NIGHT PRINCE -1° livro – ONCE BURNED

DE: JEANIENE FROST

once burned

     “… – Tudo bem – eu disse, tentando soar dócil. – Você está me machucando – eu acrescentei para ver se aquilo o faria afrouxar os braços que me prendiam.

     Funcionou. Então meu captor não era cruel como Jackal ou os outros. Sem  aquele aperto resistente me cimentando no lugar, eu fui capaz de me afastar o suficiente para olhar atrás de mim.

     O vampiro que me agarrou era Afro-Americano musculoso que vi falando com Vlad hoje mais cedo. Acho que o incendiário chegou com reforços, mas me manter refém não era parte de nosso acordo. O homem  me olhou de cima abaixo, fazendo careta quando o seu olhar seguiu a cicatriz que descia em ziguezague da minha têmpora até minha mão direita.

    Eu estava tão acostumada com aquela reação de pena: não extraia nenhuma dor de autoconsciência. No momento, eu estava grata por cada vantagem que tinha vinda de compaixão induzida.

     – Acho que torci meu tornozelo, – eu disse, levantando o pé do chão para dar mais efeito. Hey eu estava ficando melhor nessa coisa de mentir! – Você podia olhar?

      O vampiro me soltou, começando a ajoelhar do jeito que eu esperava, sua atenção estava em meu tornozelo quando eu o estendi, me inclinando para frente como se eu tivesse problema de equilíbrio. Um toque da minha mão direita em sua cabeça deveria incapacitá-lo tempo suficiente para eu fugir. Eu estiquei a mão…

     – Toque nele e eu revogo minha promessa de não lhe ferir.

    A voz de Vlad cortou o ar da noite, congelando a minha mão a um centímetro do seu objetivo. O outro vampiro se levantou imediatamente, ficando novamente alerta. Merda! Gritei silenciosamente. Como Vlad sabia o que eu ia fazer?

     – Do mesmo jeito que eu sabia que você estava me espionando antes, – ele respondeu com divertimento sarcástico. – Você tem suas habilidades incomuns. Eu tenho as minhas, e ler mentes é uma delas.

     Ler mentes. Não é de se admirar que ele fosse capaz de me ouvir quando estabeleci uma ligação com ele! Lentamente eu virei em direção a sua voz. Chamas ainda saiam  pela janela do hotel iluminando Vlad com um brilho laranja. Ele caminhou em nossa direção enquanto arrastava alguém que estava tão coberto de fuligem e crostas que eu não podia dizer qual dos meus captores ele era.

     – Onde estão os outros? – eu perguntei, tentando soar calma.

     Suas feições estavam brumosas por causa da fumaça e das sombras, mas captei um  vislumbre de dentes brancos

     – Cinzas.

     Seu prisioneiro tentou escapar, mas Vlad o segurou com mais força até seus dedos desaparecerem na carne escurecida debaixo deles. Eu desviei o olhar, meu estômago revirando. Sirenes puderam ser ouvidas sobre os murmúrios das pessoas que vinham dos seus quartos do hotel para encarar abobadas, o fogo. Vlad não estava perturbado, como se atear fogo em um quarto de hotel e então conter um vampiro queimado fosse o que ele normalmente fazia em uma quinta a noite.

     – Você tem o que queria – eu disse, ainda tentando soar controlada – agora mantenha sua palavra em nosso acordo e deixe-me ir.

     Aquele olhar esmeralda parecia me atravessar. – Eu concordei em não te ferir. Quanto a deixar você ir, eu irei… depois de termos uma conversa mais detalhada.

     O desespero caiu em mim. A ideia de Vlad ter uma conversa detalhada provavelmente significava tortura seguida de execução. Eu deveria saber que alguém que queimava, de forma insensível, várias pessoas até a morte não iria honrar sua palavra em me deixar ir. Mas inacreditavelmente eu ouvi a voz de Marty acima do barulho das sirenes.

     – Corra Frankie, corra!

     Vlad virou em direção ao som bem a tempo de ver Marty ir em direção a ele com se tivesse sido lançado de um canhão. Eu me perguntei por que ele não tinha feito nada quando fui sequestrada, mas ele devia ter me seguido e ficado escondido até achar que tinha a melhor chance de me resgatar. O problema era que, essa não era a melhor chance.

     Tudo pareceu acontecer em câmara lenta ao invés de acelerado dessa vez. O parceiro de Vlad sacou uma faca de prata e me empurrou para o chão. Vlad não fez nenhuma tentativa para evitar o ataque de Marty, mas continuou segurando o vampiro queimado e ampliou sua postura com se desafiasse Marty a derrubá-lo. Estava escuro, mas acho que vi a expressão determinada de Marty um instante antes de seu corpo colidir com o de Vlad. Como se estivesse presa em um pesadelo, vi Vlad absorver o impacto enquanto permanecia de pé, sua mão mortífera que estava livre irrompeu em chamas quando ele esticou para o meu amigo.

     – Não! – eu gritei.

   Ao invés de correr como Marty mandou, eu me atirei sobre Vlad. Minha mão direita pousou em sua perna, o desespero fazendo aquelas odiosas correntes internas saindo de mim para ele com mais poder que o normal.

    Com o meu pânico e a voltagem que canalizei no soquete de luz, Vlad deveria ser jogado do outro lado do estacionamento. Ao invés disso, ele permaneceu onde estava. O único efeito foi um tremor que o moveu e o cheiro de ozônio que superou brevemente o cheiro  da fumaça. Aquela mão em chamas agarrou Marty antes que eu registrasse que ele se moveu e então a cabeça negra de Vlad se virou em minha direção, olhos brilhantes cor de esmeralda encontrando o meu olhar chocado.

     – Isso  – ele disse de forma articulada, – Foi grosseiro.

    A visão dele contendo dois vampiros, que se debatiam , foi a última coisa que vi antes da minha visão ficar cinza…”

(Traduzido por fãs) Equipe Night Huntress de tradução.

 ONCE BURNED –  Ou, Uma vez Queimado. – Leila conhecida como Frankie era uma garota de circo, passava a maior parte do tempo se exercitando com Marty, para manter a forma nos trampolins.

Quando criança sofrerá um terrível acidente, que quase a levou a morte. Mas quando se recuperou  ela descobriu que tinha adquirido algumas  habilidades estranhas…

Vlad Tepesh, um dos vampiros mais temidos de todos os tempos. O empalador, citado em velhas histórias de terror, como Drácula. Mas que não o chamassem de Drácula, se tivesse amor à vida. Vlad tem a habilidade de controlar o fogo e tem um temperamento explosivo. São poucos os inimigos que conseguem enfrentá-lo e não sair tostado. Até aparecer uma mortal com poderes  mais impressionantes que os seus… Ela fora capturada por seus inimigos e usada para destruí-lo. Mas o que eles não contavam era que, quando Vlad e Leila se encontrassem seus poderes iriam consumi-los em uma grande atração.

Mas será se esta atração que se incendeia entre eles será suficiente para unir suas forças e derrotar um velho e poderoso inimigo de Vlad?

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NIGHT HUNTRESS WORLD – 02 – ETERNAL KISS OF DARKNESS

DE: JEANIENE  FROST

 

     ” … O olhar de Mencheres demorou-se nos peitos dela até que Kira cruzou os braços sobre eles com uma irritação óbvia. Ela deu a ele um olhar penetrante enquanto os olhos dele viajaram para cima para encontrar os dela. Ele olhou para longe, quase rindo do seu inesperado abuso. Quantos séculos se passaram desde que ele foi pego cobiçando os seios de uma mulher? Os seios vestidos de uma mulher, na verdade. O seu co-regente, Bones, iria fraturar uma costela rindo se ele soubesse.

     ― Algumas coisas não devem mudar nunca, ― Kira murmurou sobre sua respiração.

     Mencheres se encontrou sorrindo. ― Parece que não. ―

     Kira passou uma mão no seu cabelo, dando a ele mais um feminino, e desaprovador olhar antes da sua expressão ficar séria.

     ― Por que você não parou aqueles ghouls ontem antes de eu aparecer? Você…

   ― Quieta, ― Mencheres disse instantaneamente. Gorgon saiu de vista, mas ele ainda podia escutá-la.

    ― Eu pensei sobre isso, mas não faz sentido, ― Kira continuou, ignorando completamente a ordem dele para ficar calada. Por um segundo de surpresa, Mencheres não soube como reagir. Devem ter passado séculos ao menos desde que um humano ousou ignorar suas ordens. ― Você nem precisou tocar neles para ― uou!…

   Ele saltou da piscina para fisicamente impedir Kira de pronunciar outra maldita frase colocando seu dedo na boca dela. Água pingando nas roupas dela, e seus pálidos olhos verdes se arregalaram enquanto ele se aproximava dela.

     ― Nunca fale sobre isso novamente, ― Mencheres disse, sua voz suave, mas dura. Ele não podia hipnotizá-la para que ficasse em silêncio, mas se precisasse, ele iria amordaçar Kira para que Gorgon não descobrisse sobre o frustrado plano de Mencheres com os ghouls de ontem.

     Os batimentos cardíacos dela se aceleraram no momento que ele pulou da água, e continuaram elevados quando ela tirou os olhos do rosto para o resto do corpo dele. Então ela arfou.

     A sua respiração quente vibrou contra o dedo que ele manteve segurando os lábios dela. Kira arfou novamente enquanto seu olhar ia dos ombros até os pés dele, e então se fixou em um ponto no meio das pernas dele. Abruptamente, o humor sombrio de Mencheres por ela quase contar seu segredo, mudou para divertimento quando Kira parecia não ser capaz de afastar o seus olhos.
___
Quando o vampiro saiu da água para se agachar em frente a ela, o primeiro pensamento de Kira foi, Uh-oh. Ela nem viu ele se mover antes de ficar em cima dela, os olhos negros queimando com advertência, água pingando nela. Aquele único dedo nos lábios dela foi como um mini martelo, e Kira se lembrou que na cadeia alimentar, ele era o predador, e ela era a presa. Ele realmente não gostou desse tópico, então eu vou ficar quieta agora, foi sua decisão lógica.

   Então ela olhou para baixo ― e esqueceu o que ela ia perguntar para ele. Gotas de água acariciavam o mais duro, firme corpo que ela já viu. O peito, os braços, e a barriga de Mencheres eram cobertos com o mais intrigante padrão de músculos que pareciam muito perfeitos para serem reais. A sua pele clara apenas enfatizava o quão preto o cabelo dele era, pingando em rios negros até os seus ombros. Em algum momento ontem, ele cortou as partes desiguais, então estava no mesmo comprimento agora. O olhar dela se arrastou para mais baixo, revelando que as pernas dele eram tão deliciosamente esculpidas quanto o resto dele. Nada interrompeu a visão dela da firme, e ondulada carne dele, porque Mencheres estava nadando nu. Kira estava surpresa em ver que ele não tinha pelo em nenhum lugar, mesmo no meio das suas coxas…

     Os olhos de Kira se fixaram ali, se aumentando. Ai. Meu. Se o vampiro ainda não estivesse com o dedo nos lábios dela, ela os teria lambido por reflexo.

    ― Algumas coisas não devem mudar nunca, ― uma voz profunda registrou, enquanto o dedo dele deixava os lábios dela para levantar seu queixo.

    Kira relutantemente moveu seu olhar para encontrar os olhos escuros de Mencheres. Eles estavam desprovidos da antiga raiva, e os cantos da sua boca se retorciam. Sua mente distraída finalmente traduziu que ele repetiu a observação restritiva que ela fez mais cedo, e ela riu.

     ― Culpada, ― ela admitiu, resistindo à urgência de olhar para baixo novamente. Sem duvidas o vampiro não usava um short de natação.

     Ele sorriu enquanto se sentava. ― Alguém poderia dizer que eu sabia que isso aconteceria. ―
Ele se virou, puxando uma toalha branca de uma cadeira que estava próxima e colocou ao redor do seu quadril com uma casual falta de pressa que dizia que a ação era mais por educação do que por modéstia. Kira balançou a cabeça levemente. Pelo menos agora com ele coberto da cintura para baixo, ela poderia ser capaz de manter sua linha de pensamentos.

    Claro, sua linha de pensamento inicial foi o que o fez se jogar para fora da piscina para silenciar ela. Alguma coisa sobre ontem deixou Mencheres tão assustado, que ele se recusou a discutir isso com ela. Foi simplesmente porque ele esteve tão perto de ser comido por ghouls? Ele não quer se lembrar de quão indefeso ele ficou? Ele não parecia envergonhado por isso ontem quando ela acordou pela primeira vez, mas talvez isso tenha mudado. Uma reação traumática atrasada, ou algo familiar. Ela já experimentou isso antes.

     De qualquer maneira, era claramente um assunto delicado, e mesmo que todos os seus instintos investigativos estivessem queimando de curiosidade, ela preferia sua liberdade. Estava claro que se manter de bem com Mencheres estava diretamente relacionado com ele deixar ela ir, então ela deixou para trás o assunto da confusa falha dele para conseguir sua liberdade mais cedo. Voltar a sua vida era mais importante do que descobrir porque um vampiro assustador e poderoso tinha quase morrido nas mãos de vários ghouls que ele tinha matado mais tarde sem nem ao menos ter tocado neles.

    ― Você disse que eu podia ligar para minha irmã, ― Kira o lembrou, mudando de assunto.

    Ele se levantou com a mesma rapidez e graça que todos os seus movimentos pareciam ter. ― Sim eu disse. Venha. ―

     Mencheres ofereceu sua mão e Kira a pegou, deixando-o puxá-la até ficar em pé. Ela olhou para sua blusa e calça emprestadas, sentindo elas se aderirem a ela nos lugares que a água da piscina do Mencheres tinha pingado.

     Ele ofereceu a sua toalha sem a mínima hesitação, sendo que era a única coisa cobrindo-o. ― Por favor, use isto. ―

     Assim como quando ela estava pendurada pela corda do lado de fora da casa, Kira disse a si mesma para não olhar para baixo. ― Ah, não obrigada, eu acho que você precisa mais disso do que eu.

     A boca dele se retorceu de novo, como se ele estivesse lutando para esconder um sorriso…”

(Traduzido por fãs) Equipe Night Huntress de Tradução.

ETERNAL KISS OF DARKNESS – Ou, Beijo Eterno das Trevas – Mencheres, um poderoso Vampiro Mestre, um dos mais velhos vampiros existentes na face da Terra, teve seu destino mudado ao ter que intervir na morte iminente, de uma mulher. Que inadvertidamente pensava estar salvando-o de um ataque de ghouls.

A investigadora particular de Chicago, Kira Graceling, deveria apenas se manter andando, mas seu senso de responsabilidade não a deixou ignorar os gemidos de dor que vinham de dentro de um armazém pouco antes do amanhecer. Ela enfrentou os ghouls e esteve a beira da morte ao tentar resgatar Mencheres. E de repente se viu em um mundo que jamais imaginou, nem em seus piores pesadelos.

  Mencheres que pensava ter visto de tudo, fica surpreso ao conhecer Kira. Uma mulher bonita, determinada, destemida e… humana. E que só se aproximou dele pensando em ajudá-lo. Seus poderes não afetam sua memória, ele não consegue nem ler sua mente. Ele fica fascinado por suas atitudes e totalmente atraído por ela. Mas ela desconhece sua verdadeira história… Uma guerra imortal estava sendo tramada nas trevas…

Embora ele queime por Kira, ele não pode mantê-la em seu mundo, pois significa arriscar a vida dela. Mas ter que mandá-la embora para ele seja algo impensável. Com o perigo se aproximando, Mencheres terá que decidir logo, abraçar seu destino, o qual ele já tinha previsto sua morte ou lutar com a mais escura magia para tentar derrotar seu inimigo. Por seu povo, e para manter a mulher que ele deseja,  viva.

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NIGHT HUNTRESS WORLD – 01 -FIRTS DROP OF CRIMSON

DE: JEANIENE FROST

SPADE

 

     “…Spade desceu para o primeiro andar, imaginando que encontraria Denise na cozinha. Ela tinha comprovado ter um apetite voraz independente de seu humor. Todas as suas residências tinham uma cozinha para garantir que os membros humanos de sua linha fossem bem alimentados. Henry, o chef de sua casa em St. Louis, tinha estado mais ocupado desde que Spade chegou com Denise.

     – Criador, –  Henry disse ao Spade.

     Ver a reação da Denise divertiu o Spade. Ela estava de costas para ele, mas o endurecimento de seus ombros foi evidente. Seu título entre os membros de sua linhagem deixava Denise desconfortável. Isso não incomodava Spade. Afinal de contas, ele já foi chamado de algo mais formal quando ele era humano.

     – Henry – Spade acenou para o jovem homem antes de sentar perto de Denise na mesa da cozinha. Pela aparência do prato dela, ela esteve comendo lasanha, com muito alho. Ele reprimiu um sorriso. Cat tinha contado muito sobre vampiros para Denise, mas não tudo.

     Spade pegou um pedaço de alho levemente frito do prato dela e comeu, fazendo questão de fazer som de êxtase fingido.

     – Ah, Henry, delicioso. Eu vou pegar um prato pra mim.

     – Isso não vai te fazer mal? –  Denise perguntou surpresa.

     Ele se manteve sem expressão. – Eu posso comer comida sólida. Apenas prefiro não comer, na maioria das vezes.

     – Não isso.-  Denise balançou a mão. – Alho. Não faz mal para vampiros?

     – Realmente não. Essa é uma das razões que eu aprecio tanto visitar a Itália. Não se pode dobrar uma esquina sem dar de cara com uma veia temperada cheia desse sabor delicioso.

  Spade lambeu os lábios. Denise viu e empalideceu, empurrando seu prato. Esse foi o máximo que ele aguentou conter sua risada.

     – Eu tenho um presente pra você, –  ele disse, como se ele nem tivesse percebido a reação dela. O olhar dela ficou coberto de suspeita.

    – Por quê?

    Ela realmente precisava trabalhar sua habilidade de atuação. Nenhum humano novo em sua linha usaria esse tom com ele, especialmente com outros ao redor.

     Ele se levantou. – Venha.

    – Criador, você ainda gostaria da comida? – Henry perguntou.

    Spade estendeu a mão para Denise. Ela parou. – Mantenha a comida quente pra mim,-  ele disse para Henry, e endureceu o olhar para Denise. Pegue-a, ele disse pra ela bem baixinho.

     Ela colocou sua mão na dele. Ela estava quente, quase febril, exceto que não havia indícios em seu olhar que indicassem doença. Não, eles estavam brilhando com irritação por causa do seu jogo de poder.

   Spade ignorou isso, segurando sua mão e puxando ela da cadeira. Ele não a soltou quando ela já estava de pé, apesar de ela ter dado um puxão.

    – Vamos para o meu quarto, querida, – ele disse, tendo certeza de que sua voz estava alta e clara.

     Os olhos dela se apertaram. Ela tinha dormido em um quarto sozinha desde que eles chegaram porque demônios não poderiam entrar em residências particulares, mesmo que Raum os tivesse seguido através de vários Estados. Mas isso não chegou até aqui para agora haver dúvidas entre as pessoas da posição dela com ele.

    Para o mérito dela, Denise não soltou uma recusa indignada. Ela apertou os lábios e o deixou guiar pela escada acima. Se ele não a conhecesse, ele acharia que a temperatura dela aumentou um grau quando eles chegaram ao quarto dele.

     Lá dentro, ele fechou a porta e soltou a mão dela.

   – Há limites de até onde eu estou disposta a ir nessa encenação.

     Ele não mostrou sua irritação perante a implicação dela de que ele tinha usado as circunstâncias para forçá-la a ir para a cama. – Diga quais são.

    Do jeito que a boca dela abriu e fechou, ela não tinha esperado essa resposta. Finalmente ela disse, – Levaria menos tempo listar as coisas que eu faria.

     – Então liste-as, e eu lhe direi se você precisa adicionar algo.

     Aquele olhar desafiador estava de volta no olhar dela. Spade sorriu por dentro. Raiva era bom para o espírito dela. Era ruim para o plano dele se ela não pudesse balanceá-la com bom senso, mas o tempo iria provar se Denise era tão esperta quanto era adorável.

     – Tudo bem. –  Ela endireitou os ombros, seu cabelo escuro farfalhando com o movimento. – Obviamente eu estou disposta a fingir com você quando as circunstâncias pedirem por isso. Eu posso agir subserviente se for necessário, mas não espere isso quando estivermos sozinhos. Eu posso agir de forma carinhosa e até mesmo te beijar para fazer as coisas parecerem reais. Mas pára ai, e eu não vou deixar você beber de mim.

     Spade não pode se segurar. – Com todo aquele delicioso alho em seu sangue? Vou chorar.

     O olhar dela estreitou. – Você está tirando sarro de mim.

     Ele se permitiu sorrir. – Um pouco.

    – Você terminou? – Ela empinou o queixo e os ombros. Spade aumentou o sorriso. Se ela soubesse que sua postura agressiva fazia seus seios se sobressaírem de forma tentadora, ele particularmente duvidava que ela mantivesse essa postura. E longe dele dizer tal coisa vulgar em voz alta.

    Spade deixou esse pensamento de lado, porque ele levava a outros que era melhor não explorar. – Sendo esses seus limites, eles bastam, embora você precise superar sua aversão de ficar próxima a mim. Vampiros frequentemente são carinhosos em público com suas propriedades. Se eu tivesse que me inclinar para perto de você ou colocar meu braço ao seu redor, pareceria estranho se você pulasse como se tivesse sido esfaqueada.

   Denise teve a boa vontade de parecer envergonhada. – Desculpe, eu vou trabalhar isso.

     – Certamente. – Ele não pode manter a secura fora de seu tom. – E mesmo que eu confesse que foi divertido ver você se entupindo de alho nos últimos dias, você não precisa ter medo de que eu morda você.

     Um alívio tão grande transpareceu no rosto dela que ele ficou dividido entre ser divertido e ser insultado. Será que ela estava prestes a investir em uma coleira de prata em seguida?

     – Quanto as coisas irem além de beijar, você não tem com o que se preocupar também, – ele continuou, sondando ela com o olhar.  – Não me faltam parceiras na cama, então eu não preciso implorar por migalhas.

     Ela puxou o ar, aqueles olhos castanhos parecendo mais verdes com sua raiva. Tinha que ser um golpe de luz, mas novamente, eles o lembravam os olhos de um vampiro. Ele deu outra passada de olhos nela, mais devagar dessa vez. Uma pena que ela não era uma vampira. Se fosse, ele podia esquecer que Denise estava sob a proteção de Crispin. Ele podia esquecer que ele não misturava prazer com negócios, e ele podia testar se ela tinha superado a tristeza por aquele pobre sujeito que foi rasgado em pedacinhos.

     Spade avançou um passo, algo dentro dele se incendiando quando ele percebeu a mudança na respiração dela. Ela ficou mais rápida, assim como suas batidas do coração. Ele deu outro passo e então o cheiro dela mudou também, aquela fragrância de mel e jasmim ficando mais forte. Com mais um passo ele estava a apenas um passo de distância dela, capaz de sentir a aura de calor que o corpo dela emanava. Os olhos dela estavam arregalados, mais marrom do que verdes agora, e sua boca – carnuda, sedutora – abriu ligeiramente. O gosto dela seria de mel e jasmim se ele a beijasse? Ou ela teria um sabor mais rico e sombrio, como as profundezas do seu espírito que ele vislumbrava em seus olhos?

     Abruptamente ele girou sobre os calcanhares. Denise não era uma vampira, então não havia o porquê ficar pensando tais coisas. Eles encontrariam Nathaniel e o dariam a Raum. Então, assim que ela tivesse aquelas marcas de demônios retiradas, ela iria pra longe dele, para logo morrer assim como todos os humanos faziam. E ele não ia passar por tudo aquilo de novo.

     – Seu traje para hoje a noite está na penteadeira, –  ele disse, e bateu a porta atrás dele…”

Equipe Night Huntress de Tradução. Night Huntress [Oficial]

FIRST DROP OF CRIMSON – Ou,  A Primeira Gota de Carmesim – Denise MacGregor a melhor amiga da meia-vampira Cat Crawfield,  sofrera perdas mais do que um humano normal poderia suportar. Seu marido Randy fora morto, vítima de monstros.  Ela tinha jurado nunca mais ficar em companhia dos vampiros, a culpa de sua morte lhe roia os ossos.

Alguns de seus parentes tinham morrido, aparentemente por causas naturais. Mas, quando seu primo morre, bem diante de seus olhos, nas mãos de um ser misterioso, ela teve que recorrer à ajuda de seus amigos vampiros. Mas foi Spade que se ofereceu em  ajudá-la.

Spade era um vampiro mestre muito poderoso, que andava na Terra por séculos. Apesar dele não ser nada confiável e muito assustador para Denise, ele jura em nome de Bones e Cat protegê-la do perigo. Principalmente depois dela ter sido marcada por um demônio metamorfo.

Mas, esta sedutora humana desperta as suas fomes mais profundas. As marcas do demônio tornam o seu sangue perigosamente irresistível. E ele é um imortal que deseja prová-la.

Porém, Spade sabe que ele deve lutar contra a sua vontade de tê-la enquanto eles encaram o pesadelo demoníaco, juntos…

Porque uma vez que a primeira gota de carmesim cair, os dois estarão perdidos.

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A NIGHT HUNTRESS – 6° LIVRO – ONE GRAVE AT A TIME

DE:  JEANIENE FROST

     “…Então Elisabeth foi morta por um fanático homicida com um caso sério de aversão a mulheres. Eu sabia como era ser destacada por um fanático e isso me fez ainda mais simpática em relação a ela.

     – Sinto muito.

     Disse, dessa vez com mais sinceridade.

    – Porém Kramer teve o troco, espero que tenha sido longo e doloroso.

     – Não foi.

      Ela disse, com um tom de amargura em sua voz.

   – Ele caiu de seu cavalo e quebrou o pescoço instantaneamente ao invés de ser pisoteado e deixado para sofrer.

        – Não é justo.

    Concordei, enquanto pensava que pelo menos Kramer deve ter tido uma prova do seu próprio remédio no inferno.
Bones olhou longamente e de forma especulativa para Elisabeth.

     – Sabe bastante detalhes sobre sua morte, não é?

     Elisabeth encontrou seu olhar. Em seu estado meio nebuloso, seus olhos eram azuis médios, me fazendo pensar se eles haviam sido azuis escuros como os de Tate quando ela estava viva.

     – Sim, eu quem assustou o cavalo dele.

     Ela respondeu na defensiva, alheia ao trocadilho em suas palavras.

     – Eu queria vingança pelo que ele fez a mim, e para colocar um final às mortes de mais mulheres na cidade para onde ele esta viajando.

     – Bom para você.

    Falei imediatamente. Se ela esperava ser julgada, não tinha ouvido muito sobre mim. Ou Bones.

     – Gostaria de poder apertar sua mão.

     – Com certeza.

     Bones disse, erguendo seu uísque em saúde.

     Elisabeth olhou fixamente para nós dois por algum tempo. Então, muito lentamente, ela se ergueu e flutuou, estendendo sua mão para mim.

     Eu me mexi automaticamente. Acho que ela não sabia o que era uma afirmação metafórica. Então estendi a mão, me lembrando de que isso não era diferente das outras vezes em que deixava fantasmas passarem através de mim em cumprimento. Mas quando a mão dela se fechou sobre a minha, aquele sentimento comum de formigamento seguindo pelos meus dedos batendo direto através dela não aconteceu. Inacreditavelmente, um aperto gelado retribuiu o cumprimento, consistente como minha própria carne.

     – Filha da puta!

     Exclamei, dando um pulo e ficando de pé. Meu gato sibilou e saltou para o lado do sofá, rancoroso por ter sido tirado de onde estava.

    De repente, Elisabeth estava de pé na minha frente em cores vibrantes, como se ela tivesse mudado de um canal distorcido para um em alta definição. Seu cabelo, que eu pensei ser de um marrom indefinido, brilhava com ricas mechas castanhas e seus olhos eram de um azul tão profundo que pareciam o oceano à meia-noite. Suas bochechas tinham um tom rosado, destacando uma complexidade que só podia ser descrita como pêssegos e creme.

     – Inferno sangrento.

     Bones balbuciou, também se levantando. Esticou a mão para segurar o braço de Elisabeth, sua expressão espelhando meu choque quando seus dedos se fecharam ao redor de carne sólida ao invés de passar através de energia vaporosa.

     – Eu disse para vocês que alguns da minha espécie são mais fortes que outros.

     Fabian murmurou de trás de Elisabeth.

  Você não estava brincando, não é? Pensei de forma entorpecida, incapaz de parar de apertar a mão muito gelada de Elisabeth, dedos muito firmes para verificar mais uma vez que ela era realmente sólida.

     Mas logo depois de eu fazer isso, senti um estalo de energia no ar, como se um balão invisível tivesse estourado. Alfinetadas e agulhadas eclodiram na minha pele enquanto a mão que eu estive segurando desaparecia. Logo em seguida, a aparência de Elisabeth voltou a ter cores opacas e o braço que Bones esteve segurando se desfez sob sua mão, deixando seus dedos curvados – como os meus estavam – ao redor de nada mais do que um contorno transparente de carne que não estava mais lá.

     – O máximo que posso me fundir em forma sólida são alguns poucos minutos, mas é muito desgastante.

    Elisabeth disse, como se o que ela tinha feito não fosse incrível o suficiente.

     – Porém Kramer é mais forte que eu.

   Senti como se meu cérebro ainda estivesse brincando de pega-pega por tudo que acabei de testemunhar.

     – Kramer? Você disse que ele morreu séculos atrás.

     – Morreu.

     Elisabeth respondeu com uma raiva assustadora.

   – Porém toda véspera do dia de Todos os Santos*, ele caminha.

    Se um pino tivesse caíno na sala, teria quebrado o silêncio repentino com o mesmo efeito de uma bomba. Eu tinha uma boa ideia do que Elisabeth queria dizer com ―ele anda,‖ mas porque era muito absurdo para eu imaginar, tive que ter certeza.

   – Você está dizendo que depois que o imbecil homicida morreu, Kramer se tornou um fantasma que pode andar por aí em carne sólida todo Dia das Bruxas?

     Elisabeth franziu com o termo imbecil, mas ela focou no resto da minha pergunta sem hesitação.

     – Até onde sei, somente nas últimas décadas Kramer tem sido capaz de se manifestar em carne uma noite inteira.

     – Porque só na noite do Dia das Bruxas?

     Claro, é o momento em que a muitas pessoas celebram a ideia de fantasmas, ghouls, vampiros e outras criaturas, mas a maioria deles não acredita que essas criaturas existam.

    – É o momento em que a barreira entre os mundos está mais fina, – Bones respondeu. – A celebração do Samhain vem de muito antes de os humanos fazerem de doces e fantasias um feriado nada a ver.

     Elisabeth contorceu a boca.

     – Kramer não percebeu a ironia em ser fortalecido por uma noite dedicada ao que ele uma vez considerou um culto herege.

     Ele ainda acredita estar agindo ao lado de Deus, como se o Todo Poderoso não tivesse deixado claro que Ele não quer ter nada a ver com o Kramer.

     – E o que ele faz no Dia das Bruxas?

     Eu aposto cada gota de sangue no meu corpo que Kramer não o passa brincando de doçura ou travessura.

     – Ele extrai ―confissões‖ de bruxaria de três mulheres que ele coage um cúmplice humano a sequestrar, e então ele as queima vivas.

     Elisabeth respondeu, um espasmo de dor cruzando seu rosto.
É oficial. Agora eu queria matar um fantasma, uma noção que eu descartei como improvável apenas vinte minutos atrás. O problema era, matar vampiros e ghouls era minha especialidade. Não pessoas que já estavam realmente mortas…”

ONE GRAVE AT A TIME – Ou, Uma Sepultura de vez. –  Cat Crawfield e Bones são surpreendidos por uma visita inusitada. Elizabeth. Uma antiga conhecida de Fabian, o fantasma, adotado por eles.

Elizabeth fora morta por um caçador de bruxas séculos atrás. E  ela acaba  matando seu assassino, para evitar que ele continue com suas atrocidades e por pura vingança.

Porém,  o tiro saiu pela culatra quando Heinrich Krames, após a morte, se torna um espírito poderoso e perverso. Que em todo Halloween, ele assume forma física para torturar mulheres inocentes antes de queimá-las vivas.

Cat utilizará da habilidade de canalizar espíritos que adquiriu quando evitava uma guerra do submundo em Nova Orleans, de Marie, a Rainha do Vodu. Para enfrentar o temível espírito de Krames.  Mas Cat e Bones terão que ter cuidado quando forem tentar enviá-lo de volta para o outro lado da eternidade para sempre. Um passo em falso e Cat e Bones podem cavar suas próprias sepulturas de vez.

Mas, como você envia um assassino para a sepultura quando ele já está morto?

OBS:  A série Huntress Night with Cat e Bones, intitulado Up from the Grave  será liberando 28 de janeiro de 2014.

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A NIGHT HUNTRESS – 5° LIVRO – THIS SIDE OF THE GRAVE

  DE: JEANIENE FROST

     “Eu olhei em volta, tentando identificar onde Bones estava, quando da mesma forma que de repente eu tinha subido, eu comecei a cair. Meus braços começaram a fazer aquele louco movimento novamente, mas desta vez, nada aconteceu. Uma estúpida resignação me encheu quando vi a distância entre mim e o rio desaparecer. Boa coisa Bones estar com a minha jaqueta de couro, foi o meu último pensamento antes de chegar ao rio com um tremendo splash.

      O solavanco passou pelo meu corpo como um chute circular. Meu impulso me afundou vários metros debaixo d’água e eu surgi cuspindo fora o que tinha engolido acidentalmente quando respirei com o impacto. A face de Bones foi a primeira coisa que vi quando ressurgi. Ele flutuava no ar, alguns metros acima de mim, como uma bela visão, olhando para mim com um sorriso.

     – Eu lhe disse que saltar da ponte iria avivar seus instintos o suficiente para você voar.

     Eu dei um penetrante olhar para o menos-que-cheiroso rio em que eu estava flutuando. – Sim, mas eu ainda estou na água, então isso não funcionou tão bem como você pensou que iria.

     Seu sorriso se ampliou. – Nunca disse que não praticaria antes de você aprender a como se manter em movimento.

     Eu me aremessei para ele, decidida a mergulha-lo na água comigo, mas ele primorosamente escapou do meu agarre, rindo. Então ele me puxou para fora do rio por meus ombros. Com uma habilidade controlada voou em seguida – exibido – e eu estava de volta no topo da ponte, encharcando o peitoril de metal com as minhas roupas encharcadas.

     – Tudo bem. Outra vez, –  Bones declarou.

     Eu olhei para o rio abaixo e depois devolta para ele, notando que ele estava longe o suficiente para evitar qualquer outra tentativa que eu pudesse fazer de agarrá-lo a força. Antes dessa noite acabar, eu prometi a ele em silêncio, você estará mergulhando nessa água comigo. Necessidade poderia ter o levado a insistir nesta forma extrema de lição de vôo, mas seu sorriso falso disse que Bones estava adorando me ver espatifando no rio enquanto eu lutava para encontrar minhas asas de vampira.

     – Eu tinha esquecido o quanto você costumava apreciar dificultar as coisas para mim no treinamento. Receba cada jogada barata, cada golpe baixo, certo?

     Seu sorriso se tornou mais perverso, confirmando o meu palpite. – Será difícil te estressar o suficiente para voar, agora que você já pulou uma vez. Talvez tenha que te jogar para que o seu sangue suba o suficiente dessa vez.

     – Nem pense nisso, –  eu avisei.

     Uma sobrancelha arqueou. – Esse é um desafio, Kitten?

     Ele estava de alguma forma do meu outro lado, movendo-se com a rapidez de um relâmpago que me deixou sem defesa. Eu senti num piscar de olhos um aperto, um empurrão – e então eu estava caindo em direção ao rio, minhas maldições fluindo tão rápido quanto o vento e rapidamente me aproximando da
água.

     – Maldição, eu vou te pegar por isso! Apenas espere até eu colocar minhas mãos em você.

     – Paus e pedras*, amor, –  Eu o ouvi gritar em resposta. Então eu colidi com o rio, aumentando minha fúria violenta. Eu emergi bravejando novamente, vendo Bones pairando sobre mim, desta vez sem se preocupar em conter o seu riso.

      – Você parece um rato afogado. Talvez você devesse tentar se mover menos e se concentrar mais na próxima vez.

     – Você vai pagar tão caro por isso, –  Eu jurei, disparando para ele.

     – Se você quer a sua vingança, venha buscá-la, –  ele zombou, voando para fora do meu alcance, enquanto eu continuei nadando em sua direção.

     Meus olhos se estreitaram. Ele queria jogar, hein? Bem, talvez eu tenha esquecido o quanto gostava de ser cruel nos treinamentos, mas ele obviamente tinha esquecido que eu era rápida em aprender. Você voou duas vezes antes, o que significa que você tem a habilidade. Você só precisa avivar isso, ele disse há apenas pouco tempo.

     Ah, eu iria avivar isso. Agora mesmo.

     Eu canalizei todos os meus planos de vingança em desenhar o ar acima de mim como uma escada que eu poderia subir, como se eu pudesse torná-la sólida na minha mente. Bones continuou a voar em círculos por cima de mim, perguntando como eu gostava do meu banho noturno e refletindo que não deve ser verdade que os gatos* não gostavam de água. Eu ignorei aquelas piadas, continuando a imagem no ar como se fosse algo maleável.

     Energia começou a empurrar contra minha pele, crescendo até arranhar com a mesma constância que meu coração pulsava dentro mim. Lembre-se de como você sentiu o ar antes. Não é um espaço vazio. É algo que você pode dar forma e moldar, impulsionando você pra cima e além dele, se você apenas se concentrar num esforço suficiente…

    Quando eu senti o ar acima de mim pulsando na hora certa com a energia no meu corpo, eu saltei pra fora da água. Bones estava no meio de sua próxima passagem por cima de mim e eu corri atrás dele, embora ele arrancasse para trás no último segundo. Aquele sentimento exultante voltou, como um choque de adrenalina para o meu sistema, quando eu senti o ar se curvar a minha vontade, me permitindo o impulso e apoio para pegá-lo como um equipamento aéreo que nos fez voar ao redor.

     E então, com um riso vitorioso, eu apertei o meu agarre e caimos no rio, o seu riso em resposta foi a última coisa que ouvi antes da água se fechar sobre nós.”

( Traduzido por fãs) Equipe Night Huntress de Tradução. Night Huntress [Oficial]

THIS SIDE OF THE GRAVE – Ou, “Esse Lado da Sepultura”. Cat Crawfield passa por grandes mudanças em sua pós-vida. Ainda se ajustando a ter deixado de ser meio-vampira e passando a vampira por inteiro. Mas mesmo assim, ainda com suas  diferenças. Cat se alimenta de vampiros. Sugando seu sangue e suas habilidades ao mesmo tempo.

      Cat e Bones, seu marido,  um vampiro mestre. Têm afrontado e derrotado seus inimigos, lutando pelo direito de estarem juntos. Mas as novas e inesperadas habilidades adquiridas por Cat,  trazem novos inimigos, que ameaçam perturbar  o equilíbrio que ambos tinham conseguido.

     Rumores levam a crer que misterioso desaparecimento de vampiros, são obras de um fanático, para incitar uma guerra entre os ghouls e os vampiros.  E se estes dois grupos poderosos se confrontarem, mortais inocentes podem ser os mais prejudicados.

     Cat e Bones se vêm forçados a pedir ajuda a uma perigosa aliada; A própria rainha dos ghouls de New Orleans, Marie. Poderosa e cheia de habilidades mortais.

      Mas até que ponto eles poderão acreditar em sua ajuda? E a que preço? Sua ajuda, poderá se mostrar muito mais traiçoeira do que, até mesmo, à ameaça de uma guerra sobrenatural. Para não falar do efeito colateral que essa ajuda poderá causar a eles.  Como poderes tão difíceis de ser controlados que podem ser mais dizimadores do que enfrentar o próprio inimigo.

     Será se Cat conseguirá  evitar uma guerra entre os ghouls e os vampiros?

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A NIGHT HUNTRESS – 4° LIVRO – DESTINED FOR AN EARLY GRAVE

DE: JEANIENE FROST

OBS: Se houver interesse em baixar esse livro, deixe o seu        e-mail no comentário ou entre em  contato conosco:  jugloxinia@uol.com.br .

Madarei por e-mail.

     “Quando a cortina desceu no intervalo, eu sabia de três coisas: Eu amava a ópera, eu queria uma bebida, e eu tinha que fazer xixi.

     – Eu vou com você. –  Bones anunciou, quando eu expressei a minha necessidade de um banheiro.

     Eu revirei meus olhos.  – Eles têm regras sobre isso.

     – Eu tenho que renovar meu batom, Cat, você se importa se eu te acompanhar? –  Sonya perguntou. –  Bones, você poderia trazer um pouco de champanhe, eu adoraria uma taça também. É logo após os banheiros, assim você não terá problema em nos encontrar.

     A tradução era óbvia. Bones estaria perto no caso de haver problemas de qualquer tipo, seja afastar pretendentes iludidos ou mortos-vivos assassinos fãs de ópera, e eu teria uma guarda-costas.

     Ele acenou. – Eu posso te escoltar. Isso não é ser superprotetor. É apenas gentil.

     – Claro. –  Meus lábios tremeram. – Tudo o que você disser.

     Havia uma longa fila no banheiro feminino. Bones deixou escapar um bufo divertiu quando viu o meu olhar especulativo na entrada vazia do banheiro masculino.

     – Eles têm regras sobre isso. –  ele zombou.

    – Eu sei que todas essas garotas não estão esperando para esvaziar as suas bexigas, elas deviam ter uma sala de maquiagem separada, assim o resto de nós pode fazer xixi. –  eu resmunguei, e então me virei para a Sonya, me desculpando. – Hum, eu não quis dizer você. Apenas ignore tudo que eu digo, é o melhor pra nós duas.

     Ela riu. – Eu sei o que você quis dizer, chérie. Muitas vezes eu mesma pensei a mesma coisa, desde que as latrinas têm sido de nenhuma utilidade para mim por um longo tempo.

     – Traga-me algum licor, Bones, rápido, para eu me distrair.

     Ele beijou minha mão. – Eu te encontro aqui.

    Quando ele caminhou para longe, eu não fui a única que apreciou a visão dele saindo.

     – Mmm hmmm.

     A baixa exalação veio de uma morena mais para cima na fila. Eu arqueei uma sobrancelha para ela e toquei meu anel de noivado para efeito.

    – Tem dona, querida.

     Ela era humana, ou eu a teria derrubado no segundo olhar prolongado que ela deu ao Bones, antes de dar de ombros para mim.

     – Nada dura para sempre.

     Meus dentes rangeram. – Exceto a morte.

     Sonya disse algo em francês que fez a boca da mulher se contorcer com mau humor antes que ela se virasse com uma última observação.

     – Se você não aguenta que seu homem seja admirado, você faria melhor em mantê-lo em casa.

     Com seu pesado sotaque francês, seu H era quase silencioso. Você não pode matá-la só porque ela é uma vagabunda, eu me lembrei. Mesmo se você pudesse ter seu corpo discretamente eliminado…

     – Ele fode ainda melhor do que parece. –  eu me conformei em dizer. Várias cabeças se viraram. Eu não me importei, eu estava irritada. – E aquele rosto lindo vai ser preso entre as minhas pernas tão logo chegarmos em casa, não se preocupe.

     Da multidão no bar, eu ouvi Bones rir. Sonya gargalhou. A mulher me deu um olhar venenoso e saiu da fila.

     – Bon, uma pessoa a menos na nossa frente, nós vamos terminar antes que ele conseguia as nossas bebidas. –  Sonya observou, quando ela parou de rir… “

___

Equipe Night Huntress de Tradução. Night Huntress [Oficial]

 DESTINED FOR AN EARLY GRAVE – Ou, “Destinados a Uma Sepultura”. – A meio-vampira Cat Crawfield e seu amante vampiro Bones  se conheceram, há seis anos. E desde que se casaram a moda dos vampiros, com uma ligação de sangue, enfrentaram os mais terríveis criminosos vampiros. E um mestre vampiro quase deu a morte verdadeira a Bones.  Precisam de umas férias.

 Mas sonhos estranhos começaram a perturbar Cat e suas esperanças por uma viagem perfeita com Bones a Paris  se tornam improváveis quando Cat acorda uma noite em terror. Ela está tendo visões de um vampiro chamado Gregor, que é mais poderoso que Bones e tem ligações com o passado dela que nem Cat sabia. E sonhos mortais a deixaram em grande perigo…

Assim, começa a batalha entre o que tem seu coração, Bones, e o vampiro que assombra seus pesadelos, Gregor. Ele  acredita que Cat é dele e não vai parar até que a tenha.  Só Cat poderá quebrar a posse que Gregor tem sobre ela. Ela vai precisar de todo poder que ela conseguir convocar a fim de derrubar o pior sugador de sangue que ela já encarou.  Mesmo que  para conseguir esse poder, resultar em sua  morte prematura…

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A NIGHT HUNTRESS – 3 LIVRO – AT GRAVE’S END

DE: JEANIENE FROST

NO FIM DA SEPULTURA

 

“… – Como você pôde ficar nervoso sobre me pedir para casar com você, Bones? Eu morreria por você. Por que eu não iria querer viver para você também?”

     Ele me deu um longo, profundo beijo, sussurrando sobre meus lábios somente quando eu me afastei por falta de ar.

     – Eu sei que isso é o que eu pretendia fazer.

     Mais tarde, eu estava estendida em seus braços, esperando pelo amanhecer, que não estava longe.

     – Você quer fugir como amantes, ou você quer fazer a coisa toda do grande casamento? –  Eu perguntei sonolenta.

     Bones sorriu. – Você conhece os vampiros, pet. Sempre gostamos de um espetáculo exagerado, nós fazemos. Além disso, eu sei que nossa amarração vampira não se sentiu como um verdadeiro casamento para você, então eu quero que você tenha algo que faça.

     Eu dei um gemido divertido. – Uau, um grande casamento. Nós vamos ter um extraordinário tempo explicando o menu para o fornecedor potencial. Escolha de entradas: bife ou frutos do mar para os humanos, carne crua e partes de corpos para os ghouls…e um barril de sangue quente e fresco no bar para os vampiros. Deus, eu posso simplesmente descrever o rosto da minha mãe.

     O sorriso do Bones virou diabólico e ele se levantou de um salto. Eu observei ele, curiosa, conforme ele ia para o outro lado da sala e discava seu celular.

     – Justina.

     Eu saltei atrás dele assim que ouvi o nome da minha mãe. Bones correu para longe de mim, lutando contra seu riso e continuando a falar.

    – Sim, é o Bones. Agora realmente, isto é um nome tão feio para me chamar… um hmm, o mesmo para você, eu tenho certeza…

     – Me dê o telefone. –  eu exigi.

    Ele me ignorou, se lançando fora do meu alcance. Desde meu pai, minha mãe odiava vampiros com um sentimento doentio. Ela até tentou ter o Bones morto antes—duas vezes—que era o porquê dele estar tendo tal prazer em lhe dar um pequeno pagamento de troca agora.

     – Na verdade, Justina, eu não liguei para você apenas para conversar sobre o quanto morto-vivo assassino eu era… certo, prostituto degenerado também. Eu alguma vez te contei que minha mãe também foi uma? Não? Oh, caramba, eu venho de uma longa linhagem de prostitutas, na verdade…

     Eu absorvi uma respiração conforme Bones ainda revelava outro bocado de seu passado para minha mãe, que devia estar espumando pela boca até agora.

     –  … liguei para te dar as boas notícias. Eu pedi para sua filha se casar comigo e ela aceitou. Parabéns, eu vou ser oficialmente seu genro. Agora, você quer que eu te chame de mãe imediatamente, ou espere até depois do casamento?

     Eu voei pelo ar em um mergulho que finalmente parou ele, arrancando o telefone para longe.

     Bones estava rindo tão forte, que ele teve que respirar para conseguir por tudo para fora.

     – Mãe? Você está aí? Mãe…?

     – Você pode querer lhe dar um momento, Kitten. Eu acredito que ela desmaiou.”

***

     (Traduzido por fãs) Comunidade Traduções de Livros. Tradução:. Deise, Aninha, Maria Clara, Lívia, Iara, Camilla, Michelle. Revisão: Deise, Aninha, Monique e Dady.

AT GRAVE’S END – Ou, “No fim da Sepultura” – A meia-vampira Cat Crawfield,  agora uma agente especial, tem trabalhado junto a uma agencia de caça vampiros, que protegem os mortais dos mortos vivos criminosos. Trabalha  com o seu amante o vampiro Bones, ao seu lado. Apesar de ela usar disfarces para se manter em segredo  dos sanguessugas, sua identidade acaba sendo revelada.  Cat não sabe, mas corre um perigo terrível. E como se isso não bastasse, uma amante vampira  do passado de Bones está determinada a matá-lo definitivamente, só por vingança. Cat fica na mira da vampira vingativa, mas não deixa abalar sua determinação em ajudar Bones a parar uma magia letal feita para eliminá-lo, Ela está prestes a aprender o verdadeiro significado de sangue ruim. E nem os truques que ela aprendeu, como um agente especial, vai ajudá-la nessa hora. Ela terá de abraçar completamente seu lado vampiro para salvá-lo.

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