VAMPIROS SULINOS – 7° LIVRO – ALL TOGETHER DEAD

DE: CHARLAINE HARRIS

     “…- Aqui vêm problemas,” – Barry me advertiu.

   Dava meia volta para ver um vampiro aproximando-se de mim de modo ameaçador com uma expressão não muito agradável em sua cara. Ela tinha olhos cor avelã quentes e cabelo diretamente café claro, e era baixo e término médio.

     – Finalmente, uma do grupo da Louisiana. O resto de vocês estão escondidos? Conte a sua puta cadela de amante que jogarei seu couro na parede! Ela não sairá com a sua assassinando meu rei! A verei estaqueada e exposta ao sol no teto deste hotel!

     Falei a primeira coisa que entrou em minha cabeça, infelizmente. – Guarda o drama para sua mãe , –  disse a ela, como uma menina de onze anos de idade.  – E além disso, quem diabos é você?

     É obvio, esta tinha que ser Jennifer Cater. Começaria a dizer a ela que o caráter de seu rei tinha sido realmente de baixo nível, mas eu gostava que minha cabeça estivesse bem assentada sobre meus ombros, e não requereria muito para empurrar a esta garota sobre o bordo. De bom resplendor, falei para ela.

     – Te Drenarei até que te seque, –  ela disse, severamente. Atraíamos uma certa quantidade de atenção para então.

     – Ooooo, –  falei, exasperada além da sabedoria.  – Estou tão assustada. O tribunal não gostaria
de lhe ouvir dizer isso? Corrige-me se eu estou equivocada, mas não são os vampiros advertidos por – OH, sim – a lei de ameaçar aos humanos com a morte, ou justamente li isso equivocadamente?

     – Como se desse um estalo de meus dedos para a lei humana, –  Jennifer Cater disse, mas o fogo foi morrendo em seus olhos quando ela se deu conta de que o vestíbulo inteiro estava escutando nosso intercâmbio, incluindo muitos humanos e possivelmente alguns vampiros que amariam vê-la fora do caminho.

      Sophie Anne Leclerq será julgada pelas leis de nossa gente, –  Jennifer disse como um disparo.  – E ela será culpada. Terei Arkansas, e a farei grande.

    – Esse será um princípio, – disse com alguma justificação.

     Arkansas, Louisiana, e Mississippi eram três estados pobres amontoados conjuntamente, para nossa mútua mortificação. Estamos agradecidos uns com outros, porque conseguimos tomar turnos estando no fundo de quase cada lista nos Estados Unidos: nível de pobreza, gravidez na adolescência, morte de câncer, analfabetismo… Nos rodamos honra. Jennifer partiu, não querendo provar uma volta.
Ela estava resolvida, e era cruel, mas pensei que Sophie Anne podia dominar com astúcia a Jennifer qualquer dia. Se fosse uma mulher apostadora, teria apostado dinheiro a pônei francesa. Barry e eu nos demos um encolhimento de ombros. Incidente terminado. Unimos nossas mãos outra vez.

     ” –  Mais problemas,” – Barry disse soando resignado.

     Enfoquei meu cérebro para onde o dele ia. Ouvi um meta-tigre dirigindo-se a nós a uma grande, grande rapidez deixei cair a mão do Barry e girei, esticando meus braços preparados e minha cara inteira sorrindo.

     – Quinn! –  Falei.

     E depois de um momento onde ele se viu muito incerto, Quinn me balançou em seus braços. Abracei-o tão forte como pude e ele devolveu o abraço tão enfaticamente que minhas costelas chiaram. Logo ele me beijou, e requereu toda minha força de caráter para manter o beijo dentro dos limites sociais. Quando nos apartamos para respirar, me precavi que Barry aguardava alguns pés longe, não muito claro do que fazer.

     – Quinn, este é Barry Bellboy, –  falei, tentando não me sentir envergonhada.  – Ele é o único telepata que conheço. Trabalha para o Stan Davis, o Rei do Texas.

     Quinn estendeu uma mão para o Barry, quem agora me precavi estava de pé por uma razão. Tínhamos irradiado um pouco graficamente.
Senti uma maré vermelha sobre minhas bochechas. O melhor era pretender que não o tinha notado, é obvio, e isso é o que fiz. Mas podia sentir um pequeno sorriso saindo bruscamente das esquinas de minha boca, e Barry se viu mais divertido que zangado.

     – Prazer em conhecê-lo, Barry, –  Quinn retumbou.

     – Você que se encarrega dos acertos da cerimônia? –  Barry perguntou.

     – Sim, esse sou eu.

     – Escutei a respeito de ti, –  Barry disse.  – O grande lutador. Tem realmente a um representante
entre os vampiros, homem. –  Ergui a cabeça. Algo que não entendia aqui.

     – O grande lutador? –  Falei.

     – Contarei sobre isso mais tarde, –  Quinn disse, e sua boca se apertou em uma linha.

     Barry olhou de mim para o Quinn. Sua própria cara fez algum endurecimento, e estava surpreendida de ver tanta dureza no Barry.

     – Ele não te disse? – Perguntou, e logo leu a resposta de minha cabeça.

     – Ei, homem, isso é não correto, –  ele disse ao Quinn.  – Ela deveria saber. –  Quinn quase grunhiu.

     – Contarei a ela sobre isso logo.

     – Logo? –  Os pensamentos do Quinn estavam cheios de revôo e violência. – Como agora?

     Exceto nesse momento, uma mulher caminhou a grandes passos através do vestíbulo para nós. Era uma das mulheres mais atemorizantes que alguma vez tinha visto, e já vi algumas mulheres horripilantes. Era provavelmente cinco pés oito, com cachos negros pintados que lhe envolviam a cabeça, e segurava um capacete sob seu braço. A jogo com sua armadura. A armadura em si mesmo, preto e sem brilho, era como o traje de um receptor de beisebol: um protetor de peito, de coxa, e de canela, com a adição de braçadeiras grosas de couro que enfaixavam os antebraços. Levava postas botas pesadas, também, e uma espada, uma arma, e uma mola de suspensão pequena pendurada. Só pude ficar de queixo caído.

     – Você é a quem chamam de Quinn? –  Ela perguntou, detendo-se uma jarda.

     Tinha um forte acento, um que não pude rastrear.

     – Sou,-  disse Quinn.

     Notei que Quinn não pareceu estar tão assombrado como eu pela aparência deste letal ser.

     – Sou Batanya. Você se encarrega de acontecimentos especiais. Inclui isso a segurança? Tenho o desejo de discutir as necessidades especiais de meu cliente.

     – Pensei que a segurança era seu trabalho, –  disse Quinn.

    Batanya sorriu, e realmente isso faria gelar seu sangue.

     – OH, sim, esse é meu trabalho. Mas lhe proteger seria mais fácil se…

      – Não me encarrego da segurança, –  ele disse.  – Estou encarregado só dos rituais e
procedimentos.

     – Bem, –  ela disse, seu acento convertendo a locução casual em algo sério. – Então com quem falo?

     – Um tipo chamado Todd Donati. Seu escritório está na área de planta atrás do escritório de
inscrição. Um dos recepcionistas pode lhe mostrar.

     – Com licença, –  falei.

     – Sim? –  Ela olhou por debaixo de um nariz reto para mim. Mas ela não se viu hostil ou
esnobe, justamente preocupada.

     – Sou Sookie Stackhouse,-  falei.  – Para quem você trabalha, Srta. Batanya?

     – O Rei de Kentucky, –  ela disse.  – Ele nos trouxe aqui com grande gasto. Assim que é uma pena que não acha nada que possa fazer para liberá-lo de ser morto, tal como estão as coisas agora.

     – O que quer dizer? – Estava grandemente assombrada e alarmada A guarda-costas parecia
disposta a me dar uma resposta completa, mas fomos interrompidos.

     – Batanya! –  Um jovem vampiro se apressava através do vestíbulo, seu corte de cabelo curto e
todo o conjunto preto gótico o faziam ver-se até mais frívolo quando permaneceu parado ao lado da mulher formidável.

     – O amo diz que ele a necessita a seu lado.

     – Estou indo,-  Batanya disse. – Sei qual é meu lugar. Mas tenho que protestar pela forma em que o hotel faz meu trabalho muito mais difícil do que precisa ser.

     – Queixe por sua maldita conta, –  o menor disse acidamente. Batanya lhe deu uma olhar que eu não teria querido merecer. Logo ela se inclinou ante nós, e cada um a ela.

     – Srta. Stack-House, – ela disse, estendendo sua mão para mim. Eu não imaginei que as mãos poderiam ser caracterizadas como musculosas. – Sr. Quinn. – Quinn obteve sua sacudida, também, enquanto Barry obteve uma inclinação de cabeça, desde que ele não apresentou-se. – Chamarei a este Todd Donati. Lamento se enchi seus ouvidos, quando esta não é sua responsabilidade.

     – Wow, –  falei, observando as pernadas da Batanya saindo. Ela levava posto calças como couro líquido, e você poderia ver cada flexão e relaxação do glúteo com seu movimento. Foi como uma lição de anatomia. Tinha músculos em seu traseiro.

     – De que galáxia veio? –  perguntou Barry soando deslumbrado.

     Quinn disse,  – Não galáxia. Dimensão. Ela é um Britlingen .-  Esperamos por mais iluminação. – Ela é um guarda-costas, uma super guarda-costas, –  explicou.  – Os Britlingens são os melhores. Tem que ser realmente rico para contratar a uma bruxa que possa trazer um,…”

(Traduzido por fãs) *Traduzido e revisado por Aninha Lizaso

ALL TOGETTHER DEAD – Ou,  Todos Juntos Mortos. – Sookie Stackhouse é “convidada” por Andre, o guarda-costas pessoal de Sophie Anne Leclerq, a rainha da Louisiana  para participar de uma convenção onde estaria a maioria dos líderes vampiros. Aonde entre outras coisas iriam  fazer o julgamento da rainha, que estava sendo processada por ter matado  seu marido, o rei de Arkansas, Peter Threadgill.  Sendo Sookie a única testemunha da morte do rei, fora o Andre e a própria rainha Sophie Anne, é claro! Além disso, Sookie iria trabalhar para eles, com seu Don telepático para saber quem de seus aliados estaria sendo sincero ou não.  Uma arma  secreta em defesa contra os  seus inimigos.

 O meta-tigre Quinn, o atual namorado de Sookie, fora quem organizará os vários eventos acorridos durante a convenção dos vampiros. E dentro do hotel “Pirâmide de Gizeh”, fervilhava com as pessoas correndo a toda pressa através do vestíbulo – criadas, guarda-costas, ajudantes,  camareiras, garçons todos corriam preparando coisas para os convencionais não mortos.  Do lado de fora, manifestantes da Irmandade do sol.

Durante os eventos Sookie sentia que alguma coisa estava errada. Ela e Barry, único outro  telepata que ela conhecia, juntos eles desvendaram uma grande conspiração.  Que nem toda  a segurança do hotel nem a segurança particular dos vampiros poderiam prever.  Mas, teria sido em tempo suficiente para salvar a todos? E afinal de contas, quem era o culpado?

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VAMPIROS SULINOS 6° LIVRO – DEFINITELY DEAD

DE: CHARLAINE HARRIS

     “Nunca abra sua porta sem inspecionar. Nunca assuma que você sabe quem está do outro lado. Por isso é que tinha posto os olhos mágicos! Estúpida de mim. Eric devia ter voado, porque não podia ver seu carro em qualquer lugar.

     -Posso entrar?- Eric perguntou atentamente. Ele me olhou completa. Depois de apreciar a vista, ele se precaveu que não tinha sido desenhada com ele em mente. Ele não estava contente. – Suponho que está esperando companhia?

     – De fato sim, e realmente, preferiria que ficasse desse lado da soleira – falei. Dava um passo atrás assim ele não me poderia alcançar.

     -Disse a Pam que não queria ir a Shreveport,- ele disse. OH sim, ele estava zangado. -Então aqui estou, para saber por que não responde minhas ligações.

     Usualmente, seu acento era muito leve, mas esta noite notei que era pronunciado.

     – Não tinha tempo,- falei. -Saio fora esta noite.

    – Já vejo,- ele disse, mais quedamente. – Com quem sairá?

  – É realmente de seu interesse? – Choquei com seus olhos, desafiantemente.

     – É obvio que é,- ele disse.

    Estava desconcertado. – E isso por que? – Refiz – me um pouco.

     – Você deveria ser minha. Deitei-me contigo, cuidei que ti, e te… assisti financeiramente.

   -Você me pagou dinheiro que me devias, por serviços prestados, – respondi. – Você pode ter deitado comigo, mas não recentemente, e não deu sinais de querer fazê-lo outra vez. Se você se preocupa por mim, mostra em uma forma muito estranha. Nunca ouvi que ‘o impedimento total além das ordens provindo de outros lacaios’ fosse uma forma válida para mostrar que te importa alguém. – Esta foi uma frase desordenadamente misturada, bem, mas soube que ele teve o ponto.

     -Chama a Pam de lacaio?” – Ele teve um fantasma de sorriso em seus lábios. Logo ele retornou ao mau humor. Podia dizê-lo porque ele começou a descartar suas contrações.

     -Não tenho que andar te rondando para lhe demonstrar isso. Sou xerife. Você… está em minha área.

     Soube que minha boca se pendurou aberta, mas não podia evitar. “apanhando moscas,” minha avó tinha chamado essa expressão, e senti como apanhava a umas quantas.

    -Sua área? – Consegui balbuciar. – Pois bem, vai para o inferno você e sua área. Você não me diz o que fazer!

     -Está comprometida para ir comigo à convenção,- Eric disse, sua boca tensa e seus olhos resplandecentes. – Isso foi por que te chamei a Shreveport, para falar contigo sobre a viagem e todos os acertos.

   -Não estou obrigada a ir a nenhum lugar contigo. Está se excedendo, amigo.

     – Amigo? Amigo!

   E tudo teria se degenerado, se Quinn não tivesse se detido no caminho. No lugar de chegar em sua camionete, Quinn estava em um Lincoln Continental. Senti um momento de prazer perpendicularmente esnobe ao pensar em andar nele. Tinha selecionado o traje de calças pelo menos em parte porque pensei que teria que subir em uma caminhonete, mas estava contente de me deslizar em um carro luxuoso. Quinn veio através da grama e encarapitou-se no alpendre com uma velocidade subestimada. Ele não se via como se estivesse com pressa, mas repentinamente estava ali, e eu sorria, e ele se via maravilhoso. Ele tinha posto um traje cinza escuro, uma camisa roxa, e uma gravata de duas cores misturadas. Tinha posto um brinco simples de ouro. Eric estava mostrando as presas.

   -Olá, Eric,- Quinn disse serenamente. Sua voz profunda retumbou ao longo de minha coluna vertebral. – Sookie, você está deliciosa, como para te comer. – Ele me sorriu, e os pequenos tremores ao longo de minha coluna vertebral se propagaram inteiramente para outra área.

   Nunca teria acreditado que na presença do Eric poderia pensar que outro homem fosse atrativo. Teria estado errada de acreditar que sim.

     -Você está muito bem, também,- falei, fazer uma tentativa para não resplandecer como uma idiota. Não estaria bem babar incontroladamente.

     -O que estiveste dizendo a Sookie, Quinn?- Eric disse

    Os dois homens altos se olharam. Não acreditei que eu fosse a fonte de sua animosidade. Era um sintoma, não a enfermidade. Algo jazia debaixo disto.

     -Estive dizendo a Sookie que a rainha requer a presença de Sookie na convenção como parte de seu grupo, e que a chamada da rainha ultrapassa a tua – Quinn disse rotundamente.

     -Desde quando a rainha dá ordens através de um meta?- Eric disse, desprezo suavizando sua voz.

     -Desde que este meta realizou um serviço valioso para ela na linha do negócio,- Quinn respondeu, sem vacilação. -O Sr. Cataliades sugeriu a Sua Majestade que eu poderia ser de grande ajuda em uma aptidão diplomática, e meus sócios tiveram gosto em me dar tempo extra para realizar qualquer dever que ela pudesse me encomendar.

   Não estava completamente claro de seguir isto, mas compreendi a essência.

   Eric se indignou, por usar uma boa entrada de meu calendário “Palavra do Dia”. De fato, seus olhos quase atiravam faíscas, ele estava muito zangado. – Esta mulher foi minha, e será minha,- ele disse, nos tons tão definitivos que pensei a respeito de comprovar se tinha uma selo em meu traseiro.

    Quinn intercambiou seu olhar fixo para mim. “Bebê, é dele, ou não? – Ele perguntou.

     -Não,- falei.

   -Então vamos desfrutar da função,- Quinn disse. Ele não pareceu assustado, ou preocupado.

     Era uma reação verdadeira, ou uma mascara? Qualquer das duas opções, era impressionante.

     Tive que passar ao lado do Eric em meu caminho ao carro do Quinn. Contemplei-lhe, porque não pude evitar. Estar próxima a ele enquanto estava zangado não era uma coisa segura, e precisei estar em guarda. Eric eram raras vez cruzado em assuntos sérios, e minha anexação pela Rainha da Louisiana – sua rainha – era um assunto sério. Minha saída com o Quinn estava obstruída em sua garganta, também. Eric ia justamente ter que engolir. Logo fomos ambos no carro, com os cintos postos, e Quinn fez uma manobra para pôr o Lincoln de volta à Estrada Hummingbird. Exalei, lenta e cuidadosamente. Tomou alguns momentos para sentir calma outra vez. Gradualmente minhas mãos se relaxaram. Me dei conta do silêncio que estava se construindo. Dei uma sacudida mental. -Vai ao teatro freqüentemente, já que viaja tanto?- Perguntei socialmente.

     Ele riu, e o som profundo, rico encheu o carro. -Sim,- ele disse. -Vou ao cinema e ao teatro e a qualquer evento esportivo que esteja ocorrendo. Eu gosto de ver que as pessoas fazem coisas. Não vejo muita televisão. Eu gosto de sair de meu quarto de hotel ou meu apartamento e ver coisas acontecerem ou fazer que aconteçam por mim mesmo.

     -Então dança?

     Ele me deu um olhar rápido. – Faço.

    Sorri. – Eu gosto de dançar. – E era realmente boa dançando, não que tinha muitas ocasiões para praticar. – Não sou boa cantando,- admiti, – Mas realmente adoro dançar.

     -Isso soa prometer…”

(Traduzido por fãs) *Revisado e Traduzido por Aninha Lizaso

DEFINITELY DEAD – Ou, Definitivamente morto – A garçonete Soockie do bar Merlotte, é convidada para ir em  Nova Orleans  para esvaziar o apartamento de sua prima, a vampira Hadley, e a ex-amante da Rainha Sophie Anne, da Louisiana,  e que fora assassinada. Morta definitivamente. Mas a mensageira Glandiola, um meio demônio e sobrinha do advogado, o conselheiro da Rainha, Mr. Cataliade nunca chegou com o convite.  Foi morta em seu quintal.

    Sookie começa a namorar Quimm, o meta-tigre, que  foi o  professor de  cerimônia em um concurso para packmaster para a liderança do novo lobisomem da manada Shreveport.  Mas  os Ex de Sookie,  não gostam da interferência dele.

     Um  lobisomem é encontrado por Sookie no apartamento de Hadley, ele fora  transformado em vampiro e por muito pouco ela não foi morta. E uma bruxa, a Amélia, fez uma reconstrução ectoplásmica no apartamento de Hadley, para descobrir quem fora o responsável pela transformação do lobisomem em vampiro.

    No final de tudo Sookie se vê em outra grande enrascada.  Mas, descobre o segredo que levou Bill a conhecê-la em Bomtemp. O que não a deixou nada satisfeita. Desvendou o mistério da morte de sua prima. O que não passou de uma armadilha para derrubar a rainha.  Acabou de vez com todo o mal entendido entre ela e os Peltys. Que trouxe louca, a irmã de  Debbie, Sandra. Que desconfiava que ela soubesse mais do que dizia sobre sua morte. Não é que era verdade? E acaba no meio de uma guerra sangrenta entre vampiros. Mas qual é a novidade?  Será se Sookie acerta dessa vez no namorado?

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VAMPIROS SULINOS 5° LIVRO – DEAD AS A DOORNAIL

DE: CHARLAINE HARRIS

Absolutamente morto

 

     “Fadas ocupam um lugar especial na hierarquia de criaturas mágicas. Eu ainda não compreendi exatamente qual é, mas cedo ou tarde eu vou juntar as peças.

     Cada homem no bar estava babando por Claudine, e ela estava adorando isto. Ela deu a Andy Bellefleur uma longa, grande olhada, e Halleigh Robinson olhou furiosa, irada o suficiente para socar alguém, até lembrar que ela era uma doce garota sulista. Mas Claudine abandonou todo interesse em Andy quando viu que ele estava bebendo chá gelado com limão. Fadas são ainda mais violentamente alérgicas a limão do que vampiros são ao alho.

    Claudine veio na minha direção, e me deu um grande abraço, para a inveja de cada macho no bar. Ela pegou minha mão para me puxar para dentro do escritório de Sam. Fui com ela por absoluta curiosidade.

     – Querida amiga. – Claudine disse. – Eu tenho más notícias para você.

     – O quê? –  Eu tinha ido de confusa para amedrontada em um batimento cardíaco.

     – Houve um tiroteio cedo esta manhã. Um dos lobis-leopardo foi atingido.

     – Ah, não! Jason! –  Mas certamente um de seus amigos não teria ligado se ele não tivesse ido para o trabalho hoje?

     – Não, seu irmão está bem, Sookie. Mas Calvin Norris foi baleado.

     Eu estava impressionada. Jason não tinha ligado para me dizer isso? Eu tive que descobrir de outra pessoa?

     – Baleado mortalmente? –  Eu perguntei, ouvindo minha voz tremer. Não que Calvin e eu fossemos próximos – longe disso – mas eu estava chocada. Heather Kinman, uma adolescente, tinha sido baleada na semana anterior. O que estava acontecendo em Bon Temps?

     – Baleado no peito. Ele está vivo, mas tem um ferimento grave.

        – Ele está no hospital?

       – Sim, suas sobrinhas o levaram para o Grainger Memorial.

    Grainger era uma cidade mais longe ao sudeste do que Hotshot, e uma viagem mais curta de lá do que até o hospital comunitário em Clarice.

      – Quem fez isso?

    – Ninguém sabe. Alguém atirou nele cedo esta manhã, quando Calvin estava indo para o trabalho. Ele tinha vindo de sua, hum, época do mês, transformado, e partiu pela cidade para seu turno.Calvin trabalha na Norcross.

     – Como você ficou sabendo de tudo isso?

     – Um dos primos dele foi na loja comprar alguns pijamas, já que Calvin não tem nenhum. Suponho que ele dorme nu, –  Claudine disse. –  Eu não sei como eles acham que vão colocar uma camisa de pijama sobre as ataduras. Talvez eles só precisassem dascalças? Calvin não vai gostar de ficar arrastando os pés pelo hospital só com uma daquelas camisolas indecentes entre ele e o mundo.

     Claudine frequentemente se desviava em suas conversas.

     – Obrigada por me contar. –  eu disse. Eu imaginei como o primo conhecera Claudine, mas eu não iria perguntar.

     – Está bem. Eu sabia que você iria querer saber. Heather Kinman era uma metamorfa, também. Aposto que você não sabia. Pense nisso.

     Claudine me deu um beijo na testa – fadas gostam muito de demonstrações afetivas – e nós voltamos para a área do bar. Ela tinha me deixado muda. A própria Claudine estava de volta aos negócios como sempre. A fada pediu um 7-and-7*, e estava
cercada de pretendentes em aproximadamente dois minutos.

     Ela nunca saía com alguém, mas os homens pareciam gostar de tentar.

     Mesmo Sam estava todo sorridente para ela, e ela não deu a mínima.

    Quando fechamos o bar, Claudine já tinha saído para voltar para Monroe, e eu tinha transmitido as novidades dela para Sam. Ele ficou tão chocado com a história quanto eu. Apesar de Calvin Norris ser o líder da pequena comunidade de metamorfos de Hotshot, o resto do mundo o conhecia como um solteirão estável e tranquilo que era dono de sua própria casa e tinha um bom emprego como supervisor de equipe na serraria local. Era difícil imaginar qualquer uma das suas personalidades proporcionando uma tentativa de assassinato.

     Sam decidiu enviar algumas flores pela equipe do bar.

    Eu vesti meu casaco e saí pela porta de trás do bar logo à frente de Sam. Eu o ouvi trancando a porta atrás de mim. Repentinamente lembrei que nós estávamos ficando com poucas garrafas de sangue, e me virei para dizer isto a Sam. Ele percebeu meu movimento e parou, esperando eu falar, seu rosto cheio de expectativa. No espaço de tempo que leva para piscar, sua expressão mudou, indo da expectativa para o choque, o vermelho escuro começou a se espalhar em sua perna esquerda, e ouvi o som de um tiro.
Então o sangue estava por toda parte, Sam se dobrou para o chão, e comecei a gritar…”

(Traduzido por fãs) Comunidade Traduções de Livros. Tradução: Rejane Thiesen. Revisão: Thaís. Revisão: Mariana Dal Chico. Revisão: Paula Veloso. Revisão: Juliana Dias.

DEAD AS A DOORNAIL – Ou, Absolutamente morto. – Sookie Stackhouse é convidada por Alcide, um amigo Lobisomem, para  acompanhá-lo ao funeral do líder do bando que acabou de falecer. E acaba arrastada a se envolver na política dos Lobis. O que a deixa muito chateada.

Quando a comunidade passa a suspeitar que Jason, o irmão da Sookie, que sofrerá um ataque e fora recentemente transformado em lobis-leopardo, seja o autor dos disparos contra metarmorfos e lobis, ela parte para descobrir quem é o responsável em ferir Calvin Norris, mais um dos seus pretendentes e  chefe de matilha dos  lobis-leopardo.

A vida amorosa da Sookie contínua complicada. Mesmo que ela tente evitar namorados perigosos,  sua vida corre perigo. Coisa que ela descobre quando um assaltante põe fogo em sua amada casa.

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VAMPIROS SULINOS – 4° LIVRO – DEAD TO THE WORLD

 DE: CHARLAINE  HARRIS

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     “…- Ela ordenou que eu a deixasse, – ele disse. Seus olhos escuros penetravam os meus. – Disse que te mataria se eu não o fizesse.
Eu estava prestes a perder a cabeça. Mordi o interior de minha bochecha, bem forte, para me obrigar a me manter concentrada.
– Então sem uma explicação ou discussão comigo, você decidiu o que era melhor para mim e para você.
– Eu tive que fazê-lo, – ele disse. – Tive que cumprir sua ordem. E sabia que ela seria capaz de fazer mal a você.
– Bom, nisso você tinha razão. – De fato, Lorena tinha feito todos os seus melhores esforços para me mandar direto pro túmulo. Mas eu a mandei primeiro – certo, foi por mera casualidade, mas funcionou.
– E agora já não me ama, – disse Bill, com a menor das perguntas em sua voz.
Eu não tinha nenhuma resposta clara.
– Não sei, – eu disse. – Não tinha pensado que você queria voltar comigo. Afinal de contas, eu matei sua mamãe. – E lá estava a menor das perguntas em minha voz, também, mas acima de tudo eu estava amargurada.
– Então precisamos ficar mais tempo separados. Quando eu retornar, se você quiser, nós vamos conversar novamente. Um beijo de despedida?

     Para minha vergonha, teria adorado beijar o Bill de novo. Mas era uma idéia tão ruim, que mesmo desejar isso parecia errado. Ficamos de pé, e rocei meus lábios rapidamente em sua bochecha. Sua branca pele resplandeceu com o pequeno brilho que distinguia os vampiros dos humanos. Tinha me surpreendido saber que nem todo mundo podia visualizá-los como eu.
– Você está saindo com o Lobis? – ele perguntou, quando estava quase fora da porta. Ele soava como se lhe tivessem arrancado as palavras pela garganta.
– Qual deles? – Perguntei, resistindo a tentação de piscar meus cílios. Ele não merecia uma resposta, e ele sabia. – Quanto tempo você vai ficar fora? –Perguntei rapidamente, e ele me olhou como que especulando algo.
– Não é uma coisa muito certa. Talvez duas semanas, – ele respondeu.
– Nós talvez conversemos então. – eu disse, desviando meu rosto para longe. – Deixe-me devolver sua chave. – peguei minhas chaves de dentro da minha bolsa.
– Não, por favor, guarde-as em seu chaveiro, – ele disse. – Talvez precise dela enquanto estiver fora. Entre na casa quando quiser. Minha correspondência ficará no correio até que eu lhes dê notícia de minha volta, e acredito que meus outros negócios inacabados estão sendo cuidados.
Então, eu era seu último assunto pendente. Amaldiçoei a gota de ira que estava prontinha para transbordar atualmente.
– Espero que tenha uma boa viagem, – disse friamente, e fechei a porta imediatamente depois. Me dirigi para meu quarto. Tinha um roupão para vestir e um pouco de televisão para assistir. Por Deus, eu iria retomar minha programação original.
Mas enquanto estava pondo minha pizza no forno, tive que secar minhas bochechas algumas vezes.”

 Comunidade Traduções de Livros . Tradução: Felipe Fernandes, Paula Veloso. Revisão: Juliana Dias,  Camila Rios Paula.

DEAD TO THE WORLD – Ou, “Morto para o Mundo”-   O vampiro Bill, namorado de Sookie,  vai para o Peru para fazer pesquisas.  Uma reunião de bruxas (que também parecem ser metamorfas e viciadas em sangue de vampiro) chega da cidade vizinha, procurando encrenca com os vampiros. Soockie encontra Eric,  (e vampiro-chefe do distrito), sem roupa alguma andando sozinho na estrada, sem memória de quem ele é ou o que ele faz. Sem saber o que o tornou assim, Sookie  acaba por acolhê-lo em sua casa, temendo que lhe façam algum mal. Coincidentemente, o irmão de Sookie, Jason, some. Logo depois de conhecer a linda Cristal. Uma metamorfa de uma comunidade fechada, de homens- pantera.

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VAMPIROS SULINOS. – 3° LIVRO – CLUB DEAD

DE: CHARLAINE  HARRIS

CLUBE DOS MORTOS

 

“ – Estarei com você em um minuto. –  Bill disse.

     Na tela do computador, estava uma foto de um homem distinto com cabelos brancos e pele escura. Ele era atraente meio que do tipo Anthony Quinn, e  parecia poderoso. Embaixo da foto estava um nome, e embaixo dele estava um texto. “Nascido na Sicília, em1756,”era como começava. Justo quando eu abri a minha boca para comentar que vampiros apareciam sim em fotografias apesar da lenda, Bill se virou e percebeu que eu estava lendo.

     Ele apertou uma tecla e o monitor se apagou.

     Eu o encarei, sem acreditar muito no que tinha acabado de acontecer.

     – Sookie. – ele disse, forçando um sorriso.

     Suas presas estavam retraídas, então ele estava totalmente fora do humor que eu esperava encontrá-lo; ele não estava pensando em mim sexualmente. Como todos os vampiros, suas presas só ficam totalmente expostas quando ele está com um enorme desejo sexual, ou um enorme desejo de se alimentar e matar. (As vezes esses desejos acabavam se misturando, e aí o resultado era um vampirófilo morto. Mas a questão do perigo era o que atraía a maioria dos vampirófilos, se você quer saber.) Embora eu tenha sido acusada de ser uma dessas criaturas patéticas que andam entre os vampiros na esperança de atrair sua atenção, existe apenas um vampiro com quem eu estou envolvida (pelo menos voluntariamente) e era o mesmo que estava sentado bem a minha frente. Aquele que estava escondendo segredos de mim. Aquele que não estava realmente muito animado em me ver.

     – Bill. – eu disse friamente.

     Algo tinha aparecido, com A maiúsculo. E não era a libido do Bill. (Libido tinha acabado de aparecer no meu calendário Palavra–do-Dia.)

     – Você não viu o que você acabou de ver –  ele disse com firmeza.

     Seus olhos castanhos escuros me fitavam sem piscar.

     – Hã-hã. –  eu disse, talvez soando só um pouco sarcástica. –  O que você está tramando?

     – Eu tenho uma missão secreta.

    Eu não sabia se ria ou saía dali furiosa. Então eu simplesmente ergui minhas sobrancelhas e esperei por algo mais. Bill era o investigador da Área 5, uma das divisões vampíricas de Lousiana. Eric, o líder da Área 5, nunca havia dado a Bill uma “missão” que fosse um segredo para mim antes. Na verdade, eu normalmente era parte integrante do time de investigação, por mais relutante que eu pudesse ser.

     – Eric não deve ficar sabendo. Nenhum dos vampiros da Área 5 pode saber.

     Meu coração parou. – Então, se você não está fazendo um trabalho para o Eric, para quem você está trabalhando? –  Eu me ajoelhei porque meus pés estavam tão cansados, e me encostei nos joelhos de Bill.

     – A rainha da Louisiana –  ele disse, quase em um sussurro.

     Porque ele pareceu tão solene, eu tentei manter uma expressão séria, mas de nada adiantou. Eu comecei a rir, soltando pequenas risadinhas que não conseguia segurar.

     – Você está falando sério?…”

(Traduzido por fãs) Comunidade Traduções de Livros . Tradução: Paula Veloso . Revisão: Juliana Dias . Revisão: Camila Rios

 

CLUB DEAD – Ou “Clube dos Vampiros” –  Sookie está meio cismada com o comportamento de Bill. Ultimamente ele vive entregue ao seu trabalho, mal dá atenção a ela.  E foi com uma grande surpresa que ela soube que ele iria se ausentar por alguns dias.  A trabalho, dizia ele. Mas quando ela soube através de Eric que ele poderia ter sido seqüestrado, ela larga tudo  para ir ao Mississipi em seu resgate. Porém lá ela descobre mais segredos de seu namorado. Ele está com outra…  Será se ela ainda quererá  salvá-lo…

 .

QUER SABER MAIS? ACESSE:   www.charlaineharris.com

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

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VAMPIROS SULINOS – 2° LIVRO – MORTO E VIVENDO EM DALLAS

DE: CHARLAINE HARRIS

Morto e vivendo em Dallas

 

    “…Então eu estava alegre quando eu fui para o trabalho. Quando eu vi o Buick estacionado em sua solidão na frente do bar, me lembrei da surpreendente farra de Andy na noite anterior.

     Tenho de confessar, eu sorri quando eu pensei em como ele estaria se sentindo hoje. Justamente quando eu estava prestes a dar a volta e estacionar atrás como os outros empregados, notei que a porta traseira do passageiro do carro de Andy estava um pouquinho aberta. Isso faria sua luz do teto ser acionada, certo? E sua bateria iria acabar. E ele ia ficar com raiva, e teria que entrar no bar para chamar o guincho, ou pedir a alguém para rebocar ele. . . então eu coloquei meu carro no estacionamento e desci dele, deixandoo ligado. Isso acabou se tornando um erro otimista.

     Eu empurrei a porta, mas ela moveu-se apenas dois centímetros. Então eu pressionei o meu corpo contra ela, pensando que isso iria trancá-la e eu poderia seguir caminho. Mais uma vez, a porta não fez clique ao fechar. Impacientemente, eu abri a porta totalmente para descobrir o que estava atrapalhando. Uma onda de cheiro saiu e ventilou para dentro do estacionamento, um cheiro horrível. Medo apertou a minha garganta, porque o cheiro não era desconhecido para mim. Eu olhei no banco de trás do carro, minha mão cobrindo a minha boca, ainda que isso dificilmente ajudasse com o cheiro.

     ” Oh, cara,” sussurrei. “Ah, merda.” Lafayette, o cozinheiro de um dos turnos do Merlotte’s, tinha sido empurrado para o banco traseiro. Ele estava nu. Era o fino pé marrom de Lafayette, com suas unhas pintadas de um carmesimprofundo, que mantivera a porta sem fechar, e era o cadáver de Lafayette que exalava aos quatro cantos.”

(Traduzido por fãs) Comunidade Traduções de Livros. Tradução: Paula. Revisão: Juliana.

 

 LIVING DEAD IN DALLAS – “Morto e vivendo em Dallas” – Sookie Stackhouse, a garçonete do  Merlotte’s descobre um morto-morto no banco de trás do carro do detetive Andy Bellefleur, de Bon Temps. Ele tinha deixado o carro no estacionamento do bar de Sam na noite anterior, depois de ter ido prá casa, rebocado por sua irmã Portia. De porre.  O morto era o Lafayette, o cozinheiro do Merlotte’s. A morte de Laeyfaette era só a ponta do iceberg dos problemas que ela iria enfrentar junto ao vampiro Bill, seu namorado. Uma poderosa entidade mítica iria se abancar em Bon Temps trazendo   desordem e orgia ao bom povo da pequena cidade. E quase matando Sookie, para mandar um recado para Eric, provocando terror aos vampiros.

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VAMPIROS SULINOS – 1° LIVRO – MORTO ATÉ O ANOITECER

DE: CHARLAINE HARRIS

TRUE BLOOD
1° LIVRO

“De qualquer modo, seus lábios eram adoráveis, esculpidos com perfeição, e ele tinha sobrancelhas escuras e arqueadas. Seu nariz descia aquilino daquele arco, como o de um príncipe num mosaico bizantino. Quando ele por fim ergueu o olhar, vi que seus olhos eram mais escuros que seus cabelos, e o branco deles era incrivelmente branco.

— Em que posso lhe servir? — eu perguntei, feliz além da conta. Ele arqueou as sobrancelhas

— Você tem sangue sintético engarrafado? — perguntou.

— Não, lamento muito! Sam encomendou um pouco. Vai chegar na próxima semana.

— Então, me sirva um pouco de vinho tinto, por favor — ele disse, e sua voz era fria e clara, como a água de um riacho deslizando sobre pedras.

Eu dei uma grande risada. Era perfeito demais.

— Não ligue pra Sookie, senhor, ela é louca — disse uma voz familiar que vinha da mesa junto à parede.

Toda a minha felicidade se desfez, embora eu pudesse sentir ainda o sorriso repuxando meus lábios. O vampiro olhava diretamente para mim, observando a vida que se esvaía do meu rosto.

— Trago seu vinho num instante — eu disse, e me afastei, sem nem mesmo olhar para o rosto presunçoso de Mack Rattray.

Ele vinha ao bar quase todas as noites, ele e sua mulher, Denise. Eu os chamava de Casal Rato…”

VAMPIROS SULINOS ― Ou também conhecido por True Blood, nome dado ao seriado da  HBO, baseado nesse livro. Conta a estória de uma linda garçonete, telepata, chamada Soockie Stackhouse. Que sonhava encontrar um morto-vivo de verdade, desde que os vampiros ganharam o direito de circular livremente entre as pessoas. Isso foi logo após a descoberta do sangue sintético. Soockie foi surpreendida ao deparar com o vampiro Bill Compton, sentado em uma das suas mesas. Mas logo depois uma serie de inexplicáveis assassinatos, trazem a desconfiança dos moradores locais a achar que ele é o culpado…

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