SAMYAZA

DE:  SUSY RAMONE

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“— Aproxime-se — ecoou a voz sombria do fundo do salão. Estremeci. O suor escorria pelo meu corpo e permaneci estático diante de tal circunstância. Lentamente, ergui meus olhos e o vi. Sua aparência era horrível, tal como vemos em filmes de terror: um ser com longos chifres em forma de caracol. A pele vermelha lembrava a cor da porta de entrada. Seus olhos eram fundos, de tonalidade laranja e sua expressão facial era maligna. Estava sentado em uma espécie de trono. Com os braços apoiados na lateral e as mãos enormes com dedos longos e grossos pendendo em direção ao chão, tinha postura de um rei.

Achei melhor não demorar mais e fui me aproximando. Ao examiná-lo de perto, percebi que seus pés eram parecidos com os de um bode e fiquei ainda mais apavorado.

— Trouxe você até aqui para lembrá-lo de nosso pacto — ele disse.

Imagens de rituais sinistros passaram por minha cabeça como se fossem flashes, me fazendo recordar o exato momento em que lhe ofereci minha alma algum tempo depois que caí do céu e me tornei mortal. Sem dizer uma palavra, apenas o escutei.

— Samyaza! — ele riu. — Não deve temer-me. É impressionante ver tanta fraqueza vinda logo de você. Ouça com atenção — o tom de voz era sutil, porem aterrorizante. — Você será meu assistente na Terra enquanto estiver por lá. Preciso de seus préstimos. É chegada a hora.

Então me Lembrei. Eu era Samyaza. O anjo caído. Escondido principalmente de mim mesmo naquele ser humano frágil. Uma casca que ocultava as minhas origens, o meu passado obscuro e os meus atos impensados. Como eu odiava aquele crápula e a sua ousadia em me trazer à sua detestável presença! …”

SAMYAZA — Dani Stroke, o vocalista de uma banda que compõe músicas em adoração ao demônio, se vê em apuros quando, sem esperar, é arrastado para o inferno. E lá chegando, ele é forçado a lembrar-se de quem realmente ele era. E, também, lembrar-se sobre um pacto feito com Lúcifer. Diante de um futuro incerto, destinado as trevas, Samyaza e os vampiros lutaram contra anjos e demônios por suas vidas ou suas mortes e, para conquistar o direito de mudar o destino da humanidade.

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HUSH, HUSH – 4° LIVRO – FINALE

DE: BECCA FITZPATRICK

finale

     “… – Belo carro – eu disse.

     – Dá conta do recado.

     – Assim como o meu Volkswagen, que custou consideravelmente menos.

     – É preciso mais do que quatro rodas para ser um carro.

     Ung.

     – Então – eu disse, batendo o pé. – O que é tão urgente?

     – Ainda está namorando aquele anjo caído?

     Era a terceira vez em três horas que ele me perguntava isso. Duas vezes por mensagem, e agora cara a cara. Meu relacionamento com Patch tinha passado por altos e baixos, mas a direção atual era positiva. Ainda tínhamos nossos problemas, contudo. Em um mundo onde Nephilim e anjos caídos preferiam morrer a sorrir um para o outro, namorar um anjo caído definitivamente estava fora de questão.

     Eu me endireitei um pouco mais e disse:

     – Você sabe.

     – Está tomando cuidado?

     – Discrição é o meu lema. – Patch e eu não precisávamos que Dante nos dissesse que era sensato não fazermos muitas aparições públicas juntos. Nephilim e anjos caídos nunca precisaram de uma desculpa para ensinar uma lição uns aos outros, e as tensões raciais entre os dois grupos estavam esquentando mais a cada dia que passava. Era outono, outubro, para ser exata, e o mês judaico do Cheshvan era em alguns dias.

     A cada ano, durante o Cheshvan, anjos caídos possuíam multidões de corpos Nephilim. Anjos caídos têm passe livre para fazer o que bem entenderem, e já que essa era a única vez durante o ano em que eles realmente conseguiam sentir sensações físicas, a criatividade deles não conhecia limites. Eles vão atrás de prazer, dor, e tudo entre os dois, brincando de parasitar os seus hospedeiros Nephilim. Para os Nephilim, o Cheshvan é uma prisão infernal.

     Se Patch e eu fôssemos vistos apenas de mãos dadas pelos indivíduos errados, nós pagaríamos de um jeito ou de outro.

    – Vamos falar sobre a sua imagem – disse Dante. – Precisamos gerar uma atenção positiva sobre o seu nome. Levantar a confiança dos Nephilim em você.

     Eu estalei os dedos teatralmente.

     – Não odeia quando sua taxa de aprovação está baixa?

     Dante franziu o rosto.

     – Isso não é piada, Nora. Cheshvan começa em pouco mais de 72 horas, e isso significa guerra. Anjos caídos de um lado, e nós do outro. Tudo está em suas mãos, você é a líder do exército Nephilim.

     Uma náusea instalou-se no meu estômago. Eu não tinha exatamente solicitado o cargo. Graças a meu falecido pai, um homem verdadeiramente doente, eu tinha sido forçada a herdar o posto. Fiz um juramento de sangue a fim de liderar seu exército, e a falha em fazê-lo resultaria em minha morte,  e na morte de minha mãe.

     Sem pressão alguma.

     – Apesar de nossas precauções, há boatos de que está namorando um anjo caído, e que sua lealdade está dividida.

     – Eu estou namorando um anjo caído.

     Dante revirou os olhos.

     – Acha que pode dizer isso mais alto?

     Eu dei de ombros. – Se for isso que realmente quer. –  Então eu abri a boca, mas Dante estava ao meu lado em um instante, cobrindo-a.

     – Eu sei que isso te mata, mas você poderia facilitar o meu trabalho só desta vez? – ele murmurou no meu ouvido, olhando ao redor para as sombras com uma inquisição óbvia, mesmo eu tendo certeza de que estávamos sozinhos. Eu só era uma Nephilim pura há 24 horas, mas confiava no meu novo e afiado sexto sentido. Se houvesse algum bisbilhoteiro a espreita, eu saberia.

     – O que você tem em mente? – perguntei quando ele baixou a mão.

     – Namore Scott Parnell.

     Scott Parnell tinha sido o primeiro Nephilim  com quem eu fiz amizade, na tenra idade de cinco anos. Eu não soubera nada sobre sua verdadeira identidade naquela época, mas nos últimos meses ele tinha tomado o posto, primeiramente, de meu algoz, então de meu parceiro no crime, e, eventualmente, de meu amigo. Não havia segredos entre nós. Igualmente, não havia romance ou química.

     Eu dei risada.

     – Assim você me mata, Dante.

     – Seria apenas para mostrar.  Pelo bem das aparências – ele explicou. – Só até nossa raça começar a gostar de você. Você só é Nephilim há um mísero dia. Ninguém te conhece. As pessoas precisam de uma razão para gostar de você. Temos que deixá-los confortáveis para confiarem em você.

     – Não posso namorar Scott, – disse a Dante. –  A Vee gosta dele.

     Dizer que Vee tem sido azarada no amor seria otimismo. Nos últimos seis meses ela, se apaixonou por um predador narcisista e por um traidor asqueroso. Não era surpresa alguma que, seus dois relacionamentos a terem feito duvidar seriamente de seus instintos amorosos. Ela tem, inequivocamente, se recusado até mesmo a sorrir para o sexo oposto… Isso até Scott chegar. No começo da noite passada, poucas horas antes de meu pai ter me coagido a me transformar em um Nephilim pura, para que eu pudesse controlar seu exército, Vee e eu tínhamos ido ao Devil’s Handbag para ver Scott tocar baixo em sua nova banda, a Serpentine, e ela não tinha parado de falar sobre ele. Aparecer e roubar Scott agora, mesmo que fosse um truque, seria o maior dos golpes baixos.

     – Não seria de verdade – repetiu Dante. – Como se isso se tornasse tudo formidável.

     – Vee ficaria sabendo disso?

     – Não exatamente. Você e Scott teriam que ser convincentes. Seria desastroso se isso vazasse, então gostaria de limitar a verdade entre nós três.

     Eu fiz aquele negócio de colocar as mãos no quadril, tentando ser firme e inflexível.

    – Então você vai precisar escolher outra pessoa. – Eu não estava enamorada pela ideia de fingir namorar um Nephilim para elevar minha popularidade. De fato, parecia um desastre preste a acontecer, mas eu queria deixar essa bagunça para trás. Se Dante achava que um namorado Nephilim me daria mais credibilidade, então que fosse. Não seria de verdade. Obviamente que Patch não ficaria animado, mas um problema por vez, certo?

     A boca de Dante se comprimiu em uma linha, e ele fechou os olhos brevemente. Invocando paciência.

     – Ele precisa ser respeitado na comunidade Nephilim, – disse Dante, pensativamente, por fim. – Alguém com quem os Nephilim possam imaginar a líder deles.

     Fiz um gesto de impaciência.

    – Ótimo. Só jogue outra pessoa que não o Scott em cima de mim.

     – Eu.

     Eu recuei.

     – Perdão. O que? Você?…”

(Traduzido por fãs)

FINALE – Nora Grey se tornara líder dos Nephilim, num juramento de sangue, que fora obrigada a fazer ao seu pai,  o Mão Negra,  antes dele morrer.

Correndo contra o tempo Nora tem que decidir liderar ou não seu povo para  a guerra contra os anjos caídos, já que a Cheshvan estava preste a começar. Mas para isso precisa adquirir força, agilidade, e ser forte. Tão forte quanto qualquer Nephilim, e fazer com que eles confiassem nela.

Dante a mão direita do Mão Negra, ofereceu-se a treinar Nora para ser uma grande guerreira. Apesar dela não suportá-lo estava disposta a fazer qualquer coisa para conquistar o povo Nephilim. Nem que para isso tivesse que utilizar as forças do mal, mentir para todo mundo e enganar Patch… Mas todo o cuidado era pouco,  entre os anjos caídos ou Nephilim existia um traidor e Nora corria grande perigo.

Scott tinha jurado proteger Nora, ao seu pai, mesmo depois dele morto. Mas desconfiava quem poderia tê-lo matado, apesar de que só Patch e Nora sabiam a verdade.

E sendo um anjo caído será se Patch estaria disposto a fazer tudo por ela, ou teria ele outros interesses?

Entre humanos, Arcanjos, Nephilim e anjos caídos… Decidir quem era seu verdadeiro aliado,  ou não, nessa batalha, poderia lhe custar à vida. Se ela falhasse…  mataria não só a ela e sua mãe, sucumbiriam todos os Nephilim…

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SENHORES DO SUBMUNDO – 7° LIVRO – DARKEST LIE

DE: GENA SHOWALTER

GIDEON
DEMÔNIO DA MENTIRA

 

    “…Ele. Precisava. Sofrer.

     Scarlet saltou em pé, o prato na mão. Um prato que ela jogou em Gideon sem aviso prévio. Ele bateu em seu rosto e quebrou justo como seu copo de vinho tinha quebrado. E, assim como a mão tinha frisada com sangue, agora estava a face dele. Não era o suficiente.

     Fazendo uma careta, ele pulou também.

     — Isso foi bom. Obrigado!

     Ela já lançou um outro prato, e este bateu em seu peito. Ele também se quebrou, cortando sua camiseta.

     — O que você não acha que está fazendo?

   — Eu não estou chutando sua bunda. Eu não estou odiando a sua coragem. Eu não estou pensando que você é o maior estúpido que os deuses já criaram. Como é isso? Será que eu falei uma língua que você possa entender? — Matá-lo. Ela queria matá-lo.

     — Eu posso lembrar-me de você, Scarlet. — Ele gritou, recuando quando ela pegou o garfo e estendeu-o como um punhal. Ela tinha assassinado homens com menos. Mesmo imortais. — Mas você não me assombrava. — Propostas duras, ele levantou a camisa. Entre os cortes, acima de seu coração, estava uma tatuagem de olhos. Olhos escuros. Como os dela. — Você não vê? Você não tem… Me… Assombrado.

      Era uma mentira, como ele. Tinha de ser.

      — Isso não prova nada! Milhares de pessoas têm olhos escuros.

     Ele inclinou a cabeça e afastou o cabelo da nuca. Lá, ela encontrou uma tatuagem de lábios vermelho-sangue na forma de um coração. Como os dela. Então ele se virou e levantou sua camisa novamente. Na parte inferior de suas costas estavam flores, todos os tipos de flores, e as palavras SEPARAR É MORRER.

     Era uma réplica exata de sua própria tatuagem. Ele havia mostrado a ela uma vez antes, a primeira vez que ele entrou na masmorra, mas vê-la novamente ainda era um soco no peito.

      — Eu só quero fazer nenhum sentido a isso. — Acrescentou suavemente. E girou, de frente para ela novamente. — Não me ajude. Por favor.

      Ver essas tatuagens não diminuiu sua fúria. Não, vê-las aumentou. Ele imaginava-a, mas ele ainda dormia com todas as outras mulheres. Ele continuou com a sua vida, não procurou a fonte das imagens.

      — Você pensa que faz tudo melhor, você, bastardo desagradável? Enquanto você estava aqui com prostitutas ao redor, tendo uma vida amorosa, eu estava no Tártaro, uma escrava para os gregos. — Um passo, dois, ela deslizou ao redor da mesa e aproximou-se dele. Guerreiro que ele era, ele permaneceu no lugar. — O que eles queriam que eu fizesse, eu tinha que fazer. Se eu queria ou não. — Desfilando nua para sua apreciação. Lutar com outros presos, enquanto eles apostavam no vencedor. Esfregar sujeira de outras pessoas de joelhos. — Mas você me deixou lá. Você nunca foi me buscar. Você prometeu que iria me buscar!

      Furiosamente, ofegante, ela esfaqueou o garfo no seu peito e torceu com toda sua força.

      Surpreendentemente, ele não tentou detê-la. Não tentou se defender. Ao contrário, ele ficou lá, seus olhos estreitando. Em sua própria fúria? E se ele estava em fúria, o que o estava chateando? Ela? Ou os deuses gregos que a forçaram a fazer aquelas coisas vis?

      Não importava. Este era apenas o começo de sua punição.

     — E sabe que mais? — Seus dedos seguravam o garfo com tanta força, que seus dedos gritaram em protesto. — Depois que eu vim aqui e vi você com outra mulher, eu me dei a outro homem. De bom grado essa vez. E depois outro. — Mentira, tudo mentira. Ela tinha tentado. Ela queria magoá-lo dessa maneira, mas ela não tinha sido capaz de seguir adiante.

      E oh, como ela se odiava por essa falha. Mais do que querer machucá-lo, porém, ela precisava de alguém para fazê-la sentir como ele já tinha feito. Protegida, amada, querida. Como um tesouro. Que também tinha falhado redondamente. Ela se afastou dos dois encontros com o sentimento de vazio e tristeza.

      Os ombros de Gideon caíram, e toda a emoção que parecia escura fugia dele.

     — Eu não estou arrependido. Eu amo que você sentiu a necessidade de fazer uma coisa dessas. Eu não quero matar os homens com quem esteve. Mesmo que eu me lembre de tudo sobre o nosso tempo juntos. Você, de alguma forma, ainda não me afeta.

     Ele estava triste, ele detestava que ela tivesse feito tal coisa e queria destruir os homens. Palavras bonitas. Para ele. Mas ela tinha nada com disso. Era tarde demais. Com um rosnado, ela puxou o garfo para fora do peito, os dentes gotejando carmim, em seguida, esfaqueou-o novamente e torceu. Ele resmungou.

      — Mais uma vez, — Ela rosnou. — você acha que isso torna tudo melhor? Você acha que o fato de que você se esqueceu de mim faz com que suas ações sejam menos dolorosas? — Cale a boca, cale a boca, cale a boca. Ela não queria que ele soubesse o quanto ele a tinha machucado.

     — Eu não… — Ele franziu a testa. Então ele enfiou a mão no bolso do jeans e retirou o seu telefone. Seu olhar rapidamente observou a tela, e quando seus olhos se encontraram novamente, não havia raiva latente nas profundezas elétricas. — Nós não temos visitantes.

      — Amigos seus? — Ela não perguntou como ele sabia. Ela poderia supor, ele amava tecnologia moderna.

       — Sim. Eu adoro Caçadores.

      Ela poderia ter atingido ele de novo, rapidamente empurrando ambos os olhos, deixando-o para lidar com os hóspedes indesejados, ferido e cego. Mas ele era dela para ferir, não deles.

    — Quantos? — Ela exigiu, removendo o utensílio e mudando o foco de sua raiva. Acorde, Pesadelos. Suas habilidades podem ser necessárias.

       O demônio esticou e bocejou dentro de sua cabeça.

       — Eu sei. — Disse Gideon.

       Então, ele era tão ignorante quanto ela a esse respeito.

       — Qual porta eles entrariam? — Ela perguntou.

       — Não a da frente.

      Ela realizou uma inspeção rápida. Havia uma porta que levava para fora do reduzido quarto-cozinha em um vestíbulo. Esse vestíbulo ramificava em três corredores. Não importava qual direção os invasores viessem, eles teriam que entrar. Perfeito.

   Você está pronta, querida? Como mamãe nunca está errada sobre isso. Você é necessária.

     Um ronronar de antecipação retumbou através dela. Vai ser divertido.

     Vou segurar o golpe final. Ok?

     Gananciosa.

    Sim. Mas então, ela precisava de alguma saída para as trevas crescendo dentro dela. E deixar Gideon sozinho. Eu não quero que ele veja as coisas que você mostra aos seus inimigos.

     Isso lhe rendeu um rosnado. Eu nunca iria machucá-lo.

    Foi uma declaração que ela nunca pensou ouvir, mesmo com a relutância da criatura para assustar o guerreiro em seus sonhos. Se as circunstâncias fossem diferentes, ela teria exigido saber o porquê. Não que ela teria feito a ela qualquer bem. Pesadelos era tão generosa com as respostas como ela era.

     — Vá para a cama. — Ela mandou Gideon. — Eu resolvo isso.

    — Claro que sim. — Disse ele, desembainhando uma faca brilhante e um pequeno revólver da cintura de suas calças. Ele estava armado todo esse tempo, e ele ainda não tinha se defendido contra ela. — Eu gosto de pensar em você lutando com anjos, sozinha…”

(Traduzidopor fãs)Tiamat-world Tradução e Revisão inicial: Kimie, Valdirene, Renata Braga, Ana Paula”Z”, Luciene, Ana Maria Tosello, Ana Carla, Maria João, Karla D, Anna Martins, Suelen Mattos. Revisão final e formatação: Táai.

DARKEST LIE – Ou, Mentira Escura – Gideon, outrora um guerreiro imortal dos deuses do olímpio, agora um dos Senhores do Submundo, contorcia-se de dores e caia de joelhos em agonia sempre que dizia a verdade. Graças ao Demônio da Mentira que ele fora obrigado a guardar em seu corpo, como um cárcere. Por isso ele sempre tinha que ser cuidadoso quando dirigia a palavra a alguém. Falava sempre negando tudo o que realmente queria dizer. E punha para correr as mulheres ao ter que lhes dizer como elas eram feias, ou o quanto ele as odiava…

Gideon podia reconhecer qualquer tipo de mentira, mas seu Don não funcionara ao capturar Scarlet, filha da Deusa Rhea. Rhea estava ajudando aos caçadores, os inimigos dos Senhores, logo, fez de Scarlet uma forte suspeita.

Scarlet também é Guardiã de um perigosíssimo demônio, que está encarcerado em seu corpo. Pesadelo. E clama ser sua esposa, e que fora abandonada por ele nas masmorras do Tártaro, a própria sorte. Ele não recorda à formosa mulher, muito menos do casamento, ou de deitar-se com ela. Mas quer muito se recordar, quer saber a verdade. Quem apagou suas lembranças?… E por quê? Quais segredos ainda teria ele de recordar?

Muito perigosa para vagar livre, e ele quer protegê-la até de seus próprios amigos. Mas na verdade ela é quem ameaça destruir tudo que ele chegou a amar… E um futuro com ela poderia significar a ruína definitiva.

Mas, ele a deseja…

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SENHORES DO SUBMUNDO – 6° LIVRO – DARKEST PASSION

DE: GENA SHOWALTER

AERON – DEMÔNIO DA IRA

 

     “…— O Conselho Celestial Superior o quer morto, por ajudar a um demônio a escapar do inferno.

     Ele franziu o cenho.

     — Minha Legion?

      Sua Legion? Olivia assentiu com a cabeça, e fez uma careta. A dor não era algo que tivesse experimentado nunca antes – mental ou fisicamente – e não estava segura de como a estava suportando. Com lucidez, pelo menos.

  Ou talvez se soubesse. Os seres humanos produziam adrenalina e outros hormônios, e isso os adormecia um pouco. Talvez estivesse produzindo também essas coisas, agora era humana. Cada vez mais, começou a sentir-se prazerosamente distanciada do novo corpo, da dor e das emoções desconhecidas.

     — Não o entendo. Legion já tinha saído arrastando-se para a liberdade quando nos conhecemos. Não fiz nada para ganhar a ira de… Ninguém. — A boca se apertou com a última palavra.

     — Na realidade o fez. Sem você não teria podido sair à superfície, ela estava obrigada a permanecer em baixo da terra.

      — Ainda não o entendo.

     As pálpebras de Olivia, de repente se tornaram pesadas e como se fossem de papel de lixa, os olhos se fecharam — Oh, devia discutir outra coisa! — por isso se obrigou a abri-los de novo.

     — Em seu maior parte, os demônios são capazes de deixar o inferno quando são convocados a terra. É uma pequena escapatória que nós não detectamos até que é muito tarde. De todas as formas, enquanto estão convocados, seu vínculo com o inferno se rompe e se vinculam com a pessoa que os invocou.

     — Mas, de novo, eu não convoquei a Legion. Ela veio para mim.

    — Talvez não a convocasse conscientemente, mas do momento que a aceitou como sua, foi como se o tivesse feito.

     Ele flexionou e abriu as mãos, um gesto que ela sabia que fazia quando tentava manter as coisas sob controle. Possivelmente estivesse zangado.

     — Ela tem todo o direito de caminhar sobre a terra. Eu sou um demônio, e fiz isso durante milhares de anos sem castigo.

    Certo.

     — Mas seu demônio está preso dentro de você. Você é seu inferno. Legion não tem restrições, é capaz de entrar e sair quando lhe agradar. O que significa que ela não está no inferno e isso desafia todas as regras celestiais.

     Pôde ver que ele se preparava para discutir. Talvez o ajudasse se lhe explicasse as origens do inferno.

     — Os demônios mais poderosos foram uma vez anjos. Anjos caídos. Eles foram os primeiros em cair, na realidade, e seus corações estavam enegrecidos, limpos de qualquer bondade neles. Assim, perderam suas asas e poderes, foram castigados a sofrer para sempre. Uma tradição que continuou com sua descendência. Não pode haver exceções. Os demônios estão ligados ao inferno. Aqueles que conseguem romper esse vínculo, são assassinados.

     O vermelho se filtrou na íris de seus olhos, fazendo-os brilhar.

    — Está tentando me dizer que como Legion não vive no inferno deve morrer?

     — Sim.

     — E também que ela uma vez foi um anjo?

   — Não. Uma vez no inferno, os demônios aprenderam a procriar. E Legion é uma dessas criações.

     — E acredita que deve ser castigada apesar de que não causou nenhum dano?

     — Eu não, mas sim. Entretanto…

     — Agora me entenda uma coisa. Não vou permitir que nada a machuque. — Disse com calma, mas não menos violento.

     Olivia permaneceu em silêncio. Não ia mentir e dizer a ele o que queria ouvir. Que ele e sua Legion estavam a salvo, seus crimes esquecidos por aqueles nos céus. Cedo ou tarde, alguém deveria fazer o que ela não tinha podido terminar…”

(Traduzido por fãs) REVISÃO EM INGLÊS. Envio do arquivo: Gisa. Tradução e Revisão:  Alice Akeru (4), Anna Sophia (4), Larissa (1), Lucilene (6), Mª João (2). Monica Agona (4), Renata Braga (5), Valdirene (4), Vilma Pires (1). Revisão Final: Táai

DARKEST PASSION – Ou, A Paixão Sombria – Aeron, um dos Senhores do Submundo guardião do Demônio da Ira, antes um guerreiro imortal dos deuses. Vem sentido uma presença que o acompanha durante semanas. Olivia. Um anjo assassino. Que recebera ordens para destruí-lo. Mas após observá-lo tão de perto, ela se vê interessada por ele mais do que deveria. Então, em vez de matá-lo como tinham lhe ordenado, ela resolve salvá-lo. Porém o preço por sua desobediência é ter suas asas arrancadas cruelmente e perder a imortalidade.

 Apesar de Olivia ter confessado que fora lá para matá-lo Aeron se torna incapaz de fazer qualquer coisa para machucá-la.  Mas ele acaba por mantê-la prisioneira em seu quarto sob sua vigilância constante. E fica dividido entre deixar ver seu pequeno demônio, Legion, que ele ama e protege como se fosse sua filha, ser mandada de volta para o inferno ou, deixar que os Senhores acabem de vez com o seu anjo assassino.

De qualquer forma, para Aeron, Olívia será sua ruína.

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SENHORES DO SUBMUNDO – 5°LIVRO – HEART OF DARKNESS

DE: GENA SHOWALTER

ANJO LYSANDER e a HARPIA BIANKA

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Madarei por e-mail.

     “…Faz-o. Toma-a.
Ele estendeu a mão. Mas antes que pudesse rodeá-la com seus braços e voar com ela longe, deu-se conta que já não estava sozinha. Ele franziu o cenho, deixando cair seus braços aos lados. Ele não queria uma testemunha dos fatos.

   — O melhor dia de todos. — gritou Bianka aos céus, estendendo os braços e girando. Duas garrafas de champanhe estavam em suas mãos e aquelas garrafas voaram, quebrando-se de repente nas montanhas geladas do Alaska que a rodeavam. Ela se deteve, cambaleando-se, rindo — Oupss.

     Seu cenho se fez mais profundo. Uma perfeita oportunidade perdida precaveu-se ele. Claramente, ela estava bêbada. Não lutaria com ele. Assumiria que ele era uma alucinação ou que estavam brincando de algo. Havendo-a observado as passadas semanas, sabia que adorava as brincadeiras.

   — Esbanjadora. — grunhiu sua irmã, a intrusa. Embora fossem gêmeas, Bianka e Kaia não se pareciam em nada. Kaia tinha o cabelo vermelho e olhos cinza bordeados com ouro. Ela era mais baixa que Bianka, sua beleza mais delicada — Tive que espreitar um colecionador durante dias, dias! Para roubar-lhe. Sério, acaba de quebrar um Dom Perignon White Gold Jeroboam1.

     — Fiz por você. — o bafo saía por sua boca — Eles vendem Bonne Farm’s no povoado.

    Houve uma pausa, um suspiro.

     — Isso só é aceitável se também roubar algumas dessas tortas de queijo para mim. Estava acostumada a roubar todos os dias de Sabin, e agora que deixamos Budapeste, estou sentindo falta.

   Lysander tentou prestar atenção à conversa, de verdade que tentou. Mas estar perto de Bianka era, como sempre, motivo de que arruinasse sua concentração. Só sua pele era similar a de sua irmã, refletindo todas as cores de um recém-ativado arco-íris. Assim, por que não perguntava se a pele de Kaia era tão suave como parecia?

     Porque ela não é a que lhe tenta. Sabe disso.

     Ali, no topo do pico do Polegar do Diabo, observou como Bianka se deixou cair de bunda. A gelada névoa continuava envolvendo-a, fazendo-a ver-se como se fosse parte de um sonho. Ou o pesadelo de um anjo.

     — Mas sabe — acrescentou Kaia — roubar Bonne Farm’s no povoado não te ajudará agora. Estou somente um pouco bêbada e esperava estar total e completamente embriagada para o pôr-do-sol.

   — Então, deveria me agradecer. Embebedou-se a noite anterior. E a noite anterior a essa. E a anterior a essa.

      Kaia deu de ombros.

     — E?

   — E, sua vida estava na sarjeta. Rouba licor, escala uma montanha enquanto bebe e te lança quando está bêbada.

   — Bom então, você também está na sarjeta, já que esteve comigo todas essas noites. — a ruiva franziu o cenho — Contudo… Tem razão. Possivelmente necessitemos uma mudança. — ela deu uma olhada na magnífica vista que tinha ao redor — Assim, que nova e excitante coisa quer que façamos agora?

     — Nos queixar. Pode acreditar que Gwennie vai se casar? — perguntou Bianka — E com Sabin, o Guardião do Demônio da Dúvida, dentre todas as pessoas. Demônios. O que seja.

     Gwennie. Gwedolyn. Sua irmã pequena.

     — Sei. É estranho. — uma Kaia ainda confusa se deixou cair a seu lado — Prefere ser dama de honra ou atropelada por um ônibus?

     — O ônibus. Não há dúvida. Disso me reporia.

     — Estou de acordo.

     Bianka não gostava de casamentos? Que estranho. A maioria das mulheres adorava. Contudo, não havia necessidade do ônibus, queria lhe dizer Lysander. Não terá que assistir o casamento de sua irmã.

     — Assim, qual de nós será a dama de honra? — perguntou Kaia.

    — Eu não. — disse Bianca, justo quando Kaia abriu a boca para dizer o mesmo.

     — Maldição!

     Bianka riu com genuína diversão.

   — Nossos deveres não deveriam ser tão maus. Gwennie é a mais agradável das Skyhawks, depois de tudo.

  — Encantadora quando não está protegendo Sabin. — estremeceu-se Kaia — Eu juro, ameace-o com pequenos danos corporais, e ela está pronta para te tirar os olhos.

  — Acredita que nos apaixonaremos por alguém dessa maneira? — tão curiosa como soava Kaia, havia um tom de tristeza em sua voz.

     Por que tristeza? Queria apaixonar-se? Ou estava pensando em um homem em particular? Lysander ainda não a tinha visto interagir com um homem.

     Kaia ondeou uma delicada mão através do ar.

    — Vivemos durante séculos sem nos apaixonar. Claramente, não estamos destinadas a isso. Mas eu, por outra parte, me alegro disso. Os homens se convertem em uma responsabilidade quando tentamos e se fazem permanentes.

   — Claro — foi à réplica — mas é uma responsabilidade divertida.

     — Certo. E eu não me divirto há muito tempo. — disse Kaia fazendo um biquinho.

     — Nem eu. Exceto comigo, mas não acredito que isso conte.

    — Faça da maneira como eu faço.

     Elas compartilharam outra gargalhada.

     Diversão. Sexo. Lysander se deu conta, sem problemas agora para captar sua conversa. Elas estavam discutindo sobre sexo. Algo que ele nunca tinha provado. Nem sequer consigo mesmo. Tampouco tinha querido tentá-lo nunca. Nem sequer agora. Nem sequer com Bianka e sua assombrosa pele…”

( Traduzido por fãs) Disp em Espanhol: Guardian Secrets. Envio e Tradução: Gisa. Revisão Inicial: Táai. Revisão Final: Lu Salvatore. Formatação: Táai. Arte e Logo: Suzana Pandora. TIAMAT-WORLD

HEART OF DARKNESS – Ou, O Anjo Mais Sombrio –  O anjo Lysander nunca conheceu a luxúria. Ele era um soldado implacável  da única e verdadeira Deidade. Ele era  da Elite dos Sete. E cada um da Elite dos Sete, tinha uma tentação. Como Eva com a maçã.  Uma abominação. E encontrada essa abominação tinha que destruí-la, antes que ela pudesse destruí-los primeiro. Lysander tinha encontrado finalmente a sua: Bianka Skyhawk.

Era uma formosa e mortal Harpia.  Filha de uma Harpia e de um troca-forma Fênix, concebida da linha de sangue de Lúcifer. Era uma ladra, uma mentirosa e uma assassina. Bianka era sua inimiga. Ele deveria destruí-la, mas, o destino o pôs em prova. Ela decidira a conduzir o puro coração de Lysander à tentação.

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HALO – 2° livro – HADES

DE: ALEXANDRA ADORNETTO

     “…Ao me lembrar do rosto de Xavier senti um indescrítivel jorro de felicidade pelo corpo.

     Mas isso não durou muito. Segundos mais tarde, outra lembrança tomou a dianteira: era a figura de Xavier caída à beira de uma estrada empoeirada enquanto a moto corria pela escuridão. Essa lembrança me deixou tão mal que senti vontade de extirpá-la da minha mente. Meu corpo foi tomado pela dor da separação e pela visão do corpo sem vida. Não poderia viver sabendo que talvez ele estivesse morto. No entanto, caso soubesse que Xavier estivesse vivo, e bem, talvez pudesse aguentar o meu exílio naquela terra miserável distante de Deus.  Sem ele, não teria forças para sobreviver. Naquele instante, notei que, para o ben ou para o mal, a minha felicidade vinha de uma única fonte. E, caso essa fonte fosse cortada, eu não poderia funcionar, não queria funcionar.

     – Xavier… – murmurei. Era como se todo o ar tivesse sido arrancado daquela sala. Por que tudo havia ficado tão sufocante? Aquela imagem não saía da minha mente. – Por favor, diga que está tudo bem.

     Jake revirou os olhos.

     – Claro… Eu deveria saber que seus pensamentos correriam diretamente para ele.

     Eu lutava contra as lágrimas.

    – Não seria suficiente me abduzir, Jake? Como ousou machucá-lo? Você é um covarde sem coração.

      De repente, a raiva superou minha angústia. Comecei a bater no peito de Jake. Ele não tentou me deter, apenas esperou que a raiva aplacasse.

     – Está se sentindo melhor agora? – perguntou ele. Mas não me sentia melhor, e sim um pouco aliviada. – Vamos dispensar tanto melodrama. O bonitinho não está morto… só um pouco abatido.

     – O que? – retruquei, com o coração a mil.

    – O impacto não o matou – respondeu Jake. – Ele só está fora de combate.

      O alívio que senti foi arrebatador.Fiz uma oração silenciosa para a força maior que quisesse me ouvir. Xavier estava vivo! Respirava e caminhava pela Terra, embora talvez um pouco abatido do que da última vez que o vi.

     – Acho que as coisas estão melhores assim – disse Jake, com um sorriso amarelo. – A morte de Xavier poderia estragar tudo entre nós.

     -Você promete que nunca o machucará? – perguntei.

     -Nunca é tempo demais. Mas vamos dizer que ele está seguro por enquanto.

     Eu não gostei daquele “por enquanto”, mas resolvi não testar a minha sorte…”

HADES – O anjo Bethany está em um bom momento em Venus Cove. Ela e seus irmãos, Gabriel um arcanjo e Ivy um anjo serafim, conseguiram manter a harmonia do povo daquela comunidade. E tudo que ela quer no momento é curtir cada segundo de sua vida humana com o seu namorado Xavier. Porém,   um portal é aberto para o inferno  durante uma seção espírita feita por suas amigas na festa de Halloween. E Bethany acaba sendo vitima de um seqüestro relâmpago, para um lugar sombrio por Jake, um dos príncipes do inferno. Enquanto ela tenta se manter integra as suas crenças e sua fé, enfrentando até mesmo o próprio Lúcifer,  dependerá de Xavier  e de seus irmãos tentarem lhe resgatar antes que uma guerra aconteça, entre anjos e demônios, e venha a causar a destruição da Terra…

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SENHORES DO SUB-MUNDO – 3,5 LIVRO – A PRISÃO SOMBRIA

DE: GENA SHOWALTER

ATLAS E NIKE

      “Atlas caminhou a grandes passos para frente e rasgou o tecido de suas costas. A pele era de cor bronzeada e suave. Perfeita. Uma vez, ele tinha acariciado essas costas. Tinha-a beijado e tocado. E sim, estar com ela tinha sido mais satisfatório do que foi com qualquer das demais, mas não seria governado por seu pênis e a liberaria antes de marcá-la, tudo pela esperança de poder meter-se em sua cama outra vez. Faria isto.

     — Isto não é o que fiz a ti — Nike falou com voz áspera — Eu não te marquei as costas.

    — Preferiria que marcasse seus preciosos peitos?

     Ante isso, conteve sua língua.

     Bem. Ele não desejava danificar seu peito. Seus seios eram uma obra de arte, certamente a mais fina criação do mundo.

     — Não há necessidade de agradecer-me. – murmurou. Estendeu-se com a necessidade de lhe dar um tapa com sua mão —. Pelo menos, não terá que olhar meu nome cada dia da sua muita longa vida.

     Como ele teve que fazer.

     —Não faça isto — chorou repentinamente ela —. Por favor. Não o faça — girou a cabeça e havia lágrimas em seus olhos cafés.

Ela não era uma mulher formosa. Nem poderia ser chamada bonita. Seu nariz era ligeiramente largo e suas bochechas um pouco agudas. Tinha o cabelo de cor castanha cortado para cair em seus ombros muito largos, o corpo de uma guerreira. Mas havia algo nela que sempre lhe tinha atraído.

     Ele revirou os olhos.

     — Seca essas lágrimas falsas, Nike — e ele sabia que eram falsas. Ela não era propensa aos desdobramentos de emoção — Não me afetam e certamente não lhe salvarão.

    Instantaneamente suas pálpebras se estreitaram, as lágrimas desapareceram milagrosamente.

     — Bem. Mas vais lamentar isso. Eu prometo.

     — Vou esperar suas tentativas.

     Era verdade. Lutar com ela sempre o fazia excitar-se.

     Sem um só golpe de vacilação, ele pressionou a pistola de tinta bem debaixo de sua omoplata. Seu agarre foi constante enquanto ele gravava o contorno da primeira letra. Uma. 

     Nenhuma só vez ela fez uma careta de desagrado. Nenhuma só vez atuou como se sentisse um pouco de dor. Ele sabia que doía, entretanto. OH, sabia. Para marcar permanentemente a um imortal, a ambrósia tinha que ser mesclada com um líquido de cor e essa mescla ardia como o ácido.

     Ela guardou silêncio enquanto ele terminava cada um dos contornos. Também se manteve em silêncio enquanto enchia o interior das letras. Quando terminou, recostou-se sobre seu traseiro e examinou seu trabalho: A.T.L.A.S.

     Ele esperou a que a satisfação lhe alcançasse, já que sempre que tinha esperado este momento. Não chegou. Esperou que o alívio o afligisse, a vingança tinha sido alcançada. Isso sim chegou. O que não tinha esperado era uma devastadora e quente possessividade, mas isso foi exatamente o que experimentou.

     Nike agora lhe pertencia. Para sempre. E todo mundo saberia.”

 (Traduzido por fãs.) Disponibilização em Espanhol: Guardian Secrets. Tradução: Gisa. Revisão Inicial: Lucilene. Revisão Final / Formatação: Byba.

DARKEST PRISON –  Ou, “Prisão Sombria” – Atlas, Deus Titã da Força, foi marcado pela deusa grega da força, Nike. Quando estava encarcerado no Tartaro. Mas a situação entre eles se inverteu, ele agora  é seu carcereiro, e ela sofre em suas mãos, só por vingança. Como inimigos jurados a destruir um ao outro logo se verão nas malhas do destino, obrigados a arriscar tudo por amor.

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