ASSASSIN’S CREED – 2° LIVRO – IRMANDADE

DE: OLIVER BOWDER

     ” … – Claudio! Saia daí! – gritou La Volpe.

     –  Não consigo! Doí… demais…

     – Aguente firme! – gritou Ezio, que estava um pouco mais perto de onde o garoto jazia caído. – Estou indo!

     Enzio saltou do telhado, aparando a queda na cobertura da lona de uma das barracas do mercado, e logo estava  ao lado do rapaz. Rapidamente, checou o ferimento, que parecia mais sério do que era.

     – Levante-se! – ordenou.

     Não consigo! – Claudio estava claramente em pânico. – Eles vão me matar!

     – Olha, você consegue andar, não consegue? –  O rapaz  fez que sim com a cabeça. – Então você também consegue correr. Preste atenção, siga-me. Faça exatamente o que eu fizer. Temos de nos esconder dos guardas.

     Ezio botou o rapaz de pé e foi até a barraca de vinho mais próxima. Ao alcançá-la, rapidamente se misturou á multidão de bebedores nervosos e se surpreendeu ao ver com que facilidade Claudio fez o mesmo. Eles passaram discretamente por dentro da barraca até a parede mais próxima, enquanto do outro lado alguns dos alabardeiros tentavam empurrar e abrir caminho por entre as pessoas. Bem a trempo, Ezio e Claudio chegaram a um beco que levava para fora da praça. La Volpe e Trimalchio esperavam por eles.

     – Imaginamos que vocês viriam para cá. – comentou La Volpe enquanto o pai abraçava o filho. – Vamos logo! – Ele exortou os dois. – Não temos tempo a perder! Voltem à sede rapidamente e peçam a Teresina que cuide da ferida. Vão!

     – E você fique fora de vista por um tempo, intesi? – acrescentou Ezio a Claudio.

     – Molte grazie, messere – agradeceu Trimalchio, partindo abraçado ao filho, guiando-o, mas também admoestando: Corri!

     – Você está encrencado agora – comentou La Volte, depois que eles alcançaram a segurança de uma praça vazia. –  Especialmente depois disso. Já vi pôsteres com o seu rosto depois da confusão nos estábulos.

     – Nenhum de Maquiavel?

     La Volpe balançou a cabeça.

     – Não, mas é bem possível que eles não o tenham visto bem. Poucas pessoas sabem o quão bom ele é com uma espada.

     – Mas você não acredita nisso.

     La Volpe balançou a cabeça outra vez.

     – E o que fazer quanto aos cartazes de “procurado”?

     – Não se preocupe, meus rapazes já estão rasgando todos.

     – Ainda bem que alguns deles são disciplinados e não ficam começando brigas com soldados dos Bórgia.

     – Olhe, Ezio, há uma tensão na  cidade que você ainda não vivenciou.

     – É mesmo? – Ezio ainda não tinha contado ao amigo o episódio com os homens-lobos.

     – Quanto aos arautos, alguns ducatos para cada um deles deve ser o bastante para que calem a boca – continuou La Volpe.

     – Ou… eu poderia eliminar as testemunhas.

     – Isso não é necessário – respondeu La Volpe, mais tranquilo. – Você sabe “desaparecer”. Mas seja muito cuidadoso, Ezio. Os Bórgia têm muitos outros inimigos além de você, mas nenhum deles é tão irritante. Eles não vão descans ar enquanto seu cadáver não estiver pendurado nos ganchos do Castelo Sant’Angelo.

    – Eles teram que me pegar primeiro.

    – Fique alerta.

    Eles voltaram para à Guilda dos Ladrões por uma rota longa e complicada, e ao chegar encontraram Claudio e o pai sãos e salvos. Teresina estava enfaixando o ferimento do rapaz, mas após estancar o sangramento, descobriram qaue não era nada além de um corte profundo no músculo do braço, muito doloroso embora não fosse sério, e o próprio Claudio já estava muito animado.

     – Mas que noite – comentou La Volpe, cansado, enquanto tomava uma taça de trebbiano e comiam um prato de salame barato.

     – Eu que o diga. Seria melhor se eu não tivesse de enfrentar tantos deles.

     – Vai ser difícil escaparmos disso enquanto a luta continuar.

     – Escute, Gilberto – começou Ezio. – Eu sei o que nós vimos, mas tenho certeza de que vo  cê não tem nada o que temer de Maquiavel. Você conhece os métodos dele.

     La Volpe encarou Ezio sem emoção.

     – Sim, muito tortuosos. – Ele fez uma pausa. – Mas tenho de lhe agradecer por ter salvado a vida de Claudio. Se você acredita que Maquiavel  permanece leal à Irmandade, então estou inclinado a confiar no seu julgamento.

     – E como fico com os seus ladrões? Vocês me ajudarão?

     – Eu lhe disse que tinho planos para esse lugar – respondeu La Volpe, pensativo. – Agora que, aparentemente, nós dois estamos trabalhando juntos outra vez, gostaria de saber o que você acha também.

     – Estamos trabalhando juntos, então?

    La Volpe sorriu. – Parece que sim. Mas ainda vou ficar de olho em seu amigo de roupas  pretas.

     – Bem, não fará mal. Só não faça nada impensado.

     La Volpe ignorou o comentário…”

IRMANDADE –  Ezio Auditore, de Florença,  ainda atordoado pela demanda de informações que a Maçã, um misterioso artefato Sagrado concedido pelos antigos deuses,  tinha acabado de lhe revelar. Sentiu a necessidade de continuar a sua luta junto aos outros Assassinos, contra os perigosos inimigos. Os Templários.  Apesar dele querer muito parar para  descansar, e viver uma vida normal, poder casar e ter  filhos. Porém o destino lhe pregou uma peça…  Ezio teve que assumir a liderança dos Assassinos, para combater a cruel organização comandada por Cesare, o impiedoso filho do líder da facção dos Templários. O espanhol Rodrigo Bórgia.  O papa Alexandre VI. Empenhado em destruir tudo o que eles amargamente já tinham conquistado.

 Ezio conseguiu agrupar um grande número de aliados,  dentre o povo oprimido pelos poderosos. E junto com alguns dos membros da Irmandade, como La Volpe, o rei dos ladrões que tem o comando da escória mais disciplinada para roubar informações preciosas. Bartolomeo um velho companheiro das armas. Maquiavel, um dos Assassinos que consegui resultados  em atitudes muito duvidosas. Tinha também Leonardo da Vinci. Artista, escultor, cientista e um engenhoso inventor. Trabalhando para os dois lados, agia como espião. Até mesmo a sua mãe e sua irmã Claudia entrou na linha de frente para ajudar, junto com as prostitutas.

 Porém em época de traições todo cuidado é pouco. Dentre os amigos da Irmandade existiria um inimigo?…  Quem seria?

QUER SABER MAIS? ACESSE: http://antongill.com/biog.html

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

GOSTOU?

DEIXE SEU COMENTÁRIO.

Anúncios

UNCHARTED – O QUARTO LABIRINTO

DE: CHRITOPHER GOLDEN

    “…Um barulho pesado, de algo arrastando, ressoou pela câmara. Ele sentiu a vibração no chão sob os joelhos.

     -E isso ai! – ouvi Melissa dizer. – Quem foi que descobriu?

     – Nate? – Sullu chamou.

     Drake esticou o pescoço e se voltou para a câmara de adoração.

     – Acho que encontrei.

     – Pode ter certeza – Jada falou.

    Todos os outros estavam reunidos em volta do altar, e Drake se juntou a eles. O altar inteiro, desde a base, movera-se cerca de dez centimetros em direção à parede dos fundos, para longe da porta. As marcas no chão vinham desse movimento, e era óbvio que havia algum mecanismo sob o piso que possibilitava o deslocamento de toda a estrutura.

     O vão entre  o altar e o chão se abriu, e tudo que puderam ver lá dentro foi escuridão. Alan se ajoelhou  e colocou a mãona  abertura, olhando para Welch com uma expressão de surpresa:

      – Há uma corrente de ar aqui – disse, desviando o olhar para a porta. – O ar vem de fora desce por aqui.

     – O que quer dizer? – Jada perguntou.

     – Quer dizer que há um lugar para o ar circular ali – Sully explicou. – Se está entrando aqui, sai por algum lugar lá embaixo. O que quer que seja, não é apenas uma sala oculta. Deve haver mais coisas por lá.

     – Então vamos descobrir o que é – Drake disse, colocando as mãos no altar e preparando-se para empurrá-lo.

     Welch e Melissa juntaram-se a ele, mas não havia eapaço suficiente para todos. Precisavam ser cuidadosos. Se havia um fosso sob o altar, nenhum deles desejava cair dentro dele. Mas, ao fazerem novo esforço conjunto, a estrutura praticamente não se moveu.

     – Esta presa em alguma coisa – Melissa constatou.

     – Venha aqui, Sully – Drake chamou.

     Ele se juntou ao grupo, e os cinco tentaram mais uma vez. Drake empurrou com o corpo próximo ao chão, seu peso fazendo pressão para ajudar. Sentiu os músculos se retesar com o esforço.

     – Vamos lá – Sully resmugou. – Parece estar cedendo um pouco.

     – Tem alguma coisa broqueando… – Alan grunhiu.

     Com um estalo de algo se rompendo, o altar passou a se movere. Os quatro empurraram, mantendo-se ao lado da estrutura, observando a escuridão abaixo. O estrondo e o barulho de pedra se arrastando ecoaram por toda a câmara.

     Ficaram em pé ao redor da abertura. Melissa apontou um feixe de luz da lanterna para baixo, e Drake tomou um susto ao ver um esqueleto repousando nos degraus de granito…”

O QUARTO LABIRINTO – Nathan Drake um caçador de tesouros é chamado por seu mentor e companheiro de peripécias, Victor Sullivan um amante de charutos que dedica sua vida a adquirir “antiguidades praticamente impossíveis”. Para ajudar a achar quem  matou um dos seus maiores amigos, Lucka Hzujak, especialista em labirintos mitológicos. Seu corpo fora encontrado, esquartejado, dentro de uma mala numa estação de Nova York.

     Mas seguindo as pistas e orientações anotadas no diário de Luka, que estava em posse de sua filha Jada, Sully, Drake e ela  vão enfrentar a maior aventura de suas vidas…

   É uma história cheia de mistérios que envolvem o descobrimento de labirintos da antiguidade,  tesouros nunca encontrados, lendas sobre monstros mitológicos como o Minotauro, o Rei Midas e a Senhora do labirinto. Eles viajam pelo mundo, dos Estados Unidos, Egito, Grécia… E em meio a suas descobertas, descobrem não estarem sozinhos nessa busca.  Há um empresário ganancioso, uma letal legião de encapuzados e muitos mercenários assassinos, todos estão tentando impedi-los de chegarem ao fundo desse grande mistério que envolve a morte do amigo de Sullivan.

      Qual seria esse grande segredo?…

QUER SABER MAIS? ACESSE:   www.christophergolden.com.

J. P. Santos. https://vampitdivulgalivros.wordpress.com

ASSASSIN’S CREED – 1° LIVRO – RENASCENÇA

DE: OLIVER BOWDEN

CREDO DOS ASSASSINOS  – 1° LIVRO – RENASCENÇA

    

“A multidão começou a murmurar, mas então uma voz firme a silenciou. Giovanni Auditore estava falando:

    – O traidor é você, Uberto. Você, um de meus parceiros e amigos mais próximo, a quem confiei a vida! E sou um estúpido. Não percebi que você era um deles! Nesse ponto ele aumentou o tom da voz para um grande grito de angústia e raiva: – Você pode tirar nossas vidas hoje, mas não se esqueça: vamos arrancar a sua em troca!

     Ele abaixou a cabeça e ficou em silêncio. Um silêncio profundo, interrompido apenas pelas preces murmuradas do padre. Em seguida Giovanni Auditore andou com dignidade até a forca e encomendou sua alma à última grande aventura que ela ira viver.

     Ezio de início estava chocado demais para sentir dor. Era como se um enorme punho de ferro o tivesse acertado. Mas quando o cadafalso se abriu sob Giovanni, ele não conseguiu se conter.

     – Pai! – gritou, com voz embargada.

     Na mesma hora os olhos do espanhol o encontraram. Haveria algo de sobrenatural na visão daquele homem, por tê-lo identificado no meio de uma multidão daquelas? Como se em câmara lenta, Ézio viu o espanhol se inclinar na direção de Alberti, sussurrar     algo e apontar.

     – Guardas! – berrou Alberti, também apontando. – Ali! Tem outro deles ali! Atrás dele!

     Antes que a multidão pudesse reagir e contê-lo, Ézio já tinha forçado passagem até o canto, socando qualquer um que barrasse sua passagem. Um guarda já o esperava. Ele agarrou Ézio, puxando-lhe o capuz. Agindo como por instinto, Ézio se soltou e sacou a espada com uma das mãos, agarrando o guarda pela garganta com a outra. A reação de Ézio tinha sido mais rápida do que o guarda esperava, e, antes que ele pudesse erguer o braço para se defender, Ézio apertou ainda mais sua garganta e o punho da espada e, com um único movimento rápido, abriu o corpo do guarda, de modo que os intestinos vazaram sob sua túnica para o chão com calçamento de pedra. Ele atirou o corpo para o lado e se virou para a plataforma, olhando fixamente para Alberti.

    – Eu vou matá-lo por isso! – berrou, com a voz cheia de ódio…”

RENASCENÇA – Ézio, um garoto com dezessete anos levava uma vida normal para um adolescente em 1476 em Florença, sua cidade natal. Tinha uma tendência à liderança, e desde então, já se mostrava preocupado em defender os mais indefesos de oponentes opressores.  Mas atrás da aparência tranqüila do povo de sua cidade, estava sendo travada uma guerra silenciosa e antiga entre duas facções: Os Assassinos contra os Templários. E ele só veio descobrir a existência dela quando seu pai e seus irmãos foram executados em praça publica, acusados de crimes dos quais não cometeram. Tomado pela sede de vingança Ezio que passou a ser procurado, pois também tinha sido acusado injustamente do mesmo crime. Passa a caçar todos os envolvidos a tramar o assassinato de seus entes queridos. E em sua procura pela vingança ele encontra amigos que em seu caminho o ensinam novas técnicas para se tornar mais eficiente em sua arte de matar. E à medida que ele captura um a um dos envolvidos na morte de seu pai e irmãos, novos nomes são acrescentados a sua lista de pessoas não gratas a sociedade. E assim começa a sua jornada como um assassino…

 

 

QUER SABER MAIS? ACESSE: http://antongill.com/biog.html

Volte sempre a,

VAMPIT.

J. P. Santos, agradece.

https://vampitdivulgalivros.wordpress.com.

Contato:

 jugloxinia@uol.com.br

GOSTOU?

DEIXE SEU COMENTÁRIO.