SAMYAZA

DE:  SUSY RAMONE

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“— Aproxime-se — ecoou a voz sombria do fundo do salão. Estremeci. O suor escorria pelo meu corpo e permaneci estático diante de tal circunstância. Lentamente, ergui meus olhos e o vi. Sua aparência era horrível, tal como vemos em filmes de terror: um ser com longos chifres em forma de caracol. A pele vermelha lembrava a cor da porta de entrada. Seus olhos eram fundos, de tonalidade laranja e sua expressão facial era maligna. Estava sentado em uma espécie de trono. Com os braços apoiados na lateral e as mãos enormes com dedos longos e grossos pendendo em direção ao chão, tinha postura de um rei.

Achei melhor não demorar mais e fui me aproximando. Ao examiná-lo de perto, percebi que seus pés eram parecidos com os de um bode e fiquei ainda mais apavorado.

— Trouxe você até aqui para lembrá-lo de nosso pacto — ele disse.

Imagens de rituais sinistros passaram por minha cabeça como se fossem flashes, me fazendo recordar o exato momento em que lhe ofereci minha alma algum tempo depois que caí do céu e me tornei mortal. Sem dizer uma palavra, apenas o escutei.

— Samyaza! — ele riu. — Não deve temer-me. É impressionante ver tanta fraqueza vinda logo de você. Ouça com atenção — o tom de voz era sutil, porem aterrorizante. — Você será meu assistente na Terra enquanto estiver por lá. Preciso de seus préstimos. É chegada a hora.

Então me Lembrei. Eu era Samyaza. O anjo caído. Escondido principalmente de mim mesmo naquele ser humano frágil. Uma casca que ocultava as minhas origens, o meu passado obscuro e os meus atos impensados. Como eu odiava aquele crápula e a sua ousadia em me trazer à sua detestável presença! …”

SAMYAZA — Dani Stroke, o vocalista de uma banda que compõe músicas em adoração ao demônio, se vê em apuros quando, sem esperar, é arrastado para o inferno. E lá chegando, ele é forçado a lembrar-se de quem realmente ele era. E, também, lembrar-se sobre um pacto feito com Lúcifer. Diante de um futuro incerto, destinado as trevas, Samyaza e os vampiros lutaram contra anjos e demônios por suas vidas ou suas mortes e, para conquistar o direito de mudar o destino da humanidade.

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 11° LIVRO – AMANTE FINALMENTE

DE: J.R.WARD

 

amantes finalmente

“­­­­­­­­­… ― Estou feliz que as pessoas estejam vindo te ver ― ele murmurou, sentindo-se como se tivesse de dizer algo.

 ― Oh, sim, elas estão ― Layla olhou para longe, fazendo careta ― Um bom número delas.

Qhuinn franziu o cenho.

― Ninguém estranho, porém, certo?

Ele não podia imaginar que, se teria alguém na casa que iria querer outra coisa se não ajudar, mas ele tinha que perguntar.

 ― Não… Não estranho.

 ― O que? ― Layla apenas tocou a capa da revista que estava no colo, que tinha em sua capa um rosto moreno, cabeça oca, olhos inexpressíveis, atraente e tolo. Torcia e voltava para o normal, distorcia e voltava para o normal. ―  Layla. Diga-me.

Assim, ele poderia estabelecer alguns malditos limites se fosse preciso.

Layla empurrou o cabelo para trás.

 ― Você vai pensar que eu sou louca ou… Eu não sei.

Ele se aproximou e sentou-se ao lado dela.

 ―  Ok! Olhe, eu não sei como dizer isso direito, então, eu só vou dizer. Você e eu, nós vamos estar diante de um monte de… Você sabe… Merdas pessoais.  oh, Deus, ele realmente esperava que ela mantivesse a gravidez. ― Podemos   muito bem começar a ser totalmente honesto um com o outro agora. Seja o que for, eu não vou julgar. Depois de toda a porcaria que eu fiz na minha vida, eu não estou julgando ninguém por nada.

Layla respirou fundo.

 ― Tudo bem… Bem, Payne veio e me viu na noite passada.

Ele franziu a testa novamente.

 ― E…

―  Bem, ela disse que podia ser capaz de fazer algo pela gravidez. Ela não tinha certeza se iria funcionar, mas não achei que ela iria me machucar.

Uma pontada de medo fez o peito de Qhuinn apertar seu coração. V e Payne tinham essa coisa sobre eles que não eram deste mundo. E isso
era legal. Mas não em torno de seu rebento, pelo amor de Deus, a mão de V matava tudo que tocava…

 Ela pegou a mão dela e colocou-a na minha barriga, bem onde o bebê estava… A sensação era de diarreia, o sangue subiu para a cabeça de Qhuinn, bateu duro.

 ― Oh, Deus!

― Não, não… ― ela disse para ele ― Não foi ruim! Parecia… Bom, na verdade. Eu estava… Banhada na luz que fluiu através de mim, fortalecendo-me. Curando-me. Era focado no meu abdômen, mas foi muito mais longe do que isso. Depois disso, no entanto, eu fiquei tão preocupada com ela. Ela caiu no chão ao lado da cama… ― Layla fez sinal para o chão. ― Mas então eu perdi a consciência. Devo ter dormido por um longo tempo. Quando eu finalmente acordei, foi quando eu me senti… Diferente. No início, eu achava que era porque o aborto tinha parado, porque tinha… Chegado ao fim, de vez. Eu corri para fora e encontrei Blay, e ele me levou para a clínica. Isso foi quando você veio e a doutora Jane disse-nos que… ― a mão de Layla tocou seu abdômen inferior, e depois permaneceu lá. ― Isso foi quando ela nos disse que o nosso bebê ainda está conosco. ― Sua voz quebrou naquele ponto, e ela piscou rapidamente. ― Então, você vê, eu acho que ela salvou a nossa gravidez.

Depois de um longo momento de choque, Qhuinn sussurrou:

 ― Ah… Merda!”

(Traduzido por fãs)

AMANTE FINALMENTE ― Em Caldwell, Nova Iorque, um dos guerreiros vampiros aliado a Irmandade da Adaga Negra, fora  rejeitado por sua própria família de aristocratas, por ser diferente. Ele encontra entre os brutos guerreiros da Irmandade, sua própria identidade. Mas mesmo com a expectativa de ter o nascimento de um filho seu com uma das escolhidas, ele se encontra sozinho. Porque o dono de seu coração é um amor proibido, que nem ele mesmo acredita ser possível…

 

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SÉRIE HOUSE OF NIGHT – 4° LIVRO – INDOMADA

DE: P. C. CAST E KRISTIN CAST

indomadapag 66 –

    “… Pisquei surpresa, Para a minha melhor amiga. Ela não suportava Aphrodite, mas lá estava ela, oferecendo para Aphrodite um lugar para ficar e com um tom de voz amigável, exatamente como a Stevie Rae que eu conhecia e amava, me senti péssima por ter passado pela cabeça que ela pudesse  agir como morta-viva inumana outra vez.

   – Sério, pode vir comigo – Stevie Rae repetiu e, ao ver que Aphrodite não disse nada, ela acrescentou o que me pareceu muito estranho. – Eu sei o que é fingir. Nos túneis você não tem que fingir.

   Achei que Aphrodite fosse olhar para ela com desprezo e dizer qualquer gracinha sobre os novatos vermelhos e a falta de higiene, mas o que ela disse na verdade me surpreendeu mais do que a oferta de Stevie Rae.

   – Tenho que ficar aqui e fingir que ainda sou novata. Não vou deixar Zoey sozinha, e acho que o gayzinho e as gêmeas cafonas não estão muito amiguinhos dela agora. Mas obrigada, Stevie Rae.

   Sorri para Aphrodite.

   – Viu, você pode ser legal quando quer.

   – Não estou sendo legal. Estou sendo prática. Um mundo cheio de guerra não tem graça nenhuma. Sabe, essa coisa toda de ficar suando e correndo e lutando a matando. Não é uma situação nada propícia para manter os cabelos e as unhas feitas.

   – Aphrodite – eu disse, cansada -, ser legal não é ruim.

   – Diz a rainha dos Anormais – ela satirizou.

   – Ou seja, sua rainha, bonitinha – Stevie Rae disse. Então, ela me deu um abraço forte. – Tchau, Z. Até breve. Prometo.

   Correspondi ao abraço, adorando ver que ela voltara a ter o corpo e o cheiro de antes.

   – Tá, mas eu queria que você não tivesse que ir.

   – Vai dar  tudo certo. Você vai ver – então, ela saiu pela janela. Fiquei olhando enquanto ela rastejava pela parede do dormitório. Foi sinistro, ela parecia um besouro, seu corpo ondulou e praticamente desapareceu…”

INDOMADA – Na Morada da Noite, a escola para vampiros,  Zoey se vê diante de um impasse. Depois de ter perdido o respeito de seus mais chegados amigos, por culpa de suas próprias escolhas se vê sozinha e sem saber como fazer para concertar o estrago. Entre tantos amigos quem vai se aproximar primeiro é sua inimiga Aphrodite. Que terá novas visões que envolvem uma guerra sangrenta entre vampiros e humanos liderada pela Grande Sarcedotiza Neferet, e a morte de Zoey…

E de novo Zoey precisará contar com o apoio de seus amigos.  Apesar de sua lealdade estar sendo contestada, ela tentará  juntar forças para lutar contra um inimigo comum, uma antiga força do mal que será despertada  para destruir tudo…

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ANITA BLAKE – 8,5 CONTO – STRANGE CANDY

DE: LAURELL K. HAMILTON

8,5° conto - A garota enfeitiçada

    “… Ele disse alguma coisa e eu não podia ouvi-lo sobre a batida da música. Eu balancei a cabeça e ele deu um passo mais perto, perto o bastante que o vermelho de sua camisa preencheu a minha visão, mas era melhor do que encarar aquele olhar penetrante. Ele se inclinou sobre mim e eu o senti como uma linha de calor, perto o suficiente para beijar, perto o bastante para tantas coisas. Eu já estava grudada na parede; não havia outro lugar para ir.

     Ele teve que trazer sua boca para  perto do meu rosto, uma parte do seu longo cabelo se movendo contra a minha boca, enquanto ele dizia:

     – Ma petite, faz um longo tempo. – Sua voz, mesmo sobre o barulho, acariciava minha pele como se me tocasse. Ele podia fazer coisas com sua voz que muitos homens não podiam fazer com suas mãos.

     Eu podia sentir o cheiro da sua colônia, picante, exótica, um toque de almíscar. Eu podia quase sentir até o sabor da sua pele na minha língua.  Levou duas tentativas para  que eu conseguisse dizer:

     – Não tanto tempo assim.

  Ele recostou seu rosto contra o meu cabelo, muito delicadamente.

    – Você esta feliz em me ver, ma petite, posso sentir o seu coração agitado.

    – Estou aqui a trabalho. – Eu disse, mas minha voz estava ofegante. Eu geralmente era melhor do que isso perto  dele, mas três meses de celibato, três meses de nada e estar perto dele fica pior. Droga, porque tinha que ficar pior?

     – É claro que você está.

   Eu tive o bastante. Eu coloquei uma mão naquele peito coberto de cetim e empurrei. Vampiros podiam fazer flexões com pequenos caminhões, por isso ele não precisava ter deixado empurrá-lo, mas ele deixou. Ele me deu espaço, e então moveu sua boca, como que se ele tivesse falado alguma coisa, mas eu não podia ouvi-lo sobre a música e o barulho da multidão.

     Eu balancei minha cabeça e suspirei. Nós teríamos que ir para o escritório para que eu pudesse ouvi-lo.

     Ficar sozinha com ele não era a melhor ideia, mas eu queria encontrar Amy Mackenzie e o vampiro que ela iria levar a morte. Eu abri a porta sem olhar para ele. O fotografo tirou fotos enquanto nós entravamos pela porta. Ele devia estar tirando fotos quando Jean- Claude praticamente  me prensou na parede. Eu apenas não tinha notado…”

A GAROTA ENFEITIÇADA PELA MORTE – Anita Blake, executora de vampiros e levantadora de mortos-vivos. Os zumbis.

Depois de alguns meses, afastada de seus amantes, Anita teve que recorrer ao mais sedutor de todos os seus namorados, o vampiro Jean-Claude, para que ele a ajudasse a descobrir quem é o vampiro que esta sendo caçado pela família de sua namorada, por  suspeita de que ele vá transformá-la também em um vampiro.

O trabalho dela é simples, identificar o vampiro suspeito e evitar uma tragédia, a da execução dele mesmo, se transformar a menina antes de completar dezoito anos.  Mas o que ela não contava era ter que lutar contra o seu pior inimigo:

O desejo.

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NIGHT PRINCE -1° livro – ONCE BURNED

DE: JEANIENE FROST

once burned

     “… – Tudo bem – eu disse, tentando soar dócil. – Você está me machucando – eu acrescentei para ver se aquilo o faria afrouxar os braços que me prendiam.

     Funcionou. Então meu captor não era cruel como Jackal ou os outros. Sem  aquele aperto resistente me cimentando no lugar, eu fui capaz de me afastar o suficiente para olhar atrás de mim.

     O vampiro que me agarrou era Afro-Americano musculoso que vi falando com Vlad hoje mais cedo. Acho que o incendiário chegou com reforços, mas me manter refém não era parte de nosso acordo. O homem  me olhou de cima abaixo, fazendo careta quando o seu olhar seguiu a cicatriz que descia em ziguezague da minha têmpora até minha mão direita.

    Eu estava tão acostumada com aquela reação de pena: não extraia nenhuma dor de autoconsciência. No momento, eu estava grata por cada vantagem que tinha vinda de compaixão induzida.

     – Acho que torci meu tornozelo, – eu disse, levantando o pé do chão para dar mais efeito. Hey eu estava ficando melhor nessa coisa de mentir! – Você podia olhar?

      O vampiro me soltou, começando a ajoelhar do jeito que eu esperava, sua atenção estava em meu tornozelo quando eu o estendi, me inclinando para frente como se eu tivesse problema de equilíbrio. Um toque da minha mão direita em sua cabeça deveria incapacitá-lo tempo suficiente para eu fugir. Eu estiquei a mão…

     – Toque nele e eu revogo minha promessa de não lhe ferir.

    A voz de Vlad cortou o ar da noite, congelando a minha mão a um centímetro do seu objetivo. O outro vampiro se levantou imediatamente, ficando novamente alerta. Merda! Gritei silenciosamente. Como Vlad sabia o que eu ia fazer?

     – Do mesmo jeito que eu sabia que você estava me espionando antes, – ele respondeu com divertimento sarcástico. – Você tem suas habilidades incomuns. Eu tenho as minhas, e ler mentes é uma delas.

     Ler mentes. Não é de se admirar que ele fosse capaz de me ouvir quando estabeleci uma ligação com ele! Lentamente eu virei em direção a sua voz. Chamas ainda saiam  pela janela do hotel iluminando Vlad com um brilho laranja. Ele caminhou em nossa direção enquanto arrastava alguém que estava tão coberto de fuligem e crostas que eu não podia dizer qual dos meus captores ele era.

     – Onde estão os outros? – eu perguntei, tentando soar calma.

     Suas feições estavam brumosas por causa da fumaça e das sombras, mas captei um  vislumbre de dentes brancos

     – Cinzas.

     Seu prisioneiro tentou escapar, mas Vlad o segurou com mais força até seus dedos desaparecerem na carne escurecida debaixo deles. Eu desviei o olhar, meu estômago revirando. Sirenes puderam ser ouvidas sobre os murmúrios das pessoas que vinham dos seus quartos do hotel para encarar abobadas, o fogo. Vlad não estava perturbado, como se atear fogo em um quarto de hotel e então conter um vampiro queimado fosse o que ele normalmente fazia em uma quinta a noite.

     – Você tem o que queria – eu disse, ainda tentando soar controlada – agora mantenha sua palavra em nosso acordo e deixe-me ir.

     Aquele olhar esmeralda parecia me atravessar. – Eu concordei em não te ferir. Quanto a deixar você ir, eu irei… depois de termos uma conversa mais detalhada.

     O desespero caiu em mim. A ideia de Vlad ter uma conversa detalhada provavelmente significava tortura seguida de execução. Eu deveria saber que alguém que queimava, de forma insensível, várias pessoas até a morte não iria honrar sua palavra em me deixar ir. Mas inacreditavelmente eu ouvi a voz de Marty acima do barulho das sirenes.

     – Corra Frankie, corra!

     Vlad virou em direção ao som bem a tempo de ver Marty ir em direção a ele com se tivesse sido lançado de um canhão. Eu me perguntei por que ele não tinha feito nada quando fui sequestrada, mas ele devia ter me seguido e ficado escondido até achar que tinha a melhor chance de me resgatar. O problema era que, essa não era a melhor chance.

     Tudo pareceu acontecer em câmara lenta ao invés de acelerado dessa vez. O parceiro de Vlad sacou uma faca de prata e me empurrou para o chão. Vlad não fez nenhuma tentativa para evitar o ataque de Marty, mas continuou segurando o vampiro queimado e ampliou sua postura com se desafiasse Marty a derrubá-lo. Estava escuro, mas acho que vi a expressão determinada de Marty um instante antes de seu corpo colidir com o de Vlad. Como se estivesse presa em um pesadelo, vi Vlad absorver o impacto enquanto permanecia de pé, sua mão mortífera que estava livre irrompeu em chamas quando ele esticou para o meu amigo.

     – Não! – eu gritei.

   Ao invés de correr como Marty mandou, eu me atirei sobre Vlad. Minha mão direita pousou em sua perna, o desespero fazendo aquelas odiosas correntes internas saindo de mim para ele com mais poder que o normal.

    Com o meu pânico e a voltagem que canalizei no soquete de luz, Vlad deveria ser jogado do outro lado do estacionamento. Ao invés disso, ele permaneceu onde estava. O único efeito foi um tremor que o moveu e o cheiro de ozônio que superou brevemente o cheiro  da fumaça. Aquela mão em chamas agarrou Marty antes que eu registrasse que ele se moveu e então a cabeça negra de Vlad se virou em minha direção, olhos brilhantes cor de esmeralda encontrando o meu olhar chocado.

     – Isso  – ele disse de forma articulada, – Foi grosseiro.

    A visão dele contendo dois vampiros, que se debatiam , foi a última coisa que vi antes da minha visão ficar cinza…”

(Traduzido por fãs) Equipe Night Huntress de tradução.

 ONCE BURNED –  Ou, Uma vez Queimado. – Leila conhecida como Frankie era uma garota de circo, passava a maior parte do tempo se exercitando com Marty, para manter a forma nos trampolins.

Quando criança sofrerá um terrível acidente, que quase a levou a morte. Mas quando se recuperou  ela descobriu que tinha adquirido algumas  habilidades estranhas…

Vlad Tepesh, um dos vampiros mais temidos de todos os tempos. O empalador, citado em velhas histórias de terror, como Drácula. Mas que não o chamassem de Drácula, se tivesse amor à vida. Vlad tem a habilidade de controlar o fogo e tem um temperamento explosivo. São poucos os inimigos que conseguem enfrentá-lo e não sair tostado. Até aparecer uma mortal com poderes  mais impressionantes que os seus… Ela fora capturada por seus inimigos e usada para destruí-lo. Mas o que eles não contavam era que, quando Vlad e Leila se encontrassem seus poderes iriam consumi-los em uma grande atração.

Mas será se esta atração que se incendeia entre eles será suficiente para unir suas forças e derrotar um velho e poderoso inimigo de Vlad?

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VAMPIROS DE CHICAGOLAND – 4° LIVRO – HARD BITTEN

DE: CHLOE NEILL

VAMPIROS DE CHICAGOLAND 4° LIVRO

     “… – e fui direto para o escritório do Ethan. A porta do escritório estava aberta e ele estava sentado em sua mesa atendendo uma ligação. Eu esperei até ele terminar a ligação e comecei a falar. As palavras vindo; rapidamente.

     – Foi em num arranha-céu em Streeterville, mas não era uma rave intima não como nós pensávamos. Essa tinha pelo menos duas dúzia de vampiros. Muita magia, muito glamour e muita briga. Todos estavam muito perto de estourar, como se  estivessem à espera de uma desculpa para brigar. Tinha muitos seres humanos e algumas sangrias. E há também a possibilidade de alguns deles estarem sendo  drogados para ficarem susceptíveis ao glamour.

     Os olhos de Ethan se focalizaram em algo por trás de mim.

     – Siri. – Ele disse depois de um momento. – Essa é a Merit, Sentinela da Casa de Cadogan. Merit, Darius West, chefe do Presídio de Greenwich.

     Oh, merda!

    Eu congelei, percebendo pela primeira vez – e muito tarde  – que não estávamos sozinhos no escritório. Fechei os olhos constrangida, ruborizando. Tanto por manter a nossa infiltração nas raves encoberta.

   Poucos segundos depois, eu finalmente abri meus olhos novamente, à espera de ver a fúria de Ethan. Em vez disso, ele ofereceu um gentil olhar de repreensão. Talvez ele estivesse mudando.

    – Eu sinto muito. – murmurei, antes de virar para Darius. Ele estava com Malik e Luc, sentado no escritório na frente da mobília de couro que não estava lá na minha ultima visita. Helen fez um excelente trabalho.

    Darius era alto e  magro,  com cabeça raspada e olhos azuis. Suas feições eram afiadas e um pouco arrogantes, nariz reto, boca larga e com um queixo aristocrático.

     – Isso é um conto muito interessante a narrar.  –  Ele disse. Darius tinha um sotaque claramente inglês, sua dicção teria deixado à rainha orgulhosa.

   – Vem sentar-se. Ethan, você não gostaria de se juntar a nós, também?

   Tive um pressentimento de que o pedido era na verdade uma ordem; então me sentei em uma das cadeiras de couro que ficavam de frente para o sofá. Quando Ethan me seguiu, Luc e Malik se sentaram nas duas  cadeiras remanescentes. Ethan pegou uma cadeira ao meu lado.

     Darius sentou no sofá, colocou a mão no seu bolso e retirou uma leve caixa prateada. Ele abriu e puxou um pequeno cigarro preto. Não foi até que ele o colocasse em sua boca que ele olhou ao Ethan para ter permissão.

    – Fique a vontade. – Ethan disse, mas estava claro que ele não apreciava a ideia de Darius fumando na Casa.

     Com o cigarro na lateral de sua boca, Darius devolver a caixa para o seu bolso e puxou um isqueiro. Ele acendeu, deixando uma nuvem de fumaça pairando no ar, tocou a ponta do cigarro antes de colocá-los entre seus dedos. Colocou as cinzas em um pesado prato de cristal situado no meio da mesa de café.

  Tragou por um momento em seguida levantou uma única sobrancelha. – Eu acho que agora nós sabemos de onde vem à expressão que o Ethan tinha. –  e soprou uma nuvem de fumaça por um dos lados da sua boca.

   – Nesse clima político – ele começou. – Com esses desafios você manda sua Sentinela para uma rave?

   – Eu não tenho certeza se era uma rave. – eu apontei, tentando salvar o que podia. – Nós acreditávamos que poderia ser uma rave, – ou alguma coisa que se denominava uma rave. – Mas essa era uma escala diferente. Muito grande e violenta.

    – Raves sempre são violentas. – Darius disse. – Essa é a natureza de uma rave.

Abri minha boca para discordar, mas pensei melhor. Depois de tudo, como eu só tinha visto uma única rave, ele definitivamente saberia melhor do que eu se a sede de sangue fosse incomum.

   – O que não é típico. – ele continuou. – É um membro da equipe oficial da Casa sendo utilizado para tais atividades.

    – Infiltração foi a nossa única opção. – Ethan falou.

   O rosto de Darius irradiava descrença e seu tom foi impassível. – Sua única opção?

   Ethan pigarreou. – Seth Tate nos informou que uma testemunha tinha visto o suposto assassinato de três humanos por vampiros. Ele tinha, em mãos, um mandado de prisão para mim, e que pretendia executar o mandado se nós não resolvêssemos o problema em uma semana. A oportunidade para investigar apareceu e nós a pegamos.

     Ele executou o mandato?

     – Ainda não, mas ele…

   – Então você tinha opções. – Darius disse, em um tom que não admitia argumentações, nos lembrando de que Ethan era o mestre da Casa, mas Darius era o mestre de todas as Casa. Então ele dirigiu seu olhar frio e azul para mim.

     – Você é a Sentinela.

     – Eu sou Sire.

     – Particularmente você parece uma bagunça.

     Eu tive que me segurar para tentar não alisar meu cabelo e minha blusa amassada. Eu dormir com essa roupa, e mesmo eu tendo me limpado um pouco  na Casa de Grey, eu tinha certeza que ainda parecia muito ruim. Por outro lado, eu parecia horrível porque eu estava trabalhando, não porque me faltava habilidades básicas de higiene.

     – Eu estava em uma missão, Sire.

   – Claro que estava. – Darius murmurou. – E só agora você está retornando para a Casa? Você atravessou Chicago desse jeito?

     Eu esperei dando a Ethan a chance de me dizer alguma silenciosa sugestão para me dizer o que eu poderia ou não dizer a Darius, mesmo tendo entregue quase tudo. Quando ele permaneceu em silêncio, assumi que isso era permissão  o bastante e disse a verdade e nada mais.

     – Já era tarde, Sire. Estava perto do amanhecer.

   Com o cigarro entre os dedos, Darius molhou seus lábios, e lentamente voltou seu olhar para Ethan.

     – Agora é à hora para se alcançar a imagem pública perfeita, para moldá-la e adoçá-la, e não para andar descabelada e amassada por toda a cidade como se fosse uma garota festeira.

    O insulto foi duro. Ethan se mexeu em sua cadeira. – Ela é um soldado. Mesmo o seu campo de batalha não sendo comum não o faz menos do que qualquer outro campo de batalha, nem faz o seu uniforme menos do que um uniforme usual.

    Eu apreciei que ele tomou partido por mim, que se posicionou para o que ele acreditava que era meu “mero” status como um soldado da Casa. E, honestamente, que maior serviço honrável tinha lá? Tomar decisões a partir de continente de distancia usando uma camisa desamassada, fumando cigarros de uma caixa de prata?

    Levantei meu queixo e encontrei o olhar de Darius. – Eu sou um soldado. –  eu confirmei. – E eu não tenho nenhum problema com isso.

     Suas sobrancelhas levantaram com interesse. – E você retornou de uma batalha.

     – É uma maneira de dizer.

   Darius encostou-se na cadeira novamente. – Você disse que os eventos dessa noite, o que quer que eles fossem, foram excepcionalmente violentos. – ele soltou outro sopro, e uma suspeita em sua cara. – Você já esteve em outra rave? Você tem uma base para ser comparada?

   – Eu não tenho. – admiti. – A comparação está baseada nas informações de outras fontes, e de um lugar que visitei depois do fato. Nossa inteligência diz que as raves em Chicago são poucas e distantes entre si, e esta, talvez para evitar o risco de detecção. – elas eram muito intimas. Alguns poucos vampiros no máximo. E não foi isso que vimos na noite passada.

   – Embora eu discorde das suas conclusões, não é um péssimo relatório – ele se virou para Ethan – Posso ver porque você gosta dela, Ethan.

     – Ela é mais do que capaz. – Ethan concordou. – Mas eu assumo que uma atualização sobre o trabalho da Sentinela não é, o quê fez cruzar o rio.

     Darius inclinou-se a frente e colocou o resto do cigarro no cinzeiro. – Os negócios em Chicago estão, como você sabe, expandindo. Metamorfos, Rogues. O ataque contra sua Casa.

    Ethan cruzou uma perna sobre a outra. – Como você pode ver, essas coisas estão sendo cuidadas.

    – Essas coisas pedem uma decisão mais organizada e um controle político das Casas de Illinois. Quando Celina foi removida, você se tornou o mestre com maior status de Chicago, Ethan. É da sua responsabilidade, e seu dever para com o Presídio manter a estabilidade em seu domínio.

    – E ele conseguiria. – pensei. –  Se você conseguisse manter Celina na Inglaterra, onde ela pertence.

     – O que você quis dizer com isso? –  Ethan perguntou.

    – Isso significa que há uma oportunidade, significativa que a Casa Cadogan seja colocada sobre uma sindicância judicial pelo Presídio até que Chicago esteja sob controle.

    Eu não precisava saber detalhes de uma “sindicância” para obter uma ideia geral, o GP estava ameaçando assumir o controle da Casa.

    A sala ficou em silêncio, assim como Ethan. O único sinal que ele tinha escutado as ameaças de Darius, foi a linha indicando preocupação entre os olhos…”

(Traduzido por fãs) AFTER DARK.

HARD BITTEN – Ou, Mordida difícil – Merit, fora salva de ser morta do um ataque de um vampiro por Ethan Sullivam, o Vampiro Mestre da Casa Cadogan, e transformada em sua Sentinela. Ela agora terá que enfrentar junto a outros vampiros, os protestos e a revolta dos humanos contra a existência deles. Graças ao ataque de alguns metamorfos que fizeram a sua Casa, deixando os humanos receosos de sua segurança. Então, agora, eles querem que os vampiros deixem Chicago, de vez.

E, para melhorar a situação, em uma suposta  festa clandestina de vampiros, um grupo de humanos fora cruelmente atacado e mortos. Isso  foi suficiente para o prefeito Tate ameaçar Sullivan em colocá-lo atrás das grades, caso não encontre os culpados e acabe de vez com as proibidas raves.

Esses eventos negativos, atraiu a atenção do chefe do Presídio dos vampiros. Darius. Que chega de Londres e encontra a mídia trazendo a baila uma imagem negativa dos vampiros de Chicago. Brigas dos vampiros com os metamorfos, as raves dos Rogues e os  ataques hostis dos vampiros a humanos…  Isso foi o suficiente para ele  ameaçar de uma “sindicancia” para supervisionar e por ordem na Casa Cadogan. Que servira também de exemplo para  as outras Casas de Chicago.

Juntando-se a aliados, Merit não vai deixar Ethan sucumbir à desgraça sozinho. Ela investiga para tentar  descobrir quem está por trás de toda essa trama, e acaba seguindo algumas pistas: Drogas; uma mulher chamada Marie; um homem suspeito…

Apesar de estar em um período de tensão com Ethan, ela fará de um  tudo para protegê-lo, ariscando sua própria vida se for preciso. Porém, quando ela encontra o verdadeiro culpado, ele a surpreende com um terrível segredo… A magoa de saber que Sullivan escondia dela algo sobre seu passado, a deixa temporariamente abalada, pondo-se em risco. E a falta de confiança, impedirá que ela faça o seu trabalho, que entre outras coisas, o seu dever, de manter vivo Ethan Sullivan…

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ANITA BLAKE – 16° LIVRO – BLOOD NOIR

DE: LAURELL K. HAMILTON

     “… – Eu sei. Você não me ama do jeito que você ama Nathaniel ou qualquer outra pessoa. Mas você realmente se importa comigo, não  é?

     Eu olhei para aquele rosto. Um cara que tinha sido meu amigo há anos, e mais do que apenas um amigo por cerca de um ano. Eu disse que a única coisa que eu poderia dizer:  – Sim.

     Nós chamamos Jean-Claude enquanto ainda era noite, por isso, poderia dizer-lhe que o seu Pomme de Cantar, Jason, e seu Servo Humano, eu, havia planejado. Eu pensei que ele poderia dizer-me que era uma coisa estúpida de fazer, e dizer-nos não. Ele era o chefe de Jason e o Mestre, e tecnicamente ele era meu Mestre. Embora honestamente, eu não o deixei puxar o cartão de Mestre para mim, muitas vezes.

     Jason disse-lhe, e em seguida passou o telefone de cabeceira para mim.

     – Ele quer falar com você.

    Jason levantou-se acolchoado para o banheiro. Nathaniel ficou onde estava ao meu lado.

     – Ei, Jean-Claude.

     – Ma petite, estou surpreso que você concorda com isso.

     – Eu também.

     Ele riu, aquele riso maravilhoso, palpável. Isso me fez tremer e não era de medo. Nathaniel aconchegou mais perto de mim, como se tivesse sentindo o gosto dele.

     – Obrigado por cuidar de Jason de uma maneira que eu não posso.

     – Então, você não vai  tentar nos impedir de fazer isso?

     – Você gostaria?

     Eu percebi que sim, eu queria. Agora que eu disse sim, eu estava me sentindo estranha sobre isso, e ainda mais tola.

     – Vou ser tipo, inábil.

    – Vai ser difícil para você. Você será o seu único apoio emocional em uma situação muito traumática.

     – Você parece falar como um terapeuta , Jean-Claude.

     – O que você quer dizer?

     – O que você está realmente pensando?

     Ele deu aquele riso novamente, e meu escudo caiu o suficiente para que eu soubesse que ele estava sentado em sua cama usando nada mas que os lençóis de seda. Eu tenho um vislumbre do que o cabelo ondulado preto sobre o branco perfeito dos ombros. Fechei os escudos para baixo antes que eu pudesse ver, literalmente, o azul-escuro de seus olhos.

     Eu tomei uma respiração profunda, e contei lentamente enquanto expirava. Se eu não fosse cuidadosa o vínculo entre ele e eu podia distrair-me, muito.

      – O que você está pensando, Ma petite?

      – Em você, e não tente. Onde está Asher?

      – Ele está atrasado, mas ele vai estar aqui.

     – Jason quer sair de manhã. Quem é que vai te alimentar enquanto estivermos fora?

     – Há sempre dispostos doadores de sangue, Ma petite.

     Eu não gostei do jeito que ele disse isso. O surto de um pequeno ciúme veio e eu combati, até a morte, antes que pudesse soar em minha voz.

     – Não coma nada que eu não concorde com você.

     – Você está com inveja, Ma petite?

     – Talvez.

     – Eu também.

     – O que você quer dizer?

   – Você estará indo para casa para conhecer a família de Jason. Você estará fazendo algo muito comum, muito humano, que será sempre negado para mim.

     – Eu não entendo.

    – Minha família morreu muito antes de você nascer, Ma petite. Eu não posso apresentar a minha mãe para você, ou a  minha irmã. Eu não posso dar-lhe a experiência muito normal de ver de onde eu vim, e quem é a minha gente.

    – Eu me encontrei com a cabeça de sua linhagem, Jean-Claude. Acho que Belle Morte é o seu povo.

   – Não, Ma petite, ela é meu Mestre, ou era, mas ela nunca foi da família. Ela foi amante e deusa, mas isso não é a mesma coisa.

     – Você está com ciúmes de Jason, por que sua família está viva e ele vai me levar para sua casa.

    – Oui.

    Fiquei ali com o telefone ao ouvido, e só pensava nisso.

     – Eu nunca pensei que seria importante para você.

   – Eu não me arrependo do que eu sou, Ma petite, mas eu me arrependo um pouco do que eu não tenho. Eu daria tudo para você conhecer minha mãe e minha irmã.

   – Não o pai, – eu disse.

  – Ele morreu quando eu era muito jovem. Eu não tenho muitas lembranças dele.

     Mais uma vez, algo que eu não tinha conhecimento. Hoje foi apenas cheio de novas descobertas sobre as pessoas que eu pensei que conhecia intimamente.

    – Você está chateado por eu não te levar para casa, para conhecer minha família?

     Ele fez um pequeno som. – Não, eu … –  Ele riu, mas não era sexy, mais rir de si mesmo. – Eu acho que… eu posso estar. Talvez eu sinta que você não me ache bom o suficiente.

     – Acho que minha avó Blake iria persegui-lo para fora da casa com um crucifixo e água benta, é o que eu penso.

     – Ela é uma mulher devota?

   – Fanática. Fui informada que ela está orando pela minha alma por causa de você.

     – Tenho lhe alienado de sua família, Ma petite?

   – Não, eu já estava distante, se é assim que você quer colocá-lo. Digamos que a vovó Blake já estava orando para mim a coisa toda de levantar-zumbis-do-túmulo. O meu sono com os mortos-vivos é apenas outro sintoma da minha condenação.

     – Sinto muito, Ma petite, eu não sabia.

     Dei de ombros, sabia que não podia vê-lo, e disse:  – Está tudo bem.

    – Então você vai com o nosso Jason e conhecer sua família, ser sua namorada.

      – Você está com ciúmes.

      – Minha voz estava vazia de emoção, –  disse ele.

     – Sim, e quando sua voz soa mais vazia, você está escondendo algo. Você sabe que não deve ter  ciúmes de Jason.

     – Eu não estou com ciúmes do jeito que você quer dizer.

     – Então explique.

     Nathaniel tinha encostado mais, ao meu lado, ouvindo.

   – Você ainda não tem trinta e ele é vinte e três. Vocês dois são tão jovens, Ma petite. Você vai para longe em sua terra natal e são muito jovem juntos. É algo que eu não posso estar com você. Eu não posso ser jovem e ingênuo e incerto.

    – Você não seria você se fosse qualquer dessas coisas. Eu te amo do jeito que é, Jean-Claude.

     – Eu gostei disso. Acha  que eu precisava ouvir isso, Ma petite?

    – Sim, –  eu disse.

    Ele riu novamente, e me fez tremer mais perto de Nathaniel.

    – Eu me sinto estranhamente em conflito. Jason é o meu Pomme de Cantar, e é precioso para mim. Você é meu Servo Humano e cuida dele de modo que é uma coisa linda. Isso fará com que os outros vampiros pensem em mim como um senhor muito gentil, mas eu sei que você faz porque você se importa com ele. Ele é jovem e bonito e charmoso.

     – Você não pode ser inseguro.

    – Por que não posso ser?

    – Porque você é lindo e maravilhoso na cama, e eu te amo.

    – Mas Jason pode ser uma coisa para você que eu não posso, Ma petite.

    – O que seria isso?

   – Mortal. Ele pode envolvê-la na juventude da sua vida. Ele pode lhe oferecer a bagunça da sua família. Ele pode mostrar-lhe onde ele cresceu, apresentá-la às pessoas que o conheciam quando criança. Todos aqueles a quem eu posso apresentá-la me conheciam como um vampiro, não como um mortal.

    – Eu acho que esse é seu problema, Jean-Claude, não meu. Eu não estou realmente ansioso para viajar para baixo na nostalgia com Jason e seu pai abusivo.

     – Eu sinto que você quis dizer isso, mas eu me acho numa estranha inveja. Eu não tinha pensado em minha família dessa forma há muito tempo.

      – Está com um som de saudade.

     – Suponho que é uma boa palavra como qualquer outro.-  Ele parecia triste.

     – Você precisa de nós  hoje à noite?

    – Para quê? Você não iria chegar muito antes do amanhecer, e sairia antes que eu acorde para o dia.

    – Eu me sinto como você precisa de um beijo de adeus, eu acho.

   – Obrigado pelo sentimento, Ma petite, mas vou trabalhar, como você disse, são os meus problemas. Você, eu acho, terá suas mãos em trabalho completo sobre Jason.

     O que eu poderia dizer sobre isso?

     – Sim, – eu disse.

     – Je t’aime, ma petite.

     – Eu também te amo, –  eu disse.

     Acho que era tudo, o que mais havia a dizer?…”

(Traduzido por fãs)

BLOOD NOIR – Ou, Sangue de Noir – Anita Blake, uma delegada federal executora de vampiros e levantadora de zumbis é a namorada e Serva Humana do Vampiro Mestre da Cidade, Jean-Claude. Ela está às voltas com Jason, o lobisomem, Pomme de Cantar de Jean-Claude, o seu doador de sangue. Ela se ofereceu para acompanhá-lo, como sua namorada, a voltar para casa. Para ver o pai que está à beira da morte. Porém o medo de enfrentar uma viagem de avião não estará na lista dos momentos mais terríveis que terá que enfrentar junto a ele.

Anita terá que enfrentar o pai de Jason e fazê-lo compreender o quanto magoado ele é capaz de deixar seu filho por puro preconceito. Encarar a cobiça das ex-amantes de Jason e reavaliar seus sentimentos por ele. Seria só amizade?

Marmee Noir é a Mãe de todos os vampiros. A mais antiga vampiro do mundo. O primeiro vampiro que transmitiu o vírus e criou todos os outros. Ela é poderosa, e está “adormecida” por mais de mil anos. Mas em seus sonhos, ela aterroriza, os outros vampiros.  E em um de seus sonhos ela colocou um pedaço de seu animal para chamar dentro de Anita. Porque? Ela quer Anita como seu Servo Humano… Ao tentar fazer mais uma marca em Anita acaba levantando o ardeus e provocando o seu maior medo. Não conseguir controlar seu poder, que a leva a seduzir mais homens para sua vida.

Jason confundido com um primo distante, será alvo de um vampiro mestre enciumado, e sua vida correrá perigo. Será se Anita conseguirá  salvá-lo?

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