VAMPIROS DE CHICAGOLAND – 4° LIVRO – HARD BITTEN

DE: CHLOE NEILL

VAMPIROS DE CHICAGOLAND 4° LIVRO

     “… – e fui direto para o escritório do Ethan. A porta do escritório estava aberta e ele estava sentado em sua mesa atendendo uma ligação. Eu esperei até ele terminar a ligação e comecei a falar. As palavras vindo; rapidamente.

     – Foi em num arranha-céu em Streeterville, mas não era uma rave intima não como nós pensávamos. Essa tinha pelo menos duas dúzia de vampiros. Muita magia, muito glamour e muita briga. Todos estavam muito perto de estourar, como se  estivessem à espera de uma desculpa para brigar. Tinha muitos seres humanos e algumas sangrias. E há também a possibilidade de alguns deles estarem sendo  drogados para ficarem susceptíveis ao glamour.

     Os olhos de Ethan se focalizaram em algo por trás de mim.

     – Siri. – Ele disse depois de um momento. – Essa é a Merit, Sentinela da Casa de Cadogan. Merit, Darius West, chefe do Presídio de Greenwich.

     Oh, merda!

    Eu congelei, percebendo pela primeira vez – e muito tarde  – que não estávamos sozinhos no escritório. Fechei os olhos constrangida, ruborizando. Tanto por manter a nossa infiltração nas raves encoberta.

   Poucos segundos depois, eu finalmente abri meus olhos novamente, à espera de ver a fúria de Ethan. Em vez disso, ele ofereceu um gentil olhar de repreensão. Talvez ele estivesse mudando.

    – Eu sinto muito. – murmurei, antes de virar para Darius. Ele estava com Malik e Luc, sentado no escritório na frente da mobília de couro que não estava lá na minha ultima visita. Helen fez um excelente trabalho.

    Darius era alto e  magro,  com cabeça raspada e olhos azuis. Suas feições eram afiadas e um pouco arrogantes, nariz reto, boca larga e com um queixo aristocrático.

     – Isso é um conto muito interessante a narrar.  –  Ele disse. Darius tinha um sotaque claramente inglês, sua dicção teria deixado à rainha orgulhosa.

   – Vem sentar-se. Ethan, você não gostaria de se juntar a nós, também?

   Tive um pressentimento de que o pedido era na verdade uma ordem; então me sentei em uma das cadeiras de couro que ficavam de frente para o sofá. Quando Ethan me seguiu, Luc e Malik se sentaram nas duas  cadeiras remanescentes. Ethan pegou uma cadeira ao meu lado.

     Darius sentou no sofá, colocou a mão no seu bolso e retirou uma leve caixa prateada. Ele abriu e puxou um pequeno cigarro preto. Não foi até que ele o colocasse em sua boca que ele olhou ao Ethan para ter permissão.

    – Fique a vontade. – Ethan disse, mas estava claro que ele não apreciava a ideia de Darius fumando na Casa.

     Com o cigarro na lateral de sua boca, Darius devolver a caixa para o seu bolso e puxou um isqueiro. Ele acendeu, deixando uma nuvem de fumaça pairando no ar, tocou a ponta do cigarro antes de colocá-los entre seus dedos. Colocou as cinzas em um pesado prato de cristal situado no meio da mesa de café.

  Tragou por um momento em seguida levantou uma única sobrancelha. – Eu acho que agora nós sabemos de onde vem à expressão que o Ethan tinha. –  e soprou uma nuvem de fumaça por um dos lados da sua boca.

   – Nesse clima político – ele começou. – Com esses desafios você manda sua Sentinela para uma rave?

   – Eu não tenho certeza se era uma rave. – eu apontei, tentando salvar o que podia. – Nós acreditávamos que poderia ser uma rave, – ou alguma coisa que se denominava uma rave. – Mas essa era uma escala diferente. Muito grande e violenta.

    – Raves sempre são violentas. – Darius disse. – Essa é a natureza de uma rave.

Abri minha boca para discordar, mas pensei melhor. Depois de tudo, como eu só tinha visto uma única rave, ele definitivamente saberia melhor do que eu se a sede de sangue fosse incomum.

   – O que não é típico. – ele continuou. – É um membro da equipe oficial da Casa sendo utilizado para tais atividades.

    – Infiltração foi a nossa única opção. – Ethan falou.

   O rosto de Darius irradiava descrença e seu tom foi impassível. – Sua única opção?

   Ethan pigarreou. – Seth Tate nos informou que uma testemunha tinha visto o suposto assassinato de três humanos por vampiros. Ele tinha, em mãos, um mandado de prisão para mim, e que pretendia executar o mandado se nós não resolvêssemos o problema em uma semana. A oportunidade para investigar apareceu e nós a pegamos.

     Ele executou o mandato?

     – Ainda não, mas ele…

   – Então você tinha opções. – Darius disse, em um tom que não admitia argumentações, nos lembrando de que Ethan era o mestre da Casa, mas Darius era o mestre de todas as Casa. Então ele dirigiu seu olhar frio e azul para mim.

     – Você é a Sentinela.

     – Eu sou Sire.

     – Particularmente você parece uma bagunça.

     Eu tive que me segurar para tentar não alisar meu cabelo e minha blusa amassada. Eu dormir com essa roupa, e mesmo eu tendo me limpado um pouco  na Casa de Grey, eu tinha certeza que ainda parecia muito ruim. Por outro lado, eu parecia horrível porque eu estava trabalhando, não porque me faltava habilidades básicas de higiene.

     – Eu estava em uma missão, Sire.

   – Claro que estava. – Darius murmurou. – E só agora você está retornando para a Casa? Você atravessou Chicago desse jeito?

     Eu esperei dando a Ethan a chance de me dizer alguma silenciosa sugestão para me dizer o que eu poderia ou não dizer a Darius, mesmo tendo entregue quase tudo. Quando ele permaneceu em silêncio, assumi que isso era permissão  o bastante e disse a verdade e nada mais.

     – Já era tarde, Sire. Estava perto do amanhecer.

   Com o cigarro entre os dedos, Darius molhou seus lábios, e lentamente voltou seu olhar para Ethan.

     – Agora é à hora para se alcançar a imagem pública perfeita, para moldá-la e adoçá-la, e não para andar descabelada e amassada por toda a cidade como se fosse uma garota festeira.

    O insulto foi duro. Ethan se mexeu em sua cadeira. – Ela é um soldado. Mesmo o seu campo de batalha não sendo comum não o faz menos do que qualquer outro campo de batalha, nem faz o seu uniforme menos do que um uniforme usual.

    Eu apreciei que ele tomou partido por mim, que se posicionou para o que ele acreditava que era meu “mero” status como um soldado da Casa. E, honestamente, que maior serviço honrável tinha lá? Tomar decisões a partir de continente de distancia usando uma camisa desamassada, fumando cigarros de uma caixa de prata?

    Levantei meu queixo e encontrei o olhar de Darius. – Eu sou um soldado. –  eu confirmei. – E eu não tenho nenhum problema com isso.

     Suas sobrancelhas levantaram com interesse. – E você retornou de uma batalha.

     – É uma maneira de dizer.

   Darius encostou-se na cadeira novamente. – Você disse que os eventos dessa noite, o que quer que eles fossem, foram excepcionalmente violentos. – ele soltou outro sopro, e uma suspeita em sua cara. – Você já esteve em outra rave? Você tem uma base para ser comparada?

   – Eu não tenho. – admiti. – A comparação está baseada nas informações de outras fontes, e de um lugar que visitei depois do fato. Nossa inteligência diz que as raves em Chicago são poucas e distantes entre si, e esta, talvez para evitar o risco de detecção. – elas eram muito intimas. Alguns poucos vampiros no máximo. E não foi isso que vimos na noite passada.

   – Embora eu discorde das suas conclusões, não é um péssimo relatório – ele se virou para Ethan – Posso ver porque você gosta dela, Ethan.

     – Ela é mais do que capaz. – Ethan concordou. – Mas eu assumo que uma atualização sobre o trabalho da Sentinela não é, o quê fez cruzar o rio.

     Darius inclinou-se a frente e colocou o resto do cigarro no cinzeiro. – Os negócios em Chicago estão, como você sabe, expandindo. Metamorfos, Rogues. O ataque contra sua Casa.

    Ethan cruzou uma perna sobre a outra. – Como você pode ver, essas coisas estão sendo cuidadas.

    – Essas coisas pedem uma decisão mais organizada e um controle político das Casas de Illinois. Quando Celina foi removida, você se tornou o mestre com maior status de Chicago, Ethan. É da sua responsabilidade, e seu dever para com o Presídio manter a estabilidade em seu domínio.

    – E ele conseguiria. – pensei. –  Se você conseguisse manter Celina na Inglaterra, onde ela pertence.

     – O que você quis dizer com isso? –  Ethan perguntou.

    – Isso significa que há uma oportunidade, significativa que a Casa Cadogan seja colocada sobre uma sindicância judicial pelo Presídio até que Chicago esteja sob controle.

    Eu não precisava saber detalhes de uma “sindicância” para obter uma ideia geral, o GP estava ameaçando assumir o controle da Casa.

    A sala ficou em silêncio, assim como Ethan. O único sinal que ele tinha escutado as ameaças de Darius, foi a linha indicando preocupação entre os olhos…”

(Traduzido por fãs) AFTER DARK.

HARD BITTEN – Ou, Mordida difícil – Merit, fora salva de ser morta do um ataque de um vampiro por Ethan Sullivam, o Vampiro Mestre da Casa Cadogan, e transformada em sua Sentinela. Ela agora terá que enfrentar junto a outros vampiros, os protestos e a revolta dos humanos contra a existência deles. Graças ao ataque de alguns metamorfos que fizeram a sua Casa, deixando os humanos receosos de sua segurança. Então, agora, eles querem que os vampiros deixem Chicago, de vez.

E, para melhorar a situação, em uma suposta  festa clandestina de vampiros, um grupo de humanos fora cruelmente atacado e mortos. Isso  foi suficiente para o prefeito Tate ameaçar Sullivan em colocá-lo atrás das grades, caso não encontre os culpados e acabe de vez com as proibidas raves.

Esses eventos negativos, atraiu a atenção do chefe do Presídio dos vampiros. Darius. Que chega de Londres e encontra a mídia trazendo a baila uma imagem negativa dos vampiros de Chicago. Brigas dos vampiros com os metamorfos, as raves dos Rogues e os  ataques hostis dos vampiros a humanos…  Isso foi o suficiente para ele  ameaçar de uma “sindicancia” para supervisionar e por ordem na Casa Cadogan. Que servira também de exemplo para  as outras Casas de Chicago.

Juntando-se a aliados, Merit não vai deixar Ethan sucumbir à desgraça sozinho. Ela investiga para tentar  descobrir quem está por trás de toda essa trama, e acaba seguindo algumas pistas: Drogas; uma mulher chamada Marie; um homem suspeito…

Apesar de estar em um período de tensão com Ethan, ela fará de um  tudo para protegê-lo, ariscando sua própria vida se for preciso. Porém, quando ela encontra o verdadeiro culpado, ele a surpreende com um terrível segredo… A magoa de saber que Sullivan escondia dela algo sobre seu passado, a deixa temporariamente abalada, pondo-se em risco. E a falta de confiança, impedirá que ela faça o seu trabalho, que entre outras coisas, o seu dever, de manter vivo Ethan Sullivan…

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VAMPIROS DE CHICAGOLAND – 3° LIVRO – TWICE BITTEN

DE: CHLOE NEILL

 

     “…Levantei o olhar. No canto do quarto, dentro de um recipiente de vidro grande, foi colocado um ovo Fabergé brilhante.

     — Oh, wow. — disse, caminhando para ele para olhá-lo melhor. Um pingente brilhava sobre ele, iluminando o lustroso esmalte verde primavera e o dourado dragão que o rodeava.

     — Era de Peter. — disse Luc.

     O olhei. — Peter?

     — Peter Cadogan. — Luc caminhou para mim, de braços cruzados, logo fez um gesto para o recipiente de cristal. — O Mestre vampiro que fundou a Casa Cadogan. Foi um presente da realeza Russa. — inclinou-se, batendo um dedo no cristal. — Peter era de Wales, e é uma representação do dragão de Welsh. Vê os olhos?

     Assenti ao que apontava. Uma jóia vermelha delicadamente esculpida localizada nos olhos do dragão. Seis linhas brancas irradiando a partir do meio.

     — É uma estrela rubi. — disse. — Formosa, e incrivelmente rara.

    — Incrivelmente cara. — disse uma voz atrás de nós. Ambos no endireitamos e olhamos para trás. Ethan entrou; ainda em suas calças de combate, mas ao redor de seu pescoço havia incorporado uma toalha azul marinho que tinha o logotipo de um C em prata.

     — Banho. — disse. — Sintam-se em casa.

     Luc e eu nos olhamos enquanto Ethan caminhava para as portas duplas que levavam ao seu quarto. Abriu uma, deslizou dentro, e fecho atrás dele novamente.

     — Um banho me cairia bem. — assinalei.

     — Eu sei. Posso sentir seu cheiro daqui.

     Estava a meio caminho de discretamente cheirar meu…  quando percebi que ele apenas me gozando. — É tão engraçado.

     — É fácil.

    — Estava me dizendo sobre o ovo?

    — Oh! — disse Luc, logo continuou de forma ausente. — Assim que, Peter conheceu essa duquesa russa, e formaram um laço. Completamente platônico, segundo entendi, mas ele lhe fez algum tipo de favor. Ela quis lhe corresponder, de forma que o presenteou com o ovo e o enfeitou com o rubi.

     — Suponho que pagava para ter amigos. — concluí, logo olhei para Luc, deixando meu tom um pouco mais sério. — Falando de Peter, algum avanço com a substituição do nosso ex-colega? — Peter Spencer havia sido excomungado da Casa por nos trair por Celina, por ajudá-la em seus planos de chantagem, e seu complô para criar mais animosidade anti Metamorfos entre os vampiros, e anti Cadogan entre os humanos.

     Luc se fez de ocupado pegando algo na caixa de vidro ao redor do ovo. — Não estou pronto para falar sobre isso, Sentinela.

    Assenti e enfoquei meu olhar sobre o ovo, não totalmente surpresa pela reação de Luc. Ele havia golpeado um montão de parede do quarto de operações quando descobriu a traição de Peter. O oco havia sido rebocado, mas ainda não repintado. Era como uma mancha que marcava a traição. E não era surpreendente que Luc não estivesse ansioso em confiar em alguém mais.

     Uma batida soou nas portas do corredor.

     — Preparativos para nossa visita. — murmurou Luc, no mesmo tempo em que as portas eram abertas por um homem com jaqueta branca. Sorriu-nos educadamente a Luc e a mim, logo se moveu ao lado de uma maneira que um segundo Chef, desta vez uma mulher de branco, pudesse conduzir o carro dentro do quarto.

     O carro estava repleto de bandejas e as bandejas estavam cobertas com tampas de prata.

     Era o serviço de quarto.

    — Que convidado? — perguntei no mesmo tempo que, com eficiência de um serviço de hotelaria, a mulher começava a remover as tampas de prata e empilhar uns sobre os outros.

    Revelando uma propagação de comida. Biscoitos. Queijos. Um arco-íris de frutas, desde exuberantes fatias de manga a medalhões verdes de kiwis. Pequenas salsichas espetadas nos palitos. Senti remorso. Mallory amava essas coisas. Mas sendo que ainda estávamos distantes, pensar nela ainda doía. Agora, foquei minha atenção de volta no banquete móvel, e a bandeja de pequenos pastéis dispostos ao redor de algum tipo sementes rosa de papoula.

     — O convidado é Gabriel Keene. — disse Luc. — Ele passará para falar com seu Liege e meu.
Dei um leve bufar. — Presumo que isso significa que estão me envolvendo nas falcatruas dos Metamorfos esta semana?

     — Estou surpreso com você, Sentinela.

     Olhei para trás. Ethan entrava novamente na habitação, logo fechou as portas de seu quarto. Estava em calças pretas e uma camisa branca, sem gravata. A parte de cima estava desabotoada, e havia deixado de usar jaqueta. Com Luc e eu ainda em trajes de treinamento, era quase praticamente algo casual de negócios de hoje.

    — Tão raramente te envolvemos em falcatruas. — disse, logo assentiu a mulher que girou o carro. — Obrigado, Alicia. Meus agradecimentos ao Chef.

    Alicia sorriu, logo recolheu sua pilha de tampas de prata. Voltou-se e deixou o quarto, e o homem que mantinha as portas abertas nos deu um sorriso final enquanto saía novamente, fechou as portas atrás de si.

     — Você me envolve em falcatruas em cada oportunidade.

     — Ela tem um ponto, Liege.

     Ethan estalou a língua. — Capitão da minha Guarda e toma partido pela minha Sentinela? Oh, quão rápido se dão voltas.

     — Você é o primeiro em meu coração, Liege. É o primeiro em meu coração.

     Desta vez Ethan bufou. — Já veremos. Bom, a qualquer momento, veremos onde se situam as alianças de Gabriel Keene.

     Ethan olhou sobre as bandejas antes de pegar uma garrafa de água, girar a tampa, e tomar um gole.

    — Boa refeição. — lhe disse. Assentiu.

  — Pensei que seria amável oferecer algo para comer, e assumi que teria uma melhor oportunidade de manter sua atenção se te alimentava antes.

    Tinha que lhe conceder essa. Amava comer, e o incessante metabolismo vampírico não fazia muito para esgotar meu apetite. Pelo contrário. — Apenas recordemos Ethan, que te amo por suas carnes arrumadas e por suas carnes arrumadas somente.

     Desatou a rir. — Touché, Sentinela.

   Sorri-lhe, logo peguei um pedaço de queijo da bandeja e o coloquei em minha boca. Era saboroso e tenro, mas tinha esse estranho gosto de fundo que o queijo fino sempre parecia possuir.

    — Então. — comecei, quando mordisquei um pedaço mais para uma boa mesura. — Porque Gabriel está vindo a Casa?

     — Lembra-se que ele queria falar sobre o regime de segurança para a convocação?

     Assenti. Gabriel o havia mencionado quando passou pela Casa fazia uma semana.

     — Bom o resultado é, que você é o regime de segurança.

     Fiquei em branco. — Eu sou o regime de segurança? O que significa isso?

     Ethan pegou uma azeitona do palito com seus dentes. — Significa; Sentinela, que a atiraremos aos lobos…”

(Traduzido por fãs) – Pesquisa e disponibilização:After Dark

TWICE BITTEN – Ou, Mordida Duas Vezes – A Sentinela Merit a mais nova vampira de Chicago, fora emprestada por Ethan Sullivam, o Vampiro Mestre da Casa Cadogan, para o líder da Manada Central da América do Norte de Metamorfos, o Alfa Gabriel Keene. Para protegê-lo durante um evento onde todos os metamorfos foram convocados para decidir se ficam em Chicago e lutam junto aos vampiros ou vão para Aurora, um pólo remoto no selvagem norte do Alaska, para  se esconder enquanto uma guerra profetizada  estar por vir. Ao mesmo tempo Merit é abordada por um Grupo Secreto de Vampiros intitulados de GV – Guarda Vermelha. E, ela é convocada para ser mais um de seus integrantes.

Em meio a esse período, Ethan dá a Merit um treinamento acalorado,  para ajudá-la a ser mais eficiente nas lutas corpo a corpo. E finalmente aquece de vez o clima já existente entre eles… Porém, em meio a reuniões tumultuadas dos metamorfos,  intrigas, suspeitas, cenas de ciúmes e o retorno de uma velha namorada de Ethan, Merit se vê em conflito emocional. Mas quando alguém ataca o líder dos metamorfos e a casa Cadogan,  e vê Ethan na linha de fogo, ela terá que decidir entre manter sua lealdade a Casa Cadogan e ao seu Mestre Sullivam,  ou passar a trabalhar como espiã de Mestres Vampiros, para a GV…

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VAMPIROS DE CHICAGOLAND – 2° LIVRO – FRIDAY NIGHT BITES

DE: CHLOE NEILL

     “…Morgan suspirou feliz, esvaziando a última gota de sua taça de vinho. — Isto é bom. — disse ele. — Isto é realmente útil. O que mais eu deveria saber?

     — Ah. Ela tem toneladas de segredos. — confidenciou Mallory com um sorriso para mim. — E eu sei de todos eles.

    Morgan, com um braço pendurado na parte de trás do assento, acenou com a mão livre. — Vamos lá. Deixe-os sair.

     — Mallory. — eu avisei, mas ela apenas riu.

     — Bem, vamos ver. Aposto que você não contou sobre a sua gaveta secreta na cozinha. Você deve limpar isso enquanto está aqui.

     Morgan endireitou-se e olhou para trás, para a porta da cozinha. — Gaveta secreta na cozinha? — então me olhou de novo, moveu-me as sobrancelhas.

     Minha resposta foi rápida e enérgica. — Não.

    Deslizou sua cadeira para trás.

    — Morgan, não. Ele estava a caminho da cozinha antes de eu sair da minha cadeira, rindo quando corri atrás dele. — Morgan! Diabos! Pare! Ela estava brincando. Não existe tal coisa. No momento em que cheguei à cozinha, ele estava abrindo as gavetas para a direita e esquerda. Pulei em suas costas, com meus braços ao redor de seus ombros. — Ela estava brincando, eu juro! Esperei até que ele me puxasse, mas riu, puxou minhas pernas em volta de sua cintura, e continuou procurando.

     — Merit, Merit, Merit. Você é muito quieta. Tantos segredos…

     — Ela estava brincando, Morgan. — em uma tentativa desesperada de manter a minha gaveta secreta, assim, secretamente, beijei a curva superior de sua orelha.

    Fez uma pausa e inclinou a cabeça para me dar melhor acesso. Mas depois colocou o queixo no topo de minha cabeça e disse. — Obrigado. — começou a procurar de novo.

     — Ei, pensei que isso ia parar você!

     — Então, você é ingênua. — ele abriu outra gaveta e congelou. — Puta merda! Eu suspirei e escorreguei de suas costas.

    — Eu posso explicar isso. Ele puxou a gaveta, um longo, plano compartimento, destinado a guardar o troféu, tanto quanto o permita, e ficou olhando atentamente para dentro. Engasgou, espantado com o conteúdo na sua frente antes de virar a cabeça para me encarar.

     — Algo que queira me dizer? Eu mordi meu lábio.

    — Meus pais não me deixavam comer doces?

     Morgan enfiou a mão e pegou um punhado do conteúdo da gaveta: barras de chocolate Sul-americano, sacos de cerejas secas cobertas com chocolate; balas de chocolate, moedas de chocolate, estrelas de chocolate, pirulitos de chocolate, raspas de chocolate, biscoitos em formato de árvores de Natal de gengibre com cobertura de chocolate, Twinkies cobertos de chocolate branco, caramelos de chocolate, cacau vindo de uma pequena barra de chocolate e uma barra de Toblerone com um pé de comprimento. Ele me olhou, tentou não rir, e, por todo esse esforço, fez um som estrangulado como um soluço.

   — E então está compensando com isso? Eu cruzei meus braços.

     — Você tem algum problema com minha reserva secreta?

      Fez o som novamente. — Não?

    — Pare de rir de mim. — eu pedi, mas estava sorrindo quando disse isso.

     Morgan depositou a mão de chocolate, fechou a gaveta, pegou meus quadris e acomodou meu corpo entre o seu e a bancada da cozinha. Olhou para mim com um ar de gravidade simulada.

     — Eu não estou rindo de você, Mer. Divertindo-me, talvez, mas não rindo.

     — Ha! — dei-lhe um olhar venenoso que nem eu sabia que era convincente.

    — Hum, não para nos deixar íntimos, mas vi que essa sobremesa que você trouxe. Estava planejando compartilhar disso, ou era apenas para você?

     — HA! — repeti.

     — É bom que não seja uma obsessiva. Ah, espere. — disse secamente. — Sim você é.

     — Algumas pessoas gostam de vinho. Alguns de carros. Para alguns. — eu disse, puxando a bainha de sua, sem dúvida camisa de marca. — Gostam de roupas incrivelmente caras. Eu gosto de chocolate.

     — Sheee, Mer Posso ver isso. Mas a verdadeira questão é, aplica essa paixão em outras áreas da sua vida?

    — Eu não tenho idéia do que está falando.

   — Mentirosa. — disse ele, fechando os olhos e baixando seus lábios até os meus. Nossos lábios apenas se tocaram quando o silêncio se rompeu.

     Ethan, em calças pretas e uma camisa preta justa, estava no limiar da cozinha da Mallory, mãos nos bolsos. Seu cabelo estava amarrado, a descontração do conjunto indicando que ele tinha planos que não envolviam negociações ou diplomacia. Mallory e Catcher estavam bem atrás dele. Os olhos de Morgan se abriram rapidamente, emoção apertando suas feições, por uma fração de segundo, deixando seus olhos prata. Eu só estava meio pasma. Por que Ethan estava aqui?

    – Se você quer que eu a corteje apropriadamente, Sullivan, você precisará nos dar algum tempo sozinhos. – As palavras e o tom eram para Ethan, mas seu olhar estava em mim.

    – Minhas desculpas pela… interrupção, – ele disse, mas ele não podia ter soado mais sarcástico. Na verdade, ele soava bem feliz em interromper.

     Foi um momento bem longo, quieto e estranho antes de Morgan finalmente olhar para ele. Eles trocaram acenos masculinos, esses dois Mestres, esses dois homens que juntos controlavam os destinos de dois terços de vampiros em Chicago. Dois homens que clamavam quase muita autoridade sobre meu tempo.

    – Desculpe por roubá-la, – Ethan disse, – mas nós temos assuntos da Casa Cadogan.

    – É claro. – Morgan se virou de volta para mim, e bem na frente de Deus e convidados sortidos, me beijou suavemente. – Pelo menos nós jantamos.

     Eu olhei nos olhos tristes. – Sinto muito.

   – Claro. Silêncio desconfortável caiu de novo até Morgan oferecer. – Eu acho que devo ir e deixar vocês dois para seus… negócios…”

(Traduzido por fãs) Pesquisa e disponibilização: Fabianne Paixão. Tradução / Revisão / formatação: Tasha. Edição de imagens: Fênix

FRIDAY NIGHT BITES – Ou, “Mordidas de Sexta a Noite” –  Merit a vampira Sentinela, da Casa Cadogan. Terá que levantar sua Katana mais uma vez em defesa aos vampiros que jurou defender. Mas ela guarda um segredo até de sua melhor amiga, que pode provocar desconfianças na sua capacidade em defender a Casa

Depois de dez meses dos vampiros revelarem sua existência aos mortais de Chicago, estão sendo tratados como celebridades. Desfrutando de um status normalmente reservado para a elite de Hollywood.

 Mas atividades noturnas de alguns sanguessugas imprudentes, como as festas Raves, que são alimentação em massa, onde os vampiros arrendam os seres humanos como gado. Podem vir a ser denunciado  na mídia, tornando a vida dos populares vampiros limitada as suas casas, no melhor da hipótese.

Então, Merit se conecta com sua família da alta classe para atuar como elo, de ligação, entre os seres humanos e vampiros, para manter uma boa imagem dos vampiros na sociedade.

Porém uma despeitada vampira vingativa com um rancor antigo ira usar do beneficio desses segredos para trazer discórdia à paz existente entre os vampiros, metamorfos e humanos. Provocando desconfiança entre os aliados, levantando suspeitas de mais um traidor na Casa Cadogan e bagunçando a estabilidade de Merit.  Ela quer a destruição  da Casa Cadogan ou a de Merit? E Ethan se aproveitara da insegurança no relacionamento de Merit com Morgan? Ira expulsá-la da Casa ou ajudá-la com seu segredo?…

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VAMPIROS DE CHICAGOLAND – 1° LIVRO – ALGUMAS GAROTAS MORDEM

DE:CHLOE NEILL

 

     “- Eu não dei a você permissão para me mudar.

     Ethan olhou fixamente para mim por um momento antes de virar sua cabeça. Ele andou, movendo-se com auto-confiança para a cadeira de couro atrás de sua escrivaninha. Apesar de todas as roupas sob medida e aparência impecável, seu poder era óbvio. Ele justamente assobiou com ele, e enquanto seus movimentos eram rápidos e elegantes, eles insinuavam algo mais escuro, algo ameaçador em baixo da superfície: um tubarão nadando enganosamente em círculos abaixo da água lisa.

     Ele arrastou papéis em sua escrivaninha, então cruzou suas pernas e olhou para mim com aqueles obscenos olhos esmeralda. – Francamente, isso não era o que eu esperava ouvir. Eu estava esperando algo parecido com “Obrigada, meu Liege, por salvar minha vida. Eu aprecio muito estar viva.”

     – Se me salvar tivesse realmente sido sua meta, você poderia ter me levado para um hospital. Um médico poderia ter me salvado. Você unilateralmente decidiu me fazer outra coisa.

      Ele juntou suas sobrancelhas. – Você acredita que o vampiro que te mordeu primeiro tinha a intenção de te deixar viver?

     – Eu não tive uma chance de perguntar a ele.

     – Não seja ingênua.

     Eu vi a conferência de imprensa sobre a morte de Jennifer Porter, sei sobre as semelhanças entre nossos ataques. Então, incapazes de discutir aquele ponto, eu fiz outro.

     – Minha vida nunca será a mesma.

    – Sim, Merit. – Ele disse, frustração em sua voz, – Sua vida, ‘humana’ nunca será a mesma. Foi, lamentavelmente, tirada de você. Mas nós a demos outra.

     – Devia ter sido “minha” decisão.

    – Eu estava com pouco tempo, Merit. E dado que você está completamente ciente da escolha que eu tive que fazer, esta atitude petulante é indigna de você.

     Eu não discordei, mas quem era ele para me dizer isso? Minha garganta constringiu com emoção. – Me desculpe por não ter me ajustado ao fato de que minha vida foi virada de cabeça para baixo. Desculpe-me por não reagir a isso com elegância.

     – Ou gratidão. – Ele murmurou, e eu me perguntei se ele sabia que tinha sido alto o suficiente para eu escutar. – Eu dei a você uma vida. E eu a fiz igual a mim. Como o resto de seus irmãos e irmãs. Nós somos tão monstros?

     Desejei que eu pudesse ter dito sim. Eu quis dizer sim, fingir horror. Mas uma lágrima correu pela minha bochecha, propulsada por alguma combinação de ira e culpa de que eu não era tão repelida por Ethan Sullivan como eu havia planejado. Eu enxuguei a lágrima com a parte de trás de minha mão.

    Ethan olhou para mim por muito tempo, e eu podia ler a decepção em seus olhos. Isso me aborreceu, aquela decepção, mais do que eu queria admitir.

     Ele tamborilou seus dedos na mesa, se inclinou. – Então talvez eu tenha cometido um engano. A Casa Cadogan tinha permissão para doze novos vampiros este ano, Merit. Isso faz você uma dessas doze da minha parte. Você pensa que você vale à pena? Você pensa que pode contribuir para Cadogan em suficiente proporção para compensar esse investimento? Trazer você para a Casa foi uma decisão melhor que salvar outra pessoa para quem eu poderia ter dado uma nova vida?

     Eu o encarei, o valor do dom que ele me deu, por mais que eu não quisesse ser um deles, tornou-se completamente compreendido.

     Eu deslizei na cadeira a minha frente.

     Ethan assentiu com a cabeça. – Eu pensei que poderia fazer isto. Agora, suas objeções por ter sido mudada foram devidamente anotadas. Então por agora, o que me diz de nós partimos? Eu não quero isto entre nós, ainda que você decida que eu sou seu inimigo mortal. – Ele ergueu as sobrancelhas em desafio. Eu não me aborreci em negar isto.

     Eu pausei, então perguntei – Devidamente anotadas?

    Ethan conscientemente sorriu. – Anotada e recitada na frente de uma testemunha. – Seu olhar flutuou para o canto do quarto, e ele olhou para Mallory com curiosidade. – Eu não conheci sua amiga.

     – Mallory Carmichael, minha companheira de casa.

     Mallory olhou por cima do espesso livro que ela estava lendo.

     – Eu.

     – E seu guarda costas, presumo. – Ele disse, levantando e caminhando para um bar situado entre as estantes de livros do lado esquerdo da sala. Despejou um licor âmbar em um vidro gordo e me observava acima da beira enquanto tomava seu conteúdo. – Eu conheci seu pai.

     – Eu sinto muito em ouvir isto.

     Ele segurou gentilmente o vidro em suas mãos. – Você não é próxima a sua família?

    – Meu pai e eu não nos damos bem. Nós temos diferentes prioridades. Ele está somente focado em construir seu reino financeiro.

     – Enquanto que a Merit não. – Mallory ofereceu do seu canto. – Ela é perfeitamente feliz sonhando com Lancelot e Tristan.

     – Lancelot e Tristan? – Ele perguntou.

    Constrangida com a implicação do amor adolescente, eu gaguejei – Eu… Estava trabalhando em minha dissertação. Antes.

     Ethan terminou sua bebida e pôs o vidro no bar, em seguida, recostou-se contra ele, de braços cruzados. – Entendo.

    – Honestamente, eu duvido que você o faça. Mas se você esperava que mudar-me o ajudaria a ter acesso ao dinheiro da “família de Merit”, você está sem sorte. Não tenho dinheiro e nem acesso a ele.

   Ethan pareceu momentaneamente surpreendido, e não encontrou meu olhar quando ele deixou o bar e se moveu para a mesa. Quando ele estava sentado novamente, ele me encarrou, não com raiva, eu pensei, mas com confusão. – E se eu te dissesse que eu poderia dar coisas a você? Isso aliviaria a sua transição?

     Através do quarto, Mallory gemeu.

     – Eu não sou meus pais.

   Eu era o destinatário de outro longo olhar, mas este sustentava um vislumbre de respeito. – Estou começando a ver isto.

    Finalmente achando meu fundamento – ele podia ser um vampiro, mas ele foi submetido a preconceitos humanos como todos os outros – eu relaxei de volta na cadeira, cruzando minhas pernas e braços, e arqueando uma sobrancelha para ele.

     – Isso que você pensou? Que eu veria o Armani e o endereço Hyde Park, e estaria tão excitada que esqueceria que eu não consenti?

   – Talvez nós dois tenhamos julgado mal a situação. – Ele admitiu. – Mas se existe tal ânimo em sua família, por que você faz com que te chamem de Merit?

     Olhei para Mallory, que estava pegando um pouco de fibra de algodão de uma das pesadas cortinas de veludo que cobriam as janelas. Ela era a única de um punhado de amigos que sabiam da história inteira, e eu não estava disposta a adicionar Ethan Sullivan para aquele grupo.

     – É melhor que a outra opção. – Eu disse a ele.

     Ethan pareceu considerar isso antes de afastar seu olhar de uma pilha de documentos em sua escrivaninha. Ele os embaralhou. – E você não está morta. Não está morta ou uma morta que anda e Buffy não seria um recurso anatômico confiável. Você não morreu aquela noite. Seu sangue foi tomado e substituído. Seu coração nunca parou de bater. Você é melhor agora, geneticamente, do que você era antes. Um predador. O topo da cadeia alimentar. Eu fiz você um imortal, assumindo que você conseguirá ficar fora de problemas. Se você seguir as regras, você pode ter uma vida longa, produtiva como um vampiro de Cadogan. Falando disso, Helen deu a você tudo o que precisa? Você recebeu uma cópia do Canon?‖

     Eu confirmei com a cabeça.

    – Você ainda tem sangue?

   – O sangue ensacado foi entregue em casa, mas eu não tive nenhum. Para ser honesta, não parecia tão apetitoso.

   – Você conseguiu bastante durante a transição, então a sede não te alcançou ainda. Tente outro dia. Você irá querer muito isso quando a Primeira Fome te golpear. – Os lábios de Ethan viraram, e ele sorriu. Estava um pouco desarmando. Aquele sorriso. Ele pareceu mais jovem, mais feliz, mais humano. – Você disse sangue ensacado?

     – É isso que é entregue. Por que isto é engraçado?

   – Porque você é uma vampira da linha Cadogan. Você pode beber diretamente de humanos ou de outros vampiros. Só não mate ninguém.

     Eu coloquei uma mão em meu estômago, como se o toque pudesse acalmar a gordurosa onda que, de repente rolou por ele. – Eu não vou morder ninguém. Eu não quero beber mesmo, ensacado ou de outra maneira, pessoas ou não. Você não pode simplesmente sair por ai e… – eu acenei uma mão no ar. – …mastigar as pessoas.

     Ethan estalou a língua. – E pensar que nós estávamos tão perto de ter uma conversação normal. Merit, você é uma adulta. Eu sugiro que você aprenda a aceitar suas circunstâncias, e depressa. Goste ou não, sua vida mudou. Você precisa entrar em acordo com exatamente quem você é…”

(Traduzido por fãs) Pesquisa e disponibilização: Fabianne Paixão. Tradução / Revisão / formatação: Tasha. Edição de imagens: Fênix

ALGUMAS GAROTAS MORDEM – Merit é uma estudante universitária, que sofre um ataque de vampiro em pleno Campus da Universidade de Chicago. Por pura sorte ou por azar, outro sanguessuga chega a tempo de afugentar o primeiro vampiro, o assassino, antes que pudesse matá-la como uma outra fora morta, ali perto. E por falta de opção, decidiu salvar sua vida, transformando-a em uma morta-viva.

Seu salvador, o vampiro mestre Ethan Sullivan. De uma das Casas de vampiros de Chicago, a Casa de Cadogan.  Alto, olhos verdes, de quatrocentos anos, ele tem séculos de charme. Mas Merit não se deixa impressionar tão facilmente, apesar de ficar bem claro sua atração imediata ao encontrá-lo. Desde o início fica registrada a sua repulsa por ter sido transformada sem ser consultada antes.

Ethan esperava dela servidão, no mínimo gratidão. Mas ela se recusa a ser igual aos outros vampiros iniciados. E se mostra indócil, desafiando-o a uma luta. Ele se surpreende com o seu desempenho por ter tão pouco tempo de vida, prometendo que será uma poderosa vampira.

Na esperança que ela faça seus votos a Casa Cadogan, ele envia-lhe um instrutor para treiná-la em lutas nas artes marciais. Para deixá-la preparada antes que se torne um membro oficial da Casa Cadoga.

Apesar de suas dúvidas em se deixar ser controlada por Ethan, ela tem que admitir, tem alguém lá fora ameaçando matar mais humanos e também querendo pegá-la. Por isso ela faz o  juramento de proteger e ser leal  a sua Casa e a Ethan. E se surpreende quando ele a torna sua Sentinela. Um alto Cargo honroso,  há muito tempo extinto.  De guardião da Casa de Codogan.

  Mas sua iniciação na vida noturna de Chicago pode ser o primeiro conflito em uma guerra…

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VAMPIT

J. P. Santos. Agradesce.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

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