IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 11° LIVRO – AMANTE FINALMENTE

DE: J.R.WARD

 

amantes finalmente

“­­­­­­­­­… ― Estou feliz que as pessoas estejam vindo te ver ― ele murmurou, sentindo-se como se tivesse de dizer algo.

 ― Oh, sim, elas estão ― Layla olhou para longe, fazendo careta ― Um bom número delas.

Qhuinn franziu o cenho.

― Ninguém estranho, porém, certo?

Ele não podia imaginar que, se teria alguém na casa que iria querer outra coisa se não ajudar, mas ele tinha que perguntar.

 ― Não… Não estranho.

 ― O que? ― Layla apenas tocou a capa da revista que estava no colo, que tinha em sua capa um rosto moreno, cabeça oca, olhos inexpressíveis, atraente e tolo. Torcia e voltava para o normal, distorcia e voltava para o normal. ―  Layla. Diga-me.

Assim, ele poderia estabelecer alguns malditos limites se fosse preciso.

Layla empurrou o cabelo para trás.

 ― Você vai pensar que eu sou louca ou… Eu não sei.

Ele se aproximou e sentou-se ao lado dela.

 ―  Ok! Olhe, eu não sei como dizer isso direito, então, eu só vou dizer. Você e eu, nós vamos estar diante de um monte de… Você sabe… Merdas pessoais.  oh, Deus, ele realmente esperava que ela mantivesse a gravidez. ― Podemos   muito bem começar a ser totalmente honesto um com o outro agora. Seja o que for, eu não vou julgar. Depois de toda a porcaria que eu fiz na minha vida, eu não estou julgando ninguém por nada.

Layla respirou fundo.

 ― Tudo bem… Bem, Payne veio e me viu na noite passada.

Ele franziu a testa novamente.

 ― E…

―  Bem, ela disse que podia ser capaz de fazer algo pela gravidez. Ela não tinha certeza se iria funcionar, mas não achei que ela iria me machucar.

Uma pontada de medo fez o peito de Qhuinn apertar seu coração. V e Payne tinham essa coisa sobre eles que não eram deste mundo. E isso
era legal. Mas não em torno de seu rebento, pelo amor de Deus, a mão de V matava tudo que tocava…

 Ela pegou a mão dela e colocou-a na minha barriga, bem onde o bebê estava… A sensação era de diarreia, o sangue subiu para a cabeça de Qhuinn, bateu duro.

 ― Oh, Deus!

― Não, não… ― ela disse para ele ― Não foi ruim! Parecia… Bom, na verdade. Eu estava… Banhada na luz que fluiu através de mim, fortalecendo-me. Curando-me. Era focado no meu abdômen, mas foi muito mais longe do que isso. Depois disso, no entanto, eu fiquei tão preocupada com ela. Ela caiu no chão ao lado da cama… ― Layla fez sinal para o chão. ― Mas então eu perdi a consciência. Devo ter dormido por um longo tempo. Quando eu finalmente acordei, foi quando eu me senti… Diferente. No início, eu achava que era porque o aborto tinha parado, porque tinha… Chegado ao fim, de vez. Eu corri para fora e encontrei Blay, e ele me levou para a clínica. Isso foi quando você veio e a doutora Jane disse-nos que… ― a mão de Layla tocou seu abdômen inferior, e depois permaneceu lá. ― Isso foi quando ela nos disse que o nosso bebê ainda está conosco. ― Sua voz quebrou naquele ponto, e ela piscou rapidamente. ― Então, você vê, eu acho que ela salvou a nossa gravidez.

Depois de um longo momento de choque, Qhuinn sussurrou:

 ― Ah… Merda!”

(Traduzido por fãs)

AMANTE FINALMENTE ― Em Caldwell, Nova Iorque, um dos guerreiros vampiros aliado a Irmandade da Adaga Negra, fora  rejeitado por sua própria família de aristocratas, por ser diferente. Ele encontra entre os brutos guerreiros da Irmandade, sua própria identidade. Mas mesmo com a expectativa de ter o nascimento de um filho seu com uma das escolhidas, ele se encontra sozinho. Porque o dono de seu coração é um amor proibido, que nem ele mesmo acredita ser possível…

 

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 10° LIVRO – AMANTE RENASCIDO

DE: J.R.WARD

    “…O barulho da cadeira dele sendo empurrada a fez saltar, e todos na mesa ficaram em silêncio, todos pararam de comer, todo o movimento cessou, toda a conversa acabou, enquanto ele saia para fora da sala.

    No’One ergueu o guardanapo e limpou a boca sob o seu  manto. Ninguém olhou para ela, como se todos eles tivessem deixado de notar a fixação dele por ela. Mas no canto da outra extremidade, o anjo com o cabelo loiro e preto olhava direto para ela.

    Erguendo os olhos dele, ela viu Tohrment sair da sala de bilhar cruzando a galeria. Ele tinha uma garrafa de algum líquido escuro em cada mão, e seu rosto sombrio era nada menos que uma máscara mortuária.

     Fechando  as pálpebras, ela alcançou as profundezas, tentando encontrar forças que ela iria precisar de se aproximar do homem que tinha acabado de sair de forma tão abrupta. Ela viera aqui para esse lado, a essa casa, para fazer as pazes com  a filha que havia abandonado.

     Havia outro que precisava de um pedido de desculpas, no entanto.

   E embora as palavras de desculpas e penitência fossem o objetivo final, ela começaria com o vestido, retornando a ele, logo que ela terminasse de limpar e pressioná-lo com suas próprias mãos. Comparativamente, era uma coisa tão pequena. Mas era preciso começar com algum lado, e o vestido era claramente de gerações de sua linhagem dado a sua filha para usar, pois ela não tinha outra família.

    Mesmo depois de todos esses anos, ele continuou a cuidar de Xhexania.

    Ele era um homem de valor.

   No’One não fez barulho para sair, mas a sala ficou em silêncio mais uma vez quando ela se levantou de seu assento. Mantendo a cabeça baixa, ela não saiu através da porta principal, como ele o fez, mas pela porta do mordomo que levava para a cozinha.

    Mancando, passou pelos  fornos e por outros espaços ocupados, desaprovando os Doggen, ela se dirigiu a escada traseira, a que tinha simples paredes de gesso pintadas de branco e degraus de madeira de pinheiros.

    – Foi da shellan dele.

    A sola de couro macio de seu chinelo rangeu quando ela se virou. Lá embaixo, o anjo estava no degrau.

   – O vestido – disse ele. – Esse foi o vestido  que Wellesandra usava na noite em que foram emparelhados quase 200 anos arás.

    –  Ah, então vou devolvê-lo a sua companheira.

    – Ela está morta.

     Um calafrio desceu pela espinha dela. – Morta…

   – Um lesser atirou no rosto dela. – Enquanto No’One ofegava, os olhos brancos dele não piscavam. – ela estava grávida.

     No’One jogou a mão no corrimão enquanto seu corpo balançava.

   – Desculpe-me, – disse o anjo. – Eu não tampo o sol com a peneira e não faço a merda soar melhor, e você precisa saber para onde você está se dirigindo se você vai dar isso de volta  para ele. Xhex deveria ter lhe dito, estou surpreendido que não fez.

    De fato. Embora não  tenha sido como se tivessem passado muito tempo juntas e elas estavam andando nas pontas dos pés em se tratando de seus assuntos.

    – Eu não sabia – disse ela finalmente. – As Bacias do Outro Lado… elas nunca…  – Exceto que ela nunca pensará em Tohrment quando ia até elas, ela tinha se focado em Xhexenia.

    – A tragédia, como o amor, torna as pessoas cegas, – ele disse, como se ele pudesse ler seus arrependimentos.

   – Eu não vou levá-lo a ele. – Ela balançou a cabeça. – Já lhe causei bastante dano. Presenteando-o com o vestido de sua companheira…

    – É um gesto simpático. Eu acho que você deveria entregar a ele. Talvez o ajude.

    – Fazer o que – disse ela entorpecida.

    – Lembre-o que ela se  foi.

    No’One franziu a testa. – Como se ele tivesse se esquecido?

    – Você se surpreenderia minha bela. A cadeia de memória precisa ser quebrada, então eu digo para você trazer o vestido, e deixar que ele o tire de você.

    No’One tentou imaginar a troca. –  Como é cruel, não, se você está tão interessado em torturá-lo, você pode fazê-lo sozinho.

   O anjo levantou uma sobrancelha. – Não é tortura. É realidade. É a passagem do tempo, e ele precisa para seguir em frente,  rápido. Leve o vestido  para ele.

    – Por que está interessado nos negócios dele?

    – O destino dele é o meu.

    – Como isso é possível?

    – Confie em mim, eu não brincaria  com algo assim.

    O anjo olhou para ela como se a desafiasse a encontrar falsidade em qualquer coisa que ele havia declarado.

    – Perdoe-me, – disse ela asperamente. –  Mas eu já causei muito mal para aquele bom macho, eu não devo ser parte de tudo o que magoa.

    O anjo esfregou os olhos como se tivesse uma dor de cabeça. – Porra.  Ele não precisa de mimo. Ele precisa de um bom e duro chute na bunda e se  ele não conseguir um em breve, ele vai rezar para estar na merda que ele está agora.

     – Eu não entendo nada disso.

     – O inferno é um lugar de muitos níveis. E para onde ele está indo vai fazer este trecho da agonia parecer  nada, mas apenas beliscões sob a unha.

     No’One recuou e teve que limpar a garganta. – Anjo, você não é bom em persuadir alguém.

     – Sério, você se surpreenderia.

     – Eu não posso… eu não posso fazer o que você quer que eu…

    – Sim, você pode. Você tem que fazer…”

(Traduzido por fãs) Equipe de tradução Talionis.

AMANTE RENASCIDO – Nas sombras da noite no Caldwell em Nova Iorque, os guerreiros vampiros da Irmandade da Adaga Negra, liderados pelo rei Cego, Wrath, travam uma guerra contra seus inimigos imortais, os lessers, para defender sua raça.  Essa Sociedade de imortais dedica sua existência a tentar destruí-los.  Mas surgi um novo desafio, vindo de terras distantes. Um clã de brutos guerreiros vampiros, liderados por Xcor, anseia tomar a liderança do rei, e passa a ameaçá-los.

Em meio a toda essa confusão, Tohrment, um dos guerreiros da Irmandade, está sofrendo seu calvário sobre a Terra. Incapaz de aceitar a morte de sua companheira Wellesandra, a qual ele foi emparelhado durante 200m anos.  Ela e seu filho, não nascido, foram assassinados pelos lessers. Ele próprio se sente morto. Vivi orando para a Virgem Escriba, para que tome seu corpo e o envie para junto dos seus entes queridos. As únicas coisas que o mantém vivo é a dedicação de seu filho adotivo, John, e a sede da vingança. Matar tantos lessers quanto for possível até encontrar sua própria morte. Esse é seu objetivo. Porém Lassiter, o anjo que o achou, quando ele tinha se perdido em sua dor, tem uma missão que precisa ser cumprida. Fazê-lo seguir em frente e deixar sua amada partir para o Fade…

No’One aproveita sua ida a terra para tentar desculpar-se com sua filha  Xhex… e se possível, com Tohr. Por suas más ações no passado. Lassiter, o anjo pecador, vê em suas mãos o instrumento para a cura do guerreiro. Unir dois corações devastados, mesmo que eles não se queiram. Nem que para isso, ele tenha que forçar a Tohr a aceitá-la como sua  amante…

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 9° LIVRO – LOVER UNLEASHED

DE: J. R. WARD

 

     “…Manny se obrigou a abrir as pálpebras.  Sua visão era inconstante como o inferno, mas era incrível o que podia fazer se tinha que fazê-lo, enquanto enfocava a cara que havia frente a ele, se encontrou olhando o filho da puta com baraba de cabrito que havia…  Em uma onda de dor,  os olhos  dele reviraram nas órbitas e ele quase vomitou.

    – Você tem que liberar as memórias, – ele ouviu Jane dizer.

   Houve alguma conversa nesse momento, a voz de seu ex-colega se mesclava com os tons profundos do cara com as tatuagens da têmpora.

     – Está matando-o…

     – Há muito risco…

     – Como diabos vai operar assim?

     Houve um longo silêncio. Então, de repente, a dor se ergueu como um véu  puxado para trás, e as lembranças inundaram a mente dele.

     O paciente de Jane, de volta a St francis. O homem da barba de cabrito e… o coração de seis válvulas.

     Manny abriu bem os olhos e encarou aquele rosto cruel.

    – Eu te conheço.

   –  Tire-o do carro, – foi a única resposta do homem de calvanhaque. – Eu não confio a mim mesmo para tocá-lo.

     Um inferno de boas-vindas.

     E havia alguém por trás do grande bastardo. Um homem que Manny tinha cem por cento de certeza que tinha visto antes… Deve ter sido apenas de passagem, embora, porque ele não poderia  lembrar de um nome ou lembrar de onde se conheceram?

     – Vamos, – disse Jane.

     Yeah. Grande idéia.  Nesse ponto,  ele precisava de algo para ele se concentrar em vez dessa coisa toda de dizer o que?

   Enquanto o cerebro de Manny lutava para  acompanhar tudo, pelo menos os pés e as pernas pareciam funcionar bem. E depois que Jane o ajudou a ficar na vertical ele a seguiu e o homem de cavanhaque em uma instalação que era tão insípita e limpa quanto qualquer hospital. Os corredores estavam limpos havia luzes fluorescentes com painéis no teto e tudo cheirava lysol.

   Havia também câmaras de segurança se movendo em intervalos regulares como se o predio fosse um monstro com muitos olhos.

    Enquanto eles caminhavam, ele sabia melhor que perguntar melhor dúvida. Bem, isso e sua cabeça tinha sido tão mexida, ele estava fodidamente certo que andar era a única extensão de suas habilidades nesse momento. E então havia o Calvanhaque e seuolhar mortal, não era exatamente uma abertura para papo.

    Portas. Passaram muitas portas. Todas foram fechadas, e sem dúvida, trancadas.

    Felizes palavrinhas como local não revelado e segurança nacional brincaram através de seu parque de crânio, e isso ajudou muito, fazendo-o pensar que talvez ele poderia perdoar Jane porter bancado a fantasma com ele, eventualmente.

     Quando ela parou diante de uma porta dupla volta e volta, as mãos nervosamente na gola do casaco branco e em seguida, no estetoscópio em seu bolso. E não é que isso o fez se sentir como se tivesse uma arma apontada em sua csbeça: Na sala de cirurgia, em bagunça de traumas incontavéis, ela sempre manteve a calma. Era sua marca registrada.

     Isso era pessoal, entretanto, ele pensou.  De alguma forma, o que estava do outro lado dessas portas atingiam bem perto de casa para ela.

     – Tenho boas instalações aqui – disse ela, – mas não tudo. Não há ressonância magnética. Só tomografia computadorizada e raio X. Mas a sala de cirurgia deveria ser adequada e, não só eu posso ajudar, tenho uma exelente enfermeira.

   Manny respirou profundamente, até o fundo. Se recompondo. Por força de vontade, ele trancou todas as perguntas e o fluxo persistentes de ow-ow-ow na cabeça e a estranheza desta descida a terra do 007.

    O primeiro da lista de coisa para fazer dele? Enraivecer o rei do galinheiro.

     Olhou por cima do ombro ao cara do Cavanhaque.

    – Tem que dar uma macha ré, meu homem. Quero quevocê fique aqui no corredor.

     A resposta que ele teve em retorno…  só uma grande presa. O filho da puta deixou descoberta um par de presas terrivelmente largas e grunhiu, como um cão.

     – Muito bem – disse Jane,  metendo-se entre eles. -Iisto está genial. Vishous esperará aqui.

Vishous? Tinha ouvido bem?

     Então, novamente, mãe do menino devia ser louca de pedra, considerando o pequeno show dental. Tanto faz. Eletinha trabalho a fazer e, talvez, o filho da puta poderia ir mastigar couro duro ou algo assim.

     Entrando na sala de exames ele…

    Ah… querido Deus.

    Ah… Deus do céu.

    A paciente estava na mesa tão quieta como a água…  e era provavelmente a coisa mais linda que ele já havia visto. O cabelo era negro azevichee o tinha entrelaçado em uma grossa trança que pendurava do lado livre de sua cabeça. A pele era de um ouro marrom, como se fosse de origem italiana ou tivesse estado recentemente ao sol. Seus olhos…  seus olhos eram como diamantes, o que devia dizer que eram um tanto incolores e brilhantes, com nada mais que um bordo escuro ao redor da iris.

     – Manny?

    A voz de Jane estava atrás dele, mas, ele sentia como se ela estivesse a quilometros de distância.  De fato, todo mundo estava em outra parte, nada existia exceto  o olhar de sua paciente quando ela o olhou da mesa.

    Finalmente havia acontecido, ele pensou. Durante toda a vida ele havia se perguntado por que nunca havia se apaixonado e agora ele sabia a resposta. Ele estava esperando por esse momento, por essa mulher por essa hora.

       Essa mulher é minha, ele pensou.

     – É você o curador? –  disse ela em uma voz baixa que lhe deteve o coração, suas palavras magnificamente pronunciadas e, também, um pouco surpreendidas.

   – Sim. – ele tirou a jaqueta e a atirou  a um canto, importou-lhe ua merda a onde foi parar. – Para isso estou aqui.

    Enquanto Manny se aproximava, esses impressionantes olhos de gelo se alargaram com lagrimas.

     – Minhas pernas… sinto como se estivessem se movendo, mas não o fazem.

    – Elas doem?

    – Sim.

    A dor fantasma.  Não era uma surpresa.

   Many parou ao seu lado e olhou seu corpo,  que estava coberto com um lençol. Era alta.

    Devia medir pelo menos um metro e oitenta. E etava moldada com um porte elegante.

    Era um soldado, pensou ele, olhando a força dos seus braços. Era uma lutadora.

    Deus, a perda de mobilidade em alguém como ela lhe tirava o folego. Por outra parte, inclusive se foi um teleadicto, uma vida em uma cadeira de rodas era uma cadela e meia.

    Aproximou-se e tomou a mão, e no instante que fez contato, todo o seu corpo se sacudiu, como se ela fosse conectada a seu interior.

     – Vou cuidar de você – disse enquanto a olhava fixamente aos olhos. – Quero que confie em mim.

   Ela tragou saliva enquanto uma lagrima de cristal se deslizava para baixo por  sua têmpora. Por instinto, ele se adiantou com a mão livre e tomou…

    O grunhido que se filtrou da porta rompeu o feitiço que o tinha preso e o converteu em uma  especié de presa. Quando olhou para o Barba de Cabrito, sentiu como se  devolvia os grunhidos ao filho da puta. O que, é obvio, não tinha sentido.

     Sem soltar a mão do seu paciente, falou a Jane:

     – Tira esse bastardo miserável de minha sala de operação. Eu quero ver os condenados raios-x.  Agora.

       Inclusive se o matavam, ele ia salvar essa mulher.

     E, enquanto os olhos do Calvanhaque brilhavam com puro ódio, ele pensou, bem, merda, ele só podia chegar a esse ponto…”

(Traduzido por fãs) Equipe de tradução e revisão TWKliek.

LOVER UNLEASHED – Ou “Amante Curador. –  Payne, a irmã gêmea de Vishous, fora esculpida no mesmo sombrio e sedutor padrão que seu irmão. Ela fora aprisionada por sua mãe, a Virgem Escriba, por um crime que ela cometeu contra seu pai em nome de uma vingança pelo que ele fez a seu irmão. Mas, enfim, conseguiu a liberdade. Apesar de ser uma das escolhidas Payne não sentia encaixar nas expectativas das características exigidas de suas irmãs. Tão doces, suaves, belas “Barbies”. Ela não era assim. Ela era uma guerreira. Ansiosa, queria mais, queria lutar, queria conhecer o mundo do que ficar aguardando ser solicitada. E foi quando sentiu a primeira emoção da liberdade ao conhecer Wrath. O rei cego da Irmandade. E virou vicio combaterem juntos, tanto para ela como para ele. Mas acabou sofrendo um terrível acidente…

O doutor Manuel, “Manny” Manello é chamado pela Irmandade como sendo a única esperança para que ela pudesse voltar a andar. Mas quando o cirurgião humano conhece a guerreira vampira é amor a primeira vista, e uma inevitável paixão surgiu entre eles. E Manny utiliza de recursos nada convencionais para o tratamento de sua paciente… Vishous  vai quer matá-lo…

Mas existem muitas coisas contra esse relacionamento. Ele é humano, ela uma vampira…   Poderá ser o amor mais forte que as diferenças biológicas que os separam?

Paralelo a história de Payne,  Quinn sofre secretamente de amores por Blay e Vishous rompe barreiras do relacionamento entre ele sua shellan e seu amigo Butch.  E um grupo de poderosos guerreiros chega a Caldwell  com a única intenção de destronar Wrath. Nada é monótono na mansão da Irmandade…

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 8° LIVRO – AMANTE MEU

DE: J. R. WARD

JOHN MATTHEW

 

     “Enquanto os Irmãos se moviam silenciosamente pela casa, Qhuinn segurou a mandíbula do assassino. – Nós estamos procurando por uma mulher. E você pode fazer essa merda mais fácil para você, se você nos disser onde ela está.

     O lesser franziu a testa… e, lentamente, moveu os olhos para cima.

     Isso era tudo que John precisava.

  Ele pulou para a frente, agarrando a mão de Blay e empurrou-a para baixo até o assassino. Como a posse mudou de mãos, John pulou e correu através de uma sala de jantar e uma sala da frente. A escadaria era ampla e acarpetada, o que significava que ele tinha uma excelente tração quando pulava três degraus de cada vez. Quanto mais alto ele ia, mais seus instintos gritavam.

      Xhex estava na casa.

     Assim que ele chegou ao topo, V e Rhage apareceram em sua frente, obstruindo o caminho.

      – A Casa está vazia…

    John interrompeu Rhage. Ela está aqui. Ela está aqui em algum lugar. Eu sei disso.

    Rhage pegou seu braço. – Vamos descer e perguntar ao assassino. Descobriremos mais assim…

       Não! Ela está aqui!

   Vishous deu um passo na frente de John, seu olhar diamantino brilhante. – Ouça-me, meu filho. É melhor você voltar lá para baixo.

     John apertou os olhos. Eles não só queriam que ele ficasse lá em baixo. Eles não queriam ele aqui.

       O que você achou. Nenhum respondeu. O que você achou?

     Fugindo de ambos, ele ouviu Rhage amaldiçoar quando V pulou na frente de uma porta.

     A voz de Hollywood era oca. – Não, V, deixe-o ir. Apenas deixe-o… Ele já odeia Lash o suficiente para uma vida.

     O olhar de V brilhou como se ele fosse argumentar, mas depois ele pegou um cigarro enrolado à mão do casaco e se afastou com uma maldição.

     Com sua nuca tão tensa como um punho, John irrompeu através da porta e derrapou até parar. A tristeza na sala era um limiar tangível que ele tinha que ultrapassar, o seu corpo penetrando a parede de fria desolação apenas porque ele forçou seus pés para frente.

     Ela havia sido mantida aqui.

     Xhex havia sido mantida aqui… e ferida aqui.

     Seus lábios se separaram e ele respirava através de sua boca enquanto seus olhos traçaram os arranhões nas paredes. Havia legiões delas, juntamente com manchas pretas… e outras de sangue seco.

     Que eram de um profundo carmesim.

   John aproximou-se e passou as mãos para baixo por uma ranhura que era tão profunda, que o papel de parede de seda havia dado lugar ao sarrafo e gesso abaixo.

     Suas inalações ficaram mais fortes e as exalações mais curtas na medida em que ele andou ao redor do cômodo. A cama era uma confusão absoluta, as almofadas espalhadas no chão, o edredom emaranhado…

     Havia sangue nele.

     Estendendo a mão, ele pegou um dos travesseiros e segurou-o delicadamente. Trazendo até o seu nariz, ele inalou… e capturou uma versão mais forte do que o que ele sonhou toda a noite: o cheiro de Xhex.

    Seus joelhos enfraqueceram e ele caiu como uma pedra através da água parada, caindo ao lado do colchão. Enterrando o rosto na suavidade, ele a puxou para si, sua fragrância como uma memória persistente, ao mesmo tempo tangível e indescritível.

     Ela tinha estado aqui. Recentemente.

  Olhou para os lençóis ensanguentados. As paredes ensanguentadas.

     Ele chegou tarde demais.

    A face de John ficou molhada e ele sentiu algo escorrer por seu queixo, mas ele não deu a mínima. Ele foi consumido com a ideia de que ele tinha estado tão perto de salvá-la… mas não cedo o suficiente.

     O soluço que irrompeu em sua garganta realmente fez um som.

   Por toda a sua vida, o coração de Xhex não tinha sido propenso a quebrar. Ela havia suspeitado por muito tempo que era um resultado de seu lado symphath, uma espécie de condição congênita que a endureceu para as coisas que faziam a maioria das mulheres perderem seus corações.

     Resultou estar errada, no entanto.

   Enquanto ela ficava ao lado de John Matthew, e viu seu enorme corpo se curvar para baixo ao lado da cama, o órgão que bateu atrás de seu esterno quebrou como um espelho.

     Nada além de estilhaços.

    Ela estava totalmente e completamente em ruínas enquanto ele embalava o travesseiro como se fosse um recém-nascido e, neste momento de desespero, ela teria feito qualquer coisa para aliviar sua dor: Mesmo que ela não tivesse ideia de por que ele sentia do jeito que ele tão claramente sentia, as razões não eram importantes.

      Seu sofrimento foi supremo.

   Enfraquecendo, ela se ajoelhou ao lado dele, seus olhos enviando a trágica imagem que foi diretamente ao núcleo de seu cérebro.

    Sentiu como se séculos tivessem passado desde que ela o tinha visto, e Deus, ele ainda era tão belo – ainda mais do que ela se lembrava de seus momentos de calma. Com seu perfil forte, duro e seus extraordinários olhos azuis, seu rosto era de um guerreiro, e ele tinha o corpo enorme combinando, a largura de seus ombros sendo três dela. Todas as suas roupas eram de couro, exceto a camiseta sob seu casaco e seu cabelo era essencialmente raspado, como se houvesse acabado importando-lhe uma merda e o houvesse cortado com uma máquina zero.

     Havia sangue de lesser na frente de sua jaqueta e na camisa.

    Ele matou esta noite. E talvez tenha sido por isso que ele a encontrou.

     Bem, quase a encontrou.

     – John? – Uma voz masculina disse suavemente.

    Ela olhou para a porta, mesmo se ele não o fez. Qhuinn estava com os Irmãos Rhage e Vishous, tendo se juntado a eles há pouco.

     De uma forma ausente, ela observou o choque no rosto dos Irmãos… e teve a sensação de que eles não sabiam que havia qualquer ligação séria entre ela e John. Eles sabiam agora, no entanto. Alto e claro.

     Quando Qhuinn entrou e se aproximou da cama, seu tom de voz continuou a ser gentil.

   – John, nós estivemos aqui por meia hora. Se vamos interrogar o lesser lá embaixo sobre ela, é preciso movê-lo malditamente rápido. Não queremos fazer aqui e eu sei que você quer estar a cargo das coisas.

     Oh, Deus… não…

     – Me leve com você – sussurrou Xhex desesperadamente. – Por favor… Não me deixe aqui.

     De repente, John olhou para ela, como se tivesse escutado sua súplica.

      Exceto que não, ele estava apenas olhando através dela para o seu amigo.

     Enquanto ele concordava, ela memorizou seu rosto, sabendo que era a última vez que o veria. Quando Lash descobrisse sobre o arrombamento, ele iria matá-la sem hesitar ou levá-la para outro lugar… e as chances eram boas de que ela não sobrevivesse tempo suficiente para ser encontrada novamente.

     Erguendo a mão, mesmo que isso não adiantasse, ela colocou do lado do rosto de John e passou o polegar para trás e para frente sobre o rastro de suas lágrimas. Ela imaginava que quase podia sentir o calor de sua pele e umidade nas bochechas.

     Ela teria dado qualquer coisa para poder envolvê-lo em seus braços e mantê-lo perto. Mais ainda para ir com ele.

     – John… – ela resmungou – Oh, Deus… Por que você está fazendo isso para si mesmo.

     Ele franziu a testa, mas sem dúvida que foi por causa de algo Qhuinn estava dizendo. Exceto que, quando ela levantou sua mão, ele colocou a própria mão onde ela havia tocado.

     Embora fosse apenas para enxugar suas lágrimas, apesar de tudo.

     Quando ele se levantou, levou o travesseiro com ele, e ele passou diretamente através dela.

     Xhex o viu se retirar, seu sangue trovejando em seus ouvidos. Esta foi, de certa forma, um eco do processo de morte, ela pensou. Pouco a pouco, centímetro por centímetro, o que a amarrou à vida estava indo embora, partindo, desaparecendo. Com cada passo que John dava em direção à porta, sua respiração estava evaporando em seus pulmões. Seu coração estava parando. Sua pele estava ficando fria.

    Sua chance de resgate estava indo embora. Sua chance de…

     Foi então que ela soube o que havia lutado durante tanto tempo, e pela primeira vez, ela não sentia nenhuma inclinação para esconder suas emoções. Não era preciso. Embora ele estivesse com ela, ela estava totalmente sozinha e separada dele, mas mais importante, sua própria mortalidade esclareceu suas prioridades.

     – John – disse ela baixinho.

     Ele parou e olhou por cima do ombro em direção à cama.

     – Eu te amo.

     Seu belo rosto contorceu com a dor, e ele esfregou o meio do peito, como se alguém pegasse seu coração e o espremesse até estar morto…’

(Traduzido por fãs) Comunidade Traduções dos Livros

AMANTE MEUNas noites de Caldwell, Nova York, a Irmandade da Adaga Negra, é um grupo de guerreiro  vampiros nascidos para defender sua raça de seus inimigos.

John Matthew era mudo, e desde que foi encontrado vivendo entre humanos desconhecia sua natureza vampira. Mesmo depois de ser acolhido pela Irmandade, ninguém pode imaginar qual a sua verdadeira história. Darius tinha regressado. Porém com um rosto diferente e um destino muito distinto. Mas nem mesmo o John sabia. Isso, porém não o impediu de tomar a guerra dentro de seu coração como uma cruel vingança pessoal.

Mas ao conhecer Xhex, uma assassina vampira meio-symphath, que trabalha de segurança no ZeroSum, clube de Revanche, ele senti uma atração por ela,  mas pensa não ser correspondido. Por outro lado Xhex resiste à atração que sente por ele,  por ter perdido um amante no passado, ao tentar salvá-la quando ela se encontrava em perigo. Então ela promete a si mesma, que não permitirá que ele caía preso na escuridão de sua retorcida vida.

Porém, quando em uma missão de resgate numa comunidade de “symphat”, Xhex desaparece debaixo dos narizes de vários Irmãos. Alguns especulam que ela poderia ter sido raptada pelo povo de sua raça, os “symphat”. Mas John desconfia que seu antigo colega Lash, que já era desde o inicio seu inimigo, e que agora se tornara inimigo mortal de todos os vampiros, um Lesser, a tenha raptado. Usando um tipo qualquer de magia que a deixa invisível aos seus olhos.

Inconformado com o seu sumiço ele passa a procurar desesperado por ela. Até que o destino intervém, e os dois descobrem que o amor, assim como o destino, é inevitável entre almas emparelhadas.

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 7° LIVRO – AMANTE VINGADO

DE: J.R. WARD.

REHVENGE

     .

    ” … — Alguma vez ouviu falar de sepsis?

   — A banda de música alternativa? Claro, mas nunca me passou pela cabeça que você tivesse ouvido falar dela.

     Fuzilou-o com o olhar.

     — Sepsis como em uma infecção do sangue?

     — Hmm, queira inclinar-se sobre a escrivaninha um pouco e me desenhar um quadro explicativo? — seus olhos vagaram, descendendo por suas pernas — Acredito que o encontraria… Muito educativo.

     Se qualquer outro macho tivesse saído com esse tipo de linha, lhe teria esbofeteado até lhe fazer ver as estrelas. Infelizmente, quando era essa voz de barítono divina a que falava e esse olhar penetrante de ametista o que fazia o percurso, realmente não se sentia lascivamente manuseada.

     Sentia-se acariciada por um amante.

   Ehlena resistiu à urgência de um V8 em sua frente. Que demônios estava fazendo? Esta noite tinha um encontro. Com um agradável e razoável macho civil que não tinha sido outra coisa salvo agradável, razoável e muito civilizado.

   — Não tenho que lhe desenhar um quadro explicativo. — disse assinalando seu braço com a cabeça — Pode ver por si mesmo aí. Se isso não se curar, vai ficar sistêmico.

   E embora levasse roupas elegantes como o manequim sonhado por todo alfaiate, a fria capa cinza da morte não ficava bem.

     Ele manteve seu braço contra seus fortes abdominais.

     — Levarei em consideração.

    Ehlena sacudiu a cabeça e recordou a si mesma que não podia salvar às pessoas de sua própria estupidez só porque tinha uma bata branca pendurando dos ombros e a palavra ENFERMEIRA ao final de seu nome. Além disso, Havers ia ver isso em toda sua glória quando lhe examinasse.

     — Muito bem, mas vou tirar a leitura no outro braço. E vou ter que lhe pedir que tire a camisa. O doutor vai quer ver quão longe a infecção chegou.

     A boca de Rehvenge se elevou formando um sorriso enquanto alcançava o botão superior de sua camisa.

     — Continue assim e logo estarei nu.

     Ehlena afastou rapidamente o olhar e desejou com todas as suas forças poder considerá-lo um asco. Certamente lhe viria bem uma injeção de justa indignação que lhe ajudasse a defender-se dele.

     — Já sabe, não sou tímido. — disse com essa voz baixa tão sua — Pode olhar se quiser.

     — Não, obrigado.

     — Pena. — em um tom mais enigmático, acrescentou — Não me importaria que me olhasse.

    Enquanto o som da seda movendo-se contra a carne se elevava da mesa de exame, Ehlena revisou desnecessariamente seu histórico médico, voltando a verificar dados que eram absolutamente corretos.

     Era estranho. Pelo que as outras enfermeiras haviam dito, não se comportava com elas dessa maneira tão libertina. De fato, mal falava com suas colegas, e essa era parte da razão pela que ficavam tão ansiosas quando estavam com ele. Com um macho assim grande, o silêncio se interpretava como uma ameaça. Isso era um fato da vida. E isso antes que lhe acrescentasse a tatuagem e o moicano de caçador.

     — Estou preparado. — disse.

     Ehlena girou sobre si mesma e manteve os olhos fixos na parede junto à cabeça dele. Entretanto sua visão periférica funcionava verdadeiramente bem, e era difícil não sentir-se agradecida. O peito de Rehvenge era magnífico, a pele de uma quente cor morena dourada, com músculos que estavam definidos apesar de que seu corpo estivesse relaxado. Em cada um de seus peitorais tinha uma estrela vermelha de cinco pontas tatuada na parte superior, e sabia que tinha mais.

     Em seu estômago.

     Não é que o tivesse olhado.

     Era certo, porque na realidade, ficou embevecida.

     — Vai examinar-me o braço? — disse brandamente.

   — Não, isso o doutor fará. — esperou que voltasse a dizer “Pena”.

     — Acredito que já usei essa palavra suficientes vezes em sua companhia.

     Então o olhou nos olhos. Era desse estranho tipo de vampiro que podia ler as mentes dos de sua própria espécie, mas de algum jeito não lhe surpreendeu que este macho formasse parte desse pequeno e estranho grupo.

     — Não seja grosseiro. — lhe disse — E não quero que volte a fazer isso.

     — Sinto muito.

     Ehlena deslizou o punho do esfignomanômetro ao redor de seus bíceps, colocou o estetoscópio nos ouvidos, e tirou a pressão arterial. Entre os pequenos piff-piff-piff do globo ao inflar a manga para que estivesse ajustada, sentiu o fio nele, o tenso poder, e seu coração deu um salto. Estava particularmente incisivo esta noite, e se perguntou por que.

     Salvo que isso não era assunto dela, ou era?

  Quando liberou a válvula e o punho soltou um assobio comprido e lento de liberação, deu um passo atrás se afastando. Ele era simplesmente… Muito, por todos os lados. Especialmente nesse momento.

     — Não tenha medo. — sussurrou.

     — Não tenho.

     — Tem certeza?

     — Muita certeza. — mentiu.

     Mentia, pensou Rehv. Definitivamente tinha medo dele. Falando de pena…”


(Traduzido por fãs) Projeto Revisoras Traduções . Revisão do Espanhol: Gislene Baptista, Meli, Lu Avanço, Lucilene, Danielle e Camila. Revisão do Inglês: Lady Claire, Pri, Daiane Honori, Táai.. Revisão Final: Táai, Meli, Danielle, Kakau e Camila.. Formatação: Gisa

AMANTE VINGADO –  Nas sombras da noite em Caldwell, Nova Iorque,  um grupo secreto de poderosos guerreiros vampiros,  denominados de:  A Irmandade da Adaga Negra, que até para sua espécie, são considerados uma lenda, trava uma guerra mortal contra os inimigos de sua raça. Os Lesser. Que fazem de tudo para exterminá-los. Porém o desgaste da luta constante e a perda de alguns dos guerreiros, a Irmandade se vê enfraquecida, precisando resgatar novos aliados. Mesmo que esses não sejam guerreiros.

    Rehvenge  toca um mundo de escusos negócios, de natureza duvidosa. Entre: prostituição, corrupções e drogas. Mas aos olhos da sociedade, ele é um membro respeitável da nobreza.  Ele guarda não só esse segredo. Outro segredo muito maior, ele mantém escondido até mesmo de sua família. Que poderia fazê-lo um aliado poderoso contra os inimigos. Mas que também poderia custar a sua destruição ou a perda de sua liberdade.

    Mas, quando conspirações  ameaçam por fim a existência do grupo de guerreiros, Rehvenge terá que provar sua lealdade a Irmandade Mesmo que para isso, sua perigosa natureza tenha que ser revelada…

   E, a única luz que ilumina seu mundo de escuridão e que poderá  sustentá-lo, é Ehlena. Uma vampira que nunca conheceu a corrupção e traição… e a única pessoa que pode salvá-lo da destruição eterna.

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 6° LIVRO – AMANTE CONSAGRADO

DE: J. R. WARD

PHURY

 “O feiticeiro tinha retornado.

     Phury fechou os olhos e deixou que sua cabeça  caísse para trás, até apoiá-la contra a cabeceira. Ah, demônios, o que estava dizendo. O feiticeiro nunca se foi.

    Companheiro, às vezes me enche o saco, disse lentamente a tenebrosa voz dentro de sua cabeça. Na verdade o faz depois de tudo o que passamos juntos?

     Tudo o que tinham passado juntos… isso era muito certo.

     O feiticeiro era a causa da premente necessidade da fumaça vermelha que sofria, sempre em sua cabeça, sempre amassando em respeito do que não fez, do que deveria ter feito, do que poderia ter feito melhor.

     Deveria. Poderia. Seria.

     Bonita rima. Sua realidade era a mesma dos espectros do anel dos Senhores dos Aneis;  levava-o para  a fumaça vermelha com a mesma segurança que se o bastardo lhe atasse as quatro patas como a um animal e o atirasse na parte traseira de um carro.

     Em realidade, macho, séria bem melhor o para-choque dianteiro.

     Exatamente.

     Em sua mente, o feiticeiro aparecia com a forma de um espectro do anel de pé em meio de um vasto páramo (ecossistema neotropical localizado em altas elevações) cinza, cheio de crânios e ossos. Com seu peculiar acento britânico, o bastardo assegurava que Phury nunca esquecesse seus enganos, a contudente letanía o induzia a acender um após o outro, só para evitar de se meter o armário onde guardava as armas e tragar o chumbo de um calibre quarenta.

     Não o salvou. Não os salvou. A maldição caiu sobre eles por tua culpa. É sua culpa…  é sua culpa…

     Phury tomou outro néscio e o acendeu com o esqueiro de ouro.

     Era o que no Antigo País chamavam o Exílio duplo.

     O segundo gêmeo. O gêmeo malvado.

     Nascido três minutos depois de Zsadist, o nascimento com vida de Phury levou a maldição da instabilidade a sua família. Dois filhos nobres, ambos respirando, em muita boa furtuna, e certamente se restabeleceu o equilíbrio: aos poucos meses, seu gêmeo foi afastado da família, vendido como escravo, e durante um século, abusaram dele de todas as formas possíveis.

     Graças a cadela viciosa que foi sua ama, Zsadist levava cicatrizes no rosto, nas costas, nos braços e no pescoço. E cicatrizes ainda  piores por dentro.

     Phury abriu os olhos. Resgatar o corpo físico de seu irmão não foi o suficiente; necessitou-se do milagre que era Bela para ressucitar a alma de Z, e agora ela estava em perigo. Se a perdião…

     Então tudo voltaria para o lugar adequado e o balanço permaneceria intacto para a seguinte geração, disse o feiticeiro. Honestamente, acredita que seu gêmeo acabaria com a bênção que representa um menino nascido vivo? Você deve ter filhos além do limite. Ele não deve ter nenhum. Essa é a forma em que funciona o equilíbrio.

    Oh, e também tomarei a sua shellan, já mencionei isso?

     Phury segurou o controle e pôs ” Che Gelida Menina”.

     Não funcionou. O feiticeiro gostava de “Puccine”. O espectro do anel simplesmente começou a dançar ao redor do campo de esqueletos, esmagando com suas botas o que encontrava sob seus pés, seus pesados braços oscilavam com elegancia, suas roupas negras e rasgadas assemelhava a crina arremessada para trás da regia cabeça de um garanhão. Frente a um vasto horizonte de um ruim cor cinza, o feiticeiro dançava e ria.

     Tão. Malditamente. Fodido…”

(TRADUZIDO POR FÃS.) Disponibilização/Tradução/Pesquisa: Yuna, Gisa, Mare e Rosie. Revisão Inicial: Lu Avanço. Revisão Final:Etel.  Formatação: Gisa. Projeto Revisoras  Traduções.

AMANTE CONSAGRADO –  Nas sombras da noite de  Caldwell, Nova York, desenvolve-se uma furiosa guerra entre vampiros e seus assassinos. Mas existe um grupo secreto chamado de Irmandade da Adaga Negra.  Onde seis guerreiros vampiros defendem sua raça.

 Phury, um dos membros da Irmandade, se sacrifica pelo bem da raça, convertendo-se no macho responsável por manter a linhagem. E como Primale das quarenta “Escolhidas”, ele terá que ser o pai de filhos e filhas  que assegurarão que sobrevivam as tradições da raça.  E assim haja guerreiros que lutem contra aqueles que querem todos os vampiros extintos.

 Mas sentindo-se culpado pela infelicidade de seu irmão ele vive drogado,  e cheio de remorsos por não ter sido ele e não seu gêmeo a ser seqüestrado, escravizado  e torturado durante séculos. E o único fio de esperança para Zsadist  fora Bela, a qual ambos se apaixonaram. Mas  ela casará com Zadist. Mas agora corria perigo.  Grávida dificilmente resistiria ao parto e ou, o seu filho morreria.

Phury não conseguia aceitar se tornar pai, de infinitos filhos, enquanto  Zsadist perdia Bela e seu único filho, para o destino. Por isso sofre com a perda antecipada da única mulher que conseguiu amar,  e por seu irmão perder a única coisa boa em toda sua vida.

   Por isso ele vive drogado e não consegue concretizar a cerimônia a qual fora designado. A Tomar a primeira das escolhidas, Cornia…

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 5° LIVRO – AMANTE LIBERADO

DE: J. R. WARD

IRMANDADE DA ADAGA NEGRA 5° LIVRO – VISHOUS

 

       “—Não me sinto nada bem com esta calça de couro.

       Vishous levantou a vista do grupo de computadores. Butch Ou’Neal estava de pé na sala do Pit com um par de calças de couro sobre as coxas e uma expressão de deve estar brincando  no rosto.

      —Não ficaramm bem? —perguntou V a seu companheiro de quarto.

       —Esse não é o problema. Não se ofenda, mas são raros os que gostam de se vestir como os Village People —Butch levantou os fortes braços e caminhou em círculo, a luz refletindo-se em seu peito nu— Quero dizer, olha isso.

        —São para lutar, não para estar na moda.

      —Também são as saias escocesas, mas não me vê  enrolando um tartán.

      —E dou graças a Deus por isso. Tem as pernas muito arqueadas para pôr essa merda.

      Butch assumiu uma expressão aborrecida.

       —Me morda o traseiro.

       Eu gostaria, pensou V.

      Encolhendo os ombros foi em busca de seu pacote de tabaco turco. Enquanto tirava o papel para enrolar, depositava uma linha, e a atava até transformá-la em um cigarro, fez o que passava muito tempo fazendo: recordou a si mesmo que Butch estava felizmente emparelhado com o amor de sua vida, e que, mesmo que não estivesse, ele não jogava nesse time.

      Enquanto o acendia e inalava, tratou de não olhar o poli e falhou. Maldita visão periférica. Sempre acontecia o mesmo.

     Homem, era um estranho pervertido. Especialmente dado quão unidos estavam. Nos últimos nove meses se aproximou do Butch mais que a ninguém que tivesse conhecido em seus trezentos anos de vida. Morava com o macho, embebedava-se com ele, exercitava-se com ele. Tinha atravessado a morte, vida, profecias e destino com ele. Tinha-o ajudado a romper as leis da natureza para converter o cara de humano a vampiro, além disso o curava quando usava seu poder especial com os inimigos da raça. Também o tinha proposto como membro da Irmandade… e esteve a seu lado quando se emparelhou com sua shellan.

   Enquanto Butch passeava como se estivesse tratando de acostumar-se às calças de couro, V olhou fixamente as sete letras que estavam gravadas em suas costas em idioma antigo: MARISSA. V tinha gravado os dois A, e tinham ficado bem, apesar do fato de sua mão tremer todo o tempo.

     —Sim. —disse Butch— Não estou certo de que me assentam direito.

    Depois da cerimônia de emparelhamento, V tinha desocupado o Pit nesse dia para que o feliz casal tivesse privacidade. Foi-se cruzando o pátio do Complexo e se encerrou no quarto de hóspedes da mansão com três garrafas de Grei Goose. Embebedou-se até saturar-se, realmente, alagado como um cultivo de arroz, mas não tinha conseguido alcançar a meta de desmaiar. A verdade o tinha mantido implacavelmente acordado: V estava ligado a seu companheiro de quarto de uma forma que complicava as coisas mas que ainda assim não mudava nada.

    Butch sabia o que acontecia. Demônios, eram os melhores amigos, e ele podia ler V melhor que qualquer outra pessoa. E Marissa sabia porque não era estúpida. E a Irmandade sabia porque esses estúpidos fofoqueiros idiotas nunca o deixavam manter segredos.

    Todos estavam tranqüilos a respeito disso.

    Ele não. Não podia suportar as emoções. Nem a si mesmo.

      —Vai provar o resto do equipamento? — perguntou enquanto exalava — Ou quer se queixar um pouco mais pelas calças?

      —Não me provoque que soco você.

      —Por que se privar de seu passatempo favorito?

     —Porque estão começando a doer meus dedos. —Butch caminhou por volta de uma das poltronas e recolheu o arnês para o peito. Ao deslizá-lo pelos amplos ombros, o couro perfilou seu torso à perfeição— Merda, como fazem para que ajuste tão bem?

      —Tomei as medidas, recorda?

      Butch o fechou em seu lugar, se inclinou e passou a ponta dos dedos ao longo da tampa de uma caixa negra laqueada. Atrasou-se sobre as letras da Irmandade da Adaga Negra, logo riscou os caracteres na Antiga Língua que soletravam Dhestroyer, descendente de Wrath, filho de Wrath.

       O novo nome de Butch. A antiga e nobre linhagem de Butch.

      —OH, merda, abre-o. —V esmagou o cigarro, enrolou outro, e o acendeu. Homem, era bom que os vampiros não pudessem ter câncer. Ultimamente tinha estado fumando um após o outro como um criminoso— De uma vez.

     —Ainda não posso acreditar.

     —Só abre a condenada coisa.

     —Realmente não posso…

     —Abre-a. —a estas alturas, V estava suficientemente irritado para sair levitando da maldita cadeira.

      O poli acionou o mecanismo de ouro maciço da fechadura e levantou a tampa. Sobre uma base de cetim vermelho havia quatro adagas iguais de lâmina negra, cada uma precisamente calibrada para o físico de Butch, afiadas com um fio mortal.

    —Santa María, Mãe de Deus… são lindas.”

 (TRADUZIDO POR FÃS.) Disponibilização/Tradução/Pesquisa: Yuna, Gisa, Mare e Rosie. Revisão Inicial: Lu Avanço. Revisão Final: Danielle Aguiar. Formatação: Gisa. Projeto Revisoras  Traduções.

AMANTE LIBERADO – Vishous, um dos guerreiros da Irmandade da Adaga Negra, está em conflito com seus sentimentos por seu companheiro de quarto Butch. Conformado a achar que ninguém jamais conseguiria compreende-lo nem aceitar o seu lado sexualmente pervertido, se vê condenado a viver cada vez mais sozinho, enfiado em suas drogas, para esquecer suas magoas.   Até que por obra do destino acaba conhecendo a doutora Jane Whitman, chefe da equipe de trauma cardíaco,   quando dá entrada   numa emergência do centro médico por ter levado um tiro no coração. Enquanto Jane examina seu novo paciente, um homem de aspecto perigoso e sexy, suspeita que ele não seja de tudo humano. Enquanto que o contato da doutora,  parece que  o tranqüiliza. E, por sua vez, ela sente-se extremamente fascinada por ele. Jane não demora a descobrir que seu paciente não é outro, senão Vishous, a quem muitos chamam de «V», o vampiro mais inteligente da Irmandade da adaga negra. Mas o torturado passado deste homem  levou-o  a evitar todo tipo de intimidade com outro ser. A natureza de V o impede de deixar que alguém veja seu lado vulnerável, com exceção de Jane, pois tem a estranha sensação de que ela, e apenas ela, poderá compreendê-lo…

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