SÉRIE HOUSE OF NIGHT – 4° LIVRO – INDOMADA

DE: P. C. CAST E KRISTIN CAST

indomadapag 66 –

    “… Pisquei surpresa, Para a minha melhor amiga. Ela não suportava Aphrodite, mas lá estava ela, oferecendo para Aphrodite um lugar para ficar e com um tom de voz amigável, exatamente como a Stevie Rae que eu conhecia e amava, me senti péssima por ter passado pela cabeça que ela pudesse  agir como morta-viva inumana outra vez.

   – Sério, pode vir comigo – Stevie Rae repetiu e, ao ver que Aphrodite não disse nada, ela acrescentou o que me pareceu muito estranho. – Eu sei o que é fingir. Nos túneis você não tem que fingir.

   Achei que Aphrodite fosse olhar para ela com desprezo e dizer qualquer gracinha sobre os novatos vermelhos e a falta de higiene, mas o que ela disse na verdade me surpreendeu mais do que a oferta de Stevie Rae.

   – Tenho que ficar aqui e fingir que ainda sou novata. Não vou deixar Zoey sozinha, e acho que o gayzinho e as gêmeas cafonas não estão muito amiguinhos dela agora. Mas obrigada, Stevie Rae.

   Sorri para Aphrodite.

   – Viu, você pode ser legal quando quer.

   – Não estou sendo legal. Estou sendo prática. Um mundo cheio de guerra não tem graça nenhuma. Sabe, essa coisa toda de ficar suando e correndo e lutando a matando. Não é uma situação nada propícia para manter os cabelos e as unhas feitas.

   – Aphrodite – eu disse, cansada -, ser legal não é ruim.

   – Diz a rainha dos Anormais – ela satirizou.

   – Ou seja, sua rainha, bonitinha – Stevie Rae disse. Então, ela me deu um abraço forte. – Tchau, Z. Até breve. Prometo.

   Correspondi ao abraço, adorando ver que ela voltara a ter o corpo e o cheiro de antes.

   – Tá, mas eu queria que você não tivesse que ir.

   – Vai dar  tudo certo. Você vai ver – então, ela saiu pela janela. Fiquei olhando enquanto ela rastejava pela parede do dormitório. Foi sinistro, ela parecia um besouro, seu corpo ondulou e praticamente desapareceu…”

INDOMADA – Na Morada da Noite, a escola para vampiros,  Zoey se vê diante de um impasse. Depois de ter perdido o respeito de seus mais chegados amigos, por culpa de suas próprias escolhas se vê sozinha e sem saber como fazer para concertar o estrago. Entre tantos amigos quem vai se aproximar primeiro é sua inimiga Aphrodite. Que terá novas visões que envolvem uma guerra sangrenta entre vampiros e humanos liderada pela Grande Sarcedotiza Neferet, e a morte de Zoey…

E de novo Zoey precisará contar com o apoio de seus amigos.  Apesar de sua lealdade estar sendo contestada, ela tentará  juntar forças para lutar contra um inimigo comum, uma antiga força do mal que será despertada  para destruir tudo…

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SÉRIE HOUSE OF NIGHT – 3° LIVRO – ESCOLHIDA

DE: P.C. CAST E KRISTIN CAST

 

     “…Fazia mais de uma hora que eu estava lá e já estava ficando frustrada com aquele ritmo de tartaruga. Como eu queria poder pedir ajuda a Damien. O garoto não era só esperto e lia rápido, ele também era bom demais em pesquisa. Eu estava me agarrando a Rituais para Curar o Corpo e o Espírito e tentando pegar na prateleira mais alta um livro com capa de couro mais velho que andar para frente chamado Combatendo o Mal com Feitiços e Rituais, quando surgiu um braço forte que o alcançou e o pegou com a maior facilidade por sobre minha cabeça. Eu me virei e trombei  como uma retardada com Loren Blake.

     – Combatendo o Mal, hein? Escolha de leitura interessante.

     Sua proximidade não me ajudou os nervos: – Você sabe como eu sou (na verdade não sabia nada). Gosto de estar preparada.

     Ele fraziu as sobrancelhas, como quem não estava entendendo: –  Está esperando algum ataque maligno?

     – Não! –  Eu disse rápido demais. Então ri, tentando soar airosa (airosa, hehehe), mas tenho certeza de que soou totalmente falso. – Bem, dois meses atrás ninguém estava esperando que Afrodite perdesse o controle de um monte de espíritos vampirescos sugadores de sangue, mas acnteceu.  Então achei que era melhor prevenir do que remediar. – Deus, que idiota eu sou.

     – Acho que faz sentido. Então não está se preparando para nada especifico?

     Questionei comigo mesma aquele interesse agudo em seus olhos:  – Não –  eu disse como quem não quer nada.  – Estou apenas tentando fazer um bom trabalho como líder das Filhas das Trevas.

     Ele deu uma olhada nos rituais do livro que eu estava segurando:  – Você sabe que estes rituais é uma só para vampiros adultos, não sabe? Quando um novato adoece, infelizmente, a razão é uma só. É porque o corpo dele ou dela está rejeitando a Transformaçãoe depois vem a morte.  –  então ele acrescentou em um tom mais gentil:  – Você não está se sentindo doente, está?

     – Ah, meu Deus, não! –  eu disse afobadamente. – Estou ótima. É só, bem… – hesitei, tentando arrumar uma desculpa. Com uma súbita inspiração,  disparei: – É constrangedor admitir, mas pensei em estudar para quando eu me tornar  Grande Sacerdotisa.

     Loren sorriu: – Por que isso seria algo constrangedor de admitir? Eu jamais imaginei que você fosse uma dessas mulheres bobas que acham que ler e estudar bastante seria algum tipo de constrangimento.

     Senti minhas bochechas começando a esquentar – ele me chamou de “mulher,” o que era bem  melhor do que me chamar de novata ou garota. Ele sempre me fazia sentir tão crescida, tão mulher. – Ah, não, nada disso. É constrangedor porque parece presunção dar como certo que serei Grande Sacerdotisa um dia.

     – Acho que você supor isso é apenas bom senso e uma compreensível autoconfiança  –  seu sorriso me  esquentou a ponto de eu poder jurar que estava sentindo seu calor em minha pele. – Sempre senti atração por mulheres seguras.

     Deus, ele me fez retorcer os dedos dos pés.

     – Você não faz idéia de como é especial, não é, Zoey? Você é única. Não como o resto dos novatos. Você é uma deusa entre aqueles que se consideram semideuses – quando ele levou a mão ao meu rosto e fez um carinho, detendo-se nas tatuagens que me emolduravam os olhos,  achei que fosse derreter em meio as estante de livros. – A ti  jurei lealdade e a julguei radiante. A ti que és negra como o inferno  e escura como a noite.

     – De onde é esse trecho? – seu toque fez meu corpo todo latejar, deixando minha cabeça tonta, mas consegui reconhecer a cadênia profunda de sua incrível voz ao recitar poesia.

      – Shakespeare, –  ele murmurou, passando o polegar de leve sobre as linhas das tatuagens que decoravam minha maçã do rosto. – É de um dos sonetos que ele escreveu para Dark Lady, que foi seu verdadeiro amor. É claro que nós sabemos que ele era um vampiro. Mas acreditamos que o verdadeiro amor de sua vida foi uma jovem que fora Marcada e que morreu ainda novata, sem completar a Tra.nsformação.

    – Pensei que vampiros adultos não deviam ter relacionamentos com novatos. – estávamos tão próximos que eu nãc precisava falar mais  alto do que um sussurro para ele ouvir.

     – Não deveríamos. É extremamente impróprio. Mas às vezes existe uma atração que transcede os limites entre vampiro e novatos, bem como os limites de idade e de correção. Você acredita nesse tipo de atração, Zoey?

     Ele estava falando de nós! Estávamos falando olhando nos olhos um do outro e me senti absorvida por ele. Suas tatuagens eram um ousado padrão de linhas intricadas que pareciam raios, e mbinavam perfeitamente com seus cabelos e olhos escuros. Ele era tão insanamente lindo e tão mais velho que me fazia sentir ao mesmo tempo atração e medo de estar brincando com algo muito além de qualquer coisa que eu já tivesse experimentado, algo que poderia facilmente sair do controle. Mas a atração existia. E se ele estivesse mesmo certo, transcendia totalmente os limites entre vampiro e novata. Tanto que Erik até reparou no jeito que Loren me olhava.

     Erik… Fui tomada pela culpa. Ele morreria se visse o que estava acontecendo entre Loren e eu. Então me veio à mente um pensamentozinho maldoso (Erik não está aqui para ver) e dei um suspiro fundo e trêmulo, e me ouvi dizer: – Sim. Eu acredito nesse tipo de atração. E você?

     – Agora, acedito –  ele deu um sorriso triste. De repente, ele me pareceu tão jovem e lindo e vulnerável que meu sentimento de culpa evaporou. Eu quis envolver Loren nos braços e dizer que ia dar tudo certo. Estava apenas reunindo  coragem para chegar ainda mais perto dele quando suas palavras seguintes me surpreenderam tanto que me esqueci de seu sorriso de garotinho perdido.  – Voltei ontem porque sabia que era seu aniversário.

     Fiquei chocada. – É mesmo?

     Ele fez que sim, ainda fazendo carinho em meu rosto com o dedo. – Estava procurando você quando te encontrei com Erik. –  seu olhar  ficou mais intenso, e a voz ficou mais grave e rouca.  – Não gostei de vê-lo com aquelas mãos cheias de dedos te agarrando.

     Hesitei, não sabia direito como responder.  Fiquei morrendo de vergonha quando ele me viu com Erik. Mesmo assim, apesar de ser constrangedor ser flagrada naquele agarramento, eu não havia feito nada de errado. Afinal era meu namorado, e o que ele e eu fazíamos não era da conta de Loren. Mas, ao olhar em seus olhos, me dei conta de que talvez eu quisesse que fosse, sim, da conta de Loren.

      Como se pudesse ler minha mente, ele tirou a mão do meu rosto e olhou para o outro lado.  – Eu sei. Não tenho direito nenhum de ficar com raiva por você estar com Erik. Não é da minha conta.

      Lentamente, levei a mão ao queixo dele, virando seu rosto para mim, para puder olhar em seus  olhos.  – Você quer que seja de sua conta?

     – Nem tenho palavras para expressar o quanto –  ele disse. Então soltou o livro, que ainda estava segurando, e pegou meu rosto com as mãos, de modo que seus polegares pararam perto dos meus lábios e seus dedos se espalharam em meus cabelos. – Acho que é minha vez de lhe dar um beijo de feliz aniversário.

     Ele tomou conta de minha boca e, ao mesmo tempo, foi como se tomasse conta do meu corpo e da minha alma.  Bom, Erik beijava bem. E eu beijava Heath desde que eu estava na terceira serie e ele na quarta; eu gostava econhecia o jeito de Heath beijar. Mas Loren era um homem. Quando ele me beijou, não houve aquela desajeitada hesitação à qual  eu estava acosyumada. desconfortável que eu estava acostumada. Seus lábios e sua  língua disseram exatamente o que ele queria e  que também sabia como fazer. E algo estranho e mágico aconteceu. Eu não era mais uma garota ao corresponder aquele beijo.  Eu era uma mulher madura e poderosa, e também sabia o que queria e como conseguir.

     Ao fim do beijo, estávamos os dois arfando. Loren segurou meu rosto com as mãos e se afastou só um pouquinhoe para  podermos nos olhar nos olhos um do outro mais uma vez.

     – Eu não deveria ter feito isso –  ele disse.

     – Eu sei –  respondi, mas isso não me impediu de continuar olhando para ele de modo ousado. Eu ainda estava segurando a droga do livro de rituais e feitiços de cura com uma das mãos, mas a outra estava pousada em seu peito.

    Abri os dedos lentamente para desliza-los na gla desabotoada da camisa dele e tocar sua pele. Ele extremeceu e senti aquele tremor reverberar em algum ponto bem dentro de mim.

      – Isso vai ser complicado –  ele disse.

      – Eu sei –  eu repeti.

      – Mas eu não quero parar.

      – Nem eu –  eu disse.

      – Ninguém pode saber de nós. Pelo menos, não por enquanto.

      – Tudo bem  –  fiz que sim com a cabeça, sem saber direito o que havia para se saber, mas sentindo um estranho nó se formando no fundo do meu estômago ao pensar no que ele estava me pedindo.

      Ele me beijou outra vez. Desta vez seus labios estavam doces, quentes e muito, muito delicados, e senti o nó se dissover.

      – Quase me esqueci – ele sussurou de encontro aos meus lábios -, trouxe uma coisa para você – e me deu mais um beijinho rápido e enfiou a mão no bolso da calça pretaa procura de algo. Sorrindo, pegou uma caixinha dourada. Entregando-me, ele disse: – Feliz aniversário, Zoey.

     Meu coração sofreu um baque ridículo dentro do peito quando abri a caixa e ofeguei: – Aimeudeus!  Mas é deslumbrante! – um par de brincos de diamante cintilou para mim como um lindo sonho aprisionado. Não eram enormes e espalhafatosos, mas pequenos, delicados e tão claros e faiscantes que quase doíam na vista. Por um instante, vi o sorriso doce de Erik ao me dar o colar com o boneco de neve,  ouvi a voz de minha avó dizendo em minha consciencia que não poderia ceitar um presente tão caro de um homem, mas a voz de Loren apagou a imagem de Erik e o aviso de minha avó…”

ESCOLHIDA – Zoey, depois de Marca e Traída ela foi Escolhida, pela deusa Nyx para ser aprendiz de Sacerdotisa.

Durante as férias natalinas, a escola Morada da Noite se encontra quase vazia. Alguns poucos alunos permaneceram. Zoey e sua turma estão entre eles. Os amigos de Zoey compram lindos presentes, com motivos natalinos, para comemorar seu aniversário. Mal sabem eles que Zoey odeia isso, mas, eles descobrem dá pior forma… Apesar de magoados por Zoey esconder deles esse pequeno segredo, eles conseguem superar esse desconforto. Porém Zoey esteja escondendo segredos muito mais sérios….  A verdade de que Stevie Rae esteja viva, é um deles. Pelo menos em parte. E que Neferet, a Grande Sacerdotisa, está por trás de várias mortes e, é a responsável pelos misteriosos espíritos malignos, inclusive o de Stevie Rae, é outro. Mas ela está correndo contra o tempo para achar um meio de curá-la.

 Ao mesmo tempo ela procura Heath, seu ex-namorado humano, para tentar afastá-lo de vez de sua vida. Que, desde quando Zoey bebeu o seu sangue dele por acidente, eles se tornaram atraídos um pelo outro, pelo laço de sangue. Mas seus planos vão por água abaixo, quando o próprio Heath, propositalmente, força a Zoey a  beber mais do seu sangue então ela fica muito mais ligada a ele. E para piorar sua situação, o professor Loren, que todas as meninas da Morada da Noite são apaixonadas, vivi provocando-a, seduzindo-a. Com poesias e presentes. Deixando-a dividida entre ele e seu namorado Erik, até conseguir o que tanto ele almeja…

Apesar do conflito que, provocou entre seus namorados;  apesar do conflito ao ter escolhido  sua inimiga Afrodite para ajudá-la em vez de pedir ajuda a seus amigos; apesar do conflito que provocou que a desconfiança e a descrença se abatessem em seus ombros. Ela terá que fazer a escolha certa, e ter forças para liderar o grupo das Filhas das Trevas para salvar sua amiga Stevie Rae de ser absorvida pelo mal, mesmo que, depois, todos venham bani-la de suas vidas pelos erros que cometeu.

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HOUSE OF NIGHT -2° LIVRO – TRAÍDA

DE: P.C. CAST e KRISTIN CAST

 

     “- Onde arrumou isso? – Neferet perguntou. Percebi que ela estava tentando manter a voz sob controle, mas que havia o traço de uma raiva poderosa impossível de esconder.

     – Este colar foi encontrado perto do corpo de Chris Ford.

Minha boca se abriu, mas não consegui dizer nada. Sabia que tinha ficado pálida, e meu estômago deu um nó doloroso.

     – Conhece este colar, senhorita Redbird? – o detetive Marx repetiu a pergunta.

     Engoli em seco e limpei a garganta.

     -Sim. É o pingente da líder das Filhas das Trevas.

     – Filhas das Trevas?

     – As Filhas e Filhos das Trevas são uma organização fechada da escola composta por nossos melhores alunos – Neferet disse.

     – E a senhorita pertence a essa organização? – ele perguntou.

     – Eu sou a líder.

     – Então se importa de mostrar seu colar?

     – Ele… ele não está comigo. Está em meu quarto – o choque estava deixando minha cabeça tonta.

     – Cavalheiros, estão acusando Zoey de alguma coisa? – Neferet perguntou. Sua voz estava calma, mas com a ameaça subjacente de uma raiva ultrajada que chegou a roçar minha pele, fazendo minha carne pinicar e crescer. Percebi pelo olhar que os detetives trocaram que eles sentiam o mesmo.

     – Senhora, estamos apenas lhe fazendo perguntas.

     – Como ele morreu? – minha voz era um fiapo, mas soou anormalmente alta no silêncio tenso que cercava Neferet.

     – De múltiplas lacerações e perda de sangue – Marx disse.

     – Alguém o cortou com canivete ou algo assim? – o noticiário disse que Chris fora ferido por um animal, de modo que eu já sabia a resposta, mas me senti compelida a perguntar.

     Marx balançou a cabeça.

     – Os ferimentos não pareciam nada com algo produzido por faca. Pareciam mais arranhões e mordidas de animal.

     – O corpo dele estava praticamente sem sangue nenhum – Martin acrescentou.

     – E estão aqui porque parece ataque de vampiro – Neferet disse, fechando a cara.

     – Estamos aqui em busca de respostas, senhora – Marx disse.- Então surgiro que faça surgiro que faça um teste de álcool no sangue do garoto humano. Pelo pouco que sei sobre o grupo de adolescente que eram amigos do garoto, eles costumavam beber muito. Ele deve ter se intoxicado e caído no rio. As laceraçõesforam muito provavelmente causadas por pedras ou talvez até animais mesmo. Não é incomum encontrar coiotes pelo rio, mesmo dentro dos limites da cidade de Tulsa – Neferet disse.

     – Sim, senhora. Estão sendo feitos testes no corpo. Mesmo sem sangue, os testes esclarecerão muita coisa.

     – Ótimo. Tenho certeza  de que uma dessas muitas coisas será que o garoto humano estava bêbado, talvez até drogado. Acho que o senhor deveria procurar causas mais razoáveis para a morte dele do que um ataque de vampiros. Bem, creio que podemos encerrar.

     Mas uma pergunta, senhorita Redbird – o detetive Marx me perguntou sem olhar para Neferet. – Onde estava na quinta-feira entre oito e dez horas

     – Da noite? – perguntei.

     – Sim.

     – Eu estava na escola. Aqui. Na sala.

     Martin olhou para mim sem entender.

     – Escola ?À essa hora?

    – Talvez seja melhor o senhor se preparar melhor antes de interrogar meus alunos. As aulas da Morada da Noite começam às oito da noite e terminam às tres da manhã.  Os vampiros sempre preferiram a noite – o tom ameaçador voltou à voz de Neferet.

     – Zoey estava na sala de aula quando o garoto morreu. Podemos encerrar agora?…”

TRAÍDA – Zoey Redbird está passando por uma transformação para tornar-se um vampiro. Para isso ela foi levada para a Morada da Noite, uma escola de vampiros. Onde aguardara, junto a outros novatos,  durante três anos para se transformar ou morrer.

Nesse meio tempo aprendera a lidar com as suas novas habilidades e poderes que surgirão.

Mas Zoey se torna logo de inicio a líder dos Filhos e Filhas das Trevas. E com isso adquire poderes de vampiros mais graduados.

Porém alguns de seus colegas não conseguem sobreviver à transformação. Assim como conhecidos de sua antiga escola começam a morrer estranhamente nos limites de sua nova escola.

Mas quando sua melhor amiga vampira  e seu ex-namorado  humano, correm perigo, Zoey reúne forças junto a seus amigos, para descobrir quem é o responsável pelas mortes de seus ex- colegas e salvá-los.

Seria Afrodite, que por vingança por ter sido despojada da liderança dos filhos das trevas ou seria Lauren, um misterioso vampiro professor o qual se mostra atraído por ela,  Talvez os fantasmas de seus  colegas mortos  que de algum modo se tornaram monstro comedor de carne humana, e ou sua mentora a grande Sacerdotisa Neferet…

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HOUSE OF NIGHT -1° LIVRO – MARCADA

DE: P.C..CAST e KRISTIN CAST

Marcada

     “- A questão é que ele estava bêbado pela quinta vez na semana. Desculpe, mas não quero sair com um cara cujo principal foco na vida passou de jogar futebol no time do colégio a enxugar uma caixa de cerveja sem engasgar. Para não mencionar que ele vai ficar gordo com tanta cerveja – tive que fazer uma pausa para tossir. Estava me sentindo meio tonta e forcei-me a respirar lenta e profundamente quando passou a crise de tosse. Não que a tagarela da K. tivesse reparado.

     – Eca! Hearth gordo! Tô fora desse visual.

     Eu dei um jeito de ignorar outra vontade de tossir.

     – Beijá-lo é como beijar um pudim de cachaça.

     K. fez uma careta.

     – Tá certo, sua doente. Pena que ele é gostoso.

     Eu revirei os olhos sem fazer questão de esconder minha irritação com sua típica superficialidade.

     – Você fica tão irritadiça quando está doente. Enfim, você não faz idéia da cara de cachorrinho abandonado de Hearth depois que você o ignorou no almoço. Ele nem conseguia…

     Então eu vi o cara novamente. Morto. Tudo bem, eu logo me dei conta que ele não estava tecnicamente “morto”. Ele era um morto-vivo. Ou não humano. Sei lá. Os cientistas diziam uma coisa, as pessoas diziam outra, mas no final era sempre a mesma coisa. Não havia dúvida do que ele era, e mesmo se eu não tivesse sentindo o poder e a escuridão que irradiava dele, não havia como deixar de perceber sua Marca, a lua crescente azul-safíra em sua testa e a tatuagem adicional de um nó entrelaçado que lhe emoldurava os olhos igualmente azuis. ele era um vampiro, e pior… ele era um Rastreador.

     Bem, bobagem! Ele estava ao lado do meu armário.

     – Zoey, você não está ouvindo nada do que estou dizendo!

     Então o vampiro falou e suas palavras cerimoniosas deslizaram pelo espaço entre nós, perigosas e sedutoras, como sangue misturado a chocolate derretido.

     – Zoey Montgomery! Foste escolhida pela Noite; tua morte será seu nascimento. A Noite chama; preste atenção para escutar sua doce voz. Teu destino aguarda por ti na Morada da Noite!

     Ele ergueu um dedo longo e branco e apontou para mim. Minha testa explodia de dor e Kayla abriu a boca e gritou.

     Quando as manchas brilhantes finalmente sumiram de minha visão eu levantei os olhos e vi o rosto pálido  de K. me olhando fixamente.

      Como de costume, eu disse a primeira coisa ridícula que me veio à cabeça.

     – K., seus olhos estão pulando para fora de sua cabeça como os de um peixe.

     – Ele Marcou você. Ah, Zoey! Você está com o desenho daquela coisa na sua testa!…”

 

 

MARCADA –  Zoey vivia procurando uma maneira de se encaixar na sociedade. Queria fazer parte de um todo. Mas  não conseguia se sentir bem nem mesmo em sua própria família.  Zoey não vivia totalmente só, ela tinha uma amiga, kayla, e um namorado, Hearth. Um gato. Porém, eles não iam lá muito bem.

     Zoey estava doente quando encontrou com um vampiro. Um  Rastreador. Aliás, ele a encontrou. E ela foi Marcada por ele.

     Tudo em sua vida se transformou, para sempre. Ela passou a freqüentar outra escola, a Morada da Noite.  Uma escola para vampiros. Lá, ela fez algumas amizades, mas  também inimigos.

     A vida de Zoey vai começar agora…

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