RESENHA ‘A MÃO DE CELINA’

 DE: JEREMIAS SOARES.

 

 

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Por: Jussara Pires.

     Edu é um homem sem motivos para viver, perdeu o grande amor de sua vida, Celina. Depois de alguns anos após a sua morte, ele pensa em atentar contra sua própria vida, mas muda de ideia por causa do beijo de uma mulher, estranha e misteriosa, Jana. E por causa dela, sua vida ganha um novo sentido.

   Uma sensação constante de estarem sendo vigiados e coisas sinistras começam a acontecer com eles. Mas Edu é cético e como todo cético, encontra sempre resposta para tudo. Até um dia em que sonhos se transformam em pesadelos; um sentimento de traição o consome; e a morte os espreita.

      Finalmente, Edu passa a acreditar que existe vida após a morte, que a morte não é o limite ou o fim de tudo, e que, um espírito não está vendo com bons olhos a sua nova companhia. Mas, apesar de estar muito assustado com tantos acontecimentos, ele quer descobrir qual o mistério que envolve a sua nova companheira para provocar a ira do espírito de sua ex.

       Uma trama fantasmagórica, com um final surpreendente.

       Gostei, Jeremias!

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A NIGHT HUNTRESS – 6° LIVRO – ONE GRAVE AT A TIME

DE:  JEANIENE FROST

     “…Então Elisabeth foi morta por um fanático homicida com um caso sério de aversão a mulheres. Eu sabia como era ser destacada por um fanático e isso me fez ainda mais simpática em relação a ela.

     – Sinto muito.

     Disse, dessa vez com mais sinceridade.

    – Porém Kramer teve o troco, espero que tenha sido longo e doloroso.

     – Não foi.

      Ela disse, com um tom de amargura em sua voz.

   – Ele caiu de seu cavalo e quebrou o pescoço instantaneamente ao invés de ser pisoteado e deixado para sofrer.

        – Não é justo.

    Concordei, enquanto pensava que pelo menos Kramer deve ter tido uma prova do seu próprio remédio no inferno.
Bones olhou longamente e de forma especulativa para Elisabeth.

     – Sabe bastante detalhes sobre sua morte, não é?

     Elisabeth encontrou seu olhar. Em seu estado meio nebuloso, seus olhos eram azuis médios, me fazendo pensar se eles haviam sido azuis escuros como os de Tate quando ela estava viva.

     – Sim, eu quem assustou o cavalo dele.

     Ela respondeu na defensiva, alheia ao trocadilho em suas palavras.

     – Eu queria vingança pelo que ele fez a mim, e para colocar um final às mortes de mais mulheres na cidade para onde ele esta viajando.

     – Bom para você.

    Falei imediatamente. Se ela esperava ser julgada, não tinha ouvido muito sobre mim. Ou Bones.

     – Gostaria de poder apertar sua mão.

     – Com certeza.

     Bones disse, erguendo seu uísque em saúde.

     Elisabeth olhou fixamente para nós dois por algum tempo. Então, muito lentamente, ela se ergueu e flutuou, estendendo sua mão para mim.

     Eu me mexi automaticamente. Acho que ela não sabia o que era uma afirmação metafórica. Então estendi a mão, me lembrando de que isso não era diferente das outras vezes em que deixava fantasmas passarem através de mim em cumprimento. Mas quando a mão dela se fechou sobre a minha, aquele sentimento comum de formigamento seguindo pelos meus dedos batendo direto através dela não aconteceu. Inacreditavelmente, um aperto gelado retribuiu o cumprimento, consistente como minha própria carne.

     – Filha da puta!

     Exclamei, dando um pulo e ficando de pé. Meu gato sibilou e saltou para o lado do sofá, rancoroso por ter sido tirado de onde estava.

    De repente, Elisabeth estava de pé na minha frente em cores vibrantes, como se ela tivesse mudado de um canal distorcido para um em alta definição. Seu cabelo, que eu pensei ser de um marrom indefinido, brilhava com ricas mechas castanhas e seus olhos eram de um azul tão profundo que pareciam o oceano à meia-noite. Suas bochechas tinham um tom rosado, destacando uma complexidade que só podia ser descrita como pêssegos e creme.

     – Inferno sangrento.

     Bones balbuciou, também se levantando. Esticou a mão para segurar o braço de Elisabeth, sua expressão espelhando meu choque quando seus dedos se fecharam ao redor de carne sólida ao invés de passar através de energia vaporosa.

     – Eu disse para vocês que alguns da minha espécie são mais fortes que outros.

     Fabian murmurou de trás de Elisabeth.

  Você não estava brincando, não é? Pensei de forma entorpecida, incapaz de parar de apertar a mão muito gelada de Elisabeth, dedos muito firmes para verificar mais uma vez que ela era realmente sólida.

     Mas logo depois de eu fazer isso, senti um estalo de energia no ar, como se um balão invisível tivesse estourado. Alfinetadas e agulhadas eclodiram na minha pele enquanto a mão que eu estive segurando desaparecia. Logo em seguida, a aparência de Elisabeth voltou a ter cores opacas e o braço que Bones esteve segurando se desfez sob sua mão, deixando seus dedos curvados – como os meus estavam – ao redor de nada mais do que um contorno transparente de carne que não estava mais lá.

     – O máximo que posso me fundir em forma sólida são alguns poucos minutos, mas é muito desgastante.

    Elisabeth disse, como se o que ela tinha feito não fosse incrível o suficiente.

     – Porém Kramer é mais forte que eu.

   Senti como se meu cérebro ainda estivesse brincando de pega-pega por tudo que acabei de testemunhar.

     – Kramer? Você disse que ele morreu séculos atrás.

     – Morreu.

     Elisabeth respondeu com uma raiva assustadora.

   – Porém toda véspera do dia de Todos os Santos*, ele caminha.

    Se um pino tivesse caíno na sala, teria quebrado o silêncio repentino com o mesmo efeito de uma bomba. Eu tinha uma boa ideia do que Elisabeth queria dizer com ―ele anda,‖ mas porque era muito absurdo para eu imaginar, tive que ter certeza.

   – Você está dizendo que depois que o imbecil homicida morreu, Kramer se tornou um fantasma que pode andar por aí em carne sólida todo Dia das Bruxas?

     Elisabeth franziu com o termo imbecil, mas ela focou no resto da minha pergunta sem hesitação.

     – Até onde sei, somente nas últimas décadas Kramer tem sido capaz de se manifestar em carne uma noite inteira.

     – Porque só na noite do Dia das Bruxas?

     Claro, é o momento em que a muitas pessoas celebram a ideia de fantasmas, ghouls, vampiros e outras criaturas, mas a maioria deles não acredita que essas criaturas existam.

    – É o momento em que a barreira entre os mundos está mais fina, – Bones respondeu. – A celebração do Samhain vem de muito antes de os humanos fazerem de doces e fantasias um feriado nada a ver.

     Elisabeth contorceu a boca.

     – Kramer não percebeu a ironia em ser fortalecido por uma noite dedicada ao que ele uma vez considerou um culto herege.

     Ele ainda acredita estar agindo ao lado de Deus, como se o Todo Poderoso não tivesse deixado claro que Ele não quer ter nada a ver com o Kramer.

     – E o que ele faz no Dia das Bruxas?

     Eu aposto cada gota de sangue no meu corpo que Kramer não o passa brincando de doçura ou travessura.

     – Ele extrai ―confissões‖ de bruxaria de três mulheres que ele coage um cúmplice humano a sequestrar, e então ele as queima vivas.

     Elisabeth respondeu, um espasmo de dor cruzando seu rosto.
É oficial. Agora eu queria matar um fantasma, uma noção que eu descartei como improvável apenas vinte minutos atrás. O problema era, matar vampiros e ghouls era minha especialidade. Não pessoas que já estavam realmente mortas…”

ONE GRAVE AT A TIME – Ou, Uma Sepultura de vez. –  Cat Crawfield e Bones são surpreendidos por uma visita inusitada. Elizabeth. Uma antiga conhecida de Fabian, o fantasma, adotado por eles.

Elizabeth fora morta por um caçador de bruxas séculos atrás. E  ela acaba  matando seu assassino, para evitar que ele continue com suas atrocidades e por pura vingança.

Porém,  o tiro saiu pela culatra quando Heinrich Krames, após a morte, se torna um espírito poderoso e perverso. Que em todo Halloween, ele assume forma física para torturar mulheres inocentes antes de queimá-las vivas.

Cat utilizará da habilidade de canalizar espíritos que adquiriu quando evitava uma guerra do submundo em Nova Orleans, de Marie, a Rainha do Vodu. Para enfrentar o temível espírito de Krames.  Mas Cat e Bones terão que ter cuidado quando forem tentar enviá-lo de volta para o outro lado da eternidade para sempre. Um passo em falso e Cat e Bones podem cavar suas próprias sepulturas de vez.

Mas, como você envia um assassino para a sepultura quando ele já está morto?

OBS:  A série Huntress Night with Cat e Bones, intitulado Up from the Grave  será liberando 28 de janeiro de 2014.

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ANITA BLAKE – 13° LIVRO – MICAH

DE: LAURELL K. HAMILTOM

 

        “- Você realmente vai deixar que ela traga um civil em nosso caso?

      Fox olhou Franklin. Mesmo do banco traseiro não parecia amigável. “Sugiro, fortemente, que você deixe isso ir, agente Franklin”.

     – Jesus, o que é com ela? – Franklin disse. – Ela piscou, os grandes olhos castanhos e todo mundo olha para outro lado enquanto ela quebra uma dúzia de regras e curva a própria lei que estamos jurados a defender. –  Ele se virou no banco, tanto quanto o cinto de segurança iria deixar. – Como você faz isso?

     Fox disse: – Franklin, –  e a palavra era um aviso.

    – Não, Fox, está tudo certo. Se não tivermos resolvido isto, o agente Franklin e eu não vamos ser capazes de trabalhar juntos, vamos, agente Franklin? –  Minha voz não era amigável quando eu disse tudo isso. – Você quer saber como eu faço isso?

    – Sim, –  disse Franklin. – eu quero.

     – Eu sei como você acha que eu faço. Você acha que eu transo com todo mundo. Mas eu nunca conheci Fox, de modo que não pode ser isto. Então agora você está lutando, tentando descobrir isso.

     Ele fez uma careta para mim.

    – Quando você pensava que era apenas sexo, apenas uma mulher dormindo seu caminho através de sua carreira, você estava de bem com isso, mas agora, agora você simplesmente não consegue.

   – Não –  ele disse. – eu não consigo. Fox é o agente mais pelo-livro com quem eu já trabalhei, e ele está deixando você no carro com um civil. Isso não é como ele é.

     – Eu conheço o civil. –  disse Fox. –  Isso faz uma diferença.

     – Ele foi vítima de um crime violento. Então o quê? Você sabia quem ele é há quanto tempo?

     – Nove anos disse Fox numa voz suave, seus olhos escuros sobre o tráfego, mãos cuidadosas no volante.

     – Você não sabe o tipo de pessoa que ele é agora. Nove anos é muito tempo. Ele devia ser um adolescente então.

     – Ele tinha dezoito anos. – disse a voz cuidadosa de Fox.

     – Você não o conhece agora. Ele poderia ser um cara mau para todos que você conhece.

     Fox olhou no espelho retrovisor. – Você é um cara mau, Micah?

     -Não, senhor. –  disse Micah.

     – É isso? –  Franklin disse, e parecia que ele estava indo ficar em histeria ou ter um derrame. – Você lhe pergunta se ele é um cara ruim, e ele diz que não, e isso é bom o suficiente?

     – Eu vi o que ele sobreviveu, você não. Ele respondeu ás minhas perguntas, quando a sua voz era apenas uma grosa rouca porque o assassino tinha agarrado a garganta dele. Eu trabalhei para a Pesquisa de Apoio por cinco anos e o que foi feito para ele é ainda uma das piores coisas que eu já vi. –  Ele teve que pisar no freio para não bater na fila súbita de tráfego em frente de nós. Todos nós ficamos muito bem familiarizados com nossos cintos de segurança e, em seguida, ele continuou. – Ele não precisa provar nada para você, Franklin, e ele já provou tudo o que ele precisava provar para mim. Você vai deixar em paz ele e Marshal Blake.

     – Mas você não quer mesmo saber porque ele está aqui? O porque ela trouxe ele? Este é um processo em curso. Ele poderia ser um repórter por tudo o que você conhece.

     Fox soltou um suspiro longo e alto. – Vou deixá-los responder a essa pergunta uma vez, apenas uma vez, e então você deixa pra lá, Franklin. Deixa pra lá antes de eu começar a ter mais simpatia com Bradford porque você teve que ser transferido.

     O que parou Franklin por um segundo ou dois. O tráfego começou a rastejar para a frente. Nós parecíamos ter pego o tráfego da hora de ponta. Pensei a princípio que a ameaça iria fazê-lo desistir, mas Franklin era feito de mais estofo do que isso.

     – Se ele não é um animador ou um executor de vampiro, então com o que ele vai ajudar, Marecha Blake? Ele quase conseguiu manter o sarcasmo fora do “Marshal Blake.”

     Eu estava cansada de Franklin, e eu não sou tão boa em mentir. Eu tive menos de duas horas de sono e tive que voar num avião. Então eu disse a verdade, a verdade absoluta.

     – Quando você precisa ter relações sexuais três ou quatro vezes por dia, é apenas mais que conveniente trazer seu amante com você, você não acha, agente Franklin? –  Eu dei-lhe uns grandes, inocentes olhos .

     Ele me deu um olhar azedo. Fox riu.

     – Muito engraçado, –  disse Franklin, mas ele se acomodou em sua cadeira e ele nos deixou sozinhos. A verdade não pode libertá-lo, mas usada com cuidado, pode confundir um inferno seus inimigos.”

(Traduzido por fãs).Livros de Sobrenatural Contigo.. Tradução: Poiesis. Revisão: Maga. Formatação: Poiesis

MICAH – Anita Blake , Marshal executora de vampiros , levantadora de zumbis. Nunca em sua vida pensou estar envolvida com um homem como estava com o seu namorado Micah. O Nimir-Raj do seu povo Leopardoman. O que fazia de Anita sua Nimir-Ra o equivalente a rainha Leopardo, mesmo que ela ainda fosse humana. Micah era dos seus amantes o mais perfeito. Era um dos seus refúgios. Seus braços, seu corpo, seu sorriso. Sua calma  sua aceitação  a violência e tudo mais. Tudo que precisava que ser, ele seria. Mas, nunca tinham estado sozinhos. E bastou tê-lo feito por um tempo para se vê em pânico. Estava com medo  que  Micah e ela não iriam funciona se não tivesse alguém para equilibrar as coisas.  E ela não queria isso… ela não queria que Micah simplesmente, fosse embora.

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A MEDIADORA – 6° LIVRO – CREPÚSCULO

DE: MEG CABOT

     “… – Você acha que este tal de Jesse gosta de ser fantasma?  Ficar por aí pela eternidade, olhando você viver sua vida, enquanto ele paira no fundo, nunca envelhecendo, nunca sentindo uma brisa do oceano no rosto, nunca provando de novo  uma torta de amoras. É esse tipo de vida que você quer para ele? Se for verdade você deve amá-lo muito.

       Senti o calor subindo em minhas bochechas.

      -Claro que não é isso que eu quero para ele – disse com intensidade. – Mas se a alternativa for nunca conhecê-lo… bem, também não quero isso. E ele também não quereria!

      -Mas você não perguntou, perguntou?

      -Bem, eu…

      -Perguntou?

      -Bem. – Olhei para baixo, incapaz de encará-lo. – Não. Não,  não perguntei.

      -Foi o que pensei. E também sei o motivo. Você tem medo do que ele diria. Tem medo que ele dissesse que preferiria viver.

      Levantei a cabeça rapidamente.

       -Não é verdade!

      -É sim, e  você sabe. Você tem medo que ele diga que prefereria viver o resto da vida como deveria, sem ter conhecido você…

      -Tem de haver outro modo! – exclamei. – Não pode ser simplesmente uma coisa ou outra. Paul disse algo sobre transferência de almas…

      -Ah – disse o Dr. Slaski. – Mas para isso você precisaria de um corpo disponível para tomar a alma que você quer transferir.

      Eu pensei sombriamente em Paul.

      – Acho que  conheço um – falei.

      Como se tivesse lido meus pensamentos, o Dr. Slaski disse:

      -Mas você não fará isso.

      Levantei as sobrancelhas.

      -Não?

       -Não – disse ele. Sua voz estava começando a ficar cada vez mais fraca. – Não fará. Ele faria. Se achasse que isso lhe renderia o que deseja.  Mas você, não. Você não é assim.

      – Sou –  disse com a maior ferocidade que pude.

      Mas o Dr. Slaski só balançou a cabeça de novo.

      -Você não é como ele. Ou como eu. Não precisa se chatear com isso.   É uma coisa boa. Você vai viver mais.

      – Talvez, – falei com lagrimas enchendo os olhos enquanto olhava para minhas mãos.  – Mas de que adianta, se eu não estiver feliz?

      O Dr. Slaski não falou nada por um tempo. Sua respiração havia ficado tão áspera que depois de uns minutos comecei a achar que ele estava roncando e levantei a cabeça, temendo que ele tivesse caído no sono.

      Mas não tinha. – Seu olhar continuava firme em mim.

     – Você ama esse rapaz? – perguntou finalmente. –  Jesse? – Assenti, incapaz de falar mais.

      -Há uma coisa que você poderia fazer – chiou ele. – Eu mesmo nunca tentei, mas ouvi dizer que pode ser feito. Não recomendo, claro. Provavelmente vai colocá-la numa sepultura antes do tempo, como eu estarei logo.

      Inclinei-me para a frente na cadeira.

      -O que é? – perguntei ansiosa. – Diga-me, por favor, eu faria qualquer coisa… qualquer coisa!

      -Quer dizer, qualquer coisa que não implique matar alguém –  disse o Dr. Slaski, e teve um ataque de tosse do qual pareceu demorar séculos para se recuperar. Por fim,    recostando-se na cama, depois dos horríveis espasmos que sacudiam seu corpo, ele chiou: – Quando você voltar…

      -Voltar? Quer dizer, no tempo?

      Ele não respondeu. Só olhou o teto.

      – Dr. Slaski? Voltar no tempo? É isso que o senhor quis dizer?

      Mas o Dr. Slaski não terminou a frase. Porque na metade dela seu queixo ficou frouxo,  os olhos se fecharam e ele caiu no sono.

     Ou pelo menos foi o que eu presumi…”

CREPÚSCULO – O último livro da série. – Suzannah  sente-se  ameaçada por Paul, que para poder ficar com ela, quer livrar-se de uma vez por todas de seu namorado, o fantasma Jesse.  Mas, só  quando Paul encontra um suvenir que poderá levá-lo ao passado e impedir que o assassino de Jesse, o mate,  Susy vê sua vida destruída.  Isso leva a ela procurar ajuda com o avô de Paul, esperando que ele possa impedir de algum modo, as loucuras de seu neto. Mas quando ele começa a dizer um modo para ajudar Susy, acaba tendo um mal súbito provocado por uma overdose, ficando impraticável sua ajuda. Então para Suzannah não resta nenhuma esperança para evitar que Jesse seja salvo por Paul e assim nunca poder conhecê-la. Susy se recusa a entregar os pontos, e luta até o final para manter o grande amor de sua vida…  um fantasma. Ou encontrar outra solução para viverem juntos, seja ela virando um fantasma também… ou,  nem que para isso seja  preciso um corpo, para trazê-lo de volta a vida. Mas esse é  um grande dilema para Susy. Seria ela tão sem escrúpulos quanto Paul, capaz de matar alguém para manter o grande amor de sua vida junto a ela?

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A MEDIADORA – 5° LIVRO – ASSOMBRADO

DE: MEG CABOT

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      “Foi Jesse quem o fez parar.
– Você – disse ele, numa voz bastante profunda. E autoritária. A ponto de fazer Craig parar. – Peça desculpas à ela.
O cara na porta virou a cabeça lentamente para olhar Jesse.
– De jeito nenhum – foi o que teve a falta de sensatez de dizer. Um segundo depois ele não estava saindo – nem atravessando – aquela porta. Não. Estava grudado nela. Jesse estava segurando um dos braços de Craig no que parecia ser um ângulo muito doloroso Às costas, e estava encostado firmemente contra ele.
– Peça desculpas à jovem dama – sibilou Jesse. – Ela está tentando lhe fazer uma gentileza. Não se vira as costas a alguém que está tentando fazer uma gentileza.
Epa. Para um cara que parece não querer nada comigo, Jesse certamente pode ficar irritado com o modo como outras pessoas me tratam.
– Desculpe – disse Craig numa voz abafada contra a madeira da porta. Parecia estar sentindo dor. Só porque você está morto, claro, não significa que seja imune à ferimentos. Sua alma se lembra, ainda que o corpo não exista mais.

     – Assim está melhor – disse Jesse, soltando-o.
Craig se afrouxou contra a porta. Mesmo ele sendo meio escroto, senti pena do cara. Puxa, ele tinha tido um dia ainda pior do que eu, estando morto e coisa e tal.
– É só que não é justo, sabe! – disse Craig num tom sofrido enquanto esfregava o braço que Jesse quase havia quebrado. – Não devia ter sido eu. Eu é que devia ter sobrevivido, não o Neil.
Olhei-o com surpresa.
– Ah? Neil estava com você no barco?
– Catamarã – corrigiu Craig. – E sim, claro que estava.
– Ele era seu parceiro de vela?
Craig me lançou um olhar de nojo. Depois, com um olhar nervoso para Jesse, modificou-o rapidamente para um desdém educado.
– Claro que não. Você acha que nos teríamos virado se Neil tivesse a mínima idéia do que estava fazendo? Pelo direito, ele é que deveria estar morto. Não sei o que mamãe e papai estavam pensando. Leve Neil no catamarã com você. Você nunca leva o Neil. Bem, espero que agora eles estejam felizes. E olha onde eu fui parar. Estou morto. E meu irmão estúpido foi que sobreviveu.”

ASSOMBRADO – Suzannah fica surpresa quando vê de novo Paul, um gato muito gostoso, irmão do pequeno Jack, e também um poderoso mediador. Ou melhor dizendo, um deslocador. Isso mesmo, um deslocador. E que diabos seria isso? Bem, um deslocador seria um mediador, com poderes de se deslocar pelo mundo dos mortos.

     Ela não esperava ter que encontrar com Paul de novo, após as ferias de verão quando ele tentara  matá-la e dar fim em Jesse.  Mas, quando ele se matriculou em sua escola e começou a persegui-la, ela acabou se  envolvendo novamente com ele, principalmente quando ele propõe ensinar-lhe a como utilizar melhor  o seu dom. O que ela aceitou, na esperança de talvez com isso, ela pudesse conseguir ajudar a Jesse a voltar a ser um mortal.

     Nesse meio tempo ela tem que lidar com um fantasma vingativo, que quer matar o próprio irmão, por achar ter morrido no lugar dele.

     Muitas tramas amorosas e aventuras.

     Mas, como será que Jesse vai encarar a volta de Paul?

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A MEDIADORA – 4° LIVRO – A HORA MAIS SOMBRIA

DE: MEG CABOT

 

A HORA MAIS SOMBRIA

     “…Jack e eu íamos pelo caminho de tijolos para a piscina quando um dos jardineiros saiu de trás de um enorme arbusto de forsítia e me cumprimentou com a cabeça.

     Isso não seria estranho – na verdade fiquei amiga de todo o pessoal do paisagismo, graças aos muitos frisbees que perdi enquanto brincava com as crianças sob meus cuidados -, a não ser pelo fato de que esse jardineiro em particular, Jorge, que deveria se aposentar no fim do verão, em vez disso sofreu um ataque cardíaco alguns dias antes e, bem…

     Morreu.

     No entanto, ali estava o Jorge, com seu macacão bege, segurando uma tesoura de poda e balançando a cabeça para mim, como tinha feito na última vez em que o vi, neste mesmo caminho, há alguns dias.

     Eu não estava muito preocupada com a reação de Jack diante de um defunto que aparecesse e balançasse a cabeça para a gente, já que, na maior parte das vezes, sou a única pessoa que conheço que pode ver. Quero dizer, os mortos. Por isso estava totalmente despreparada para o que aconteceu em seguida…

     Jack soltou a mão da minha e, com um grito estrangulado, correu para a piscina.

     Isso era estranho. Mas, afinal de contas, Jack era estranho. Revirei os olhos para Jorge e corri atrás do garoto, já que, afinal de contas, estou sendo paga para cuidar dos vivos. Todo o negócio de ajudar os mortos tem de ficar em segundo plano enquanto estou no Pebble Beach Hotel and Golf Resort. Os fantasmas simplesmente precisam esperar. Quero dizer, não é como se eles estivessem me pagando. Ha! Bem que eu queria.

   Encontrei Jack encolhido numa espreguiçadeira, soluçando em sua toalha. Felizmente ainda era bastante cedo e não havia muita gente na piscina. Caso contrário talvez eu tivesse de dar alguma explicação.

   Mas a única outra pessoa ali era Soneca, lá no alto em sua cadeira de salva-vidas. E pelo modo como Soneca apoiava a bochecha na mão, ficou bem claro que seus olhos, por trás das lentes do Ray-Ban, estavam fechados.

   – Jack – falei, sentando-me na espreguiçadeira ao lado. – Jack, qual é o problema?

   – Eu… eu já disse – soluçou Jack em sua toalha branca e fofa. – Suze… eu não sou como as outras pessoas. Sou como você disse. Sou… esquisito.

   Eu não sabia do que ele estava falando. Presumi que só estávamos continuando a conversa do quarto.

   – Jack. Você não é mais esquisito do que qualquer pessoa.

   – Não – soluçou ele. – Eu sou. Você não entende? – Então ele ergueu a cabeça, me olhou direto nos olhos e sibilou. – Suze, você não sabe por que não gosto de sair?

   Balancei a cabeça. Não tinha sacado. Mesmo então, eu não tinha sacado.

   – Porque quando saio – sussurrou Jack -, eu vejo gente morta.

   Juro que foi isso que ele disse.

     Igualzinho ao garoto daquele filme, com lagrimas nos olhos, o mesmo medo na voz.

     E eu tive mais ou menos a mesma reação de quando vi o filme. Falei por dentro: Panaca chorão.”

 

]

A HORA MAIS SOMBRIA –  Suzannah, está crescendo e com isso recebe mais responsábilidades de seu padastro, Andy. Ela teve que ir trabalhar durante as férias de Verão. Junto com seu outro meio-irmão, o Soneca. Enquanto ele trabalha de salva-vidas em um hotel de luxo, ela de babá das crianças, filhos dos hospedes do hotel. Suzannah descobre em um pequeno garoto de oito anos o seu mesmo dom, de se comunicar com as almas do além. E isso sim, ela faz ser sua responsábilidade, ensinar-lhe como lidar com o seu fardo. O pequeno Jack acaba por se tornar um pequeno amigo, mas um grande aliado a sua causa, mediar as almas desencarnadas para seu destino. Por outro lado Suzannah se vê meio que brigada com Jesse desde que começou a fuçar o passado dele. Pior ainda quando sua ex-namorada resolveu voltar e ameaça-la de  morte.

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A MEDIADORA – 3° LIVRO – REUNIÃO

DE: MEG CABOT

REUNIÃO


“…Gina apareceu e Kelly parou no meio da frase.

     Bem, Gina é o tipo de garota que faz as pessoas pararem as frases no meio para admirar. Mede cerca de 1,80m, e o fato de ter recentemente transformado o cabelo num esfregão de cachos eriçados cor de cobre, formando uma aura de dez centímetros em volta da cabeça, só a fazia parecer maior. Além disso, por acaso, estava usando um biquíni de vinil preto, sobre o qual tinha enfiado um short que parecia feito com as argolas de um monte de latas de refrigerante.

     Ah, e o fato de que estivera no sol o dia inteiro havia escurecido sua pele normalmente café-com-leite até ficar na cor de um café puro, o que sempre chocava quando combinado com um brinco no nariz e o cabelo laranja.

     ― Achei! ― disse Gina empolgada, enquanto colocava uma embalagem de seis garrafas no balcão ao lado de minha Diet Coke. ― É isso aí, cara. A perfeita combinação química.

     ― Ah, Gina ― falei, esperando que ela não desejasse minha participação no consumo de nenhuma daquelas garrafas. ― Essas são duas amigas da escola, Kelly Prescott e Debbie Mancuso. Kelly, Debbie, está é Gina Augustin, uma amiga minha de Nova York.

     Os olhos de Gina se arregalaram por trás dos óculos Ray Ban. Acho que ficou pasma com o fato de que, desde que tinha me mudado para cá, eu havia feito algumas amigas, algo que em Nova York eu certamente não tinha em grande quantidade, além dela. Mesmo assim conseguiu controlar a surpresa e disse muito educada:

     ― Tudo bem?

     Debbie murmurou:

     ― Oi.

     Mas Kelly foi direto ao ponto:

     ― Onde você conseguiu esse short incrível?

     Foi enquanto Gina estava respondendo a ela que eu notei pela primeira vez os quatro jovens usando roupa de festa parados perto da gôndola de bronzeadores.

     Você pode estar se perguntando como eu não os tinha notado antes. Bom, a verdade é que, até aquele momento específico, eles não estavam ali.

     E, de repente, estavam.

  Sendo do Brooklyn, já vi coisas muito mais estranhas do que quatro adolescentes vestindo roupa formal num mercadinho durante uma tarde de domingo na praia. Mas como aqui não era Nova York, e sim Califórnia, a visão era espantosa. Ainda mais espantoso era o fato de que os quatro estavam roubando uma embalagem de doze cervejas.

   Não estou brincando. Uma embalagem de doze, em plena luz do dia, e eles muito bem vestidos ― as garotas até estavam com flores nos pulsos. Kurt não é tão sagaz assim, verdade, mas certamente aqueles garotos não podiam pensar que ele iria deixá-los sair dali com sua cerveja ― particularmente vestidos com roupas de baile de formatura.

    Então levantei meus óculos Donna Karan para olhar melhor.

    E foi aí que notei.

    Kurt não ia fazer nada com aqueles garotos. Não mesmo.

    Kurt não podia vê-los.

    Porque estavam mortos…”

 

REUNIÃO – Suzannah parece ser uma adolescente normal, mas ela é uma mediadora.  Ajuda aos fantasmas a resolverem suas pendências antes de seguirem seus caminhos.

Gina, sua amiga de Nova York, fora convidada a passar uns dias com ela em sua nova moradia na Califórnia, e conhecer sua nova família.  Sua mãe com seu novo padrasto e os três filhos dele: Soneca, Dunga e Mestre.

Mas Suzannah tem um segredo em seu quarto, e ela tem de esconder da sua melhor amiga.

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