SAMYAZA

DE:  SUSY RAMONE

samyasa5

“— Aproxime-se — ecoou a voz sombria do fundo do salão. Estremeci. O suor escorria pelo meu corpo e permaneci estático diante de tal circunstância. Lentamente, ergui meus olhos e o vi. Sua aparência era horrível, tal como vemos em filmes de terror: um ser com longos chifres em forma de caracol. A pele vermelha lembrava a cor da porta de entrada. Seus olhos eram fundos, de tonalidade laranja e sua expressão facial era maligna. Estava sentado em uma espécie de trono. Com os braços apoiados na lateral e as mãos enormes com dedos longos e grossos pendendo em direção ao chão, tinha postura de um rei.

Achei melhor não demorar mais e fui me aproximando. Ao examiná-lo de perto, percebi que seus pés eram parecidos com os de um bode e fiquei ainda mais apavorado.

— Trouxe você até aqui para lembrá-lo de nosso pacto — ele disse.

Imagens de rituais sinistros passaram por minha cabeça como se fossem flashes, me fazendo recordar o exato momento em que lhe ofereci minha alma algum tempo depois que caí do céu e me tornei mortal. Sem dizer uma palavra, apenas o escutei.

— Samyaza! — ele riu. — Não deve temer-me. É impressionante ver tanta fraqueza vinda logo de você. Ouça com atenção — o tom de voz era sutil, porem aterrorizante. — Você será meu assistente na Terra enquanto estiver por lá. Preciso de seus préstimos. É chegada a hora.

Então me Lembrei. Eu era Samyaza. O anjo caído. Escondido principalmente de mim mesmo naquele ser humano frágil. Uma casca que ocultava as minhas origens, o meu passado obscuro e os meus atos impensados. Como eu odiava aquele crápula e a sua ousadia em me trazer à sua detestável presença! …”

SAMYAZA — Dani Stroke, o vocalista de uma banda que compõe músicas em adoração ao demônio, se vê em apuros quando, sem esperar, é arrastado para o inferno. E lá chegando, ele é forçado a lembrar-se de quem realmente ele era. E, também, lembrar-se sobre um pacto feito com Lúcifer. Diante de um futuro incerto, destinado as trevas, Samyaza e os vampiros lutaram contra anjos e demônios por suas vidas ou suas mortes e, para conquistar o direito de mudar o destino da humanidade.

 CONTATO: susyramone@gmail.com

QUER SABER MAIS?  ACESSE:

susyramone.blogspot,com

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

Anúncios

SENHORES DO SUBMUNDO – 7° LIVRO – DARKEST LIE

DE: GENA SHOWALTER

GIDEON
DEMÔNIO DA MENTIRA

 

    “…Ele. Precisava. Sofrer.

     Scarlet saltou em pé, o prato na mão. Um prato que ela jogou em Gideon sem aviso prévio. Ele bateu em seu rosto e quebrou justo como seu copo de vinho tinha quebrado. E, assim como a mão tinha frisada com sangue, agora estava a face dele. Não era o suficiente.

     Fazendo uma careta, ele pulou também.

     — Isso foi bom. Obrigado!

     Ela já lançou um outro prato, e este bateu em seu peito. Ele também se quebrou, cortando sua camiseta.

     — O que você não acha que está fazendo?

   — Eu não estou chutando sua bunda. Eu não estou odiando a sua coragem. Eu não estou pensando que você é o maior estúpido que os deuses já criaram. Como é isso? Será que eu falei uma língua que você possa entender? — Matá-lo. Ela queria matá-lo.

     — Eu posso lembrar-me de você, Scarlet. — Ele gritou, recuando quando ela pegou o garfo e estendeu-o como um punhal. Ela tinha assassinado homens com menos. Mesmo imortais. — Mas você não me assombrava. — Propostas duras, ele levantou a camisa. Entre os cortes, acima de seu coração, estava uma tatuagem de olhos. Olhos escuros. Como os dela. — Você não vê? Você não tem… Me… Assombrado.

      Era uma mentira, como ele. Tinha de ser.

      — Isso não prova nada! Milhares de pessoas têm olhos escuros.

     Ele inclinou a cabeça e afastou o cabelo da nuca. Lá, ela encontrou uma tatuagem de lábios vermelho-sangue na forma de um coração. Como os dela. Então ele se virou e levantou sua camisa novamente. Na parte inferior de suas costas estavam flores, todos os tipos de flores, e as palavras SEPARAR É MORRER.

     Era uma réplica exata de sua própria tatuagem. Ele havia mostrado a ela uma vez antes, a primeira vez que ele entrou na masmorra, mas vê-la novamente ainda era um soco no peito.

      — Eu só quero fazer nenhum sentido a isso. — Acrescentou suavemente. E girou, de frente para ela novamente. — Não me ajude. Por favor.

      Ver essas tatuagens não diminuiu sua fúria. Não, vê-las aumentou. Ele imaginava-a, mas ele ainda dormia com todas as outras mulheres. Ele continuou com a sua vida, não procurou a fonte das imagens.

      — Você pensa que faz tudo melhor, você, bastardo desagradável? Enquanto você estava aqui com prostitutas ao redor, tendo uma vida amorosa, eu estava no Tártaro, uma escrava para os gregos. — Um passo, dois, ela deslizou ao redor da mesa e aproximou-se dele. Guerreiro que ele era, ele permaneceu no lugar. — O que eles queriam que eu fizesse, eu tinha que fazer. Se eu queria ou não. — Desfilando nua para sua apreciação. Lutar com outros presos, enquanto eles apostavam no vencedor. Esfregar sujeira de outras pessoas de joelhos. — Mas você me deixou lá. Você nunca foi me buscar. Você prometeu que iria me buscar!

      Furiosamente, ofegante, ela esfaqueou o garfo no seu peito e torceu com toda sua força.

      Surpreendentemente, ele não tentou detê-la. Não tentou se defender. Ao contrário, ele ficou lá, seus olhos estreitando. Em sua própria fúria? E se ele estava em fúria, o que o estava chateando? Ela? Ou os deuses gregos que a forçaram a fazer aquelas coisas vis?

      Não importava. Este era apenas o começo de sua punição.

     — E sabe que mais? — Seus dedos seguravam o garfo com tanta força, que seus dedos gritaram em protesto. — Depois que eu vim aqui e vi você com outra mulher, eu me dei a outro homem. De bom grado essa vez. E depois outro. — Mentira, tudo mentira. Ela tinha tentado. Ela queria magoá-lo dessa maneira, mas ela não tinha sido capaz de seguir adiante.

      E oh, como ela se odiava por essa falha. Mais do que querer machucá-lo, porém, ela precisava de alguém para fazê-la sentir como ele já tinha feito. Protegida, amada, querida. Como um tesouro. Que também tinha falhado redondamente. Ela se afastou dos dois encontros com o sentimento de vazio e tristeza.

      Os ombros de Gideon caíram, e toda a emoção que parecia escura fugia dele.

     — Eu não estou arrependido. Eu amo que você sentiu a necessidade de fazer uma coisa dessas. Eu não quero matar os homens com quem esteve. Mesmo que eu me lembre de tudo sobre o nosso tempo juntos. Você, de alguma forma, ainda não me afeta.

     Ele estava triste, ele detestava que ela tivesse feito tal coisa e queria destruir os homens. Palavras bonitas. Para ele. Mas ela tinha nada com disso. Era tarde demais. Com um rosnado, ela puxou o garfo para fora do peito, os dentes gotejando carmim, em seguida, esfaqueou-o novamente e torceu. Ele resmungou.

      — Mais uma vez, — Ela rosnou. — você acha que isso torna tudo melhor? Você acha que o fato de que você se esqueceu de mim faz com que suas ações sejam menos dolorosas? — Cale a boca, cale a boca, cale a boca. Ela não queria que ele soubesse o quanto ele a tinha machucado.

     — Eu não… — Ele franziu a testa. Então ele enfiou a mão no bolso do jeans e retirou o seu telefone. Seu olhar rapidamente observou a tela, e quando seus olhos se encontraram novamente, não havia raiva latente nas profundezas elétricas. — Nós não temos visitantes.

      — Amigos seus? — Ela não perguntou como ele sabia. Ela poderia supor, ele amava tecnologia moderna.

       — Sim. Eu adoro Caçadores.

      Ela poderia ter atingido ele de novo, rapidamente empurrando ambos os olhos, deixando-o para lidar com os hóspedes indesejados, ferido e cego. Mas ele era dela para ferir, não deles.

    — Quantos? — Ela exigiu, removendo o utensílio e mudando o foco de sua raiva. Acorde, Pesadelos. Suas habilidades podem ser necessárias.

       O demônio esticou e bocejou dentro de sua cabeça.

       — Eu sei. — Disse Gideon.

       Então, ele era tão ignorante quanto ela a esse respeito.

       — Qual porta eles entrariam? — Ela perguntou.

       — Não a da frente.

      Ela realizou uma inspeção rápida. Havia uma porta que levava para fora do reduzido quarto-cozinha em um vestíbulo. Esse vestíbulo ramificava em três corredores. Não importava qual direção os invasores viessem, eles teriam que entrar. Perfeito.

   Você está pronta, querida? Como mamãe nunca está errada sobre isso. Você é necessária.

     Um ronronar de antecipação retumbou através dela. Vai ser divertido.

     Vou segurar o golpe final. Ok?

     Gananciosa.

    Sim. Mas então, ela precisava de alguma saída para as trevas crescendo dentro dela. E deixar Gideon sozinho. Eu não quero que ele veja as coisas que você mostra aos seus inimigos.

     Isso lhe rendeu um rosnado. Eu nunca iria machucá-lo.

    Foi uma declaração que ela nunca pensou ouvir, mesmo com a relutância da criatura para assustar o guerreiro em seus sonhos. Se as circunstâncias fossem diferentes, ela teria exigido saber o porquê. Não que ela teria feito a ela qualquer bem. Pesadelos era tão generosa com as respostas como ela era.

     — Vá para a cama. — Ela mandou Gideon. — Eu resolvo isso.

    — Claro que sim. — Disse ele, desembainhando uma faca brilhante e um pequeno revólver da cintura de suas calças. Ele estava armado todo esse tempo, e ele ainda não tinha se defendido contra ela. — Eu gosto de pensar em você lutando com anjos, sozinha…”

(Traduzidopor fãs)Tiamat-world Tradução e Revisão inicial: Kimie, Valdirene, Renata Braga, Ana Paula”Z”, Luciene, Ana Maria Tosello, Ana Carla, Maria João, Karla D, Anna Martins, Suelen Mattos. Revisão final e formatação: Táai.

DARKEST LIE – Ou, Mentira Escura – Gideon, outrora um guerreiro imortal dos deuses do olímpio, agora um dos Senhores do Submundo, contorcia-se de dores e caia de joelhos em agonia sempre que dizia a verdade. Graças ao Demônio da Mentira que ele fora obrigado a guardar em seu corpo, como um cárcere. Por isso ele sempre tinha que ser cuidadoso quando dirigia a palavra a alguém. Falava sempre negando tudo o que realmente queria dizer. E punha para correr as mulheres ao ter que lhes dizer como elas eram feias, ou o quanto ele as odiava…

Gideon podia reconhecer qualquer tipo de mentira, mas seu Don não funcionara ao capturar Scarlet, filha da Deusa Rhea. Rhea estava ajudando aos caçadores, os inimigos dos Senhores, logo, fez de Scarlet uma forte suspeita.

Scarlet também é Guardiã de um perigosíssimo demônio, que está encarcerado em seu corpo. Pesadelo. E clama ser sua esposa, e que fora abandonada por ele nas masmorras do Tártaro, a própria sorte. Ele não recorda à formosa mulher, muito menos do casamento, ou de deitar-se com ela. Mas quer muito se recordar, quer saber a verdade. Quem apagou suas lembranças?… E por quê? Quais segredos ainda teria ele de recordar?

Muito perigosa para vagar livre, e ele quer protegê-la até de seus próprios amigos. Mas na verdade ela é quem ameaça destruir tudo que ele chegou a amar… E um futuro com ela poderia significar a ruína definitiva.

Mas, ele a deseja…

QUER SABER MAIS? ACESSE: http://members.genashowalter.com.

VAMPIT

J. P. Santos. Agradesce.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

Contato:

jugloxinia@uol.com.br

GOSTOU?

DEIXE O SEU COMENTÁRIO.

SENHORES DO SUBMUNDO – 1° LIVRO – DARKEST NIGHT

DE: GENA  SHOWALTER

MADDOX – DEMÔNIO DA VIOLÊNCIA

 

      “… Ashlyn inalou bruscamente uma baforada de ar. Tinha sido uma carícia involuntária erótica que a derreteu por dentro. Até que, ao fim de um instante, ele apertou e quase lhe fez mal.

    —Por favor —sussurrou Ashlyn, e ele a soltou. Ela piscou da surpresa. Sem seu toque, se sentia. .. desprovida de algo?

     —É perigoso —disse ele, em húngaro. Não estava segura de se referir a si mesmo ou a ela.

    —É um deles? —lhe perguntou brandamente sem mudar de idioma. Não tinha nenhum motivo para deixar que ele soubesse que falava os dois.

     —A que se refere? «Um deles»? —inquiriu ele em inglês.

     —Eu… eu… —Ashlyn não podia falar.

     A fúria se apropriou dos traços de seu interlocutor, mais fúria do que ela tivesse visto algum dia no rosto de ninguém. Irradiava de todos os poros de seu corpo. Ainda de joelhos, ele se afastou um pouco dela.

     —O que está fazendo neste bosque, mulher? E não me minta. Saberei, e você não gostará de minha resposta.

   ─Estou procurando os homens que vivem no topo dessa colina.

     —Porquê?

     ─Necessito de ajuda.

     —Realmente? No que?

   Ela abriu a boca para dizer… O que? Não sabia. Na realidade, não tinha importância. Ele a deteve movendo a cabeça rapidamente.

     —Não importa. Não é bem-vinda, assim, sua explicação não tem relevância. Volta para a cidade. Não vai receber o que veio procurar.

     —Mas… mas…

     Ashlyn não podia permitir que a empurasse. Necessitava dele. Já estava espantada pela idéia de perder o silêncio.

     — Quero ficar com você. Por favor. Só um momento. Até que aprenda a controlar as vozes por mim mesma.

    Em vez de aplacá-lo, sua súplica o encolerizou mais. Ele apertou a mandíbula.

     —Seus balbuceios não vão me distrair. É uma isca. Tem que ser. De outro modo, teria saído correndo ao me ver, de puro medo.

     —Não sou nenhuma isca —fosse o que fosse uma isca. — Lhe juro isso. Nem sequer sei do que está falando.

     Um segundo depois, ele a agarrou pela nuca e a puxou para um raio de lua. Não lhe fez mal; pelo contrário, Ashlyn sentiu uma suave descarrega elétrica. Seu estômago se encolheu.

     Ele não disse nada, só a estudou com uma intensidade que se aproximava da crueldade. Ela também o observou, horrorizada ao ver que começava a aparecer algo… a girar, a se materializar sob sua pele. Era um rosto. Outro rosto. Seu pulso se acelerou.

   «Não pode ser um demônio, não pode ser um demônio. Conseguiu que as vozes se calem. Seus amigos e ele têm feito coisas maravilhosas pela cidade. É só um efeito da luz».

     Embora ainda pudesse ver os traços de Maddox, também via a sombra de alguém mais, de algo mais. Tinha olhos vermelhos, brilhantes, maçãs do rosto cadavéricos. Dentes afiados como adagas.

    «Por favor, que seja um efeito da luz». Mas, quanto mais olhava o rosto esquelético, menos podia acreditar que fosse uma ilusão.

    —Quer morrer? —perguntou Maddox, ou o esqueleto. A voz foi gutural, parecida com o grunhido de um animal.

     ─Não.

   Possivelmente ele a matasse, mas ela morreria com um sorriso. Dois minutos de silêncio tinham mais valor que toda uma vida de ruído. Assustada e, ao mesmo tempo, decidida, elevou o queixo.

     —Necessito que me ajude. Me diga como posso controlar meu poder e partirei agora mesmo. Ou deixe ficar com você e aprender como se faz. Ele a soltou.

     —Vai chegar a meia-noite. Tem que se afastar de mim todo o possível.

     Assim que pronunciou a última palavra, franziu o cenho.

   — Muito tarde! Dor está me procurando. Se afastou dela enquanto a máscara cadavérica seguia reverberando sob sua pele. —Corre. Volta para a cidade. Agora!

    —Não. —respondeu Ashlyn. Só uma parva escaparia do céu, embora aquele pedaço de céu possuísse um rosto transparente recém saída do inferno. Maddox amaldiçoou entre dentes enquanto puxava as duas adagas para tirá-las do tronco da árvore. Depois se pôs em pé. Deu dois passos para trás.

     Ashlyn se apoiou na árvore e também ficou em pé. Queria gritar de desespero.

     Três passos, quatro.

     —Aonde vai? Não me deixe aqui sozinha!

     —Não tenho tempo para te levar a um lugar seguro. Terá que o encontrar você mesma. Não volte para esta colina, mulher. Da próxima vez não serei tão generoso.

     —Não vou. Vou te seguir, seja aonde for.

     Era uma ameaça que pensava cumprir.

   —Posso te matar aqui mesmo, isca, como deveria fazer. Então, como vai me seguir?

     —Acredite em mim, preferiria isso a que me deixe sozinha com as vozes.

    Uma maldição, um assobio de dor. Ele se dobrou para frente.

   Ashlyn correu para ele. Posou a mão sobre suas costas e procurou alguma ferida. Algo que pudesse dobrar aquele colosso devia ser insuportável. Entretanto, ele a afastou, de um tapa, e ela cambaleou pela força inesperada com que a tinha empurrado.

     —Não —disse ele. — Não me toque.

     —Está ferido? Posso te ajudar… eu…

     —Parte ou morrerá.

     Ato seguido, ele deu a volta e desapareceu na escuridão.

    Um murmúrio invadiu a mente de Ashlyn, como se tivesse estado esperando a marcha daquele homem. Parecia mais alto que nunca, mais ensurdecedor, depois do precioso silêncio.

     Cambaleando na mesma direção que tinha tomado Maddox e tampando os ouvidos, Ashlyn sussurrou!

     —Espera. Espera, por favor.

     Seu pé se enredou com um ramo quebrado, e caiu ao chão. Sentiu uma aguda dor no tornozelo, e choramingando, ficou engatinhando e começou a se arrastar. Tinha que alcançá-lo. O vento soprava contra ela, tão afiado como as navalhas de Maddox. Uma e outra vez, as vozes clamavam.

     —Por favor. Por favor —gemeu ela.

    De repente, Maddox estava a seu lado outra vez, e as vozes sossegaram.

    —Estúpida isca —disse ele, como se cuspisse as palavras. — Estúpido guerreiro.

     Com um grito de alívio, ela se abraçou a ele com força. Tinha as bochechas cheias de lágrimas geladas.

     —Obrigada. Obrigada por voltar. Obrigada.

    Escondeu a cabeça em seu pescoço, tal e como tinha querido fazer antes.

     —Acabará por lamentar tudo isto —afirmou ele, e a pôs sobre o ombro como se fosse um saco.

   A Ashlyn não importou. Estava com ele, as vozes tinham cessado, e isso era tudo o que importava.

     Maddox se pôs em movimento a toda pressa, manobrando entre as árvores fantasmais. De vez em quando, grunhia de dor. Ashlyn começou a lhe pedir que a deixasse no chão para o liberar de sua carga, mas lhe apertou a coxa para ordenar em silêncio que se calasse. Finalmente, ela relaxou contra seu corpo e se limitou a desfrutar do passeio. Oxalá tivesse durado…”

(Traduzido por fãs.) Disponibilização: Guardian Secrets. Tradução e Formatação: Gisa. Revisão. Inicial: Rosilene. Revisão Final: Danielle. Projeto Revisoras Traduções.

DARKEST NIGHT – Ou, A Noite Mais Escura. – Maddox um dos Senhores do Submundo, um guerreiro imortal guardião do demônio da Violência. Amaldiçoado a morrer todas as noites por Rays, o demônio da Ira. E levado para o inferno por Lucien, o demônio da Morte, para acordar na manhã seguinte sabendo que irá morrer novamente, na virada da noite.

Uma mortal sofre como o inferno por causa de seu Don, em poder escutar vozes do passado. Um poder além da imaginação, Ashlyn Darrow.  Há rumores de que existem homens que possuem poderes sobrenaturais  e que possam lhe ajudar. Mas, há rumores também, de que eles sejam demônios que vagam sobre a terra. Mas ela precisa ariscar. Viaja até Budapeste na esperança de se livrar de vez de sua maldição. Porém, ela não contava que iria encontrar o mais  dos violentos de todos os imortais, o mais perigoso dos guerreiros. Maddox.

Maddox acreditando ser ela uma isca, enviada por seus inimigos, os caçadores. Que estava tentando penetrar a fortaleza dos Senhores,  Parte para eliminá-la. Porém, ao contato com a mulher sua reação é inesperada. Acalma o seu demônio, diminui suas torturas. Enquanto que,  no caso dela, as vozes se calam, que até então nunca a tinham deixado. Acendeu subitamente a chama de uma paixão. Irresistível a cada toque, a cada caricia. Mas, eles terão que enfrentar a maior e a mais terrível prova de amor. Como reagiria Ashlyn ao descobrir, como Maddox era violentamente morto, todas as noites, por seus supostos amigos? E ela, seria realmente uma isca?

QUER SABER MAIS? ACESSE:

http://members.genashowalter.com.

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

GOSTOU?

DEIXE SEU COMENTÁRIO.

AMOR LIBERTO

DE: ADEMIR PASCALE

     “… Pai, porque essas pessoas foram condenadas ao fogo eterno? Pode uma pessoa errar e pagar seu erro na eternidade?

      Mas uma vez Deus preferiu o silêncio, mas uma estranha entidade surgiu de trás de uma imensa pedra e, com sua poderosa voz de mil almas, respondeu-lhe a pergunta:

     – Para que serve seu Deus que não respondas suas dúvidas?

     Jesus abriu os olhos, mas permaneceu imóvel, exeto pelo movimento dos lábios:

     – Às vezes, meu pai conversa em silêncio, esta é Sua maneira de conversar com Seus filhos  – Jesus pronunciou tais palavras em tom duvidoso e, por mais que tenha tentado esconder sua dúvida, a estranha e ardilosa entidade desconfiou.

     – Ele conversa com Seus filhos? Se tu és filho de Deus, diz a essa pedra que se transfoeme em pão.

     – Esta escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus – disse Jesus num tom autoritario.

     E assim o jovem mestre foi tentado, das maneiras mais ardilosas e criativas possiveis. A entidade se disfarsava de belas mulheres e até tentou se passar por Maria Madalena, mas o mestre sabia distinguir um homem do demonio, por melhor que fosse  o seu disfarce. Falsos terremotos, fogo e enchentes; nada abalava o homem que permanecia sereno em sua assumida posição. Ele aguardava uma única resposta do pai, aquela que poderia modificar todo o rumo da história da humanidade…”

AMOR LIBERTO – Um homem, há muito tempo atrás viveu quarentas dias e quarenta noites recluso em pleno deserto à  espera por uma resposta. Queria saber como deveria prosseguir o seu trabalho, aqui na Terra. Ele esperava paciente a resposta de seu Deus.  Seria fácil se seu Deus lhe dissesse simplesmente o que fazer.  Mas não, Jesus tinha que saber como interpretá-lo a sua maneira. No entanto,  durante os quarenta dias as  suas dúvidas, deram ao seu inimigo espaço para provocar-lhe tentações.  Mas nem a sede, nem a fome e nem as mais belas mulheres conseguiram tirar-lhe de seu rumo.

No final, a resposta estava dentro dele mesmo. Desde o início…

QUER SABER MAIS? ACESSE: ademir@cranik.com  ou amigosdocranik@ig.com.br        http://www.odesejodelilith.blogspot.com

Interessados em adquirir o e-book pelo modico preço de R$ 2,00, basta
depositar na conta abaixo e depois enviar um e-mail confirmando. NÃo
esqueça de informar se deseja receber o arquivo em PDF, ePub ou Mobi.
E-mail: ademir@cranik.com

com copia para:

amigosdocranik@ig.com.br – c/   Ademir Pascale.

  BCO BRADESCO
  Agência: 1449 – 4
  Conta Poupança: 1006770 – 7
  Ademir Pascale
  R$ 2,00 – Referente ao e-book “Amor Liberto”

volte sempre a:

VAMPIT

J. P. Santos. Agradesce.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

Contato:

jugloxinia@uol.com.br

GOSTOU?

DEIXE O SEU COMENTÁRIO.

J.P. Santos. https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

SENHORES DO SUBMUNDO – 6° LIVRO – DARKEST PASSION

DE: GENA SHOWALTER

AERON – DEMÔNIO DA IRA

 

     “…— O Conselho Celestial Superior o quer morto, por ajudar a um demônio a escapar do inferno.

     Ele franziu o cenho.

     — Minha Legion?

      Sua Legion? Olivia assentiu com a cabeça, e fez uma careta. A dor não era algo que tivesse experimentado nunca antes – mental ou fisicamente – e não estava segura de como a estava suportando. Com lucidez, pelo menos.

  Ou talvez se soubesse. Os seres humanos produziam adrenalina e outros hormônios, e isso os adormecia um pouco. Talvez estivesse produzindo também essas coisas, agora era humana. Cada vez mais, começou a sentir-se prazerosamente distanciada do novo corpo, da dor e das emoções desconhecidas.

     — Não o entendo. Legion já tinha saído arrastando-se para a liberdade quando nos conhecemos. Não fiz nada para ganhar a ira de… Ninguém. — A boca se apertou com a última palavra.

     — Na realidade o fez. Sem você não teria podido sair à superfície, ela estava obrigada a permanecer em baixo da terra.

      — Ainda não o entendo.

     As pálpebras de Olivia, de repente se tornaram pesadas e como se fossem de papel de lixa, os olhos se fecharam — Oh, devia discutir outra coisa! — por isso se obrigou a abri-los de novo.

     — Em seu maior parte, os demônios são capazes de deixar o inferno quando são convocados a terra. É uma pequena escapatória que nós não detectamos até que é muito tarde. De todas as formas, enquanto estão convocados, seu vínculo com o inferno se rompe e se vinculam com a pessoa que os invocou.

     — Mas, de novo, eu não convoquei a Legion. Ela veio para mim.

    — Talvez não a convocasse conscientemente, mas do momento que a aceitou como sua, foi como se o tivesse feito.

     Ele flexionou e abriu as mãos, um gesto que ela sabia que fazia quando tentava manter as coisas sob controle. Possivelmente estivesse zangado.

     — Ela tem todo o direito de caminhar sobre a terra. Eu sou um demônio, e fiz isso durante milhares de anos sem castigo.

    Certo.

     — Mas seu demônio está preso dentro de você. Você é seu inferno. Legion não tem restrições, é capaz de entrar e sair quando lhe agradar. O que significa que ela não está no inferno e isso desafia todas as regras celestiais.

     Pôde ver que ele se preparava para discutir. Talvez o ajudasse se lhe explicasse as origens do inferno.

     — Os demônios mais poderosos foram uma vez anjos. Anjos caídos. Eles foram os primeiros em cair, na realidade, e seus corações estavam enegrecidos, limpos de qualquer bondade neles. Assim, perderam suas asas e poderes, foram castigados a sofrer para sempre. Uma tradição que continuou com sua descendência. Não pode haver exceções. Os demônios estão ligados ao inferno. Aqueles que conseguem romper esse vínculo, são assassinados.

     O vermelho se filtrou na íris de seus olhos, fazendo-os brilhar.

    — Está tentando me dizer que como Legion não vive no inferno deve morrer?

     — Sim.

     — E também que ela uma vez foi um anjo?

   — Não. Uma vez no inferno, os demônios aprenderam a procriar. E Legion é uma dessas criações.

     — E acredita que deve ser castigada apesar de que não causou nenhum dano?

     — Eu não, mas sim. Entretanto…

     — Agora me entenda uma coisa. Não vou permitir que nada a machuque. — Disse com calma, mas não menos violento.

     Olivia permaneceu em silêncio. Não ia mentir e dizer a ele o que queria ouvir. Que ele e sua Legion estavam a salvo, seus crimes esquecidos por aqueles nos céus. Cedo ou tarde, alguém deveria fazer o que ela não tinha podido terminar…”

(Traduzido por fãs) REVISÃO EM INGLÊS. Envio do arquivo: Gisa. Tradução e Revisão:  Alice Akeru (4), Anna Sophia (4), Larissa (1), Lucilene (6), Mª João (2). Monica Agona (4), Renata Braga (5), Valdirene (4), Vilma Pires (1). Revisão Final: Táai

DARKEST PASSION – Ou, A Paixão Sombria – Aeron, um dos Senhores do Submundo guardião do Demônio da Ira, antes um guerreiro imortal dos deuses. Vem sentido uma presença que o acompanha durante semanas. Olivia. Um anjo assassino. Que recebera ordens para destruí-lo. Mas após observá-lo tão de perto, ela se vê interessada por ele mais do que deveria. Então, em vez de matá-lo como tinham lhe ordenado, ela resolve salvá-lo. Porém o preço por sua desobediência é ter suas asas arrancadas cruelmente e perder a imortalidade.

 Apesar de Olivia ter confessado que fora lá para matá-lo Aeron se torna incapaz de fazer qualquer coisa para machucá-la.  Mas ele acaba por mantê-la prisioneira em seu quarto sob sua vigilância constante. E fica dividido entre deixar ver seu pequeno demônio, Legion, que ele ama e protege como se fosse sua filha, ser mandada de volta para o inferno ou, deixar que os Senhores acabem de vez com o seu anjo assassino.

De qualquer forma, para Aeron, Olívia será sua ruína.

QUER SABER MAIS? ACESSE: http://members.genashowalter.com.

volte sempre a:

VAMPIT

J. P. Santos. Agradesce.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

Contato:

jugloxinia@uol.com.br

GOSTOU?

DEIXE O SEU COMENTÁRIO.

SENHORES DO SUBMUNDO – 5°LIVRO – HEART OF DARKNESS

DE: GENA SHOWALTER

ANJO LYSANDER e a HARPIA BIANKA

 OBS: Se houver interesse em baixar esse livro, deixe o seu        e-mail no comentário ou entre em  contato conosco:  jugloxinia@uol.com.br .

Madarei por e-mail.

     “…Faz-o. Toma-a.
Ele estendeu a mão. Mas antes que pudesse rodeá-la com seus braços e voar com ela longe, deu-se conta que já não estava sozinha. Ele franziu o cenho, deixando cair seus braços aos lados. Ele não queria uma testemunha dos fatos.

   — O melhor dia de todos. — gritou Bianka aos céus, estendendo os braços e girando. Duas garrafas de champanhe estavam em suas mãos e aquelas garrafas voaram, quebrando-se de repente nas montanhas geladas do Alaska que a rodeavam. Ela se deteve, cambaleando-se, rindo — Oupss.

     Seu cenho se fez mais profundo. Uma perfeita oportunidade perdida precaveu-se ele. Claramente, ela estava bêbada. Não lutaria com ele. Assumiria que ele era uma alucinação ou que estavam brincando de algo. Havendo-a observado as passadas semanas, sabia que adorava as brincadeiras.

   — Esbanjadora. — grunhiu sua irmã, a intrusa. Embora fossem gêmeas, Bianka e Kaia não se pareciam em nada. Kaia tinha o cabelo vermelho e olhos cinza bordeados com ouro. Ela era mais baixa que Bianka, sua beleza mais delicada — Tive que espreitar um colecionador durante dias, dias! Para roubar-lhe. Sério, acaba de quebrar um Dom Perignon White Gold Jeroboam1.

     — Fiz por você. — o bafo saía por sua boca — Eles vendem Bonne Farm’s no povoado.

    Houve uma pausa, um suspiro.

     — Isso só é aceitável se também roubar algumas dessas tortas de queijo para mim. Estava acostumada a roubar todos os dias de Sabin, e agora que deixamos Budapeste, estou sentindo falta.

   Lysander tentou prestar atenção à conversa, de verdade que tentou. Mas estar perto de Bianka era, como sempre, motivo de que arruinasse sua concentração. Só sua pele era similar a de sua irmã, refletindo todas as cores de um recém-ativado arco-íris. Assim, por que não perguntava se a pele de Kaia era tão suave como parecia?

     Porque ela não é a que lhe tenta. Sabe disso.

     Ali, no topo do pico do Polegar do Diabo, observou como Bianka se deixou cair de bunda. A gelada névoa continuava envolvendo-a, fazendo-a ver-se como se fosse parte de um sonho. Ou o pesadelo de um anjo.

     — Mas sabe — acrescentou Kaia — roubar Bonne Farm’s no povoado não te ajudará agora. Estou somente um pouco bêbada e esperava estar total e completamente embriagada para o pôr-do-sol.

   — Então, deveria me agradecer. Embebedou-se a noite anterior. E a noite anterior a essa. E a anterior a essa.

      Kaia deu de ombros.

     — E?

   — E, sua vida estava na sarjeta. Rouba licor, escala uma montanha enquanto bebe e te lança quando está bêbada.

   — Bom então, você também está na sarjeta, já que esteve comigo todas essas noites. — a ruiva franziu o cenho — Contudo… Tem razão. Possivelmente necessitemos uma mudança. — ela deu uma olhada na magnífica vista que tinha ao redor — Assim, que nova e excitante coisa quer que façamos agora?

     — Nos queixar. Pode acreditar que Gwennie vai se casar? — perguntou Bianka — E com Sabin, o Guardião do Demônio da Dúvida, dentre todas as pessoas. Demônios. O que seja.

     Gwennie. Gwedolyn. Sua irmã pequena.

     — Sei. É estranho. — uma Kaia ainda confusa se deixou cair a seu lado — Prefere ser dama de honra ou atropelada por um ônibus?

     — O ônibus. Não há dúvida. Disso me reporia.

     — Estou de acordo.

     Bianka não gostava de casamentos? Que estranho. A maioria das mulheres adorava. Contudo, não havia necessidade do ônibus, queria lhe dizer Lysander. Não terá que assistir o casamento de sua irmã.

     — Assim, qual de nós será a dama de honra? — perguntou Kaia.

    — Eu não. — disse Bianca, justo quando Kaia abriu a boca para dizer o mesmo.

     — Maldição!

     Bianka riu com genuína diversão.

   — Nossos deveres não deveriam ser tão maus. Gwennie é a mais agradável das Skyhawks, depois de tudo.

  — Encantadora quando não está protegendo Sabin. — estremeceu-se Kaia — Eu juro, ameace-o com pequenos danos corporais, e ela está pronta para te tirar os olhos.

  — Acredita que nos apaixonaremos por alguém dessa maneira? — tão curiosa como soava Kaia, havia um tom de tristeza em sua voz.

     Por que tristeza? Queria apaixonar-se? Ou estava pensando em um homem em particular? Lysander ainda não a tinha visto interagir com um homem.

     Kaia ondeou uma delicada mão através do ar.

    — Vivemos durante séculos sem nos apaixonar. Claramente, não estamos destinadas a isso. Mas eu, por outra parte, me alegro disso. Os homens se convertem em uma responsabilidade quando tentamos e se fazem permanentes.

   — Claro — foi à réplica — mas é uma responsabilidade divertida.

     — Certo. E eu não me divirto há muito tempo. — disse Kaia fazendo um biquinho.

     — Nem eu. Exceto comigo, mas não acredito que isso conte.

    — Faça da maneira como eu faço.

     Elas compartilharam outra gargalhada.

     Diversão. Sexo. Lysander se deu conta, sem problemas agora para captar sua conversa. Elas estavam discutindo sobre sexo. Algo que ele nunca tinha provado. Nem sequer consigo mesmo. Tampouco tinha querido tentá-lo nunca. Nem sequer agora. Nem sequer com Bianka e sua assombrosa pele…”

( Traduzido por fãs) Disp em Espanhol: Guardian Secrets. Envio e Tradução: Gisa. Revisão Inicial: Táai. Revisão Final: Lu Salvatore. Formatação: Táai. Arte e Logo: Suzana Pandora. TIAMAT-WORLD

HEART OF DARKNESS – Ou, O Anjo Mais Sombrio –  O anjo Lysander nunca conheceu a luxúria. Ele era um soldado implacável  da única e verdadeira Deidade. Ele era  da Elite dos Sete. E cada um da Elite dos Sete, tinha uma tentação. Como Eva com a maçã.  Uma abominação. E encontrada essa abominação tinha que destruí-la, antes que ela pudesse destruí-los primeiro. Lysander tinha encontrado finalmente a sua: Bianka Skyhawk.

Era uma formosa e mortal Harpia.  Filha de uma Harpia e de um troca-forma Fênix, concebida da linha de sangue de Lúcifer. Era uma ladra, uma mentirosa e uma assassina. Bianka era sua inimiga. Ele deveria destruí-la, mas, o destino o pôs em prova. Ela decidira a conduzir o puro coração de Lysander à tentação.

QUER SABER MAIS? ACESSE: http://members.genashowalter.com.

J. P. Santos. https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

SENHORES DO SUBMUNDO – 4° LIVRO – DARKEST WHISPER

DE: GENA SHOWALTER

SABIN – DEMÔNIO DA DÚVIDA

 OBS: Se houver interesse em baixar esse livro, deixe o seu        e-mail no comentário ou entre em  contato conosco:  jugloxinia@uol.com.br .

Madarei por e-mail.

     “Quão cruéis tinham sido os Caçadores com estas belas criaturas. O que tinham feito à ruiva, a mais formosa de todas? Embora vestisse um diminuto Top e uma minissaia, não alcançava a ver nenhuma cicatriz ou golpes que indicassem maus tratos. Embora isso não significasse nada. A maioria dos imortais saravam rapidamente.

     A quero. Uma fadiga profunda emanava dela, entretanto quando lhe sorriu em agradecimento por tê-la liberado… ele podia ter morrido pela pura glória de seu rosto.

     “Eu também a quero”, assinalou Dúvida.

    “Não pode tê-la”. O que significava que ele tampouco.  “Recorda a Dala? Tão forte e confiada que era, ainda assim arrumou para destruí-la”.

     Uma gargalhada alegre.

     “Sei. Não foi divertido?”

     Apertou as mãos em punhos a seus flancos. Maldito demônio. No final, todos se derrubavam ante as intensas dúvidas que sua outra, mais escura metade constantemente lhes dirigia: Não é o suficientemente bonito. Não é o suficientemente inteligente. Como alguém poderia te amar?

     —Sabin. — chamou a voz fria de Aeron— Estamos preparados

     Estendendo a mão, indicou à moça que se adiantasse, com um movimento de seus dedos.

      —Venha.

     Mas sua ruiva retrocedeu contra a parede, com o corpo tremendo pelo temor renovado. Ele tinha esperado que saísse fugindo, desobedecendo suas advertências. Não tinha esperado este…terror.

     —Já te disse. — lhe recordou gentilmente— Não vamos te fazer mal.

     Ela abriu a boca, mas nenhum som saiu. E enquanto a olhava, o dourado de seus olhos se aprofundou, se obscureceu, o negro transbordando sobre o branco.

     —Que diabos é…

     Em um momento estava em frente a ele, no seguinte não, desapareceu como se nunca tivesse estado ali. Girou, procurando-a com a vista. Não a viu. Mas o único Caçador que ainda estava em pé, de repente soltou um grito agônico, um grito que se deteve abruptamente enquanto seu corpo caía, paralisado no piso arenoso, com sangue derramando a seu redor.

      —A garota. — disse Sabin, pegando uma faca, determinado a protegê-la de qualquer que fosse a força que acabava de assassinar ao Caçador que tinha planejado interrogar. Mas seguia sem vê-la. Se pudesse desaparecer com só o pensamento, como Lucien, estaria a salvo. Fora de seu alcance para sempre, mas a salvo. Podia? Tinha-o feito?

     —Atrás de você. — disse Cameo, e por uma vez soou mais horrorizada que miserável.

     —Meus deuses. —suspirou Paris— Não a vi se mover, e entretanto…

     —Ela não… ela… Como pôde… — Maddox esfregou o rosto com uma mão, não acreditando no que tinha visto.

     Uma vez mais Sabin girou. E ali estava ela, outra vez dentro da cela, sentada, com os joelhos contra o peito, a boca jorrando sangue, uma… traquéia? …segura entre suas mãos. Tinha arrancado, ou mordido? A garganta do homem.

     Seus olhos voltaram para a cor normal, dourado com estrias cinzas, mas estavam completamente vazios de emoção e tão distantes, que suspeitava que o trauma do que acabava de fazer tinha adormecido sua mente. Seu rosto também estava vazio de expressão. Neste momento, sua pele estava tão pálida que se podiam ver as veias azuis por debaixo. E estava tremendo, se balançando para a frente e para trás e murmurando incoerências em voz baixa. Que…diabos?

     O Caçador a tinha chamado monstro. Ele não tinha acreditado. Antes.

     Sabin entrou na cela, inseguro de como proceder, mas sabendo que não podia deixá-la como estava nem voltar a encerrá-la. Um: não tinha atacado a seus amigos. Dois: rápida como era, poderia escapar antes que a porta se fechasse e lhe provocar sérios danos por ter quebrado sua promessa.

     —Sabin, amigo. — disse Gideon com seriedade— Possivelmente não quereria voltar a entrar ali. Por uma vez, um Caçador estava mentindo. 

     Por uma vez. Prova dizer uma vez mais.

     —Sabe com o que estamos lutando aqui?

     —Não. Sim. Ela não é uma Harpia o feto de Lúcifer, que não passa um ano em liberdade rondando pela terra. Não lutei com elas antes e não sei que podem matar um exército de imortais em apenas uns segundos.

     Como Gideon não podia dizer uma simples não é, sem desejar ao momento estar morto, pois todo seu corpo acabava envolto em agonia e infestado de sofrimento, Sabin sabia que tudo o que tinha dito era mentira. Por conseguinte, o guerreiro tinha se encontrado com uma Harpia antes, e evidentemente não se referia à palavra em seu sentido depreciativo, e essas Harpias eram prole de Lúcifer e podiam destruir até a um bruto como ele em um pestanejar.”

(Tradução feita por fãs) Disponibilização em Espanhol: Guardian Secrets. Tradução/Formatação: Gisa. Revisão Inicial: Rosilene Xavier. Revisão Final: Danielle Aguiar. Logo/Arte: Suzana Pandora. Tiamat – World

DARKEST WHISPER – Ou, O Sussurro Mais Escuro – Sabin  era um dos guerreiros  que fora castigado pelos Deuses por ter deixado fugirem os demônios do inferno. Por isso ele e cada um dos guerreiro envolvidos foram incumbidos de guardarem em seus corpos, um dos demônios até encontrarem a caixa de Pandora para colocá-lod presos novamente. 

Vinculado ao demônio da Dúvida, ele destrói involuntariamente qualquer possibilidade de ter uma amante. Então, o guerreiro imortal passa o tempo lutando no campo de batalha em vez de no dormitório, sendo a vitória sua única preocupação até que conhece a tímida Gwendolyn. Uma Harpia perigosa e de uma beleza  ruiva , e anseia tê-la em sua companhia.

Gwen sempre pensou que se apaixonaria por um humano amável que não despertaria seu lado mais escuro. Mas quando Sabin a libera da prisão, combatendo a seus inimigos, resulta não ser nada em comparação com a batalha que Sabin e Gwen empreenderão contra o amor…

QUER SABER MAIS? ACESSE: http://members.genashowalter.com.

J. P. Santos. https://vampitdivulgalivros.wordpress.com