Não importava que Damon e Mav estivessem obviamente tentando proteger Angelina.

     – Maldição, ninguém a toca.

    Mav olhou para Damon em busca de orientação, e Damon levantou a mão para parar o segurança.

    – Você não pode vir aqui, pegar um dos membros do meu clube — inferno, você não pode puxar essa merda aqui com qualquer um, membro ou não — e arrastá-la para fora daqui contra a sua vontade. O que estará vindo depois, Micah?

    Micah olhou para Angelina e perguntou por que infernos ela estava tão quieta. Não tinha dito muito mais do que algumas palavras. Ele não conseguia sequer invocar culpa sobre a noção de que ela não estava disposta. Com certeza não tinha sido relutante quando tinha dado a ele o convite sensual com aqueles profundos olhos castanhos. Cristo. Tinha chicoteado-a. Ele queria vomitar.

     – Esta é uma questão privada entre mim e Angelina, – disse Micah.

     – Não vou deixar você sair daqui com ela, –  Damon disse calmamente.

   Angelina colocou a mão no braço de Damon. Parecia pequena e delicada, em comparação a todas que Micah conseguia pensar, e aquelas mãos tinham sido amarradas enquanto marcava o seu corpo nu.

     – Está tudo bem, Damon, – disse ela em voz baixa.

     Ela tremia do aperto de Micah, e ele soltou seu agarre. Seu olhar caiu sobre o braço para se certificar de que não havia marcas de seus dedos. Havia feito estragos suficientes para uma noite.

     Agora, somente queria tirá-la desse lugar tão rápido quanto fosse humanamente possível.

    – Você conhece o Micah, Angelina? – Damon perguntou. Sua expressão cética. – Você não tem que ir com ele, sendo seu amigo ou não. Minha primeira responsabilidade é com os meus membros aqui. Não permito que qualquer mulher seja maltratada como Micah fez com você.

    – Membro? – Micah mordeu. – Porra, está me dizendo que Angelina é um membro?

    Esperava à sua confirmação, mas ela não quis olhar para ele. Estava olhando para Damon, em sua tranqüila expressão.

     – Eu o conheço, – disse ela simplesmente. – Não vai me machucar. Está com raiva porque não entende.

     – Entende? – Sua cabeça ia explodir. – Entendo que estou tirando você, inferno, fora deste lugar, e sob nenhuma circunstância colocara os pés aqui novamente. – Ele olhou para Damon quando disse o último. – E espero que você veja isso.

     – O que está acontecendo aqui? – Damon perguntou.  – Isto não é normal de você, Micah. Não vou deixar ninguém sair daqui, até que um de vocês me forneça uma explicação aceitável.

     – Ela é irmã de David!…”

(Traduzido por fãs) Equipe prazer em seduzir. Disp. e Tradução: Rachael. Revisora Inicial: Tina. Revisoras Finais:. Dyllan e Rachael. Formatação: Dyllan. Logo/Arte: Dyllan.

 SWEET  TEMPLATION – Ou, Doce  Tentação –  Micah Hudson. Um membro assíduo da “A Casa”. Um clube fechado de sexo. Em uma de suas jornadas para verificação dos novos membros, ele encontra em uma sala repleta de expectadores uma linda mulher. Mascarada, amarrada, e pronta para ser açoitada . Nada que não já tenha visto antes. Porém, algo nela chama sua atenção. Atraído por sua sensualidade acaba ele mesmo açoitando seu corpo nu. Tomado de puro desejo ele quer conhecer seu rosto antes de levá-la consigo. E é com grande surpresa que descobre que ela é a irmã caçula, de seu melhor amigo. Angelina.

Micah tem segredos de seu passado que ele  tenta  esquecer. Foi morar em um lugar distante, refez sua vida, fez  novos amigos.  E quando finalmente decide enterrar de vez seu passado,  Angelina aparece para relembrá-lo.  Micah e Hannah, David e Angelina, viviam todos juntos. Uma família feliz. Até que um terrível acidente matou duas das pessoas que significava o mundo para Micah, deixando-o sozinho…

Angelina ficou para trás quando ele partiu. Mas aguardou o momento certo para procurá-lo de novo. Só depois de ter certeza que ele estaria pronto para saber o quanto ela o queria, e o quanto ela sabia de seus segredos: Os seus desejos mais sombrios, suas perversões e fetiches. E usar o que for preciso para conquistá-lo…

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SÉRIE DOCE – 3° LIVRO – DOCE SEDUÇÃO

DE: MAYA BANKS

 

     “… – Hum, acho que estou muito bêbada ou me falta imaginação, mas agora estou morrendo de vontade de ouvir essas ideias anticonvencionais que você tem sobre trelas.

    Julie bufou.

    – Vamos lá, Faith. Você é uma criança de vida selvagem. Se você não consegue entender isso, você precisa ir assistir a alguns pornôs ou algo assim.

    – Certa vez, invadi o esconderijo de Micah, –  admitiu.  – Ele tem algumas, errr, hum, interessante material.

     Tanto Serena e Julie levantaram a cabeça, ou pelo menos tentaram. Julie aterrissou de volta com um baque, e ela gemeu.

     – Nós estamos morrendo de curiosidade aqui, Faith desembucha. –  Disse Serena.

    – Muita coisa de escravidão. Mais escuro do que eu teria pensado. Parecia assustador, mas isso me fez ficar arrepiada, ao mesmo tempo, –  disse Faith.

     – Oh? Bem, eu meio que desconfiava que ele fosse do tipo que gostava de servidão. Ele é todo de aparência, e parece que gosta de mulheres submissas, –  disse Julie.

     – Uh-huh, –  disse Serena.

     – Havia algo no acordo, –  Faith alfinetou.

     Serena riu.

     – Eu senti a picada de Micah no chicote, –  disse ela tristemente.

     – Damon permitiu isso? –  Julie perguntou.

     – Ah, sim, –  ela suspirou. Ela ficou em silêncio, e Julie não se intrometeu mais.

    – Então o que mais? –  Julie perguntou a Faith. Estava curiosa para saber as tendências de Micah, agora que sabia que ele transou com ela junto com Nathan.

     – Material escuro.

     – Você já disse isso, –  disse Serena pacientemente.  – Que tipo de material escuro.

     – Surras, mas não do tipo leve e macia. Dor, do tipo nervoso que cruza a linha do prazer. Cera quente. E quando eu digo submissão, eu quero dizer completa e submissão absoluta. É difícil de explicar. Tem que estar no calabouço para sentir isso. Ele parece gostar de sexo a três também, mas acho que todos nós sabemos disso, –  acrescentou com uma gargalhada.

     – O que você acha que sua história é? –  Julie murmurou.  – Um homem assim tem todos os tipos de segredos suculentos, estou disposta a apostar.

     – Não sei, –  disse Faith. – Em alguns aspectos ele é um livro aberto. Em outros, ele é tão lacônico. Por exemplo, tira seu tempo livre no mesmo dia a cada ano. Ninguém sabe para onde vai ou o que faz. Fica mal-humorado até chegar o dia e, em seguida, ele desaparece. Quando retorna, então ele volta ao seu antigo eu.

      – Oh, você está certa, isso soa suculento, –  disse Serena.  – Somos mulheres, o que significa que somos intrometidas. Agora estou morrendo para saber aonde ele vai.

     Julie riu.

    – Pergunte a ele.

    – Não, obrigado. Como eu disse, senti o chicote dele. Não acho que quero bagunçar com ele. Sei que ele é geralmente tão calmo, mas não acho que gostaria de vê-lo verdadeiramente zangado.

     – Oooh, as estrelas estão girando agora,   disse Faith.

     Serena fungou.

     – Esta é a sua cabeça, idiota.

     – Lindo, –  disse Faith com uma risadinha.

     – É leve, –  Julie disse com desgosto.

     – Quem vai ser voluntária para se levantar primeiro? –  Serena perguntou.

     – Não eu, – disse Faith.

      – Ou eu, –  Julie acrescentou.

     – Então nós ficaremos aqui. Funciona para mim, –  disse Serena.

     – Que diabos vocês meninas estão fazendo no chão?

    Os olhos de Julie se abriram sobre os olhos divertidos no qual ela passou a maior parte das últimas três noites fantasiando.

     – Nathan?

     Nathan olhou para as três mulheres esparramadas no chão e tentou como o inferno suprimir o seu sorriso.

     Agachou-se ao lado de Julie.

     – Estou surpreso que você me reconheça.

     – Não pode ter muitos rapazes lindos carecas correndo no Cattleman, pode?

     Ele perdeu a batalha com a boca, contraindo-se riu.

     – Teve um pouco demais para beber?

     – Oi, Nathan, –  Faith disse, segurando os dedos para cima e balançando-os.

     – Ei, doçura, Serena está consciente ai?

    Serena deixou escapar um som que ele não conseguia decifrar. Não era exatamente um som humano. Voltou sua atenção para Julie.

     – Então, como vocês meninas planejam chegar em casa afinal?

     – Táxi.

     – Ah. Bem, tenho uma ideia melhor.

   Ele pegou seu telefone celular, ainda rindo. Ele se levantou e passou a poucos metros de distância quando bateu no número de Gray.

     – Você está fora até tarde, –  disse Gray quando atendeu ao telefone.

     – Assim como sua esposa.

     – Sim, a noite das meninas. Como você sabia?

     – Bem, estou olhando para ela, Julie e Serena, deitadas no chão do Cattleman, –  Nathan
disse com uma risada.

     – O quê? Que diabos?

     – Relaxa, cara, ela está bem. Elas estão bêbadas, como gambás e se divertindo tanto quanto eu posso dizer. Elas disseram que estavam pegando um táxi de volta para Damon, mas não me senti confortável em deixá-las escorregar em um táxi, tão bêbadas quanto estão. Pensei que você talvez quisesse vir buscar Faith.

    – Claro que sim. Obrigado, cara. Última coisa que eu quero é algum palhaço vendo três mulheres fáceis. Que inferno Damon estava pensando? Pensei que tinha pelo menos enviado a montanha do motorista como guarda-costas.

     – Vou deixar você chamá-lo para coletar Serena.

     – E Julie?

   – Eu vou cuidar de Julie, –  Nathan disse suavemente. Estava esperando por sua chance de agarrar a pequena artista de escapar…”

(Traduzido por fãs) Equipe prazer em seduzir. Disp e tradução: Rachael.  Revisora inicial: Tina. Revisora final: Dyllan. Formatação: Rachael. Logo/Art: Dyllan.

 

SWEET SEDUCTION – Ou, Doce Sedução – Julie Stanford era a proprietária do salão de beleza. E desejou Nathan Tucker, desde o dia que lhe deu a sua primeira massagem. E saboreava tocar cada centímetro de seu corpo despido, oleado e sexy.  Ele era o homem perfeito para seus sonhos mais eróticos… Mas, ele era alheio aos sinais que ela vinha lhe dando, quando o tinham sob suas mãos. Cansada de esperar que ele a notasse,  resolveu seguir em frente. Daria sua última massagem e ele nunca mais a veria. Mas seria uma massagem especial, com um extra, o melhor extra que ele jamais teve. Porém ele só perceberia tarde demais. Julie partiria para outro, ela iria querer alguém quente, que soubesse satisfazer uma mulher.

Ele se agradou muito dela, e não podia mais viver sem o seu toque. Julie era tudo que Nathan queria. Tão bonita determinada e muito sedutora. Mas um dia a massagem foi diferente…  ela atiçou fogo em seu corpo, deixou-o louco por ela e depois sumiu. Ele a procurou, mas ela se tornou escorregadia,  evitava-o de todas as maneiras. Mas quando ele soube o que ela queria fazer… realizar todas as suas fantasias com pessoas desconhecidas… ele enlouqueceu. Nunca, nem sobre seu cadáver ele deixaria isso acontecer. Ele teria que arranjar um jeito de lhe impedir. Nem que para isso ele tivesse que aceitar a ajuda de um amigo para…   poder seduzi-la.

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SÉRIE DOCE – 2° LIVRO – SWEET PERSUASION

DE: MAYA BANKS

 

      “… – Eu queria um lugar que nós pudéssemos falar em particular, –  disse ele. – Tenho algo para você.

     – Ah?

     Seu coração bateu contra seu peito, quando ele deslizou um envelope sobre a mesa na direção dela. Não tinha notado que ele pegou do carro, mas depois, sua concentração estava em outras coisas. Como ele parecia muito bom.

     Com dedos trêmulos, abriu o envelope. Antes de desdobrar as páginas, ela olhou para ele em questão. Estava bastante certa de que era isso que pediu, mas agora que ele estava aqui, na frente dela, estava um pouco assustada e muito insegura.

     – Você hesita, –  ele disse calmamente.

     – Estou nervosa, –  admitiu.

     – Muito natural. Você está tendo segundos pensamentos?

    Ela corou.

    – Você nunca disse uma palavra sobre o fato de que era eu…

     Ele deu de ombros.

     – Achei que você tinha suas razões. Não me deve uma explicação.

   Ela olhou para o papel, em seguida, abriu lentamente. Idade, endereço, detalhes físicos, aparência, características foram listadas primeiro. Seus olhos brilharam sobre a folha, quando tentou tomar o máximo de informações que pôde ao mesmo tempo.

     Sem antecedentes criminais, emprego estável e renda. O olhar dela disparou de volta a página, e foi então que ela viu o nome olhando ousadamente para ela. Damon Roche.

     Ela ofegou rapidamente, e puxou a cabeça para olhar para Damon.

     – Eu não entendo.

     Ele levantou uma sobrancelha quando a estudou atentamente.

     – Não, é?

     – Por quê? –  Ela exigiu.

     Se ele pretendia pega-la completamente fora de guarda, certamente conseguiu.

     Ela estava tão agitada que suas mãos tremiam e o suor frisou na testa.

     – Por que não? –  Ele perguntou calmamente.

     – Não brinque comigo. Este não foi o nosso acordo.

   – O nosso acordo era que você queria que eu encontrasse um homem adequado para uma situação de fantasia sexual. Sou esse homem. Não vejo o problema. –  Ele se inclinou para frente em sua cadeira e fixou-a com seu olhar.

     – Você prefere um completo estranho para tomá-la e possuí-la? Se nós não nos encontrássemos como fizemos, se alguém tivesse criado o nosso encontro, você iria querer que eu fosse o homem que controlaria a sua fantasia?

     – Mas por quê? –  Ela sussurrou.  – Por que não se voluntariou desde o inicio?

    – Não sabia que você era a mulher, –  ele disse simplesmente.  – Quando descobri, sabia que tinha de ser o único a tê-la.

     Ela olhou pasma como uma idiota, os lábios entreabertos em estado de choque.

     – Você me quer?

     – Por isso te surpreende? Você é uma mulher bonita, Serena. Queria você a partir do momento em que entrou no restaurante. Depois que eu li o seu eloquente e-mail e vi que tinha escrito, não havia qualquer dúvida sobre eu avançar. Nenhum outro homem a teria.

    Calor tremulou através de seu abdômen, queimando um caminho para sua virilha. Seu clitóris pulsava e latejava, e os mamilos endureceram até doer. Seu juramento sussurrou através de seus ouvidos, até que se recuperou e fez eco, sedutor e atraente.

     Havia arrogância crua em sua expressão. Confiança. Mais do que isso, havia conhecimento.

    Poder. Ela almejou isso com todo seu ser. Queria a ele mais do que queria algo mais, e tudo o que tinha a fazer era estender a mão e tomar.

    – Diga-me, Serena. Você me quer? –  Ele perguntou baixinho.  – Você arde por mim? Quer minha posse? Você fica acordada a noite querendo um homem forte o suficiente para aproveitar a sua sexualidade, acariciá-la até que o fogo a queime, e libere isso, libertando-a?

     – Sim, –  sussurrou ela, com a voz presa na garganta.  – Sim.

     – Há muito que deveríamos discutir, –  disse ele.  – Mas não aqui. Nós vamos resolver os aspectos técnicos e preparar o terreno, mas para os detalhes mais íntimos… vamos nos encontrar em um ambiente mais privado.

    Como ele disse isso, esticou o braço e arrastou um dedo pelo seu rosto e em seguida, empurrou um cacho do cabelo dela longe do seu rosto, e enfiou-o atrás da orelha.

     – Estou muito ansioso por essa conversa, –  ele murmurou.

    O calor subiu por suas bochechas, e ela pegou o seu toque, antes que pudesse pensar melhor.

     – Eu não sei o que dizer.

   – Não há nada a dizer, mas sim. A menos que você tenha mudado de ideia? Posso claro, encontrar outro candidato apropriado, mas não posso ser o único que sentiu a faísca entre nós, Serena, e depois de ler seu e-mail, eu não tomo você por uma covarde.

     Ela estava simplesmente muito sobrecarregada.

    Ele se inclinou sobre a mesa mais uma vez e capturou sua mão na dele. Seu polegar esfregou distraidamente por cima dos nós dos dedos, sensual e perturbador.

     – Vamos começar pelos pequenos detalhes para tirar fora do caminho, – disse ele. – Nós podemos definir uma data para discutir aspectos mais… pessoais, depois que você tiver tempo para digerir tudo isso.

     – O âmago da questão? –  Ela resmungou.

    Ele pegou sua mão e levou-a devagar aos lábios. Sua respiração ficou presa na garganta e se recusou a deslizar de seus lábios enquanto ela antecipou o toque de sua boca.

   Uma descarga elétrica provocou ao longo de suas veias. Correntes, quentes e vibrantes, correram até seu braço, e mandaram espinhos de consciência, indo da base do pescoço até os cabelos minúsculos em sua nuca, arrepiando.

     Seus lábios se moviam suavemente sobre dobra dos seus dedos, até que repousaram sobre suas juntas.

     – O âmago da questão são os detalhes desagradáveis, o lado não tão romântico do nosso acordo. Estéril, talvez, mas necessário.

    Ela levantou a sobrancelha em questão e em silêncio, porque no momento não poderia ter falado se quisesse.

     Ele pegou uma folha de papel abaixo da outra e entregou a ela. Com cuidado, ela tirou a mão da sua e lamentou a perda de seu calor. Pegou o papel e verificou o conteúdo.

     Era um relatório médico. E então ela percebeu.

     – Oh, –  disse suavemente.  – Você deve me achar a mais tola. Eu não tinha… Deus, que idiota eu sou.

     Ele sorriu gentilmente.

    – Não é uma idiota, Serena. Apenas nervosa e quis avançar antes que perdesse sua coragem. Você teria pensado nisso, não tenho dúvidas, e teria exigido que lhe desse.

     – Mas eu não tenho, quero dizer, vejo um médico regularmente, mas não comecei os testes…

     – Posso arranjar isso com o meu médico a qualquer momento, –  ele ofereceu.  – É importante que você se sinta segura comigo, e é importante que nossa boa saúde seja averiguada. Quero dar-lhe a sua fantasia, Serena, e não quero nenhuma feiura se intrometendo.

     – Telefono ao meu médico amanhã, –  disse ela.

     – Isso significa que você está concordando? –  Damon perguntou.

     Ela respirou firmemente enquanto olhava para o belo homem sentado em sua frente. Sim, ele era lindo. Estava confiante, usava a arrogância como uma capa, e Deus, como ela amava a arrogância, homens seguros, mas ele não veio transversalmente como um idiota. Este era homem de verdade? Ou estava apenas desempenhando um papel?

     Ela queria saber tanto que podia provar.

     Ela lambeu os lábios e, em seguida, assentiu.

     – Eu quero ouvir você dizer isso, –  alertou.

     – Sim. Eu concordo.

     Seu sorriso era triunfante, algo escuro e primitivo brilhou em seus olhos. Nesse momento, ela imaginou como seria sendo dele, encheu-a com uma ânsia poderosa.

     – Jante comigo este fim de semana, –  disse ele. Não era um pedido, e parecia absolutamente sem remorso, em essência, um comando.  – Isso lhe dará tempo para consultar o seu médico e pensar em mim. E você. Nós. Então, podemos nos reunir para discutir os detalhes mais íntimos do nosso acordo.

     Do jeito que ele disse íntimo, fez todas as suas partes femininas formigarem. E então lhe bateu que ela ia se tornar muito íntima deste homem. Todas as fantasias de lado, ele estava se oferecendo para dar-lhe a realidade.

     Com ele.

    Iria vê-lo nu. Ele iria tocá-la, ter suas mãos e boca em seu corpo. Tremia dos pés à cabeça, e seus joelhos batiam um no outro, até que teve de colocar a mão em uma de suas pernas para impedi-la.

    Comida? Completamente esquecida. Não tinha qualquer esperança de almoçar. Não quando tudo o que estava imaginando era como era o sabor dele. Chamas queimaram seu rosto, queimado quando se lembrou quão descritivo seu e-mail tinha sido.

    – Eu pensei que Faith era a única mulher na terra que corava tão vividamente, –  disse ele em tom tingido de diversões.

    Ela gemeu e fechou os olhos.

    – Não tenho uma prece para não aparecer. Você completa e totalmente tirou o chão dos meus pés.

     – Como você fez isso quando eu li o seu e-mail, –  ele disse suavemente.  – Não posso permitir que outro homem tenha o que já considero meu…”

(Traduzido por fãs) Equipe prazer em seduzir. Disp e tradção: Raquel.  Revisora inicial: Tina. Revisora final: Dyllan. Formatação: Dyllan. Log/Art: Dyllan.

SWEET PERSUASION – Ou, Doce Persuasão – Serena é uma empresaria de sucesso. Comanda a Fantasy Incorporated, e dedica seu tempo na concretização das mais diferentes fantasia de seus clientes. Uma princesa viajando em um navio… Um famoso chef dirigindo um grande restaurante…  Mas, quem realizaria suas fantasias?

É Faith, sua amiga intima que lhe indica um conhecido. Daman Roche. Dono de um clube privado de sexo exclusivo. Ele, ela garante, de ter como resolver o seu problema. Arranjará alguém que atenda o perfil do homem certo para satisfazer o seu desejo mais secreto. Que é dar a posse de seu corpo a um homem forte o suficiente para fazê-la fazer qualquer coisa que ele queira. Qualquer coisa. Um homem que vai comandá-la, a seu prazer, e ter total autoridade sobre ela.

Então, ela procura Damon.

Mas, depois que Damon conhece sua fantasia, recusa-se a dá-la a qualquer outro que não seja ele mesmo. E determinado a realizar todos os por menores, de sua fantasia,  eles vivenciam  o mundo que ela sonhou. Cada detalhe, cada desejo é exatamente como ela descreveu para ele em um ousado e-mail. E ela mergulhar nesse mundo diferente, em um mundo que para ela não existe de verdade. E ele se torna o homem perfeito para sua fantasia, para mimada, acarinhá-la e fazê-la submissa. Enquanto isso, sua vida normal aguarda para ela voltar, lá fora. Mas Damon não quer deixá-la ir. Serena é a mulher que ele procurou, por muito tempo. E cabe a ele convencê-la a ficar, quando o jogo terminar. Ele quer que sua fantasia se torne realidade. Ele quer ter Serena só sua…

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SÉRIE DOCE – 1°LIVRO – SWEET SURRENDER

DE: MAYA BANKS

 

     “…Ela olhou para o relógio, sabendo que tinha tempo limitado, se ia ficar no apartamento de Gray, antes de ele terminar, ou até voltar de seu local de trabalho atual. Deu um suspiro de alívio enorme quando ouviu o murmúrio de vozes no corredor. Poucos segundos mais tarde, Connor e os três clientes que se reuniu, caminhavam por seu escritório. Ela sentou-se, e remexeu na cadeira até ouvir o retorno de Connor.

     – Oi, – ele disse quando enfiou a cabeça na porta dela. – Você não tem que ficar.

     Ela abriu um grande sorriso.

     – Oh, não há problema. Tenho algumas coisas para terminar. Estou planejando sair em poucos minutos.

     – Quer que eu espere? – Ele ofereceu.

     – Não, vá em frente. Nathan e Micah estão esperando por você no Cattleman’s.

    – Vejo você amanhã, então, – disse ele antes de sair. Ela esperou até que tivesse certeza que tinha ido embora e, em seguida, correu de volta ao escritório do pai. Remexeu na gaveta da escrivaninha onde guardava todas as chaves, até que viu uma marcada com o apartamento de Gray. Triunfante, pegou e voltou para seu escritório para recolher a bolsa. Ela pegou seu celular em seu caminho para fora, e discou o número de Micah.

     – Ei coisa doce, –  disse Micah, quando atendeu ao telefone.

     – Você está com Nathan? –  Perguntou ela.

     – Sim, por quê?

     – Não deixe que saiba que sou eu, –  ela se apressou a dizer.

     Ele fez uma pausa. Seu tom ficou sério.

     – O que está acontecendo?

  – Preciso de um favor, – disse ela. – Não faça nenhuma pergunta.

     – Uh, tudo bem.

    – Você pode deixar Nathan, e me encontrar no apartamento de Gray agora?

     – Vou mais rápido que puder, –  disse ele.

     Ela suspirou de alívio.

     – Obrigado. Vejo você em breve.

    Ela fechou o telefone, grata de não ter feito perguntas. Não que não tivesse muitas quando a visse, mas pelo menos não tinha deixado na frente de Nathan.

     Ela dirigiu direto para casa e estacionou em seu lugar. Olhou cautelosamente para baixo o lugar vazio de Gray no estacionamento, e esperava que ficasse preso no trabalho por mais meia hora, como era suposto.

     Sentou em seu carro, rufando seus dedos no volante até que viu Micah parar, e ocupar uma vaga poucos lugares abaixo. Com a chave de Gray na mão, saiu do carro e correu para Micah.

     – Ei, boneca, o que está acontecendo? – Perguntou quando se aproximou. Sua testa estava enrugada de preocupação.

      Ela agarrou sua mão e o puxou para a porta de Gray.

      – Vou dizer quando chegamos dentro do apartamento.

    Oooh, invadindo e entrando. Você sabe como se divertir, garota. – Ela riu. Levantou a chave quando chegou à porta.

     – Não é invasão de domicílio, se você tem uma chave.

     – Furtiva. Ainda melhor.

   Ela puxou a alça da bolsa por cima do ombro enquanto inseriu a chave na fechadura. Segundos depois, ela e Micah deslizaram para o interior escuro, e Micah fechou e trancou a porta atrás deles.

     – Ok cara de boneca, estamos dentro. Agora você vai me dizer o que estou arriscando para uma cela de prisão?

     Engoliu nervosamente e mexia com a tira da bolsa.

    – Quero que você… amarre-me na cama de Gray. Nua. – Ela ficou tensa, esperando a resposta de Micah. Ela não teve de esperar muito tempo.

     Sua boca se abriu.

     – Uou. Espere um segundo. Você quer que eu faça o que?

     – Você me ouviu, –  ela murmurou.

   – Oh, Menino. – Ele enfiou a mão pelo cabelo na testa, e empurrou para trás até que seus dedos estavam enfiados em desregrados. – Faith, querida, tem certeza que sabe o que você está fazendo?

     Ela olhou o relógio enquanto o pânico subia por sua espinha dorsal.

    – Olha, Micah, você pode jogar de psiquiatra de poltrona, enquanto está me amarrando na cama? Estou correndo contra o tempo. Ele vai estar em casa logo, e prefiro que ele não o encontre aqui.

    – Isso faz dois de nós, – Micah murmurou. Ele suspirou. – Mostre o caminho.

     Ela se dirigiu para o corredor e parou na porta aberta para seu quarto. Quando olhou para dentro, ficou aliviada que a cama era do mesmo modelo que a dela. Tinha estado certa na esperança de que Pop tinha do mesmo modo, os apartamentos mobiliados. Se Gray não tivesse grade de cabeceira, teria que fazer um improviso.

     Ela fez um gesto para Micah e se virou para encará-lo.

     – Sei que isso é esquisito, mas não poderia pedir a Nathan. Ele é muito parecido com um irmão, você sabe, como Connor. Mas você… você pelo menos olha para mim como eu sou uma mulher e não uma irmãzinha.

     Ele arqueou uma sobrancelha.

     Ela lhe deu um olhar de oh, por favor.

    – Vejo você examinando minha bunda, disse ela. – É bom saber que pelo menos um dos meus amigos homens me acha, ou pelo menos a minha bunda, atraente.

     Ele riu.

   – Bem, acho que a recompensa desse empreendimento está começando em vê-la nua. Posso marcar pelo menos uma fantasia da minha lista.

    Ela riu quando puxou sua bolsa do ombro e pegou a corda que tinha comprado a noite anterior. Empurrou a Micah, e ele desenrolou enquanto ela começava a deslizar sua roupa fora.

    – Você sabe, – disse ele. – Se está querendo chamar a atenção desse cara, que estou supondo que é a razão por trás de tudo isso, posso pensar em medidas menos drásticas do que amarrar-se à sua cama.

    As mãos dela pararam quando alcançou ao redor para o fecho do seu sutiã.

     – Aqui, deixe-me ajudar, –  ele ofereceu.

     Seus dedos tocaram nas costas quando soltou os ganchos, e ela segurou as taças sobre os seios com o braço. Ela andou até a cama, ainda vestida com sua roupa interior.

     – Diga-me uma coisa, Micah. Se você entrasse no seu quarto e encontrasse uma mulher nua, amarrada a sua cama, o que você pensaria?…”

    

(Traduzido por fãs) Disponibilização e Tradução: Rachael. Revisora Inicial: Tina. Revisora Final: Dyllan. Formatação: Dyllan. Logo/Arte: Dyllan

SWEET SURRENDER – Ou, Doce Rendição – Às Vezes o Primeiro Passo, Para Tomar O Controle, é a Rendição.

O policial de Dallas, Gray Montgomery foi solicitado pelo policial aposentado Mick, pai de Alex o seu parceiro que foi morto durante o trabalho. Inconformado com o andamento da investigação Mick consegue convencer Grey a se infiltrar na Empresa de Segurança Malone e Filhos,  para seguir a única pista que eles têm. Faith Malone. Ela é filha adotiva de Pop Malone e da amante de Eric Samuels, o suposto assassino de Alex. Sua missão é colar em Faith e esperar que sua mãe entre em contato, para eles localizarem Eric Samuels.

    Faith Malone é uma  mulher  doce, feminina, e delicada. Tudo que Grey deseja, e gostaria de ter em uma mulher. Mas apesar da aparência frágil, Faith sabe exatamente o que quer: Um homem forte,  dominante, que imponha sua vontade, que a faça submissa. Ela esta disposta a se render ao homem certo. E Grey é esse homem. Mas Grey esta  determinado a mantê-la à distância, ele se dedica a investigação para capturar o assassino de seu parceiro, e suspeita que ela esteja jogando. E que, de jeito nenhum ela iria permitir que um homem ficasse a frente no controle de seu relacionamento. Ou iria?

  Mas quando Faith passa a correr perigo, Gray percebe que fará qualquer coisa para protegê-la.

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A SÉRIE DOCE – 6° LIVRO – SWEET ADDICTION

DE: MAYA  BANKES

 

     “…Desejo comeu em suas entranhas até que seu estômago se agitou e o jantar que tinha comido se amarrou em um punho gigante.

     – Diga-me. –  Raspou em direção a Damon. Ignorando a pergunta de Serena por enquanto. Tinha que descobrir tudo que podia sobre Ren.

     Damon calmamente tomou um gole de vinho, quase como se estivesse tentando infundir alguma daquela calma em Cole. – Eu não a vi na Casa. Mas já tem bastante tempo desde que vi Lucas. Ele não é grande na cena ou em exibições públicas no que diz respeito a esse assunto.

     – Você o viu com quem? –  Cole mordeu fora.

    – Ele não traz suas submissas ao clube. Quando o vi a última vez, estava simplesmente lá para observar. É extremamente privado. Só tem uma mulher em seu tempo. É fiel e exige o mesmo, mas suas relações não são permanentes.

     Cole fez uma carranca. – Ele é um jogador?

     Damon sacudiu a cabeça. – Nunca tive essa impressão. Já falei com ele antes. Bebi com ele. Encontra conforto nas mulheres em sua guarda. Mas o mais interessante, é que é completamente fiel à sua submissa. Porém, inquiriu discretamente no passado, sobre homens para sua mulher. Penso que ele gosta de assistir. Talvez até participar. Mas ele próprio só faz sexo com a mulher a seus cuidados.

     – Como diabos você sabe tudo isso? –  Cole exigiu.

     Cristo, como ele podia querer imaginar Ren com outros homens enquanto o desgraçado assistia? Ele era um hipócrita inflamado. Não estava tão irritado que não reconhecia a hipocrisia descarada em sua raiva. Ele tinha feito sexo com mulheres que pertenciam a outros homens. Ele se saciado em Angelina mais de uma vez por insistência de Micah.

     Damon deu de ombros. – Conversamos em ocasião. Ele pediu recomendações.

   Serena franziu o cenho. – Você está tentando dizer delicadamente que esteve com algumas de suas mulheres?

    Damon sorriu e preguiçosamente correu os dedos por seu ombro. – Não, Serena minha. Você de todas as pessoas deveria saber que não compartilho. Mesmo a mulher de outro homem. Não desprezo a prática. Porém, não é para mim.

     – Eu preciso vê-la, –  Cole disse firmemente. – Eu… Tenho… Que vê-la.

     – Ela é importante para você? –  Serena disse, seu olhar azul o estudando atentamente.

    – Ela costumava ser tudo para mim.

     Damon ergueu uma sobrancelha. – Eu me perguntava.

     Cole lhe enviou um olhar interrogativo.

   – Vamos enfrentar isso. Você teve sua escolha de belas mulheres, dispostas a tudo, atirando-se a seus pés, –  Damon disse secamente. –  E ainda assim você evitou todas elas. Isso fala de um homem cujo foco está em outro lugar.

     – Eu a feri. –  Cole disse em voz baixa. – Era jovem, arrogante, estúpido. Abusei de sua confiança. Ela se entregou a mim. Acreditava que não iria machucá-la. E eu fiz.

  O rosto de Serena ondulou em condolência. Damon simplesmente olhou de volta, em silêncio.

    – Eu preciso saber como encontrá-la. – Cole disse. – Tenho que vê-la.

     Damon suspirou. – Posso convidar Lucas para A Casa. Isto é tudo que posso fazer. Não posso lhe dar qualquer outra coisa. Ele é extremamente privado. Esta brecha seria imperdoável para ele.

     – Então o convide. Certifique-se de que ele traga Ren. –  Cole rosnou. – Virarei esta cidade maldita inteira de cabeça para baixo se eu tiver que fazer.

     Damon nivelou seu olhar com Cole. – O que você fará se Lucas vier?

     Não sei ainda. Mas eu malditamente certo não vou me sentar e não fazer nada. Tenho que vê-la. Porra, ela era minha.

     – E ainda assim não a manteve. –  Damon retornou.

     Cole se encolheu no lembrete. Não, ele não a manteve. Ele se afastara. E nunca tinha encontrado ninguém que pudesse ocupar o mesmo lugar em seu coração.

……………

       – De joelhos.

     Ren deslizou graciosamente de joelhos, coxas abertas, lábios entreabertos, mãos descansando as palmas para cima em suas pernas. Esperou pacientemente pela próxima instrução de Lucas, o olhar treinado para frente.

     – Você estava linda esta noite, Ren. Embora esteja sempre linda e graciosa. Não tenho nenhuma reclamação nessa área.

     – Obrigado, Lucas.

   – Como recompensa, vou deixá-la escolher o instrumento dessa noite.

     – Sua mão. –  ela disse sem hesitação.

     Ele sorriu e ela pensou que ele tinha gostado de sua escolha. – Diga-me por que.

     – Gosto de ter a marca de sua mão em minha pele. É uma lembrança de que lhe pertenço. Que você me possui…”

(Traduzido por fãs) Disp. e Tradução: Rachael. Revisora Inicial: Marcia. Revisora Final: Rachael. Formatação: Rachael. Logo/Arte: Dyllan

SWEET ADICTTION – Ou, Doce Vicio – Cole é um bem sucedido homem de negócios. Mas apesar de poder ter qualquer mulher que quiser, não consegue tirar de sua lembrança o seu amor de infância, Ren. Quando finalmente eles descobriram o amor, ele despertou uma necessidade sombria dentro dela… e juntos exploraram novas maneiras de satisfazer esses novos desejos. Porém um acidente o fez recuar, e com medo de machucá-la novamente ele a deixou. Mas nunca conseguiu esquecer-se de seu grande amor.

Ren depois de muitos anos longe de Cole,  recorreu a muitos outros amantes, na esperança de encontrar seu par perfeito. Que abraçasse o seu lado sórdido do desejo, e que nunca a machuca-se que nem fez Cole um dia. E foi em Lucas que ela encontrou a segurança necessária para se entregar sem  restrições. Dando-lhe tudo que era preciso para que se sentisse completamente realizada. Lucas era um homem dominante que sabia como comandar sua submissa.

Ren tornou-se uma bela mulher e estava completamente à vontade com sua sexualidade, quando Cole a encontrou novamente… e ele ficou destruído ao saber que ela pertencia a outro homem. Inconformado pela perda, ele esta disposto a fazer de tudo ao seu alcance para tê-la de volta, a ponto de aceitar um arranjo com o seu atual Mestre. Um acordo de que ela  ficará em seu domínio durante duas semanas  e depois terá de devolvê-la ao seu atual dono.  Cole sem ver outra qualquer chance de ter Ren de volta aceita a barganha. Mas como será que Ren reagirá à negociação que os homens estão fazendo sem seu conhecimento? E Cole, será se ele poderá deixar seu grande amor escapar de suas mãos novamente?…

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