RESENHA ‘CONTOS DE AMOR E CRIME: UM ROMANCE VIOLENTO’

DE: AFOBÓRIO.

 AMOR E CRIME

 

Por:  Jussara Pires

 

Um criminoso chamado Jozz relata a sua vida através das mãos do escritor, e conta tudo o que vivenciou. Conta que foi destinado desde antes de nascer, a crescer em meio à violência e a discriminação racial que muitos dizem não existir, porque filho de marginal é marginal e não pode ser outra coisa. É o que impõe a sociedade.

Sua mãe era uma prostituta, e ele viveu à sombra de um cafetão que também era traficante. Foi assim que ele foi criado. A sua educação foi a vida quem deu, a sua sala de aula foi a rua, e o seu aprendizado foi a sobrevivência. E neste contexto, matar ou morrer passa a ser o seu destino. É assim que Jozz ganha o mundo e passa de aprendiz a mestre do crime.

A única coisa que acalenta o peito vazio de Jozz é o amor que ele sente por uma mulher que também é sobrevivente desta mesma sarjeta. É o que o torna forte para continuar a sua jornada. Pois a ele, nenhuma porta foi ou será aberta. Pessoas como ele, que não tem dinheiro, que não tem endereço, e que nunca teve uma educação descente, são consideradas dejetos, e como dejetos elas se reportam à sociedade. Uma sociedade hipócrita que cria todos os dias, outros filhos iguais ao Jozz.

É uma estória violenta, sem dúvida. Que nos mostra toda a brutalidade que a sociedade produz e que está presente em nosso dia a dia. E virar as costas para esta realidade é enfiar a cabeça na areia e não querer ver o que está acontecendo a nossa volta.


O recado está dado.

Parabéns, Afobório, um ótimo romance… Violento.

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IRMANDADE DA ADAGA NEGRA – 11° LIVRO – AMANTE FINALMENTE

DE: J.R.WARD

 

amantes finalmente

“­­­­­­­­­… ― Estou feliz que as pessoas estejam vindo te ver ― ele murmurou, sentindo-se como se tivesse de dizer algo.

 ― Oh, sim, elas estão ― Layla olhou para longe, fazendo careta ― Um bom número delas.

Qhuinn franziu o cenho.

― Ninguém estranho, porém, certo?

Ele não podia imaginar que, se teria alguém na casa que iria querer outra coisa se não ajudar, mas ele tinha que perguntar.

 ― Não… Não estranho.

 ― O que? ― Layla apenas tocou a capa da revista que estava no colo, que tinha em sua capa um rosto moreno, cabeça oca, olhos inexpressíveis, atraente e tolo. Torcia e voltava para o normal, distorcia e voltava para o normal. ―  Layla. Diga-me.

Assim, ele poderia estabelecer alguns malditos limites se fosse preciso.

Layla empurrou o cabelo para trás.

 ― Você vai pensar que eu sou louca ou… Eu não sei.

Ele se aproximou e sentou-se ao lado dela.

 ―  Ok! Olhe, eu não sei como dizer isso direito, então, eu só vou dizer. Você e eu, nós vamos estar diante de um monte de… Você sabe… Merdas pessoais.  oh, Deus, ele realmente esperava que ela mantivesse a gravidez. ― Podemos   muito bem começar a ser totalmente honesto um com o outro agora. Seja o que for, eu não vou julgar. Depois de toda a porcaria que eu fiz na minha vida, eu não estou julgando ninguém por nada.

Layla respirou fundo.

 ― Tudo bem… Bem, Payne veio e me viu na noite passada.

Ele franziu a testa novamente.

 ― E…

―  Bem, ela disse que podia ser capaz de fazer algo pela gravidez. Ela não tinha certeza se iria funcionar, mas não achei que ela iria me machucar.

Uma pontada de medo fez o peito de Qhuinn apertar seu coração. V e Payne tinham essa coisa sobre eles que não eram deste mundo. E isso
era legal. Mas não em torno de seu rebento, pelo amor de Deus, a mão de V matava tudo que tocava…

 Ela pegou a mão dela e colocou-a na minha barriga, bem onde o bebê estava… A sensação era de diarreia, o sangue subiu para a cabeça de Qhuinn, bateu duro.

 ― Oh, Deus!

― Não, não… ― ela disse para ele ― Não foi ruim! Parecia… Bom, na verdade. Eu estava… Banhada na luz que fluiu através de mim, fortalecendo-me. Curando-me. Era focado no meu abdômen, mas foi muito mais longe do que isso. Depois disso, no entanto, eu fiquei tão preocupada com ela. Ela caiu no chão ao lado da cama… ― Layla fez sinal para o chão. ― Mas então eu perdi a consciência. Devo ter dormido por um longo tempo. Quando eu finalmente acordei, foi quando eu me senti… Diferente. No início, eu achava que era porque o aborto tinha parado, porque tinha… Chegado ao fim, de vez. Eu corri para fora e encontrei Blay, e ele me levou para a clínica. Isso foi quando você veio e a doutora Jane disse-nos que… ― a mão de Layla tocou seu abdômen inferior, e depois permaneceu lá. ― Isso foi quando ela nos disse que o nosso bebê ainda está conosco. ― Sua voz quebrou naquele ponto, e ela piscou rapidamente. ― Então, você vê, eu acho que ela salvou a nossa gravidez.

Depois de um longo momento de choque, Qhuinn sussurrou:

 ― Ah… Merda!”

(Traduzido por fãs)

AMANTE FINALMENTE ― Em Caldwell, Nova Iorque, um dos guerreiros vampiros aliado a Irmandade da Adaga Negra, fora  rejeitado por sua própria família de aristocratas, por ser diferente. Ele encontra entre os brutos guerreiros da Irmandade, sua própria identidade. Mas mesmo com a expectativa de ter o nascimento de um filho seu com uma das escolhidas, ele se encontra sozinho. Porque o dono de seu coração é um amor proibido, que nem ele mesmo acredita ser possível…

 

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CONTOS MEDONHOS – FÍGADOS

DE: BETO CANALES.

contos medonhos

     “A vida é difícil, às vezes, mas ótima constantemente. E gosto de bife de fígado.

     Então? Chocado com a minha revelação? Cortado fininho, seco, à milanesa, bem frito. Não é uma delicia? Falo isso, porque, outro dia, ouvi que deveria ousar mais na literatura. Isso calou fundo. Sou um escritor e, normalmente, gostam dos meus textos, apesar de nem sempre serem entendidos. Não ligo e, por isso, a vida é melhor do que difícil. Mas, a verdade é que a critica me incomodou…”

FÍGADOS – Um escritor meio que chateado por uma critica feita de suas escritas, resolve contestar o porquê ele teria de ser mais ousado. Cita cenas fortes que chocam ou relata algumas citações de grandes escritores…

Sim…  E o que tem haver o bife de fígado com tudo isso?

Só lendo…

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MILLENNIUM – 2° LIVRO – A MENINA QUE BRINCAVA COM FOGO

DE: STIEG LARSSON

BRINCAVA COM FOGO

     “… Mia Bergman acabava de fazer café e colocá-lo na garrafa térmica quando tocaram a campainha. Eram quase nove da noite. Dag Svensson estava mais perto da porta e achando que era Mikael Blomkvist chegando mais cedo que o previsto, abriu imprudentemente a porta sem olhar pelo olho mágico. Em vez de Mikael, viu-se diante de uma moça que lhe era uma total estranha, uma moça miudinha que parecia uma boneca e que ele confundiu com uma adolescente.

    – Eu queria falar com Dag Svensson e Mia Bergman – disse a moça.

     – Eu sou  Dag Svensson.

     – Queria falar com o senhor.

   Dag consultou o relógio maquinalmente. Mia Bergman apareceu no hall de entrada e mostrou um rosto curioso atrás de seu companheiro.

     – Acho que está meio tarde para uma visita – disse Dag.

     A moça olhou para ele, calada e cheia de paciência.

      – Qual seria o assunto? – ele perguntou.

   – Queria falar sobre o livro  que você pretende publicar na Millennium.

     Dag e Mia trocaram um olhar.

     – E você, quem é?

    – O assunto me interessa. Posso entrar ou vamos ficar de papo aqui na porta?

    Dag Svensson hesitou um momento. A moça era sem dúvida uma total desconhecida e o horário de visita não era dos mais habituais, mas parecia suficientemente inofensiva para que ele abrisse a porta toda. Conduziu-a até a mesa de jantar da sala.

     – Aceita um café? – perguntou Mia.

     Dag olhou irritado para a companheira.

     – Quem sabe você responde a minha pergunta: quem é você?

   – Aceito, obrigada. Quero dizer, o café. Meu nome é Lisbeth Salander.

     Mia deu de ombros e abriu a garrafa térmica. Já tinha trazido as xícaras prevendo a visita de Mikael Blomkvist.

    – E o que a leva a crer que pretendo publicar um livro pela Millennium? – perguntou Dag Svensson.

     Súbito, foi tomado por uma forte desconfiança, mas a moça o ignorou e, em vez disso, encarou Mia Bergman. Fez uma careta que poderia ser interpretada como um sorriso de esguelha.

     – É uma tese interessante – disse ela.

     Mia Bergaman ficou estupefata.

     – O que você sabe sobre a minha tese?

     – Topei com uma cópia dela – respondeu a moça, misteriosa.

     A irritação de Dag Svensson duplicou.

    – Agora, acho que está na hora de você me dizer o que quer – falou com voz rude.

    O olhar da moça cruzou com o seu. Ele observou, de repente, que sua pupila era tão escura que, na luz,  seus olhos pareciam carvão. Compreendeu que se enganara quanto à sua idade – ela era mais velha do que ele julgara de início.

     – Quero saber por  que você anda fazendo perguntas sobre Zala, Alexandre Zala, por toda parte – disse Lisbeth Salander. – E antes de mais nada, quero saber exatamente o que você sabe sobre ele.

    Alexandre Zala – pensou Dag Svensson, subitamente chocado. – Nunca tinha escutado o primeiro nome antes.

   Dag Svensson examinou a moça a sua frente. Ela ergueu a xícara e tomou um gole de café sem desviar o olhar do dele. Seus olhos eram desprovidos de calor. De repente ele sentiu vagamente incomodado…”

A MENINA QUE BRINCAVA COM FOGO – Mikael Blomkvist passava uma ou duas vezes por mês, no apartamento de  Lisbeth Salander, desde que ela tinha simplesmente desaparecido. Ela tinha entrado em sua vida por motivos profissionais, após ele ter sido condenado por difamação em uma publicação de sua revista, Millennium. Ela tinha ajudado-o a desvendar o misterioso desaparecimento de uma menina. Mas, há poucos dias ele a tinha visto de longe, fugindo de um homem que aparentemente queria sequestrá-la. Depois disso sumiu, de novo, misteriosamente.

Alguns dias depois, Salander é acusada de triplo assassinato, e a policia está em seu encalço.

Mikael conheceu um pouco de Salander. E ao contrário do que a empresa anunciava, ela era muito inteligente, uma hacker de primeira, um pouco arredia, podendo ser muito, muito violenta quando provocada. Ele teve provas disso, quando ela o salvou, de um serial-killer, perigoso. Mas, quando ela é acusada de matar seu tutor e duas pessoas que ele conhecia, e que  estavam trabalhando em uma matéria que iria denunciar muitas pessoas importantes,  numa publicação na Millennium, ele fica preocupado. E fará de tudo para descobrir a verdade.

E assim começa uma corrida para ver quem conseguirá pegar Salander primeiro: A polícia. Que tem provas incondicionais de sua culpa; Seu antigo chefe. Que também acredita em sua inocência e investe numa investigação particular para encontrá-la; Mikael. Que precisa encontrá-la antes de todos. Independente de sua inocência ou de sua culpa, ele quer protegê-la dela mesma, de ser morta, antes de poder esclarecer o que de fato aconteceu. E saber que relação tem ela com um tal de Zala, que aparece como um curinga nas investigações…

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SENHORES DO SUBMUNDO – 7° LIVRO – DARKEST LIE

DE: GENA SHOWALTER

GIDEON
DEMÔNIO DA MENTIRA

 

    “…Ele. Precisava. Sofrer.

     Scarlet saltou em pé, o prato na mão. Um prato que ela jogou em Gideon sem aviso prévio. Ele bateu em seu rosto e quebrou justo como seu copo de vinho tinha quebrado. E, assim como a mão tinha frisada com sangue, agora estava a face dele. Não era o suficiente.

     Fazendo uma careta, ele pulou também.

     — Isso foi bom. Obrigado!

     Ela já lançou um outro prato, e este bateu em seu peito. Ele também se quebrou, cortando sua camiseta.

     — O que você não acha que está fazendo?

   — Eu não estou chutando sua bunda. Eu não estou odiando a sua coragem. Eu não estou pensando que você é o maior estúpido que os deuses já criaram. Como é isso? Será que eu falei uma língua que você possa entender? — Matá-lo. Ela queria matá-lo.

     — Eu posso lembrar-me de você, Scarlet. — Ele gritou, recuando quando ela pegou o garfo e estendeu-o como um punhal. Ela tinha assassinado homens com menos. Mesmo imortais. — Mas você não me assombrava. — Propostas duras, ele levantou a camisa. Entre os cortes, acima de seu coração, estava uma tatuagem de olhos. Olhos escuros. Como os dela. — Você não vê? Você não tem… Me… Assombrado.

      Era uma mentira, como ele. Tinha de ser.

      — Isso não prova nada! Milhares de pessoas têm olhos escuros.

     Ele inclinou a cabeça e afastou o cabelo da nuca. Lá, ela encontrou uma tatuagem de lábios vermelho-sangue na forma de um coração. Como os dela. Então ele se virou e levantou sua camisa novamente. Na parte inferior de suas costas estavam flores, todos os tipos de flores, e as palavras SEPARAR É MORRER.

     Era uma réplica exata de sua própria tatuagem. Ele havia mostrado a ela uma vez antes, a primeira vez que ele entrou na masmorra, mas vê-la novamente ainda era um soco no peito.

      — Eu só quero fazer nenhum sentido a isso. — Acrescentou suavemente. E girou, de frente para ela novamente. — Não me ajude. Por favor.

      Ver essas tatuagens não diminuiu sua fúria. Não, vê-las aumentou. Ele imaginava-a, mas ele ainda dormia com todas as outras mulheres. Ele continuou com a sua vida, não procurou a fonte das imagens.

      — Você pensa que faz tudo melhor, você, bastardo desagradável? Enquanto você estava aqui com prostitutas ao redor, tendo uma vida amorosa, eu estava no Tártaro, uma escrava para os gregos. — Um passo, dois, ela deslizou ao redor da mesa e aproximou-se dele. Guerreiro que ele era, ele permaneceu no lugar. — O que eles queriam que eu fizesse, eu tinha que fazer. Se eu queria ou não. — Desfilando nua para sua apreciação. Lutar com outros presos, enquanto eles apostavam no vencedor. Esfregar sujeira de outras pessoas de joelhos. — Mas você me deixou lá. Você nunca foi me buscar. Você prometeu que iria me buscar!

      Furiosamente, ofegante, ela esfaqueou o garfo no seu peito e torceu com toda sua força.

      Surpreendentemente, ele não tentou detê-la. Não tentou se defender. Ao contrário, ele ficou lá, seus olhos estreitando. Em sua própria fúria? E se ele estava em fúria, o que o estava chateando? Ela? Ou os deuses gregos que a forçaram a fazer aquelas coisas vis?

      Não importava. Este era apenas o começo de sua punição.

     — E sabe que mais? — Seus dedos seguravam o garfo com tanta força, que seus dedos gritaram em protesto. — Depois que eu vim aqui e vi você com outra mulher, eu me dei a outro homem. De bom grado essa vez. E depois outro. — Mentira, tudo mentira. Ela tinha tentado. Ela queria magoá-lo dessa maneira, mas ela não tinha sido capaz de seguir adiante.

      E oh, como ela se odiava por essa falha. Mais do que querer machucá-lo, porém, ela precisava de alguém para fazê-la sentir como ele já tinha feito. Protegida, amada, querida. Como um tesouro. Que também tinha falhado redondamente. Ela se afastou dos dois encontros com o sentimento de vazio e tristeza.

      Os ombros de Gideon caíram, e toda a emoção que parecia escura fugia dele.

     — Eu não estou arrependido. Eu amo que você sentiu a necessidade de fazer uma coisa dessas. Eu não quero matar os homens com quem esteve. Mesmo que eu me lembre de tudo sobre o nosso tempo juntos. Você, de alguma forma, ainda não me afeta.

     Ele estava triste, ele detestava que ela tivesse feito tal coisa e queria destruir os homens. Palavras bonitas. Para ele. Mas ela tinha nada com disso. Era tarde demais. Com um rosnado, ela puxou o garfo para fora do peito, os dentes gotejando carmim, em seguida, esfaqueou-o novamente e torceu. Ele resmungou.

      — Mais uma vez, — Ela rosnou. — você acha que isso torna tudo melhor? Você acha que o fato de que você se esqueceu de mim faz com que suas ações sejam menos dolorosas? — Cale a boca, cale a boca, cale a boca. Ela não queria que ele soubesse o quanto ele a tinha machucado.

     — Eu não… — Ele franziu a testa. Então ele enfiou a mão no bolso do jeans e retirou o seu telefone. Seu olhar rapidamente observou a tela, e quando seus olhos se encontraram novamente, não havia raiva latente nas profundezas elétricas. — Nós não temos visitantes.

      — Amigos seus? — Ela não perguntou como ele sabia. Ela poderia supor, ele amava tecnologia moderna.

       — Sim. Eu adoro Caçadores.

      Ela poderia ter atingido ele de novo, rapidamente empurrando ambos os olhos, deixando-o para lidar com os hóspedes indesejados, ferido e cego. Mas ele era dela para ferir, não deles.

    — Quantos? — Ela exigiu, removendo o utensílio e mudando o foco de sua raiva. Acorde, Pesadelos. Suas habilidades podem ser necessárias.

       O demônio esticou e bocejou dentro de sua cabeça.

       — Eu sei. — Disse Gideon.

       Então, ele era tão ignorante quanto ela a esse respeito.

       — Qual porta eles entrariam? — Ela perguntou.

       — Não a da frente.

      Ela realizou uma inspeção rápida. Havia uma porta que levava para fora do reduzido quarto-cozinha em um vestíbulo. Esse vestíbulo ramificava em três corredores. Não importava qual direção os invasores viessem, eles teriam que entrar. Perfeito.

   Você está pronta, querida? Como mamãe nunca está errada sobre isso. Você é necessária.

     Um ronronar de antecipação retumbou através dela. Vai ser divertido.

     Vou segurar o golpe final. Ok?

     Gananciosa.

    Sim. Mas então, ela precisava de alguma saída para as trevas crescendo dentro dela. E deixar Gideon sozinho. Eu não quero que ele veja as coisas que você mostra aos seus inimigos.

     Isso lhe rendeu um rosnado. Eu nunca iria machucá-lo.

    Foi uma declaração que ela nunca pensou ouvir, mesmo com a relutância da criatura para assustar o guerreiro em seus sonhos. Se as circunstâncias fossem diferentes, ela teria exigido saber o porquê. Não que ela teria feito a ela qualquer bem. Pesadelos era tão generosa com as respostas como ela era.

     — Vá para a cama. — Ela mandou Gideon. — Eu resolvo isso.

    — Claro que sim. — Disse ele, desembainhando uma faca brilhante e um pequeno revólver da cintura de suas calças. Ele estava armado todo esse tempo, e ele ainda não tinha se defendido contra ela. — Eu gosto de pensar em você lutando com anjos, sozinha…”

(Traduzidopor fãs)Tiamat-world Tradução e Revisão inicial: Kimie, Valdirene, Renata Braga, Ana Paula”Z”, Luciene, Ana Maria Tosello, Ana Carla, Maria João, Karla D, Anna Martins, Suelen Mattos. Revisão final e formatação: Táai.

DARKEST LIE – Ou, Mentira Escura – Gideon, outrora um guerreiro imortal dos deuses do olímpio, agora um dos Senhores do Submundo, contorcia-se de dores e caia de joelhos em agonia sempre que dizia a verdade. Graças ao Demônio da Mentira que ele fora obrigado a guardar em seu corpo, como um cárcere. Por isso ele sempre tinha que ser cuidadoso quando dirigia a palavra a alguém. Falava sempre negando tudo o que realmente queria dizer. E punha para correr as mulheres ao ter que lhes dizer como elas eram feias, ou o quanto ele as odiava…

Gideon podia reconhecer qualquer tipo de mentira, mas seu Don não funcionara ao capturar Scarlet, filha da Deusa Rhea. Rhea estava ajudando aos caçadores, os inimigos dos Senhores, logo, fez de Scarlet uma forte suspeita.

Scarlet também é Guardiã de um perigosíssimo demônio, que está encarcerado em seu corpo. Pesadelo. E clama ser sua esposa, e que fora abandonada por ele nas masmorras do Tártaro, a própria sorte. Ele não recorda à formosa mulher, muito menos do casamento, ou de deitar-se com ela. Mas quer muito se recordar, quer saber a verdade. Quem apagou suas lembranças?… E por quê? Quais segredos ainda teria ele de recordar?

Muito perigosa para vagar livre, e ele quer protegê-la até de seus próprios amigos. Mas na verdade ela é quem ameaça destruir tudo que ele chegou a amar… E um futuro com ela poderia significar a ruína definitiva.

Mas, ele a deseja…

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ANITA BLAKE -15° LIVRO – THE HARLEQUIN

DE: LAURELL K. HAMILTON

   “– Você recebeu um presente? – Réquiem perguntou.

     – Oui!

     – Que tipo de presente? –  Byron perguntou.

     – A máscara –  disse Jean-Claude.

   Byron empalideceu, ele tinha se alimentado à noite, por isso, ele teve bastante cor para fazê-lo.

     – Não, não… Foda-me! Não aqui, de novo não!

   – De que cor era? – Réquiem disse, em uma voz que tinha caído para o vazio, a forma como alguns dos vampiros de idade poderia fazer.

      – Branca –  disse Jean-Claude.

  Byron relaxou, assim de repente, ele quase caiu. Nathaniel ofereceu-lhe uma mão que ele tomou.

     – Eu estou weakkneed (arrasado), patinhos. Não me assuste assim. Branco! Estamos seguros com o branco.

      Nathaniel ajudou a voltar para o sofá, mas não permaneceu com ele. Voltou para nós.

    – Qual foi a cor que o seu mestre na Inglaterra começou? – eu perguntei.

     – Vermelho, primeiro, depois preto – Réquiem disse.

     – O que significa vermelho? – eu perguntei.

   – Dor – disse Jean-Claude.  – Normalmente, é uma tentativa de punir um mestre, para trazê-lo ao calcanhar. O conselho não usa o Arlequim para ânimo leve.

     O nome caiu para o quarto como uma pedra que caiu num poço. Você se esforça para ouvir o splash…”

(Traduzido por fãs) Traduzido por: Maria Steffen. (tradução mecânica)

THE HARLEQUIN – Ou, O Arlequim – Anita vai a um encontro romântico com Natanael, mas alguma coisa sai dos trilhos, quando ela recebe um presente em um banheiro público. Uma máscara. Branca. Sinal de grandes problemas. Alguém está mexendo com sua cabeça, aumentando seus desejos, confundindo seus sentimentos. Anita e Jean-Claude estão sendo observados por poderosos vampiros, que só aparecem quando solicitados para dizimar. Eles são conhecidos por: Os Harlequin.

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ASSASSIN’S CREED – 2° LIVRO – IRMANDADE

DE: OLIVER BOWDER

     ” … – Claudio! Saia daí! – gritou La Volpe.

     –  Não consigo! Doí… demais…

     – Aguente firme! – gritou Ezio, que estava um pouco mais perto de onde o garoto jazia caído. – Estou indo!

     Enzio saltou do telhado, aparando a queda na cobertura da lona de uma das barracas do mercado, e logo estava  ao lado do rapaz. Rapidamente, checou o ferimento, que parecia mais sério do que era.

     – Levante-se! – ordenou.

     Não consigo! – Claudio estava claramente em pânico. – Eles vão me matar!

     – Olha, você consegue andar, não consegue? –  O rapaz  fez que sim com a cabeça. – Então você também consegue correr. Preste atenção, siga-me. Faça exatamente o que eu fizer. Temos de nos esconder dos guardas.

     Ezio botou o rapaz de pé e foi até a barraca de vinho mais próxima. Ao alcançá-la, rapidamente se misturou á multidão de bebedores nervosos e se surpreendeu ao ver com que facilidade Claudio fez o mesmo. Eles passaram discretamente por dentro da barraca até a parede mais próxima, enquanto do outro lado alguns dos alabardeiros tentavam empurrar e abrir caminho por entre as pessoas. Bem a trempo, Ezio e Claudio chegaram a um beco que levava para fora da praça. La Volpe e Trimalchio esperavam por eles.

     – Imaginamos que vocês viriam para cá. – comentou La Volpe enquanto o pai abraçava o filho. – Vamos logo! – Ele exortou os dois. – Não temos tempo a perder! Voltem à sede rapidamente e peçam a Teresina que cuide da ferida. Vão!

     – E você fique fora de vista por um tempo, intesi? – acrescentou Ezio a Claudio.

     – Molte grazie, messere – agradeceu Trimalchio, partindo abraçado ao filho, guiando-o, mas também admoestando: Corri!

     – Você está encrencado agora – comentou La Volte, depois que eles alcançaram a segurança de uma praça vazia. –  Especialmente depois disso. Já vi pôsteres com o seu rosto depois da confusão nos estábulos.

     – Nenhum de Maquiavel?

     La Volpe balançou a cabeça.

     – Não, mas é bem possível que eles não o tenham visto bem. Poucas pessoas sabem o quão bom ele é com uma espada.

     – Mas você não acredita nisso.

     La Volpe balançou a cabeça outra vez.

     – E o que fazer quanto aos cartazes de “procurado”?

     – Não se preocupe, meus rapazes já estão rasgando todos.

     – Ainda bem que alguns deles são disciplinados e não ficam começando brigas com soldados dos Bórgia.

     – Olhe, Ezio, há uma tensão na  cidade que você ainda não vivenciou.

     – É mesmo? – Ezio ainda não tinha contado ao amigo o episódio com os homens-lobos.

     – Quanto aos arautos, alguns ducatos para cada um deles deve ser o bastante para que calem a boca – continuou La Volpe.

     – Ou… eu poderia eliminar as testemunhas.

     – Isso não é necessário – respondeu La Volpe, mais tranquilo. – Você sabe “desaparecer”. Mas seja muito cuidadoso, Ezio. Os Bórgia têm muitos outros inimigos além de você, mas nenhum deles é tão irritante. Eles não vão descans ar enquanto seu cadáver não estiver pendurado nos ganchos do Castelo Sant’Angelo.

    – Eles teram que me pegar primeiro.

    – Fique alerta.

    Eles voltaram para à Guilda dos Ladrões por uma rota longa e complicada, e ao chegar encontraram Claudio e o pai sãos e salvos. Teresina estava enfaixando o ferimento do rapaz, mas após estancar o sangramento, descobriram qaue não era nada além de um corte profundo no músculo do braço, muito doloroso embora não fosse sério, e o próprio Claudio já estava muito animado.

     – Mas que noite – comentou La Volpe, cansado, enquanto tomava uma taça de trebbiano e comiam um prato de salame barato.

     – Eu que o diga. Seria melhor se eu não tivesse de enfrentar tantos deles.

     – Vai ser difícil escaparmos disso enquanto a luta continuar.

     – Escute, Gilberto – começou Ezio. – Eu sei o que nós vimos, mas tenho certeza de que vo  cê não tem nada o que temer de Maquiavel. Você conhece os métodos dele.

     La Volpe encarou Ezio sem emoção.

     – Sim, muito tortuosos. – Ele fez uma pausa. – Mas tenho de lhe agradecer por ter salvado a vida de Claudio. Se você acredita que Maquiavel  permanece leal à Irmandade, então estou inclinado a confiar no seu julgamento.

     – E como fico com os seus ladrões? Vocês me ajudarão?

     – Eu lhe disse que tinho planos para esse lugar – respondeu La Volpe, pensativo. – Agora que, aparentemente, nós dois estamos trabalhando juntos outra vez, gostaria de saber o que você acha também.

     – Estamos trabalhando juntos, então?

    La Volpe sorriu. – Parece que sim. Mas ainda vou ficar de olho em seu amigo de roupas  pretas.

     – Bem, não fará mal. Só não faça nada impensado.

     La Volpe ignorou o comentário…”

IRMANDADE –  Ezio Auditore, de Florença,  ainda atordoado pela demanda de informações que a Maçã, um misterioso artefato Sagrado concedido pelos antigos deuses,  tinha acabado de lhe revelar. Sentiu a necessidade de continuar a sua luta junto aos outros Assassinos, contra os perigosos inimigos. Os Templários.  Apesar dele querer muito parar para  descansar, e viver uma vida normal, poder casar e ter  filhos. Porém o destino lhe pregou uma peça…  Ezio teve que assumir a liderança dos Assassinos, para combater a cruel organização comandada por Cesare, o impiedoso filho do líder da facção dos Templários. O espanhol Rodrigo Bórgia.  O papa Alexandre VI. Empenhado em destruir tudo o que eles amargamente já tinham conquistado.

 Ezio conseguiu agrupar um grande número de aliados,  dentre o povo oprimido pelos poderosos. E junto com alguns dos membros da Irmandade, como La Volpe, o rei dos ladrões que tem o comando da escória mais disciplinada para roubar informações preciosas. Bartolomeo um velho companheiro das armas. Maquiavel, um dos Assassinos que consegui resultados  em atitudes muito duvidosas. Tinha também Leonardo da Vinci. Artista, escultor, cientista e um engenhoso inventor. Trabalhando para os dois lados, agia como espião. Até mesmo a sua mãe e sua irmã Claudia entrou na linha de frente para ajudar, junto com as prostitutas.

 Porém em época de traições todo cuidado é pouco. Dentre os amigos da Irmandade existiria um inimigo?…  Quem seria?

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